Surpresas!



Ola...
Demorou o cap. neh? Sorry msm... + To so trabalho na unversidade e com isso gastando muitas ideias lá e ficando com poucas aki... + consegui terminar o cap... Só ñ briguem com eu se ñ estiver lá essas coisa ta??? X )

**Anna Chies**: Ola... fico muito feliz por ter gostado do Trailler e dos caps. Biagdinho msm... e sim sim... vou visitar a sua Fic. sim viu!! b-jusss

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Abro a porta, cauteloso e deparo com o interior da minha antiga casa. Em ruínas? Em um estado deplorável? Claro que sim! Depois de quase 8 anos... Eu heim! Todos os móveis estavam jogados e quebrados. Definitivamente aquela não era a sala da minha casa. Onde, no passado, tudo estava no seu devido lugar e nem um pingo de poeira podia ser visto, o lugar que o meu... Pai ostentava como perfeito para os amigos do ministério quando esses apareciam. Mas para dentro, vejo um quadro da minha família, que ficava em cima da lareira, a tela estava toda rasgada onde era meu lugar e o da minha mãe. Vendo isso percebo que o autor daquele massacre dos moveis fora meu... pai. Aquele assassino desgraçado, acabar assim com o que ele mesmo construiu, mas uma prova de sua loucura. Mas felizm...

- AHHHHHHHHH! – Alguma coisa acaba de me atingir pelas costas fazendo com que me ajoelhasse no chão. O local ficou completamente dolorido.

- Quem ousa invadir a casa dos Malfoy? – pergunta uma voz esganiçada. Virando-me puder ver que o dono dessa voz era um pequenino elfo doméstico usando uma camisa regata toda manchada, que não faço idéia de onde possa ter vindo.

- Quem é você? E por que me atacou seu imundo?

- Eu perguntei primeiro. Se meu senhor souber quem invade sua casa...

- Mas eu fiz uma pergunta e como elfo domestico deve responder. – Falava isso enquanto me levantava. E o insetinho ainda me olha desafiador.

- Meu senhor não permitiu, então Feioso não fala... arg! – quando terminou de falar, imediatamente enfiou as duas mãos na boca apertando a mesma como se fosse uma esponja. Claro que não deixei de gargalhar.

- Ah! Feioso... Bom... Agora responde porque fez isso comigo?

- Feioso não fala nada. So fala pra seu Sr. Malfoy. – disse o monstrinho balançando a cabeça negando.

- Então fala pra mim feioso. Sou o seu Sr. sou um Malfoy! – respondi procurando algum lugar pra sentar. Ouvi que o Feioso soltou um gritinho de horror quando falei isso.

- O meu Sr. não é tão jovem!

- Por que sou filho dele seu infeliz! – Pelo o que podia perceber a coisa na minha frente tava procurando ver alguma coisa em mim que lembrava os Malfoy. Ou era isso, ou tava fazendo as necessidades deles ali mesmo porque pela cara que tava fazendo. Merlin o livre! – Merda não tem nada aqui inteiro não? Reparo! – peguei a varinha e apontei pra uma coisa que lembrava uma cadeira e no segundo seguinte os restos viraram uma. – Por que não ajeitou a casa, Feioso?

- Por que o meu Sr. não permitiu. – falou Feioso mexendo na barra da camisa.

- Olha só! Já ta me respondendo é? Certo! Me reconheceu foi? – Tivemos um bom progresso. E pelo o que tava percebendo a minha visita nessa casa não ia ser nada rápida.

- Sim Sr! Antes do meu Sr. Malfoy ir embora e deixar a casa assim, eu vi o quadro muito bonito da família Malfoy mais bonita. E o Sr. Malfoy não mudou tanto Sr.

- Ok! Então você não ajeitou a casa por que o Senhor Lúcios Malfoy não permitiu? – Ele confirmou tremendo de medo ao ouvir esse nome – E Se eu disser que o seu Sr. morreu já faz um bom tempo? – A coisa me olhou assustada balançando a cabeça negativamente.

- Não é verdade. O Senhor ta mentindo pro feioso! Meu Senhor Malfoy não MORREU!

