O Mistério dos Lupins



CAPÍTULO 8: O MISTÉRIO DOS LUPIN.



Enquanto tomavam o café da manhã, Erick e Squall conversavam com Anna e Rachel sobre o quadribol, quando o correio chegou. As corujas voavam para todos os lados, uma coruja branca pousou perto de Anna, acertando com a asa esquerda na cabeça de Squall, uma coruja das torres pousou perto de Erick e uma coruja de igreja pousou perto de Rachel, Squall olhou para Anna, ela estava branca, então o garoto disse:


- O que foi? – Ela leu a carta para o garoto:


- “ANNA: O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?! MALFOY ME MANDOU UMA CARTA DIZENDO TUDO O QUE ESTÁ ACONTECENDO ENTRE VOCÊ E O TAL SQUALL, POR QUE NÃO ME COMUNICOU?! VOCÊ SE ESQUECEU QUE O SEU PRIMO, ROBERTO, É APAIXONADO POR VOCÊ?! ESPERO QUE SE TOQUE QUE ELE VALE BEM MAIS! UM BEIJO DO PAPAI!” – Squall ficou roxo e disse:


- E sua mãe? Ela sabe?


- Não! – Respondeu a garota. – Mas eles que se danem! Eu te amo!!! – Squall sorriu e foi ler a carta de Erick, nela estava escrito:


“Filinho querido, não se esqueça de trocar de cuecas todas as noites! Um beijo da mamãe!”. Enquanto Squall ria, uma coruja parda pousou perto de uma bandeja de torradas que estava perto dele, ela estendeu a pata para ele e piou. Squall tirou a carta e leu-a, nela estava escrito:


“Squall, querido, é a mamãe! Tudo bem? Olha, eu não quero perturbá-lo, mas seu tio, Ernesto, lhe convidou para morar com ele no Brasil quando suas aulas acabarem, tudo bem? Ele está tão ansioso pela sua resposta! Ele vai pra França no Natal, quer ir? Então é verdade sobre a Anna? Que bom que você está namorando ela! Quando irão se casar? Eu vou bancar a casa! Um beijo da mamãe! Ah! O seu priminho, o John, lhe mandou um abraço!”


Anna, que estava lendo a carta de Rachel, deu uma risadinha e pegou uma torrada, pouco depois da coruja levantar vôo, ela olhou para Squall, que disfarçou um sorriso, e disse:


- Amor, quando as aulas acabarem você fará o que?


- A... acho que vou pro Brasil! – Disse Squall. – Mas vou visitá-la em Hogsmeade, antes disso tentarei aprender a aparatar!


- Que bom! – Disse ela.


- Squall, tem mais uma coisa em sua carta! – Disse Erick, apontando para a parte de trás da carta de Squall. Ele leu-a:


“Squall, é o seu pai, tudo bem? Olha, Squall, acho que você deve saber de uma certa coisa, não posso dizer por carta, olhe no seu álbum de fotos, folheie-o bem! Papai”


Squall leu-a para os amigos, que ficaram, assim como ele, boquiabertos. Squall e Erick foram para a sala comunal e pegaram o álbum, folhearem umas três vezes, vendo as fotos de Squall com Remo, Squall com os marotos e Erick, Squall com os pais, até uma da mãe de Squall, junto com o pai de Squall, ao lado de homem que Squall nunca vira na vida. Ele virou a foto e leu algo escrito:


“Olá, Lupins, lembram de mim? Sei que lembram! Estou, no momento, em Lisboa, estudando as criaturas de Portugal. Logo lhes visitarei e espero que os velhos gnomos estejam aí, pois eu adoraria despachá-los! Um beijo, Alberch!”
Squall olhou para Erick, que retribuiu o mesmo olhar e os dois foram para a aula de História da Magia. O professor Binns <{[(N/A: Eu deduzi que, já que o professor Binns é um fantasma, ele devia dar aula para os Marotos também!)]}> explicou algo sobre os bruxos poderosos da história. Depois de História da Magia eles tiveram aula de Trato de Criaturas Mágicas, onde aprenderam sobre as Mortalhas-Vivas, é claro que nenhuma foi levada para Hogwarts, mas eles aprenderam certas coisas sobre elas. Enquanto se dirigiam para a aula de Defesa Contra as Artes das Trevas, Squall e Erick viram os marotos indo para as estufas de Herbologia e Thiago, para variar, levou um belo tapa de Lílian por passar a mão aonde não deveria. Squall, olhando a cena, caiu na gargalhada e, quando conseguiu tomar fôlego, rumou para a Sala de aula. Em Defesa Contra as Artes das Trevas, o Professor Torvan passou a sua aula. Já na hora de Jantar, Squall e Erick se encontraram com Anna e Rachel, Erick corou novamente. Squall sentou ao lado de Anna e Erick ao lado de Rachel, ela corou. Depois do jantar, Squall e Erick foram para o dormitório.


Após todos se deitarem, Squall e Erick foram para a Casa-dos-Gritos e se depararam com os marotos, Squall, olhando para a lua, disse:


- Bem na hora! – Seu corpo foi coberto por uma pelugem castanha, suas unhas se tornaram garras e seu rosto se tornava o de um lobo, ele uivava de dor, os gritos aumentavam até estar totalmente transformado.


Pela manhã, Squall acordou na Casa-dos-Gritos, sozinho, ele andou pelo lugar, suas roupas estavam rasgadas e seus olhos vermelhos. Ele andou por todo o lugar, olhando tudo, até se escorar em uma pequena mesa, que se quebrou, fazendo-o bater com as costas em uma parede, esta rachou. Squall arrancou uma grande lasca da rachadura, abrindo um enorme buraco, onde se encontrava um rolo de pergaminho. Ele abriu-o e leu as escrituras que diziam:


“Olá, humano, se você estiver lendo isso, significa que eu não estou mais neste mundo! Meu nome é Alberch, sou mais um dos membros do último clã de lobisomens da Terra: Os Lycans. Espero que os outros Lycans tenham feito o mesmo que eu: Deixado um filho crescendo sob os cuidados de uma mortal. O meu foi nomeado de Squall, creio que ele acreditará que seu sobrenome é Lupin. Sei que essa humana não é uma humana qualquer! Sei que é uma bruxa, e também sei que logo terá um marido. Espero que o meu filho nasça com estes poderes! Muitos de nós, os Lycans, somos considerados monstros, mas o que ninguém sabe é que lutamos contra os malditos sanguessugas para controlar o destino da raça humana! Sei que, por ser um lobisomem mestiço, Squall não possuirá a vida eterna, espero que seja feliz enquanto viver, pois creio que não sairei dessa. Estou vendo muitos dos meus companheiros serem mortos pelas malditas balas de prata. Não poderei mais escrever, eles estão chegando...”


Squall releu a carta e disse em, com a voz trêmula:


- Ele era o meu pai!


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