Lindo Assim






Narrado por Sirius Black


 


 Olhei para frente. Olhei para o lado. Olhei para o outro lado. Olhei para baixo. Olhei para cima. E olhei para trás, só para ter certeza. Percebi três coisas com minha observação: 1- Lily e Lene estavam quase mortas na mesa, parecendo definitivamente acabadas, como ontem de manhã; 2- Kate não estava na mesa, o que provavelmente significa que ainda está na Ala Hospitalar; 3- uma loira definitivamente deliciosa, estava vindo à nossa direção, ao lado de Anne Blake.


 Ah, isso não vai prestar! No bom sentido, claro...


 Anne Blake chegou até a mesa e se sentou ao lado de James. Puxou a cabeça dele em sua direção e começou o que Marlene chamaria de “sucção”.


 Francamente, em pleno café da manhã! Como se eu precisasse presenciar (mais uma vez) essa cena. As pessoas não tem mais respeito hoje em dia.


 Troquei um olhar enojado com Remus, enquanto a Blake largava James, que estava completamente ofegante. E com a boca cheia de baba. A garota olhou para se certificar que Lily presenciara o beijo, e murchou completamente ao notar que nossa marota parecia estar alheia à tudo, dormindo em cima da mesa.


 Eu daria tudo para estar no lugar dela! O barulho de desentupidor ainda ecoa nos meus ouvidos.


 A loira que estava com a Blake deu um sorrisinho e balançou a cabeça negativamente, como se não pudesse acreditar que havia visto aquilo. Veja só, nem nos conhecemos e já temos tantas coisas em comum!


 Blake sorriu docemente para James e depois se virou para Lily, desmaiada na mesa ao lado de Marlene.


 - EI, EVANS! – berrou, dando um soco na madeira. Nossa, como ela muda de humor rápido.


 Lily, por sua vez, acordou de um salto, com os olhos arregalados, olhando em volta, assustada. Marlene fez a mesma coisa, assim como, provavelmente, todo mundo que devia estar dormindo naquele momento.


 Ao verem quem estava chamando, as duas fizeram a mesma cara: levantaram a sobrancelha e deram o típico sorrisinho maroto.


 - Menos dez pontos por dormirem no café da manhã. – disse Blake, deliciada. – Para cada uma.


 Eu disse que as malditas bombas de bosta não eram uma boa ideia. Agora a Blake quer vingança! Mas alguém aqui me escuta?


 Por incrível que pareça, Lily riu.


 - Acho que deveria revisar o regulamento, Blake. – disse, divertida. – Porque, que eu me lembre, não há nenhuma regra me proibindo de dormir, ou há?


 - E como pode saber? – Blake perguntou, usando o mesmo tom de Lily. – Você, por um acaso, é monitora?


 Lily pareceu horrorizada com a possibilidade.


 - Graças a Merlin, não! – exclamou. – Mas, por um acaso, Remus é monitor. E eu ainda não o vi retirando pontos de ninguém que dormiu no café.


 Blake e Remus trocaram um olhar, ela rezando para essa maldita regra existir, e ele rezando para que ela desaparecesse. Não pude negar, eu queria a mesma coisa. Acho que a Grifinória inteira queria.


 Mas, enfim...


 - Essa regra não existe, Blake. – Remus assinalou. – Não há motivos para retirar pontos delas. – é claro que ele não perderia uma chance de ser monitor.


 Lily sorriu para ele, agradecendo.


 - Então, parece que alguém realmente não leu o regulamento. – comentou ela, casualmente.


 - Lily, ela não poderia nem se quisesse. – disse Marlene, pela primeira vez. – Ela não sabe ler.


 Lily fez cara de espanto e olhou culpada para a loira à sua frente.


 - Por Merlin, é mesmo! – disse, a mão no coração, como se sentisse muito. – Oh, eu tinha me esquecido!


 Remus engasgou uma risada, enfiando um pouco de ovos na boca. Segui o exemplo dele, enquanto James e Blake lançavam olhares idênticos à Lily e à Marlene, que dava tapinhas caridosos nas costas da amiga.


 - O que quer dizer com isso?! – perguntou Blake, batendo na mesa de novo, raivosa.


 Mas foi Marlene quem respondeu, olhando sarcasticamente para a garota.


 - Puxa, ela demora para entender, não? – comentou, apoiando a cabeça nas mãos, inocentemente.


 - Não sei, não... – respondeu Lily, parecendo curiosa. – Até que dessa vez foi rápido. – completou analiticamente.


 Eu e Remus olhávamos de uma para a outra, tentando acompanhar. James escondia o rosto nas mãos, como se não pudesse acreditar. Blake apertou a boca em uma linha fina, com raiva (ou sem saber o que dizer [talvez os dois]).


 - Tem razão! – resmungou Marlene, como se acabasse de descobrir uma grande coisa. – A julgar pelo tamanho do cérebro, foi mesmo rápido.


 Blake fez cara de entendimento e começou a ficar vermelha, se levantando, batendo na mesa de novo.


 - Escutem aqui, eu não sou burra! – gritou.