- Morreu! Claro que morreu! E também matou minha mãe, a Sra Malfoy! – Apesar do desconforto de falar isso tava me divertindo pra cacete com aquilo. O elfo pulava de um lado pro outro me chamando de mentiroso, muito divertido. – Pois eh! Morreram! E se não acredita feioso vai procurar saber vai.

- O SR. MENTE PRO FEIOSO!

- Não acredita. Procura saber. É uma ordem! Vai feioso. – e do nada o monstrinho me manda cotoco e some. Filho da p...!

Olho a minha volta mais uma vez antes de me levantar e seguir o que vim fazer. Continuo meu caminho para o interior da casa. A cada corredor minha memória trabalhava arduamente e a cada lembrança um nó se formava na minha garganta. Querendo ou não, essa era a minha casa e vivi, mesmo que poucos momentos felizes, aqui. Ate que enfim chego no meu destino. Impressiono-me com o que vejo. Tudo muito bem arrumado como se meu... Pai fosse entrar pela porta e se trancar aqui a qualquer momento. Não agüentando mais esse lugar vou em busca dos malditos papeis de Hogwarts, e não dá outra, os encontro na ultima gaveta. Mas, além disso, vejo uma coisa que muito me intrigou, uma foto, uma foto da Tia Bella sorrindo e no verso os dizeres “Como explicar o que não sei o que sinto por um comensal da morte?” Que? Filho da p...! Eu não acredito nisso! Essa letra eu conheço muito bem! Agora era só que me faltava... Esse desgraçado traiu minha mãe com a sua própria irmã!

- Maldito seja! – Falo isso esmurrando a mesa não contendo a raiva que aparecia. Apesar de todo esse tempo, ate mesmo com esse maldito morto eu encontro surpresas a seu respeito. Maldito! Egoísta! Cafajeste!...

- AHHHHH NÃO! O QUE VAI SER DE FEIOSO... NÃO! O SR. DO FEIOSO NÃO MORREU... NÃO! – Com esses gritos saio da casa, deixando todo um passado obscuro, como já dizia Martin, pra traz mais uma vez. Já longe da casa percebo que o tempo mudou completamente, so ai noto a diferença de fuso horário. Saí do Brasil pela manha e pelo o que eu percebo já passou da hora do almoço, mas não sinto nenhuma vontade de comer e muito menos ir ate o St. Mungus. Resolvo procurar um lugar pra ficar. Isso é bem irônico! Tendo uma casa enormemente grande pra ficar prefiro procurar um outro lugar.


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Nada como voltar pra casa, não aquela casa enorme, mas o meu apartamento. Graças a Merlin não o vendi, pois sabia muito bem que conviver com Rony seria muito difícil e eu precisava de um cantinho so meu. E por acasos do destino estou aqui mais uma vez, não completamente só, pois bichento e cafetão me fazem companhia.

