A mulher misteriosa



Joanesburgo, algumas horas atrás



Snape move a cortina vagarosamente. A sua respiração está suspensa e ele sabe que seu plano é falho e que talvez leve a sua morte e a de Draco Malfoy, mas ele não tem escolha, pelo que o ex-professor viu, seu pupilo não teria muito tempo devido ao seu estado.



Ele aperta a varinha em suas mãos e se coloca em posição de ataque, no entanto o que ele vê não era exatamente o que esperava. Snape vê Draco Malfoy totalmente despido na cama e, de pé ao seu lado, uma mulher que está se despindo. O quarto está na penumbra e ele não consegue ver a fisionomia dela, mas não é preciso ser muito inteligente para saber quais eram as suas intenções.



De tudo o que ele imaginava, isso não estava nem de longe entre as hipóteses cogitadas e por este motivo, Snape faz algo que nunca imaginou que faria. Ele emite um gemido que chama atenção para a sua pessoa.



Ele se prepara para atacar, mas seus reflexos não são tão rápidos, então o ex-professor só pode ver o vulto feminino atirar pó de flu pela lareira e sumir diante dos seus olhos.



Por um momento Snape pensa em segui-la, mas logo o seu lado racional prevalece, afinal ele não tem a mínima ideia de para onde ela possa ter ido. Seu olhar se volta para Draco Malfoy que olha para ele por um momento, depois ele se fixa no vazio por um segundo antes de perder os sentidos.



XXXXX



De volta aos dias atuais



- Bem, Potter, foi isso – o mestre de poções diz – havia uma mulher com o senhor Malfoy e pelo fato dos dois estarem despidos, eu posso imaginar muito bem o que ela pretendia.



Harry luta para não deixar seu queixo cair, mas ele sabe que essa é uma luta fadada ao fracasso. Entre as coisas que ele esperava, o menino que sobreviveu nunca havia imaginado algo dessa natureza. Ele pensava em roubo ou mesmo alguma vingança, mas isso definitivamente nunca.



Ele olha para o seu ex-professor enquanto tenta colocar as suas ideias em ordem, Harry respira fundo enquanto diz – vamos lá... Você realmente está aqui me dizendo que encontrou o Draco com outra mulher e me pedindo para não dizer nada para a Hermione?



- Não Potter, as coisas não são como você está pensando. Você não viu o que eu vi – o mestre de poções diz com uma paciência maior do que o seu habitual, se ele estivesse no lugar de seu ex-aluno talvez tirasse as mesmas conclusões.



- Não – Harry diz – eu não vi, mas eu acabei de ouvir a sua história. Eu sei que você e o Draco têm uma ligação, mas eu não posso permitir...



- Potter! – Snape o interrompe usando o seu tom que era destinado aos alunos – só me escute! Eu apenas lhe disse o que aconteceu quando o resgatei, você não ouviu a história toda. Quando eu terminar se mesmo assim você achar que deve, então procure a sua amiga e conte tudo mesmo sabendo que isso irá acabar com o seu casamento.



- Muito bem – Harry diz com um suspiro – me conte a história toda...



XXXXX



Local desconhecido



Igor está cada vez mais preocupado. Até agora ele não conseguiu o que foi combinado. Neste momento ele entra em pânico. E se ele não cumprir a sua parte no acordo? O garoto sabe que isso o mataria, afinal ele fez o que fez apenas por um motivo e caso as coisas deem errado, Igor nunca se perdoará.



Ele pensa em seu pai e em quanto ele deve estar preocupado. O garoto deixa escapar uma lágrima em pensar no homem carrancudo tão parecido com ele próprio. Igor tem certeza que o seu pai nunca o perdoará.



Sim, ele sabe das consequências dos seus atos, mesmo assim o menino não se arrepende. Ele fez o que tinha que fazer, não poderia ser diferente devido às circunstâncias, não havia escolha e por este motivo ele se encontra sozinho em um local que ele não sabe direito onde é.



Seus pensamentos são interrompidos por uma voz conhecida – pare de choramingar, garoto. Eu cumpro as minhas promessas você tem companhia...