 Eu tinha sérios argumentos contra essa afirmação, mas achei melhor ficar na minha.


 - Uau, ela finalmente entendeu! – disse Lene, alegre, fingindo consultar o relógio ao se levantar também. – Não demorou nem dez minutos dessa vez! – comemorou, dando pulinhos e batendo palmas. Estendeu a mão para Blake, cumprimentando-a. – Meus parabéns!


 A loira se soltou da mão de Marlene com um puxão quase bruto.


 - Eu estou na Corvinal! – rebateu, como se isso explicasse tudo. O que, de fato, deveria explicar, mas o caso dela era exceção.  


 Lily se levantou calmamente, ajeitando a saia.


 - Desculpe, Blake, mas o Chapéu Seletor te fez um favor ao te colocar na Corvinal. – disse. – Por que, se dependesse da sua real inteligência, você provavelmente seria considerada um aborto.


 Concordo plenamente com esse ultima frase. Remus fez que sim com a cabeça, como se também estivesse de acordo. Já James parecia ser capaz de puxar a varinha das vestes a qualquer momento.


 - DETENÇÃO, EVANS! – gritou Blake, exibindo o distintivo, como um troféu.


 Lily e Lene começaram a gargalhar.


 - Agora sim a minha vida acabou! – disse Lily, ironicamente. – Mais uma detenção para nossa lista! – comemorou.


 Ela e Marlene trocaram um cumprimento, parabenizando a si mesmas.


 - Acho que atingimos nossa meta de 74 detenções! – disse Marlene, dando pulinhos de alegria.


 Lily estendeu as mãos, como se quisesse parar a amiga.


 - Ei, não comemore ainda! Talvez tenhamos que cumprir a detenção com a Blake! – exclamou, como se fosse uma tragédia.


 Marlene se virou para a Blake.


 - Será que não podemos cumprir a detenção com o Remus? – pediu, como se pedisse um autógrafo.


 Anne Blake soltou um gritinho esganiçado e saiu da mesa, dizendo:


 - Vamos, Susan!


 Ah, então era esse o nome da garota... Interessante.


 - Anne, espera! – chamou James, saindo atrás da ficante, lançando um olhar matador à Evans. – Vamos conversar depois. – ameaçou.


 - Mal posso esperar! – respondeu Lily, dando um adeusinho para ele.


 Assim que os três viraram o corredor, Lily e Marlene caíram exaustas nas cadeiras, como se o sono delas não tivesse sido interrompido nem por um segundo.


 - Se a Kate estivesse aqui... – lamentou Remus.


 Provavelmente estaria ralhando com todos nós. Mas essa parte ele talvez soubesse.


 


 Narrado por Katherine McCanzey


 


 Senti que estava acordando lentamente. Estava me sentindo exausta, com o corpo todo dolorido, as pernas dormentes, os músculos rígidos. As meninas provavelmente estavam da mesma maneira. Me espreguicei, desejando, como era de praxe, ser normal. Poder acordar todos os dias sem sentir o efeito da transformação.


 Abri os olhos, sentindo a claridade ferindo meus olhos um pouquinho. Não era de se admirar. Passei a noite toda acordada no escuro. Pisquei algumas vezes, até me acostumar. Pousei as mãos na cama e lancei meu corpo para cima, me sentando.


 Passei as mãos pelos cabelos, mais para tentar amenizar dor de cabeça e a tontura do que para arrumá-los. Me recostei nos travesseiros, respirando fundo, torcendo para não ter febre hoje.


 Isso era o que eu chamava de A Droga Do Dia Seguinte.


 Olhei para a mesinha ao lado da minha cama e encontrei a familiar jarra d’água. Enchi um copo com o liquido e bebi com vontade. Depois encostei o copo na testa, deixando a superfície fria lá por alguns segundos. Olha, até que melhorou um pouquinho.


 A porta da Ala Hospitalar se abriu com um rompante e quase deixei o copo cair com o susto.


 Por ela passou Madame Pomfrey, estabanada, gesticulando rapidamente, falando nada-com-nada. Atrás dela vieram alguns alunos carregando um garoto com o rosto cheio de sangue até a cama em frente a minha. Eles o ajudaram a deitar e fizeram menção de se acomodar e ficar ao redor da cama, mas Madame Pomfrey os expulsou, dizendo algo relacionado com “barulhentos” e “nada de visitas”.


 Examinei a cena, curiosa, pensando (com meu distintivo de monitora e minhas próprias experiências com Lily e Lene) que aquele garoto provavelmente tinha entrado em uma briga.


 Veja só! Fico dois dias fora e a escola já virou um completo caos!


 - Srta. McCanzey! – exclamou Madame Pomfrey, esbaforida, vindo em minha direção. – Acordou finalmente, hein?


 Sorri educadamente.


 - Pois é.


 - Ficou desacordada mais tempo dessa vez. – comentou ela, alegremente, ajeitando meus lençóis.


 Devolvi o copo à mesinha.


 - Estava cansada. – expliquei, tomando cuidado com o que dizia perto do garoto. Imagina só se ele descobrisse que, por acaso, eu estava ali porque me transformava em lobo todo mês!