- Os vizinhos não vão gostar nadinha disso!
Penso enquanto tomo meu maravilhoso banho. Mas infelizmente ou por ironia da minha consciência volto a pensar naquelas íris azuis... “Adorei a camisola vermelha!...” Por que tinha que ser assim? È completamente injusto!... Assim como Rony entrou na minha vida de vez ele saiu. Marcante!... “Será melhor assim!”... Quem é você? O que faz na minha cabeça? Que isso?... “Oi! Prazer? Sou a Cons...” O que? Cons.? Que Cons? Quem é Cons?... “Sou eu sua burrinha... Eu! Consciência. A sua consciência!”... Ahh! Entendi! O que você ta fazendo ai heim?... “Mas é burrinha mesmo... eu to aqui desde sempre individa...” Eu não sou burrinha não... So que fazia tempo que você não aparecia, tava com medo já, pensei que fosse o cabelo de eletro-choque do Harry invadindo a minha cabeça... Mas sim querida Cons. Por que você falou isso? “Isso o que...?” Depois a burra sou eu! “Ah sim! Por que sim cara colega. Seria insuportável ouvir aquele jumento ruivo ficar reclamando pelos cantos pensando em como seria a vida dele na Espanha... e sem conta você me pentelhando e colocando a culpa em mim por não ter te ajudado!” Por incrível que pareça, mas vendo por esse lado, talvez eu possa me conformar. Termino o banho, pego o meu roupão e o visto, pego uma toalha e enrolo nos cabelos, não to muito a fim de usar a varinha ou o secador para secá-lo. O espaço entre o banheiro e minha cama não é, mas pareceu tão grande agora. Passo na frente do espelho, mas recuso a me olhar, minhas olheiras e essa cara de choro horrível que to sustentando agora vão fazer com que eu tenha um infarto. Jogo-me na cama e sinto toda a sua maciez, apesar desse cheiro de morfo, ela ainda tem o meu cheiro. Prometi ir à casa de meus pais, logo que sai da toca deixando uma Sra Weasley aos prantos, liguei pra minha mãe contando rapidamente o que tinha acontecido e ela me fez jurar que ia contar isso pessoalmente. Credo como sou horrível! Acabei de chamar uma historia de amor, cumplicidade e admiração em “Isso”, como se estivesse me referindo a um simples pedaço de qualquer coisa que acabou de acabar. Meu Deus o que os anos fazem com uma pessoa! Ponho-me de pé rapidamente e... AHHHHH!... Foi inevitável, não tinha como fugir. Acabei de ver o cão chupando manga, pregado na cruz de cabeça pra baixo, na sexta-feira santa. Vi a minha própria imagem no espelho! A imagem da decadência me olhando... Não estou exagerando não. To falando é muito serio! Mas isso não pode ficar assim... Meu lado amoroso pode ter desmoronado, mas não é motivo o suficiente pra ficar com essa cara. Não posso ir à casa de meus pais assim, minha mãe vai querer me internar na mesma hora ou pior, vai fazer com que eu volte a morar com eles... Ah não! Demorei muito pra conseguir o meu canto e isso não vai acabar assim não. Corro pra cozinha, abro a geladeira, pego uma cuba de gelo pela metade, volto pro banheiro...

- Sai daqui cafetão! Não morde o meu pé! – Esse cachorro leso correndo atrás de mim... Espero alguns segundos ate a pia encher d’água, despejo os gelos dentro enfio a minha cara dentro... Porra! Isso ta gelado... “Claro neh! Queria que estivesse o que quente?” Aê Cons vai encher o saco de outra! Isso pode melhorar o estado da cara inchada da pessoa, no caso, eu. Li isso numa revista trouxa – trimmm... Trimmm (N/a: Aê, so veio isso na minha cabeça =P) – Ouço o telefone tocar, enxugando o meu rosto com a manga do roupão vou atendê-lo.

- Oi!

- Filha! Sou eu, sua mãe! – diz a voz da mamãe.

- Mas é claro neh... So tenho a sra como mãe sabia? – falo... Pra falar a verdade eu tinha que falar isso.

- Pelo visto você esta bem não eh? Mas do mesmo jeito eu exijo que você venha aqui contar o que aconteceu entre você e Rony. Não confio nesse seu humor irônico... – Falava ela em tom de briga.

- Sim mãe, pode deixar, só estava tomando banho... Já já termino e vou pra ir ok!

- Esta bem então... – Escutei meu me mandando beijos e palavras como força... Cuida-se... e... O QUE? CAMISINHA! Que isso?

- Mãe o que o papai ta falando ai? – perguntei desesperada quase gritando.

- Ah ele ta lhe mando um beijo que é pra você se cuidar, ter muita força nessa hora e que se você quiser pode voltar pra nossa casinha...

- Ahhh ta! Entendi! Casinha! Ta bom então... Tchau! – nem esperei ela dizer o mesmo e fui logo desligando. Voltei para batalha em que estava e... Não falei que muda! Não ta mais nem vermelho o meu rosto. Agora sim posso sair. Como estamos em meados de junho não tinha o por que de colocar calça comprida, casaco e sei la mais o quê. Me contento com uma calça capri jeans, uma bata bege com uma fita de cetim branca em baixo do busto e uma sandálinha rasteira branca combinando com a bolsa transversal. Já estava anoitecendo, uma camada de vermelho-laranja invadia o céu Londrino e não estando muito a fim de usar pó de flú e muito menos aparatar então nada melhor que pegar a minha blazer preta e dirigir devagar, pegar um bom trânsito, se possível, ate chegar a casa de meus pais para que possa reformular direitinho essa mudança total na minha vida.