XXXXX



Na casa de Severo Snape



Harry ainda não acredita em tudo o que seu ex-professor acabou de narrar, desde a sua chegada a África do Sul até o momento do resgate de Draco Malfoy. A forma como era proibido qualquer tipo de contato com o quarto onde o loiro estava hospedado, o seu encontro com ele na parte bruxa da Mandela Square, o fato do loiro não haver reconhecido o ex-professor. Harry tem que admitir que há muito mais nesta história do que um simples caso de traição conjugal.



- Entendeu agora? – o mestre de poções diz – por que nós não podemos simplesmente dizer à senhora Malfoy? Nós precisamos saber quem era essa pessoa e o que ela pretendia e temos que saber exatamente o que aconteceu.



Harry faz uma careta – do jeito que ele foi resgatado não é difícil imaginar o que aconteceu.



Snape encara seu ex-aluno, ele não pode culpar Harry Potter por ter chegado a essa conclusão. Enfeitiçado ou não, não parece ser difícil chegar à conclusão sobre o que estava acontecendo naquele quarto de hotel, mas ele sente que existe alguma coisa por trás dessa história e é por isso que ele diz:



- Potter, raciocine comigo. Nós já chegamos à conclusão que o senhor Malfoy estava sob algum tipo de feitiço ou poção – ele vê Harry Potter assentir com a cabeça – você acha justo com ele e mesmo com a senhora Malfoy simplesmente dizer isso? Você é casado, sabe como isso funciona. Você acha que eles iriam conseguir superar?



Sim, Harry entende perfeitamente que esse tipo de coisa poderia acabar com o casamento da sua amiga, mas ao mesmo tempo ele sabe que Hermione não lhe perdoaria por esconder algo dessa gravidade. Então ele diz:



- Eu não posso prometer guardar esse segredo – ele vê que Snape quer argumentar, então ele completa – mas posso adiar até que a gente descubra o que há por trás dessa história.



- Deve bastar, eu acho – Snape diz – e agradeço por isso.



- Não agradeça ainda – Harry diz – primeiro vamos descobrir o que aconteceu, depois veremos se ainda deve me agradecer...



XXXXX



Na casa dos Malfoy



Hermione entra e vê a sala vazia. Ela sabe que suas meninas devem ter jantado e ido se recolher, elas sabem que devem seguir a rotina mesmo quando estão apenas com os elfos e elas sempre cumprem. Hermione sorri pensando na dádiva que as suas filhas são.



A morena sobe as escadas, ela conhece as suas bruxinhas e sabe que sempre que nenhum dos pais está em casa, elas sempre ficam juntas. A morena as encontra no quarto, Annie está deitada no colo de Lizzie que lê uma história.



- Oi meninas – ela diz enquanto beija cada uma das filhas – desculpem a mamãe sair sem avisar. É que aconteceu uma coisa.



- O papai está bem? – Annie pergunta e sorri diante do estarrecimento da mãe – eu sei que você foi cuidar dele.



Hermione olha espantada para a sua filha caçula. Ela já se acostumou com esse lado da menina, mas a morena tem que admitir que desta vez a menina a surpreendeu – sim – ela diz – eu fui cuidar do papai, Annie. Ele está de volta, mas como você sabe disso?



- Eu não sei explicar, mamãe – a pequena diz – eu acordei hoje sentindo um aperto no coração, uma vontade de chorar iguais as que eu estava sentindo antes, mas de repente passou – ela sorri – aí eu sabia que o papai ia voltar e que ele iria ficar bem.



- E então, mamãe? – Lizzie pergunta – o papai voltou? Ele vai ficar bem?



- Sim – Hermione diz ainda estarrecida com as palavras da sua caçula – o papai está no hospital, mas ele vai ficar bem.



- O que aconteceu? – a menina mais velha questiona – por que ele ficou tanto tempo sem dar notícias?



A morena respira fundo. Como era de se esperar as meninas querem explicações, explicações essas que ela não pode dar, ao menos não ainda. Então ela diz:



- Eu ainda não sei muita coisa, mas eu posso dizer com certeza que o papai vai ficar bem. No fundo é isso que importa, não é mesmo?