 Madame Pomfrey fez que sim com a cabeça, compreensiva.


 - Bem, o procedimento de sempre, sim? – combinou, também escolhendo as palavras com cuidado. - Se sentir alguma coisa, me avise.


 E se voltou para o garoto, fazendo com que se sentasse.


 Era verdade que eu estava cheia de dores, mas gostava de pensar nelas como a consequência natural da transformação. Não era algo que se pudesse evitar com algumas poções, já que sempre acabava voltando. Principalmente quando as poções eram horríveis.


 Tentando me concentrar em outra coisa que não a dor de cabeça, acabei observando Madame Pomfrey cuidando do garoto. Não havia mais nada que eu pudesse fazer mesmo.


 Madame Pomfrey limpou o rosto e os machucados primeiro, para que não ficasse nada sujo nem inflamasse. Depois ela passou um pouco de enxofre no rosto dele, para tratar dos ferimentos. Percebi que não eram muitos. Talvez alguns arranhões, um lábio cortado e um olho roxo. De resto, ele parecia bem.


 Quando Madame Pomfrey terminou, ela recolheu suas poções e se retirou para sua salinha, me lançando um sorrisinho que eu mal tive tempo de retribuir.


 - Vai ter que ficar aqui por uma ou duas horas. – assinalou para o garoto, fechando a porta da salinha.


 Com o rosto limpo e tratado, consegui perceber que o garoto era Stephan O’Shea, um monitor da Lufa-Lufa que eu conhecia de vista. Ele tinha belos olhos castanhos que refletiam seu sempre bom humor, o cabelo negro e despenteado, um sorriso cheio de covinhas e pele escura. Desci os olhos e me peguei simplesmente admirada com o físico dele, já que nem quadribol ele costumava jogar. A barriga parecia lisa e definida embaixo da camisa branca.


 Bonito, conjecturei para mim mesma. Um garoto muito bonito. Não que isso importasse de fato. Prefiro os loiros, entende?


 Stephan levantou os olhos e me pegou no ato, secando ele. Senti meu rosto esquentar freneticamente e desviei os olhos, tímida de repente.


 Por Merlin, Katherine! Você precisa ser mais discreta! O garoto deve achar que você é uma maníaca!


 Mas, quando olhei de novo (sim, sim, não consegui me conter), Stephan sorria de leve para mim. Um sorriso cheio de covinhas.


 Acabei sorrindo de volta, ainda um pouco tímida, torcendo para que não saísse uma careta. Acho que deve ter saído um belo de um sorriso, porque ele corou e baixou os olhos, tão tímido quanto eu.


 Acreditem: não há nada melhor do que fazer um garoto corar.


 


 Narrado por Marlene McKinnon


 


 - COMO É QUE É?! – rosnei, pensando seriamente na possibilidade de jogar um Avada Kedavra em Sirius Black. Porque, se querem saber, ele realmente merece! Sim, eu sei que seria um baita desperdício, já ele é um espécime muito raro hoje em dia. Mas e quem é que liga?


 Sirius ficou me olhando, de olhos arregalados, assustado com minha súbita explosão.


 - Foi exatamente isso o que você ouviu... – disse, meio na dúvida se era ou não uma pergunta retórica.


 Foi uma pergunta retórica. Mas, enfim...


 Fechei os olhos e respirei fundo, tentando me acalmar. Não havia motivos para culpa-lo. Afinal, a estupidez dele provavelmente é genética. Sem contar que quem nasce bonito, também nasce burro, porque uma coisa compensa a outra. Já eu, nasci com a beleza e com a inteligência. Sim, sou um desfalque.


 - Black, me diz que você não me fez matar a aula de Adivinhação para me perguntar quem é a garota que estava com a Blake no café da manhã... – pedi, pensando que, se eu desse sorte, isso não podia passar de um mal entendido.


 Sirius deu de ombros, culpado. Acho que isso é um ‘sim’.


 Apontei um dedo para a cara dele, com uma resposta bem mal criada na ponta da língua, mas desisti de falar qualquer coisa para aquele maldito imbecil. Ele não entenderia nada mesmo. Apenas recolhi o dedo, mordendo a língua, e virei as costas para ele.


 - Ei, Lene! – chamou Sirius, logo atrás de mim. – O que foi? – perguntou inocentemente, andando ao meu lado, facilmente acompanhando a minha passada.


 E ainda tem coragem de usar meu apelido!


 - Como se você não soubesse, Black! – retruquei, andando mais rápido.


 Sirius soltou uma risada.


 - Mas não sei mesmo! Você não me disse.


 Eu nem olhei para a cara dele. Nem respondi. Fingi que ele não ‘tava ali. Apenas continuei andando. Sou boa nisso, sabe?


 - E que tom de voz é esse? – questionou Sirius. – E que história toda é essa de ‘Black’? Você nunca me chamou assim.


 Bem, então é isso. Eu não tenho o direito de chama-lo de ‘Black’, não tenho o direito de usar o tom de voz que eu quiser, e muito menos posso simplesmente ficar brava!