Quando, finalmente, cheguei na casa de meus pais, pensando que eles estariam com a maior disposição pra me ouvir e me dar coloco se eu desejasse vejo que estou completamente enganada logo que minha mãe abre a porta. Ela tava toda arrumada, parecia que ia pra festa.

- Que isso mãe? Ta a fim de comemorar a minha desgraça é? – pergunto ainda na porta. Ela apenas sorrir e da espaço para que eu entre. Logo vejo o motivo daquela emperiquitagem toda. Não pode ser! Eu so posso ter jogado pedra na cruz ou ter pregado chiclete na ponta da varinha de Voldemort... Não é possível! Como assim? Acabo de sair de um relacionamento tudo de bom e meus pais já querem me arranjar outro e com certeza esse não tem nada pra ser tudo de bom. Diante de mim um trouxa, nos dois sentidos.

- Querida? Você lembra de Steven?- ela tem audácia de perguntar.

- É! Acho que remotamente! – falo isso mais só pra mim do que pra qualquer pessoa naquela sala (meu pai, minha mãe e o individuo lá). Ai meu Deus! Ele ta se aproximando de mim! SOCORRO!

- Ola Hermione! Tudo bem? – perguntou ele estendo a mão pra mim que apertei e ele me puxou me dando... Arg! Dois beijinhos um em cada lado do rosto... Arg! Nota mental: Lavar meu rosto com Ácido muriático.

- Na medida do possível...

- Filha! O Steven estava passando por aqui por perto e veio nos visitar e lhe fiz o convite para que jantasse conosco. Você não se incomoda não é? – Hahahaha! Minha mãe é uma figura! Que historia ridícula! “Veio nos visitar!” Ahhh vá a merda! Com certeza foi ela que pediu pra ele vim. Mas como sou uma garota muita bem educada e se fizer alguma malcriação vou levar palmadinha no bumbum o que fazer se não...

- Ta tudo bem! Por mim! – falando isso olho pro meu pai que... Ah que ódio! Ta rindo da minha cara. Se eu pudesse matar alguém ali, seria ele. Não! Não o meu pai! Como vocês conseguiram pensar nisso? Como vou querer matar o homem que mais me entende nesse mundo e por isso sabe muito bem o que to pensando vendo aquilo: minha mãe sentada no meu lado conversando animadoramente com, o cara que to a fim de matar, com certeza procurando a melhor oportunidade de falar que não estou mais noiva.

- Você não está mais noiva Hermione? – Bingo! Eu sou F...!

- Mãããããe! A Sra não existe! – falei isso fingindo indignação e espanto porque conheço muito bem a mãe que tenho. Ela so sorriu e mudou logo de assunto falando do jantar, mas não pude deixar de perceber um sorriso cheio de intenções do rosto do trouxa antes dele levantar e seguir minha mãe.

- Pai! E o Sr. não faz nada? – perguntei me aproximando dele.

- O que eu poderia fazer filha? Sua mãe é impossível quando quer as coisas. – disse ele me abraçando e depositando um beijo na minha cabeça. Vocês não têm noção da tranqüilidade que sinto quando ele faz isso. E depois sorriu.

- Então... Pelo menos me ajuda? Não vou consegui sobreviver a isso... – falo quase chorando, mas sou cortada por ele.

- Vai sim! Já conseguiu varias vezes!

