A volta do que já se foi



- Olá Harry, quanto tempo não?
Harry e Hermione estavam agachados olhando fixamente para a pessoa que estava a sua frente.
- Devem estar surpresos, normal essa atitude.
- Dum... Dumb... Dumbledor? – disse Hermione ofegante e surpresa – É o senhor professor Dumbledor?
- Sim Hermione, sou eu.
Harry sentiu um enorme frio em sua barriga ao ouvir a afirmação do homem a sua frente. Realmente era Dumbledor que estava em sua frente, tinha seus cabelos e sua barba prateados compridos, mais do que o habitual, usava uma longa veste laranja com faixas vermelhas por toda a extensão da roupa. Seus óculos meia-lua estavam no mesmo lugar de sempre, a frente de seus olhos e apoiados no nariz.
Harry Se levantou em um pulo caindo em pé sobre o chão. Ansioso Harry queria saber o que significava aquilo a sua frente, como Dumbledor poderia estar vivo se ele mesmo o viu morrer? Nada fazia sentido para Harry o que o deixava confuso.
- Olá Harry, como está? – perguntou Dumbledor
- Dumbledor? Professor Dumbledor? – falou Harry em um tom como se não estivesse acreditando no que estava vendo – Não, não, não pode ser Dumbledor, eu vi, eu vi o senhor morrer, vi Draco ameaça lo da mesma forma que o Vi sendo atacado por Snape, eu, eu diretor fui ao seu enterro, como pode ser, não consigo entender.
- Diretor, eu também não entendo – disse Hermione séria – por favor nos explique.
Dumbledor permaneceu em total silêncio durante os seguintes minutos que se passaram o que deixava Harry cada vez mais irritado.
- Por favor nos explique, quero saber – disse Harry em tom ameaçador – ANDA DIRETOR!!!
- Fique quieto Harry – lançou Hermione um olhar de censura – deixe o diretor nos explicar.
- Eu irei explicar tudo, tudo Harry, tudo o que se passou durante o ano e que você não sabe, tudo o que sempre tive que dizer – Dumbledor deu um logo suspiro, fechou seus olhos e em seguida os abriu – Bem, Harry e Hermione ano passado Voldemort pediu para que Draco me matasse como prova de sua lealdade, o menino por motivos óbvios aceitou a tarefa, mas eu com minhas maneiras descobri tudo o que se passava.
Hermione e Harry se espantaram ao ouvir aquilo e ficaram com dúvidas sobre o ocorrido.
- Mas se o senhor sabia, porque não evitou? – disse Hermione indignada com a afirmação – E como o senhor soube de tudo?
- Eu, somente eu confiava plenamente em Snape, todos tinham dúvidas a sua lealdade.
- Mas no ano passado..... – disse Harry querendo culpar Snape
- MAS NO ANO PASSADO – interferiu Dumbledor na fala do menino – Snape provou toda a sua fidelidade a mim, se aliando a Voldemort.
Harry que não conseguia entender, ainda continuava com a opinião de que Snape, foi, é e sempre seria uma pessoa má, um aliado de Voldemort, um bruxo das trevas.
Hermione que fixava o olhar nos óculos do diretor pareceu começar a entender o que estava sendo dito.
- Mas se aliar a Voldemort geralmente é algo ruim – disse Harry se revoltando – Como que o senhor pode ficar feliz com um traidor ao seu lado?
- Ruim? Sim se aliar a Voldemort com certeza é algo ruim porém Harry acaba se tornando bom se a pessoa que se aliar a ele apenas quer informação para seu verdadeiro lado que no caso sou eu – Dumbledor deu uma pausa e olhou para o chão – claro que sabia que com a influencia de Snape as coisas se tornariam fáceis, por isso quando ele me contou o que Draco faria deixei que ocorresse tudo naturalmente.
- Mas não se esqueça que não foi Draco que lhe atacou e sim aquele besta do Snape – resmungou Harry
- Não julgue as pessoas assim Harry, você sabe o porque de eu viver tantos anos assim? Eu sou muito mais velho do que você pensa, eu Harry tenho o poder em me transformar em um animal.
Hermione ficou boquiaberta, como se Dumbledor tivesse dito algo horrível.
- O senhor é um animago? – perguntou a menina boquiaberta – Mas, o senhor não tem registro?