As meninas assentem com a cabeça, mas se Hermione usasse legitimência veria que apenas uma delas concorda com o seu pensamento, na cabecinha da outra existe apenas um pensamento. Descobrir o que aconteceu com seu pai...



XXXXX



Enquanto isso, na Bulgária



O ex-apanhador acaba o seu relato, ele tem esperança que o seu homem de confiança possa ajudar, afinal ele é o melhor detetive bruxo do seu país e, mais ainda, seu homem de confiança não tem nenhum problema em usar, digamos, caminhos fora da legalidade se os motivos forem justos e a seu ver o sequestro de uma criança é o motivo mais justo que se pode imaginar.



- Pois é isso – ele diz – meu filho foi sequestrado. A polícia já está envolvida, mas eu preciso fazer alguma coisa. Não posso simplesmente sentar e ficar esperando.



- Entendo – o detetive diz, ele respira fundo – mas você tem que entender que eu não posso passar por cima da polícia e sem pistas eu não sei mesmo como ajudar.



- Você é o melhor detetive que eu conheço – o ex-apanhador diz – e você vai ter mais tempo livre do que a polícia, mesmo que você não descubra quem levou meu filho, eu sei que você pode ajudar – ele olha para o homem, é muito difícil ver Victor Krum a um passo do desespero, mas neste momento é exatamente assim que ele está.



- Pois bem –o detetive diz – eu vou fazer o possível para ajudar – ele respira fundo – eu quero saber absolutamente tudo sobre o garoto – ele vê que o búlgaro quer falar – não apenas da sua parte ele diz eu quero conversar com todos os elfos, com professores e colegas com algum eventual amigo, quero até os detalhes mais banais. Pode ser que a gente ache alguma pista sobre quem possa tê-lo levado. Eu vou investigar também a cidade onde ele vivia, ninguém garante que haja alguma coisa por lá também, o pouco que eu descobri por lá me deixou intrigado.



- Você tem carta branca – Krum diz – e não poupe gastos ou esforços, meu filho é muito importante pra mim. Você precisa de alguma coisa?



- Sim – o detetive diz depois de pensar por um minuto – eu preciso que o senhor informe aos policiais sobre mim. Eu não quero me arriscar a ser preso como suspeito enquanto estou bisbilhotando por aí.



- Faz sentido – o búlgaro diz – nós podemos conversar com eles agora mesmo – ele vê que o detetive assente com a cabeça e ambos partem para informar os policiais...



XXXXX



De volta ao hospital St Mungus



Hermione está de volta. Ela gostaria de ter ficado mais tempo com suas meninas, mas neste momento seu marido precisa dela a seu lado e ela sabe que os elfos irão cuidar bem delas. A morena olha para o marido que ainda dorme, seguindo um impulso ela passa a varinha por toda a extensão do seu corpo buscando sinal de algum ferimento ou trauma e vê, aliviada, que não há nada, apenas uma grande fadiga é detectada.



A morena quer muito saber o que aconteceu, mas neste momento ela sabe que deve se focar no bem estar de seu marido. Hermione sabe que em breve ele irá acordar, ela não quis dar uma dose elevada de poção, pois como ela não sabe direito o que aconteceu qualquer coisa que ele tome poderá ter alguma consequência, por isso o seu tratamento será doses graduais durante algum tempo. Quanto tempo? Isso ela ainda não pode precisar.



Ela vê que às vezes o loiro fica agitado. Hermione sabe que deveria dar a ele uma poção para dormir sem sonhos, mas ela não faz isso porque teme que caso o faça, ele tenha as suas lembranças prejudicadas e ela quer saber o que aconteceu. Hermione sabe que nada faria seu marido ficar tantos dias sem dar notícias e ela precisa saber exatamente o que se passou.



Hermione passa a mão pelo cabelo do marido e se prepara para uma longa vigília ao lado do seu amado...



XXXXX



No quartel dos aurores



Harry Potter disse a sua assistente que não iria receber ninguém. Ele tinha um treinamento noturno, mas ele pediu que um auror experiente o substituísse. Ele não está em condições de focar a sua mente em nada, não depois do que ele ouviu de Severo Snape.