O pior é que ele ta certo. Minha mãe so faltava nos casar ali. Enquanto jantávamos, eu olhava pro individuo e não acreditava em como consegui ter uma coisinha com ele. O Steven é filho mais velho dos melhores amigos dos meus pais, os Macllean. Eu os adoro, muito mesmo, principalmente a filha mais nova, Stefany, muito maluquinha com seus cabelos roxos e suas roupas cheias de muita imaginação. Mas, infelizmente tem o Steven. Ele não é feio, ao contrario é muito bonito, branco, alto, olhos e cabelos muito negros, mas ele tem um jeito bocó de ser. Muito certinho e muito dãããã, o genro que mamãe sonha pra ela. E eu fui cair na desgraça de ter um namorico de verão com ele quando tinha 15 anos e o pior de tudo é que mamãe adorou e que o sonho dela tinha se realizado e ate, acreditem se quiser, tava prevendo um futuro maravilhoso meu ao lado dele. Por favor! Minha mãe, quando quer, se faz de doida, a Trelawney perto dela seria normal, vendo pelo lado que existem pessoas normais nesse mundo. E vendo por todos os ângulos, esse sonho da minha mãe não daria certo. 1°: Eu não gosto dele, o acho extremamente bocó, sem graça... Ah sei lá! 2°: Não to a fim de me relacionar com ninguém tão cedo. 3°: E o mais importante, ele não sabe que sou bruxa e quando perguntei algo sobre isso, sabe o que ele falou... “Isso não existe! Pura imaginação de gente que não tem nada pra fazer!”... Eu posso com isso? Não neh! E enquanto divagava podia ouvir não ouvindo as risadas da minha mãe super forçadas e os bufos de melancolia que o meu pai soltava ate que nossos olhos se encontraram e começamos a rir. Não era um riso normal e tímido, eram gargalhadas enlouquecidas e ensurdecedoras fazendo com que os outros parassem de conversar e nos olhassem intrigantes e do nada me levantei ainda rindo, deu um beijo na careca do meu pai, na cabeça da minha mãe, um tchau pro individuo e fui embora parando so quando estava dentro do quarto, mas de repente um vazio começou a me devorar com tanta intensidade que doía fazendo com que o ultimo vestígio de um sorriso desaparecesse por completo dando lugar a um jorro de lagrimas que eu ficava em duvida se estava realmente chorando ou se tava molhando o meu rosto com alguma mangueira. Fiquei ali um tempo tentando parar de chorar e sem hesitar liguei o carro e me deixei levar para o lugar que mais gostava de Londres, depois da minha casa, do meu escritório, Hogwarts, o meu quarto na casa de meus pais...


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Não foi difícil encontrar um lugar pra ficar o difícil foi eu gostar de um desses lugares. Cansado de andar, aparatar e pegar táxi, resolvi ficar num hotelzinho três estrelas, muito bonito, aconchegante que tinha bem na frente uma praça muito bem cuidada. Comi um pouco no restaurante do Hotel antes de ir pro meu quarto e tomar um banho. Após ficar completamente limpo e arrumado... Mas é claro que vou sair, como assim ficar aqui preso tendo uma cidade maravilhosa... Não, não! Esse é o titulo do Rio de Janeiro... Uma cidade... Minha cidade, pra re-explorar com varias mulheres bonitas pedindo colo e carinho... To fácil hoje! Mas antes resolvi ligar para Martin saber como ta a empresa, contar minha “aventura” na casa de meus pais enfim falar com alguém. Não demorei menos de duas horas e meia... Cara como consegui arranjar tanto assunto? Mulher que tem esse mal!... E já tava andando pelas ruas londrinas admirando cada detalhe que parecia novo pra mim, arriscando meu bom inglês para ver se não o havia pedido com algumas pessoas que passavam, com donos de carrinho de lanches, taxistas. Ate que uma idéia muito confortadora invadiu minha mente me enchendo de excitação e me pós a andar em direção ao pub da rua quatorze. Fiquei impressionado ao ainda lembrar o caminho, mas do nada me deu uma frustração ao imaginar que o Pub talvez não estivesse mais lá, que pelo o tempo que fiquei fora muita coisa mudou e é inevitável pensar que o meu lugar favorito não estivesse no mesmo lugar. Foi com esse pensamento que dobrei na esquina da rua quatorze e me deparei com aquele letreiro muito colorido no final da rua e depois me vi rindo sozinho andando apressado, como uma criança que ganhou passe livre para entrar e comprar o que quiser numa loja de doce e com isso faz de tudo para diminuir o espaço entre ela e o tesouro, mas sinceramente é isso mesmo que to sentindo. Sem pensar direito atravessei uma rua sem olhar e peguei um susto quando um carro parou bruscamente quase me batendo.

- Ta cego é? – disse uma mulher aos berros colocando parte se sua cabeça pra fora da janela do carro.

- Desculpe... Mesmo... Não tava...

- Na próxima, passo por cima... – e saiu me xingando, fazendo uma curva fechada, cantando pneu, quase batendo em outro carro. Como disse, mudou muita coisa.