- Bem Hermione eu me transformo em um animal muito bonito que eu particularmente adoro.
- Fênix, você se transforma em uma fênix – disse Harry pensativo como se estivesse pensando alto.
Dumbledor concordou em um simples balançar de cabeça. Hermione continuava surpresa.
- Exatamente, me transformo em uma fênix, bem não tenho registro Hermione pois seria fácil me identificar, não é normal ver uma fênix voando por ai normalmente isso me deixaria muito visado – esclareceu Dumbledor a Hermione – bem continuando, eu sabia que Draco na hora iria desistir pois mesmo ele estando ao lado de Voldemort no fundo ele tem um bom coração, então Snape pegou sua varinha e me atacou fazendo então o que eu mais queria.
- Você queria morrer? – perguntou Harry.
- Não, pois com Snape me matando ele conseguiria mais a confiança de Voldemort que era o que eu mais queria no momento, quando morri os guardas prenderam Snape e colocaram Draco como se fosse um herói, mas eu não estava totalmente morto, vocês não repararam que Fawkes continuou viva? Se eu morresse de verdade ela morreria em seguida mas ela continuou viva apenas com minha lembrança presente em uma pessoa, Merlim.
Harry encarou Dumbledor com uma face desconfiada como se suspeitasse que tudo poderia ser alguma armação ou golpe.
- Sabem, eu e Merlim somos muito amigos, amigos de épocas o que me deu confiança o bastante para contar o meu segredo, para que mativesse Fawkes viva com minhas lembranças, que se comunicasse comigo e que cuidasse de Hogwarts para mim – Dumbledor então arrumou suas vestes – bem, quando fui enterrado, meu corpo automaticamente se transfigurou se transformando em uma fênix e como eu estava morto eu virei cinzas.
- Por isso que quando abri o seu caixão tinha apenas cinzas – disse ela pensando – agora eu entendi, mas o senhor não se transformou em uma fênix viva novamente?
- Bem, para uma fênix renascer ela tem que ter um espaço portanto não poderia renascer dentro de um caixão – explicou o diretor que continuava em seu lugar parado – então Merlim foi até o cemitério e abriu o meu caixão, pegando uma parte das cinzas presentes dentro do caixão, claro que como fui dividido eu correria o risco de renascer lá no cemitério, pois quando as cinzas são divididas a fênix renasce daquela que entrar em um espaço maior antes, então Merlim colocou minhas cinzas dentro desse colar e me escondeu aqui na prisão.
Harry coçou o queixo fazendo um barulhinho que chamou a atenção de todos.
- Mas porque aqui em Azkaban? – perguntou Harry desconfiado – De tanto lugar melhor para se esconder, por que aqui?
- Porque aqui seria o ultimo lugar que Voldemort iria procurar caso descobrisse, ele certamente procuraria em lugares bonitos e belos que combinam comigo e não aqui num lugar obscuro e tenebroso como esse – explicou Dumbledor que agora arrumava seus óculos – portanto Merlim me escondeu aqui num local pequeno para que ninguém me achasse.
- Ta entendi – disse Harry revoltado – mas e agora? O que faremos? Voldemort voltou e ai tem alguma idéia?
Dumbledor encarou Harry firmemente e suspirou profundamente como se tivesse que contar algo, ficando um pouco nervoso.
Harry e Hermione perceberam esse nervosismo de Dumbledor e ficaram curiosos.
- Harry, preciso lhe contar algo que é e será muito doloroso.
Os dois se entreolharam duvidosos com um certo medo do que poderiam ouvir, o que seria a tal coisa que Dumbledor ficaria nervoso ao dizer? Seria a morte de alguém? Alguma outra profecia perdida? Essas respostas na cabeça de Harry só poderiam ser respondidas por Dumbledor que estava a ponto de falar.
- Bem Harry e Hermione, prestem atenção no que irei dizer, como vocês sabem Voldemort está com um dos sonapulos e está a procura do outro, pois quando os dois se juntam se forma um enorme poder podendo controlar os dois mundos – explicou Dumbledor com as mãos entrelaçadas – mas para achar o outro sonapulos, ele precisa de você Harry.
- O que? – perguntou Harry sem entender nada – Como assim?