 Adoro minha vida.


 - Lene. – chamou o cachorro, ainda esperando uma resposta. Que ele não conseguiu. – Marlene! – tentou de novo, mais alto. Fingi que ele não passava de um mosquitinho abusado. – McKinnon!


 Ah, então agora ele me tratava pelo sobrenome?!


 Eu apertei o passo em resposta, sem nem sequer olhar para ele. O que não fez diferença, porque ser mulher é uma bosta. Os homens sempre te alcançam quando se quer fugir deles.


 Então Sirius agarrou meu braço, me parando e me virando para ele. Eu, sinceramente, se fosse homem, teria dado uns tapas nele.


 - O que é? – perguntei rude, tentando soltar meu braço. Não consegui. Uau. Que novidade.


 - Me responde. – ele exigiu, no mesmo tom de voz. Ah! E ainda por cima me copia?


 Eu queria continuar ignorando ele, mas Sirius estava machucando meu braço em seu aperto de aço (shii, rimou!).


 - Tudo bem! – exclamei. – O nome dela é Susan Blake, irmã da Anne Blake, da casa Corvinal, um ano mais nova do que todos nós. – soltei de uma vez.


 Sirius ficou boquiaberto com a minha super resposta.


 - Mas não era isso que eu queria saber. – então ele viu minha super expressão de ‘faça-me-o-favor’. – Quer dizer, isso também, mas não especificamente isso. – explicou-se.


 Bufei, impaciente.


 - Então o que foi, Black?


 Sirius coçou a cabeça, meio desconcertado.


 - Bem, é que... – começou, parecendo envergonhado. Não derreta, Marlene, não derreta... – Você ficou brava de repente e... só queria que me dissesse o motivo porque... tenho a impressão de que fui eu que causei tudo isso, então... – ele deu um sorrisinho e ficou absolutamente lindo. Não sorria de volta, não sorria de volta. – só queria que ficasse tudo certo entre a gente.


 Ah, pelas calças-purpura-com-bolinhas-verdes de Merlin! Que garoto fofo, minha gente!


 Espere, eu estou brava com ele. Sim, eu estou brava com ele.


 - Bem, para começar você me tirou da minha aula preferida...


 - Desde quando Adivinhação é sua aula preferida? – Sirius perguntou, divertido.


 - Não me interrompa. – ralhei e ele fingiu trancar a boca e jogar a chave fora. Eu quase sorri. – Como eu ia dizendo, você me tirou da aula, me fazendo crer que, por um acaso, queria me beijar. Mas, ao invés disso, me perguntou quem é um diabo de loira que apareceu do nada na nossa mesa, ao lado daquela vadia da Blake. – comecei, já estressada. – E eu não só posso, como conclui que você veio esfregar na minha cara que prefere ficar com uma garota loira e mais, que é exatamente o contrário de mim. – parei para tomar ar. – Eu sei que você não tem nenhum compromisso comigo e eu não tenho compromisso com você, mas nós sempre nos respeitamos e você não pode querer que eu não fique chateada com a sua atitude, porque eu nunca te tirei de uma aula com o intuito de te questionar sobre um diabo de garoto qualquer! Se me lembro bem, nós fizemos um trato sobre não saber dos ficantes um do outro, pois isso podia muito bem interferir na nossa... na nossa... – o que diabos a gente tinha, merda?


 - Na nossa ficada? – sugeriu Sirius.


 - Na nossa ficada! – concordei, um pouco ofegante. – Porque hoje vai ser a irmã da namorada do seu melhor amigo, mas amanhã pode ser uma amiga minha e eu não ia gostar nem um pouco de ficar sabendo disso! Portanto, você me deixe fora dos seus malditos rolos, porque eu não quero saber!


 Fiquei olhando para o garoto a minha frente, arfante. Ei, não me olhe assim! Ciúme? Não estou com ciúme coisa nenhuma! Aliás, desde quando você tem alguma coisa a ver com o meu lance com o Sirius? Caia fora dessa fanfic, seu babaca! Não me venha dar palpites inúteis! Se quiser falar alguma coisa, deixe um comentário!


 Sirius ficou me olhando um momento, com ar divertido. Ah, se ele rir de mim, eu não respondo mais pelos atos nessa fanfic!


 Então, ele afrouxou a mão no meu braço e passou a acariciar meu rosto docemente. Não se atreva a sorrir, Marlene! Mantenha o foco! Você ainda está brava com ele.


 - Desculpe, Lene. – disse Sirius baixinho. – Acho que você está exagerando nessa história de não sabermos com quem o outro está ficando, mas prefiro me render do que ver você sair para qualquer lugar enquanto estiver brava comigo. – e sorriu com os lábios, sem mostrar os dentes. – Só te perguntei, porque acima de tudo somos amigos. Sempre fomos, não é? – não sei porque fiz careta quando ele disse ‘amigos’, mas, enfim... – Não fique brava comigo, ok?


 De má vontade, fiz que sim com a cabeça e o sorriso de Sirius aumentou.