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A cada minuto que passava meu rosto desinchava de novo. Minha intenção de pedir colo aos meus pais fora por água abaixo por causa da minha mãe, mas não posso colocar toda a culpa nela. Não! Posso sim! A culpa é toda dela de ter convidado aquele trouxa para jantar. Poxa, o que ela penas que sou? Será que ela não entendeu o que eu falei quando liguei pra ela da casa dos Weasley’s dizendo que não queria namorar ninguém no tempo mínimo de 10 anos? Claro que não! Depois ainda tem espírito de porco que fala que “mãe é mãe!” Ahhh! To exagerando neh? Mas, tende se por no meu lugar, será difícil, mas tente pensar junto comigo. Pense numa mãe que é estrem... Porra! Que merda é essa! Do nada aparece um estúpido no meio da pista, piso com tanta força no freio que so o que me faltaria era bater em alguém agora. Ainda bem que não bateu, mas eu não podia ficar calada ao ver aquela anta com uma cara de pânico.

- Ta cego é? - perguntei enfiando o rosto pra fora do carro para que aquele energúmeno ouvisse direitinho o que eu falava.

- Desculpe... Mesmo... Não tava... – tentou dizer ele, mas assustado ainda. E nem um pouco a fim de começar uma descursão com o individuo pisei fundo no acelerado e sai cantando pneu ainda berrando blasfêmias contra a pessoa, como sou ótima no volante não bati em um carro que tava passando na outra rua por pouco, ou seja, o famoso ditado “Mulher no volante perigo constante!” Não combina comigo. Menos de cinco minutos estava saindo do carro já estacionado em frente ao Pub da rua quatorze e adentrava... Olha que palavreado formal!... O Pub, não estava tão cheio com exceção do lugar para fumantes. Uma música, voz-violão, vinha de um canto sendo admirada por algumas pessoas. Direcionei-me para o balcão e me sentei no último banco, no lugar que sempre sentava.

- Um Ice bem gelado, por favor. – me dirigi ao barman que prontamente fez o meu desejo e uma pequena garrafa de Ice com um copo já servido pos a minha frente, agradeci sorrindo. Examinei um pouco o conteúdo, depois bebi num gole só sentindo uma tonteira desgraças pelo fato daquilo estar muito gelado, não demorou muito o conteúdo da garrafa não existia mais. Senti que aquilo não ia funcionar, que precisava de alguma coisa mais forte pra poder pensar direito e quem sabe depois não pensar em nada sentindo uma imensa vontade de chegar em casa e me jogar na cama. Senti alguém ao meu lado, antes de olhar para ver quem era a ouvi falar.

- Uma tequila, dupla, por favor. – Aquelas palavras vibraram na minha cabeça e percebi que era daquilo que precisava.

- Uma pra mim também! – falei antes de olhar para o santo que Deus me enviou para abrir a minha mente. E dei de cara com um homem lindo, me encarando, sorrindo debochadamente, branco, bonito porte, loiro, de olhos num azul prateado que dava a impressão de serem frios... Frios... FRIOS? Não era quem estava pensando que era. Não podia ser, não depois de tanto anos. Mas aqueles olhos e aquele cabelo muito loiro ate que não estavam tanto loiros, mas esse ar debochado so confirmava, mas ainda quem eu achava que era. E pelo o que eu posso notar, já que mesmo querendo, não tava conseguindo tirar os olhos dele, ele esta me olhando desconfiado e pelo ar de espanto acho que me reconheceu também. Sinceramente não podia acreditar, consegui dominar meus atos e olhei para o barman acabara de colocar um copo na minha frente e outro na frente dele. Uma ancia de sair dali me invadia e antes que eu pudesse me levantar e procurar outro lugar para ficar ou ate mesmo ir embora, o ouvi falando.

- Olha quem eu encontrei. A ultima pessoa que queria é claro, mas... – o olhei descrente que tava acontecendo aquilo comigo enquanto que ele sentava ao meu lado tomando um pequeno gole de bebida e depois sorriu de lado. Fazendo com que eu, eu acho, sentisse um frio no baixo ventre... Ouviram bem viu! EU ACHO! - Ola Granger! Afogando as magoas? – abaixei a cabeça mais uma vez e murmurei.

- Ah não! Era so o que me faltava...

E aiiiii o que acharam?????
Comentem Ok's... =*****

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