Dumbledor deu outro suspiro de tristeza e de nervosismo.
- Harry, quando os sonapulos foram destruídos alguém nasceu, você – disse Dumbledor calmamente – porém sobraram dois sonapulos, um ficou em poder de Bistrong e o outro deveria ser destruído, mas ele não conseguiu destruir sua própria criação, então ele teve uma péssima idéia, por ele ter participado da antiga Ordem ele sabia muito bem que Voldemort estava atrás de seus pais, e sabia também que mais cedo ou mais tarde ele acabaria encontrando sua família, então sabendo disso ele fez algo ruim, muito ruim.
- O que ele fez diretor? – perguntou Hermione – O que tem a ver com Harry?
Dumbledor olhou para o alto, Harry começou a ficar sem paciência e Hermione ficava cada vez mais curiosa. Dumbledor então voltou em sua posição anterior.
- Fala Professor, o que Harry tem a ver com os Sonapulos e com Bistrong? – perguntou Hermione tentando adivinhar algo.
Dumbledor suspirou mais uma vez fazendo Harry perder totalmente a paciência.
- Calma Harry, não fique nervoso – disse o diretor mostrando a palma da mão - Bem uma noite Bistrong usou um dos sonapulos para entrar no sonho de Harry que ainda era criança, como ele sabia que Voldemort encontraria Lilliam e Thiago acabou por deduzir que Harry seria destruído e o sonapulos nos sonhos de Harry iria junto com a morte.
Hermione se surpreendeu arregalando seus olhos como forma de espanto. Harry por outro lado estava com um pequeno sorriso de nervosismo no rosto, sentia seu rosto formigar e naquele exato momento quis que tudo aquilo fosse mentira e que em instantes iria acordar deitado em sua cama em uma casa, com uma família e em um pais totalmente diferente, como que um objeto poderia estar em sua mente, eu seu sub consciente, em seus sonhos, isso era impossível para Harry conseguir entender.
- Está dizendo que Voldemort pode entrar a qualquer momento nos sonhos de Harry e pegar o tal Sonapulos? – perguntou Hermione assustada – Por que não já entrou e pegou o tal objeto?
- Felizmente Hermione isso não pode ocorrer, pois para o sonapulos ir para as mãos de Voldemort, Harry tem que desejar isso, tem que querer entregar o sonapulos para Voldemort.
- Mas é lógico que ele nunca fará isso – disse Hermione olhando para Harry.
- Isso apenas depende dele – respondeu Dumbledor – mas isso é apenas a primeira coisa que tenho que lhe falar Harry.
O sorriso no rosto de Harry sumiu na mesma hora enquanto Hermione arregalava mais os olhos de nervosismo. O que mais de ruim poderia acontecer na vida de Harry? Além de ter perdido seus pais, de ficar famoso por uma catástrofe, por ter morado com tios horríveis, por quase ter morrido várias vezes, por descobrir que ele ou Voldemort tem que morrer, por ser obrigado a deixar seus amigos para trás para seguir em uma missão suicida, sem contar que além de tudo tinha em sua cabeça um objeto que pode controlar ou destruir totalmente o mundo. Harry não sabia o que pensar a não ser raiva e nervosismo.
Os dois encararam Dumbledor que agora respirava profundamente e olhava para o teto como se estivesse perguntando o porque de tudo aquilo.
- O que? Me responda – disse Harry – o que a mais eu tenho que saber?
Dumbledor suspirou.
- Harry, o que irei lhe dizer será algo profundamente ruim e que irá doer muito mas é uma realidade, tenho que lhe contar antes que Voldemort venha.
Harry diminuiu os olhos com um ar de desconfiança.
- Bem, Harry dezessete anos atrás você nasceu e logo em seguida foi atacado por Voldemort que lhe transferiu um pouco de seu poder, porém não foi apenas o poder que ele transferiu – explicou Dumbledor nervoso – eu te contei ano passado que Voldemort fez as Horcruxes.
- Ele dividiu a alma dele? – perguntou Hermione confusa
- Sim, todas elas foram destruídas, algumas ano passado por mim, algumas por Harry e o restante por Merlim que conseguiu acabar com todas porém deixando sobrar apenas uma, que era desconhecida – olhou para seus pés e voltou a mirar os dois.