 - Não te conto sobre as minhas garotas se você prometer não me contar sobre os seus garotos. – sugeriu.


 Fiz que sim mais uma vez. E, vendo que eu não ia me render tão facilmente, Sirius enlaçou minha cintura, colando meu corpo ao dele.


 - E não se preocupe... – disse ele ao meu ouvido. – Você ainda é minha preferida.


 Senti um sorriso maroto se espalhar pelo meu rosto. Fiquei na ponta dos pés e comecei a beijá-lo.


 Porque ele já estava perdoado. Não ia mais acontecer aquele incidente maluco, embora a idéia de Sirius beijando Susan Blake não me parecesse muito tentadora. E afinal, éramos amigos. Não é?


 


Narrado por James Potter


 


 Evans desceu as escadas do dormitório feminino com uma vassoura apoiada nos ombros, parecendo animadíssima com alguma coisa que eu não fazia idéia do que era.


 Me levantei, repassando mentalmente a bronca que daria nela. Porque, afinal, esse era o motivo pelo qual eu estava esperando que ela saísse do dormitório.


 - Ei, Evans. – chamei, andando na direção da garota.


 Evans se virou para ver quem estava chamando e abriu um sorriso enorme ao ver que era eu. Quase cedi ao impulso de revirar os olhos. Eu tive que repassar novamente a bronca na minha cabeça, para que não desistisse de falar com ela e voltasse para fazer algo mais interessante.


 Eu podia fazer um esforço e aturar a Evans por alguns minutos. Era a minha relação com a Anne que estava em jogo.


 - Gato... – começou Evans quando cheguei perto dela. – Você é lindo assim sempre, ou só enquanto respira?


 Senti que estava corando de raiva. Será que ela não conseguia me levar a sério pelo menos uma vez? Poxa, eu estava indo dar uma prensa nela! Exigir que parasse de perseguir a mim e a minha namorada! Será que nem isso ela podia encarar com seriedade?


 - Precisamos conversar. – disse eu, ignorando a cantada idiota dela.


 Evans sorriu, marota.


 - Nunca pensei que viveria para ver esse dia! – disse ela, sonhadora.


 Ignorei de novo.


 - Precisamos conversar. – repeti e apontei o retrato da Mulher Gorda. – Lá fora.


 Sim, sim, eu conversaria com aquela coisinha lá fora, para o caso de tudo acabar em discussão. Não estava a fim de pagar mico em frente a toda a Sala Comunal. De novo.


 - Tudo bem. – concordou ela. – Estava mesmo indo dar uma volta de vassoura no campo de quadribol. Pode ir comigo, se quiser.


 Como se Evans me deixasse alternativa.


 Ela me deu as costas e começou a seguir em direção ao quadro da Mulher Gorda. Fui atrás dela calmamente. Podia acompanha-la com facilidade, porque aquela coisa baixinha jamais teria uma passada maior que a minha.


 Andamos lado a lado por algum tempo, eu o mais longe possível para que não encostasse ao braço dela sem querer. Realmente não queria que Evans pensasse que podia se dar ao luxo de me agarrar, como tinha feito no Expresso de Hogwarts.


 Lembrei da cena e fiquei horrorizado com a idéia. Me afastei mais um pouquinho, por precaução.


 - Não vá pensando que pode considerar um isso um encontro ou algo do tipo. – comentei casualmente e me afastei só mais um pouquinho, para enfatizar.


 Evans riu.


 - Não me trate como uma imbecil, ruivo. – disse alegremente, a vassoura casualmente apoiada no ombro, a outra mão no bolso da calça. – Eu sei diferenciar uma coisa da outra.


 Fiz que sim com a cabeça, aliviado.


 - Sem contar que sou eu quem sempre te chama para sair. Não ia deixar você tomar meu lugar tão facilmente. – continuou, com um sorriso, trocando a vassoura de ombro.


 Eu me sentia meio idiota vendo-a carregar aquela vassoura pesada nos ombros, enquanto eu tinha as mãos vazias. Afinal, sempre fui muito cavalheiro com as garotas, mas a Evans não conta.


 Simplesmente fingi que a vassoura não existia.


 - Eu realmente não quero seu posto. – respondi, sinceramente.


 Ela riu de novo.


 - Imaginei que não quisesse. – disse, olhando os sapatos. – Você nunca quer nada de mim, não?


 Era impressão minha ou ela tinha ficado ligeiramente sem graça?


 - Bem... – limpei a garganta, me sentindo desconfortável. – Só não quero o que você quer me dar. – balbuciei, rezando para que não precisasse explicar minha frase.


 Evans riu. De novo. O que diabos eu tinha de engraçado?


 - Tradução: você não quer que eu goste de você. – e mudou a vassoura de ombro de novo.


 Ignorei o impulso de carregar a vassoura eu mesmo.


 - Pois é. – resmunguei, querendo que ela mudasse de assunto. Ou melhor, calasse a boca.


 - Me desculpe, James. – disse, em um tom que fazia com que ela parecesse mesmo sentir muito. – Mas é só o que eu posso oferecer.