É claro que ele sabe que algo aconteceu. Harry convive com Draco há mais de dez anos e ele sabe que o loiro é totalmente dedicado a família, mas ele não se sente nada confortável em esconder isso da amiga e pior ainda, ele sabe que não vai poder desabafar com Rony e muito menos com a sua esposa e isso o angustia muito.



Ele sabe que quanto antes o que aconteceu com Draco for descoberto, mais rápido ele poderá se livrar desse segredo, mas ele também sabe que mesmo depois que tudo for esclarecido, ele terá a obrigação de relatar o que aconteceu para Hermione e Harry não sabe o que isso vai fazer com o casamento da sua amiga.



Harry respira fundo e se prepara para ir pra casa onde ele fará o possível para não demonstrar a sua mulher o quanto está angustiado.



XXXXX



Enquanto isso



Mel acaba de chegar em casa depois de um dia de busca infrutífera. Ela foi a todos os locais que Hermione lhe indicou e não conseguiu nenhuma notícia sobre a sobrinha da sua paciente. Ela está intrigada, pois a descrição que Hermione lhe deu de uma mocinha simpática e meio ingênua de forma alguma bateu com a visão das pessoas com quem ela conversou.



Não que alguém tenha dado qualquer tipo de informação relevante, mas sempre que Mel perguntava a respeito da sobrinha da paciente, a reação das pessoas era de desagrado, como se ela não fosse alguém estimado por aquelas bandas.



Mel, como uma boa repórter, sabe que não deve levar em conta tudo o que as pessoas dizem. Afinal a mocinha poderia muito bem ser alguém cujas idéias não eram condizentes com a mentalidade da pequena cidade, mas como uma boa repórter ela também tem um bom faro e o seu faro lhe diz que há algo nesta história.



Ela se prepara para dormir. Amanhã Mel irá conversar com Hermione e dizer que infelizmente não conseguiu localizar a pessoa. Ela só espera que sua amiga não fique muito chateada com isso e que elas consigam outra forma de avisar.



XXXXX



No hospital St Mungus



Hermione está cochilando ao lado do leito de Draco. No entanto seu sono leve percebe uma alteração na respiração do marido, o que faz com que ela se ponha alerta no mesmo instante.



Ela vê que o loiro abre os olhos lentamente – Hermione – ele diz como se não acreditasse – não foi um sonho, você está aqui...



A morena deixa escapar uma lágrima enquanto diz – estou, eu estou aqui e não vou a lugar algum.



- E as meninas? – ele pergunta



- Estão em casa, elas sabem que você voltou – ela olha para o marido – você consegue me dizer o que aconteceu? Consegue se lembrar?



- Não sei direito – ele diz pensativo – eu me lembro de chegar a Joanesburgo e me registrar no hotel, me lembro de pedir uma refeição e depois disso só alguns borrões – ele olha para a esposa – quanto tempo eu fiquei fora?



- Vários dias – Hermione diz – isso não importa por enquanto, primeiro você tem que se recuperar. Você está fraco e desidratado, depois a gente tenta descobrir o que aconteceu.



- Quanto tempo eu vou precisar ficar aqui? – o loiro pergunta – eu sinto falta das meninas.



- Você está tomando poções para recuperar as forças – Hermione assume seu tom profissional – vamos aguardar elas fazerem o efeito, depois falamos disso. Se você se sentir melhor, amanhã eu trago as meninas para ver você – ela vê o loiro sorrir – e se você se lembrar de alguma coisa, você me avisa – ela fica séria – aconteceu alguma coisa grave na África do Sul e precisamos descobrir. O Harry deve vir conversar com você quando você estiver melhor.



Ela se levanta – eu preciso fazer a ronda e preencher alguns relatórios, então vou precisar sair por um tempo. Tudo bem pra você? – ela vê o loiro assentir com a cabeça – se você sentir alguma coisa, qualquer coisa – ela frisa – peça pra alguém me chamar – ela dá um beijo suave nos lábios do marido e se retira.