- Era? Não é mais? – perguntou Harry tremendo a voz com medo – Nos explique.
Dumbledor soltou outro suspiro porém agora mais alto com um tom de tristeza.
- Sim Hermione, era pois eu descobri qual é a ultima horcruxe – disse ele triste – bem Merlim ia pegando as pistas das horcruxes e falava para Fawkes que mandava a mensagem diretamente para mim que mesmo estando numa forma medíocre conseguia entender e pensar, e com várias dicas que Merlim ia me dizendo eu acabei descobrindo a ultima Horcruxe.
As pernas de Hermione tremeram e Harry sentiu um enorme frio em sua barriga.
- Qual é a ultima horcruxe? – perguntou Hermione entusiasmada – Porque não a destruiu?
- Bem, eu por sorte consegui destruir todas as horcruxes mas essa ultima eu não pude e nem poderei, e mesmo ela estando em minhas mãos por anos eu não pude fazer nada – disse ele.
Harry permaneceu em silêncio esperando a resposta de Dumbledor enquanto Hermione fazia caretas ao ouvir tudo.
Dumbledor começou a tremer um pouco pois o nervosismo havia tomado todo o seu corpo e mente.
- Qual é a ultima horcruxe diretor? – perguntou Hermione nervosa – Isso é maravilhoso, estamos a um palmo de destruir Voldemort.
- Não fique tão contente Hermione, bem, Harry quando ele te atacou Voldemort lhe transferiu os seus poderes, porém além disso ele lhe transferiu algo a mais, ele lhe transferiu todas as horcruxes dele.
O interior de Harry pareceu que sumiu, ele se sentiu oco e sem nada por dentro.
- O que? – Hermione deu um gritinho – Então significa que Harry está com a alma igual a Voldemort, quase destruída, já que você destruiu quase todas.
- Exatamente, porém quando ele passou todas as horcruxes para Harry uma nova horcruxe se formou, uma horcruxe que eu nunca poderei destruir – Dumbledor tremendo fechou os olhos com tristeza e baixou o rosto – a ultima horcruxe de Voldemort e de Harry são nada mais nada menos do que..... vocês mesmos.
Um frio congelante pairou diante de todos, as entranhas de Harry se remexiam como se fossem pular para fora, o mesmo se sentia idiota e besta por poder ser a destruição de Voldemort a tanto tempo e nunca se dar conta disso. Ele poderia se matar lá no exato momento e tudo estaria finalizado, nunca mais teria Voldemort, nem Comensais nem vampiros nem nada.
Hermione ficou desesperada ao ouvir aquilo, tanto que teve que se segurar numa grade ao lado.
- Então significa que se Harry morrer Voldemort morre e se Voldemort morrer Harry morre? – perguntou Hermione olhando para baixo sem conseguir se conformar – Mas então...... Meu Deus, que coisa horrível.
- Eu sei, porém tinha que lhe contar e o mais rápido possível para o seu próprio bem Harry – disse Dumbledor triste – É uma realidade bruta e terrível mas é a realidade.
- Não tem outra saída? Tem que ter – disse Hermione – temos que arranjar um jeito.
- Não tem jeito Hermione – disse Dumbledor – como você sabe quando a ultima horcruxe é destruída a pessoa morre, e se a pessoa morrer as Horcruxes continuam vivas mas passam a ser de um herdeiro, mas nesse caso não tem jeito, um é a horcruxe do outro, por tanto se um morrer o outro é morto automaticamente.
Hermione calou se sentindo se desesperada, Harry permanecia em pé parado olhando tudo com uma grande raiva dentro de seu coração, uma amargura, uma tristeza e um certo tipo de ódio que corroia cada parte de seu corpo paralisado.
- Potter, então significa que caso o Lord morrer, você morre junto? Que bom, assim pelo menos de alguma forma saímos vitoriosos – disse uma voz estranha vindo do lado de Harry.
Quando olharam viram que a voz vinha de uma cela, a cela ao lado de Harry. Hermione olhou para dentro do local e viu um homem sentado na cama, com as pernas abertas olhando para baixo e rindo. Usava roupas negras e rasgadas, uma calça rasgada e uma blusa desfiada e totalmente suja, estava descalço. Seus cabelos eram loiros e compridos até a sua cintura, tinha também uma barba grande até o peito o que dificultava a visualização do rosto da tal pessoa.