 Bom, isso ela deixava claro todos os dias desde seis meses atrás! Mas, não. Não foi isso o que eu disse, embora estivesse na ponta da língua.


 - É Potter para você. E descarto sua oferta. – falei rápido.


 - Imaginei que descartaria. – e olhou para mim, um brilhinho estranho nos olhos. – Você sempre descarta.


 Evans mudou a vassoura de ombro de novo. O que provavelmente significa que está pesada. Ora, mas e dai? Eu não vou carregar nada para ela.


 - Não vai conseguir me fazer sentir culpado! – falei (alto demais), me referindo mais para a vassoura do que para a conversa.


 E adivinhem só? Ela riu. Pois é. De novo.


 - Droga. – resmungou, provando que eu estava certo.


 Há! Eu sempre soube.


 - Cara de pau. – xinguei baixinho, mas Evans ouviu.


 - Antes cara de pau do que monitora-puta. – revidou e, por algum motivo obscuro, eu acho que ela estava falando da Anne.


 Senti o sangue pulsar mais rápido e fechei a mão em punho, lembrando a mim mesmo que bater em mulher era uma baita covardia, mesmo se essa mulher for Lily Evans.


 - Seja razoável, Evans. – pedi, quase rosnando.


 E é claro que ela riu, levantando a mão livre, em sinal de rendimento.


 - Foi você quem começou. – apontou, divertida, trocando a vassoura de ombro.


 Ignore a vassoura, ignore a vassoura.


 - Mas eu falei mal de você. O certo seria você falar mal de mim. – rebati, explicando à ela o principio do insulto.


 Evans deu de ombros.


 - Bem, não há nada para falar de ruim sobre você. Então tive que improvisar.


 Estávamos chegando ao campo de quadribol agora. E me senti repentinamente mais animado. Não por estar na companhia indesejável dessa garota, mas por estar no melhor lugar do mundo.


 Talvez eu até dê uma volta de vassoura também.


 - Me pareceu muito pouco razoável você falar mal da Anne. – continuei, enquanto entrávamos.


 - Foi a primeira pessoa-barra-animal que me veio na cabeça. – justificou-se Evans.


 - Gostaria que tivesse mais respeito. – pedi, enquanto observava Evans tirar a vassoura dos ombros e massagear o local, como se tivesse sido uma dura viagem até ali. Não vou me sentir culpado, não vou me sentir culpado.


 - Você fala como se ela tivesse muito respeito, não?


 - Bem, ela tem. – defendi o amor da minha vida.  


 Evans riu, dessa vez sendo irônica.


 - Claro que tem. – passou as mãos nos cabelos e ajeitou os óculos. Pegou a vassoura e começou a andar até o meio do campo, pretendendo decolar dali, imaginei. – O que você vê nela, hein? – perguntou, andando na minha frente, sem me olhar.


 Eu não era obrigado à responder. Mas, quem sabe, se eu fizesse com que Evans visse a Anne do modo que eu via, as coisas não ficassem mais fáceis?


 - Ela é linda, loira, magra, engraçada, educada, sentimental, popular, sexy, culta, fina, elegante, inteligente... – fui interrompido:


 - Inteligente? – Evans perguntou, rindo à minha frente.


 - Ah, ela tem boas ideias. – justifiquei-me. Ora, era ela inteligente! Não era?


 - Por Merlin! – exclamou Evans, rindo na minha frente. Ela deixou a vassoura cair no meio do campo e se virou para mim, cruzando os braços. – Eu tenho que discordar de você.


 - Você sempre tem. – resmunguei, subitamente mal-humorado.


 Evans riu. Porque ela sempre ri de mim?


 - Eu concordo com os seguintes quesitos: loira, magra, popular. – especificou. É só com isso que ela concorda? Por Merlin! – Mas discordo dos outros. Porque ela não é sentimental, elegante, fina ou culta. Isso é coisa da sua cabeça. Pode perguntar para qualquer um. – acrescentou, na defensiva, ao ver o meu olhar.


 Respirei fundo. Será que eu não podia simplesmente ordenar que ela deixe Anne em paz e ir embora? Tinha que ser tão complicado?


 - E quanto ao resto? – instei-a a continuar.


 Não foi preciso falar duas vezes.


 - A Blake não é engraçada. Ela é idiota. São duas coisas distintas. – e continuou: - E educada? Até eu sou mais educada do que ela, e não estou falando falar!


 Foi a minha vez de rir.


 - Você é mais educada do que a Anne? – duvidei.


 - Sou sim.


 - Por definição de quem? – desafiei-a.


 - Que tal a sua? – ela me perguntou, levantando a sobrancelha. – Blake expulsou a Kate do palco no terceiro ano, sem deixar que ela terminasse a própria música. Isso parece educação para você?


 Não respondi. Não tinha o que dizer.


 Evans sorriu, triunfante. Odeio quando ela ‘tá certa.


 - Já os termos ‘sexy’ e ‘linda’ variam de acordo com a opinião. – ela concluiu. – Se você acha que ela se enquadra, o problema é seu. Eu não acho. – declarou.