XXXXX



Na casa dos Malfoy



Lizzie observa Annie que dorme um sono tranquilo. De vez em quanto ela pode ver um sorriso no rostinho da irmã, como se ela tivesse sonhando com algo muito bom.



Ela, ao contrário, não conseguiu dormir. Seus sonhos não saem da sua cabeça, principalmente o fato dela não estar na sua casa e do seu pai não ser mostrado em nenhuma foto.



Ela gostaria de lembrar mais dos seus sonhos quando mais nova, mas infelizmente ela não sabe dizer muito. No entanto, Lizzie se lembra muito bem do medo e da angústia que sentia.



A menina queria que seu pai estivesse em casa agora. Talvez ele pudesse explicar o que estes sonhos significam. Lizzie sabe que ela pode confiar nele e que seu pai faria o possível para ajudar.



Com estes pensamentos, a menina se vira e decide tentar dormir um pouco...



XXXXX



Na casa de Severo Snape



O mestre de poções não consegue dormir. Isso é normal em se tratando dele, Snape nunca foi uma pessoa que tivesse muitas horas de sono e neste momento o estado em que ele encontrou Draco Malfoy está tirando o seu sono. Todas as vezes que ele tenta fechar os olhos a cena do seu pupilo com a desconhecida surge em sua mente.



Snape sabe que tem algo muito errado. Ele não teve muito contato com Draco nos últimos tempos, mas ele se considera alguém que conhece a natureza das pessoas e ele pode dizer sem medo de errar que Draco se tornou um homem dedicado à família e mais do que isso, ele pode dizer que seu ex-aluno se tornou um homem fiel.



No entanto, o mestre de poções não é ingênuo para dizer que ele não sabe o que iria acontecer naquele quarto de hotel, caso ele não tivesse interrompido e muito menos para não supor que isso estava acontecendo durante o tempo que Draco ficou sem entrar em contato. Pelo estado em que ele foi resgatado, é possível dizer que ele estava fraco e sem o domínio das suas faculdades mentais. Agora cabe a Snape descobrir o porquê.



Ele sabe que vai ter que trabalhar nisso com o Potter e se ele for pensar Snape não vai conseguir listar muitas coisas nesta vida que o desagradariam mais. No entanto o mestre de poções sabe ser justo e ele sabe que o Potter preza muito a sua amiga Hermione para querer que o seu casamento desabe, e pelo que ele pode perceber também, Harry e Draco sabe se lá como, agora cultivam uma relação de amizade, então por mais que isso o desagrade, Snape sabe que seu ex-aluno é a pessoa ideal para estar com ele nessa missão.



Sim, para ele isso é uma missão. Snape sabe que precisa desvendar essa história, se isso vier à tona, o casamento do seu pupilo certamente ruiria e isso iria partir o coração da sua pequena dama e ele não pode imaginar isso acontecendo.



Neste momento seu olhar encontra um pequeno pergaminho. O convite tão gentil da filha caçula dos Malfoy, o convidando para seu aniversário. O ex-professor em princípio nem pensaria em aceitar, mas na atual situação ele se vê pensando que pode ser que ele consiga descobrir alguma coisa em um ambiente em que as pessoas estão descontraídas. Ele sabe que quem quer que seja que estivesse com Draco Malfoy, talvez seja alguém que tem um certo contato com ele e quem sabe por um golpe de sorte esta pessoa esteja presente. Então Snape vai fazer o que todos acham impossível. Comparecer a uma festa infantil...





NOTA DA AUTORA



Capítulo postado em velocidade relâmpago! Encarem como um presente de desculpas pela minha demora com o capítulo anterior. Mas devo pedir que não se acostumem pois esse negócio de dar aulas online está tomando meu tempo e acabando com a minha sanidade. Aproveito para deixar aqui a minha solidariedade aos colegas professores que como eu estão entrando em um território totalmente novo e fazendo sempre o seu melhor.



Espero que tenham gostado do capítulo. Muita coisa ainda vai acontecer. Se cuidem, e se puderem fiquem em casa.



Bjos e até o próximo


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