Hermione, curiosa, chegou mais perto da cela para ver quem era e conseguiu identificar quem era o homem lá dentro.
- Lucio Malfoy? – perguntou Hermione surpresa
- Granger, a menina de sangue ruim, a inteligente, a poderosa, a amiga inseparável de Harry Potter quem Draco tanto odiava – disse Lucio ainda com a cabeça baixa – o que está fazendo aqui? Querendo destruir Voldemort? – Lucio soltou duas gargalhadas altas – Mas tenho uma novidade para você menina, agora ele nunca poderá ser destruído, pois senão seu amiguinho também irá morrer e eu acho que não é isso que você quer não é?
- Pare Lucio – disse Dumbledor com autoridade – já chega, não fale mais nada.
- Dumbledor, meu caro Dumbledor, sabia que você foi a pior coisa que já aconteceu em Hogwarts? Me orgulhei de Draco quando soube que ele iria mata lo mas me decepcionei quando soube que ele não fez absolutamente nada a não ser entregar a varinha ao idiota do Snape.
- Você preferiria então ver seu filho como um mal caráter e um assassino como você? Ser forte não é destruir e sim valorizar a vida, e foi o que ele fez, valorizou a vida.
- POR MEEDDOOOO!!! – gritou Lucio agora em pé – ELE FOI FRACO POR NÃO TER CONSEGUIDO ACABAR COM VOCÊ, mas ainda bem que agora tudo irá acontecer, mesmo Voldemort morrendo ainda teremos um troféu em nossas mãos, a morte de Harry Potter, ou senão ele valorizará a vida como você diz – disse ele sarcástico – deixando de matar Voldemort para valorizar a sua própria vidinha medíocre.
- CALA A BOCAAAA!!!! – gritou Harry - CALA A SUA BOCA !!!!
Harry se levantou e se segurou nas grades, o mesmo mexia com os braços com força fazendo a grade balançar fazendo um enorme barulho.
- VOCÊ QUER SABER DE UMA COISA, EU IREI MATAR VOLDEMORT AGORA, IREI ME MATAR PARA O BEM DA HUMANIDADE.
Harry pegou sua varinha e a encostou no pescoço disposto a conjurar um “AVADA KEDAVRA” e acabar com todo o sofrimento.
Hermione por sua vez segurou seu braço o impossibilitando de fazer tal bobagem.
- Pare Harry não – disse Hermione – não faça isso.
- Vou fazer sim Hermione, eu irei me matar para o bem de todos.
- Harry não faça isso – disse Dumbledor – se você for morrer, morra como um corajoso, como um aluno de Grifinólia que você é, suicídio é para fracassados, se for para morrer, morra lutando, morra com Voldemort morto.
- Não, faça isso Harry, anda se mate – disse Lucio – o que está esperando? Faça antes que a humanidade sofra, se mata, com certeza Voldemort deve saber algo para evitar isso.
- Voldemort não sabe da horcruxe que foi formada na transição naquela noite – explicou Dumbledor – caso contrário não teria como ele reverter o feitiço e ele nunca te mataria se soubesse disso.
Harry fechou os olhos e abaixou a varinha esquecendo a hipótese de se matar deixando Dumbledor e Hermione contentes.
- E agora, o que farei? – perguntou Harry desesperado – O que eu farei?
- Tenho certeza que logo Voldemort chegara com seus homens mas ele não irá te matar antes de pegar o sonapulos. – disse Dumbledor – ele necessita dele, é uma de suas táticas de dominar o mundo.
- Diretor, posso fazer uma pergunta? – perguntou Hermione – Harry mostre a bola de cristal.
Harry acenou com a cabeça e pegou a bola jogada no chão e esticou a para o diretor ver. Dumbledor viu e ficou desconfiado.
- Quando nós falamos a palavra LÚNARIUS ela brilha com se fosse uma lâmpada.
- Espere, como disse que é a palavra mesmo? – perguntou Dumbledor examinando a bola com os olhos.
- O feitiço é LUNA......
- Harry Potter
Uma voz rouca veio em meio a escuridão, uma voz congelante e sombria, uma voz que entrou no interior de Harry o fazendo estremecer.
- Finalmente consegui te encontrar – exclamou a voz

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