 Fechei os olhos e tentei me acalmar. A coisa toda já estava partindo para a fase ‘discussão’ e não era exatamente o que eu pretendia.


 - Imaginei que não acharia. – disse eu, abrindo os olhos e a encarando.


 Evans estava com uma expressão pensativa, enquanto olhava para mim. Parecia me analisar, como se procurasse alguma coisa. Senti que estava corando de constrangimento. Será que ela não podia me dirigir um olhar normal?


 - O que foi? – perguntei, embasbacado.  


 - Posso fazer uma pergunta?


 Pensei a respeito. Provavelmente ela iria me perguntar se queria sair com ela ou coisa assim. Então não faria diferença, já que eu sabia a resposta.


 - Pergunte. – e dei de ombros, fazendo pouco caso.


 Evans pareceu hesitar, então olhou para qualquer lugar e soltou de uma vez:


 - O que você não vê em mim?


 Eu entendi o que ela queria dizer. Queria saber porque eu não gostava dela. Para mim a resposta era simples, já que eu remoía todos os dias os motivos pelos quais eu a odiava. Mas, agora, vendo o jeito nervoso com o que ela havia feito a pergunta, me pareceu cruel listar os defeitos dela.


 - Bem, eu... – hesitei também, o que a fez olhar para mim, mordendo o lábio. – Você é... – bem, era melhor dizer logo de uma vez. – Arrogante, prepotente, galinha, persistente, idiota, chata, mesquinha, irritante, não dá a mínima para as regras e outras coisas mais. – finalizei, em um folego só.


 Por incrível que pareça, Evans riu.


 - É, eu sou tudo isso. – sussurrou consigo mesma. Depois sorriu de leve para mim. – Porque você não gosta de mim, James?


 - Porque você não gosta da Anne? – devolvi a pergunta, sem vontade de listar o resto dos defeitos.


 - Se eu gostasse dela, você iria gostar de mim?


 - Não.


 - Então não há motivo.


 - Mas poderia melhorar consideravelmente a nossa convivência.


 Evans riu pelo nariz.


 - Não acho que consiga gostar dela. – disse.


 - Por favor? – tentei. – Por favor, Lily? – tentei de novo, usando o primeiro nome dela.


 Evans revirou os olhos, mas parecia consideravelmente mais feliz.


 - Vamos fazer um acordo. - ela sugeriu.


 - Odeio seus acordos.


 Ela riu de novo.


 - Relaxe, é só um jogo de quadribol.


 - Não dá para jogar quadribol com duas pessoas. – ressaltei.


 Ela me ignorou.


 - Vou soltar o pomo de ouro. Quem pegar primeiro, ganha.


 Pensei a respeito. Que mal faria?


 - O que acontece se eu ganhar? – questionei, desconfiado.


 - Eu nunca mais farei nada contra sua querida namoradinha. – ela prometeu.


 - E o que acontece se você ganhar? – questionei, mais desconfiado ainda. – Eu não vou sair com você, se é o que está pretendendo.


 Evans fez cara de indignada.


 - Eu nem pensei nisso! – jurou.


 ‘Tá. Até parece.


 - Então o que vai querer?


 Ela sorriu, marota.


 - Se perder, vai ter que fazer uma lista com todas as minhas qualidades.


 Como é que é?!


 - Porque? – perguntei de supetão.


 - Porque eu reparei que você só sabe quais sãos os meus defeitos. Está mais do que na hora de reconhecer que eu tenho qualidades também.


 Acho difícil de acreditar, mas não disse isso em voz alta. E não havia motivos para preocupações. Era só uma lista. E não havia como eu perder. Poxa, eu sou o apanhados do time, minha gente!


 - Melhor de três? – disse eu.


 


 N/A: é isso ai, minha gente! Capítulo novo. Demorou mas eu fiz. Se tiver algum errinho de português, por favor me avisem, porque eu não tive tempo de revisar.


 Para quem não lembra do Stephan O’Shea, por favor procurem no capítulo de Personagens Secundários. E me ajudem a escolher com quem a Kate vai ficar, porque eu ainda não decidi. Aliás, para mim tanto faz, não tenho preferencia entre homens, mas já que aqui só tem mulher, resolvi pedir a opinião.


 E quem vocês querem que ganhe? Lily ou James? Façam suas apostas!


 E, pessoal, eu espero realmente que estejam gostando. Se não, por favor digam. Eu não tenho bola de cristal (infelizmente) e não sou a Trewlaney (graças a Merlin) para adivinhar o que vocês estão achando. ‘Bora interagir com a fanfic!


 Respostas aos comentários:


 Maria_Fernandes_99: se deixar outro comentário, vou realmente te considerar ainda mais amável! E sim, no ultimo capítulo James estava aos amassos no corredor! Esse ai de santo não tem nada. Eu pensei em colocar outra ceninha dessas nesse capitulo, mas achei que já tinha forçado demais o pobre coração da Lily. Quem sabe no próximo, não? E o que achou do capítulo? Bom, razoável ou ruim? Seja sincera.


 


 Neuzimar de Faria: o James já está atraído pela Lily?! O.O’ sério? Kkkkkkk achei legal você ter reparado, já que nem eu mesmo reparei! Bem, isso só mostra que meus esforços estão saindo pela culatra, já que tentei fazer com que o James achasse a Lily desprezível, pelo menos por enquanto. Fico feliz que esteja gostando, minha amiga. E ai? Como está indo sua vida? Bem? E a saúde? ‘Tá com tudo em cima? Infelizmente, eu não vou poder ir ao Rock in Rio, mas se você for, escreva um texto gigante com todos os detalhes, hein? Abraços.


 


 Lana Sodré: fiquei feliz em saber que o ultimo capitulo tenha suprimido suas vontades. Espero que esse tenha o mesmo efeito. 20 páginas! O.O o maior capitulo da fanfic até agora. Ah, e a ideia da bazuca de bomba de bosta veio porque eu mesmo estava louco de raiva da Anne e acabei entrando muito no personagem da Lily. Espero que tenha gostado tanto quanto eu gostei. Quanto a escolha da voz da Katherine, eu já a tinha em mente. Também assisti o filme estrelado pela Anne Hathaway (‘Uma Garota Encantada’) e também gosto muito da versão dela para Somebody to Love, embora ninguém vá superar o Queen nessa.


 


 É ISSO AI!! ATÉ A PRÓXIMA


 


 


 


 


 


 


 


  

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Comentários (5)

  • Helena Alevato

    Acho que vou ficar com a barriga malhada de tanto que ri nesse capítulo (tá doendo). Esse pessoal da sua fic é lindo demaisssss *-*! Acho que a Lily ganha, e pelo amor de Merlin, continuae escrevendo! Aguardo anciosamante pelo próximo capítulo. =)

    2013-04-17
  • L.Oliveeira

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk meu Deus! A Lily e a Lene sao sem comentários! Depois disso, se eu fosse a Blake, nunca mais falaria com elas e nem com o James IUSDISDAUYSA E Sirius e o Remus concordando com a Lene e a Lily nao é pouca coisa! E, eu nao comentei antes, mas a música que a Kate cantou é muuuito fofa e o Remus TEM que ficar com ela!Eu espero que a Lily vença. O James nao pode sair dizendo o que ela é o que ela deixa de ser, sem a saber sobre ela de verdade. Espero realmente que ela vença.Amando! 

    2013-04-14
  • Neuzimar de Faria

    Olá, Thomas! Capítulo muito bom (que novidade! rsrs). Mas, foi deste que mais gostei. Adorei a idéia da Lily de desafiar o James até porque ela vai mandar bem, não vai? E ele vai se surpreender, descobrindo, de uma vez por todas, que ela tem qualidades (mas eu ainda acho que ele já teve um "insight" sobre isso). Aguardemos as cenas dos próximos capítulos (que eu espero que estejam realmente próximos).Quanto ao Rock in Rio, lamento que você não possa vir e o que eu vir de mais interessante, conto depois. No mais, tudo bem, obrigada por perguntar. Bjs e até!

    2013-04-13
  • Lana Silva

    O capitulo foi demais, eu ri bastante. As meninas ainda vão matar a Blake do coração. Eu não sei realmente como Anne Black foi parar na Corvinal...Acho que o chápeu realmente teve pena dela. Amei o ataque de ciúmes da Marlene...Ahhhh ela e o Sirius tem quase a mesma personalidade. Eu amei demais a narração da Marlene e o jeito que o Sirius estava tratando ela *--------------* Amo esses dois. A Kate...Eu queria a Kate com o Reminho, mas bem que ela poderia fazer ciúmes no Remus com esse garoto...E o James. Espero que ele perca o jogo de quadribol, quero ver o ruivinho fazendo uma lista com as qualidades da marota mais perturbada de Hogwarts. \o/ kkkkkkkkkkkkkk o capitulo foi sensacional...Serio, quero mais logo.  Amo capitulos grandes *-* Até eu tô com raiva da Anne...Não tem como não ficar kkkkkkkkk Ahh sim eu amo a versão do Queen, confesso que já vi muitas versões maravilhosas dessa musica - a de Glee, de todos os covers é a que eu gosto mais, junto com a da Anne -  mas nenhuma realmente supera a deles \o/ Me despeço aqui, mas eu quero mais em breve \o/Beijoos! 

    2013-04-11
  • Maria _Fernandes_99

    Nem sei o que dizer, é que eu repito-me muitas vezes e eu não gosto disso, muito repetitivo. Eu achei este capítulo mais calmo, sei là não houve um momento onde eu desatei a rir como nos outros ou talvez seja só sono, aqui são 21:40, pode parecer cedo mas estou super cansada. Tenho pena da Lily, o James está a julgá-la por uma imagem já feita, ele não aceita fazer uma outra imagem. Para a Kate, eu preferia o Remus mas se tu puseres outro, arranja alguém muito legal para o Remus, ele merece.Espero que a Lily ganhe, vai ser um desafio para o James de fazer essa lista.Então, isto não é monosilàbico. E eu sou amável, mas só para quem merece.Bjs 

    2013-04-11
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