Revelação inesperada



N/A: Oi pessoal, aqui finalmente jaz o capitulo betado! Boa leitura!


3. Revelação Inesperada


Pisar em Hogwarts novamente foi fortificante. Era impressionante a força que aquele lugar tinha sobre mim. Meu humor mudara muito rapidamente ao ver aquele castelo grandioso e acolhedor a minha frente, meu segundo lar, o passaporte para recuperação da sanidade – abalada a cada verão devido a Petúnia e a seus “amigos”. Ao cruzar o Saguão de Entrada e depositar meu malão no chão de pedra, foi inevitável segurar a formação de um sorriso.

Minutos atrás andava na carruagem atordoada, pensando na conversa que tinha acabado de ouvir às escondidas. Naquele momento em que perpassava na minha cabeça a discussão de Sirius e James, e o tom de voz inicialmente sério deste último, algo em mim tinha mudado, mas não sem o aparecimento de uma série de dúvidas. Será que ele estava verdadeiramente empenhado em me conquistar, ou aquilo era só um de seus caprichos? Eu não queria virar fantoche na mão de James Potter, obviamente.

Entretanto, junto ao receio, surgia uma sensação diferente, uma certa simpatia em relação à insegurança que James parecia sentir, justo ele que já havia saído com tantas garotas. É claro que ele tinha me proposto inúmeros passeios à Hodgmead e aos jardins durante nossos últimos anos na escola, mas para mim era algo impossível de acontecer, por ele ser quem era, além do que, James parecia conviver bem com minhas recusas, já que sempre acabava arranjando outra companhia.

Nunca encarei suas propostas a sério, e também nunca senti vontade de aceitá-las, porém, desde o ano anterior eu vinha notando algumas mudanças em James. Ele já não saía com tantas garotas assim, ao contrário de Sirius, e tinha ficado um pouco misterioso. De vez em quando me deparava com ele na seção restrita da biblioteca, outras vezes viam-se os marotos interrompendo uma conversa quando alguém chegava perto. Eles tinham seus segredos, e um dos muitos, eu já sabia fazia tempo – até por influência de Severo Snape. - O fato de Remo ser lobisomem, coisa que ele mesmo me confirmara no sexto ano, quando já havíamos construído uma amizade sólida, uma proximidade oriunda de horas conversando na biblioteca. Tudo bem, até ali James tinha mostrado pequenas mudanças sim, mas não as necessárias para mudar o meu conceito em relação a ele.

E era isso que estava começando a acontecer durante o percurso na carruagem, quando eu refletia sobre os acontecimentos da véspera. James Potter podia estar realmente inseguro em relação a mim, afinal eles não tinham como saber que eu estava ouvindo tudo aquilo. Para ele, só Sirius, seu melhor amigo, e quase irmão, estava compartilhando daquela conversa. Não era momento para as brincadeiras freqüentes, que os dois usavam para se exibir quando as outras pessoas estavam por perto. Não tinha sido algo para impressionar ninguém, o que os dois também faziam quando as pessoas, garotas principalmente, estavam perto. Pareciam ter sido verdadeiros. Mas isso também me trazia dúvidas. Eu ouvira às escondidas, mas não tinha como saber as intenções reais dele em relação a mim, afinal nunca fui boa em legilimência, e os marotos, com exceção a Remo, não me expiravam confiança. James Potter e Sirius Black ainda eram, para mim, os mesmos garotos inconseqüentes, fúteis e arrogantes que sempre tinham sido, e nada forte o suficiente tinha acontecido para mudar meu pensamento à cerca de suas personalidades.

E foi isso tudo que Hogwarts conseguiu tirar de minha cabeça com a simples maneira fascinante de se mostrar do mesmo jeito que eu tinha visto da última vez. Havia acabado de depositar meu malão no Saguão de entrada e já me juntava aos outros alunos do sétimo ano, quando ouvi a voz clara da Professora Macgonnagal me pedindo que a seguisse até sua sala, o que obedeci prontamente. Ao chegar no aposento me surpreendi ao deparar com Potter sentado, bem à vontade devo dizer, em uma das duas poltronas que estavam em frente à mesa da diretora de nossa casa. Ele nos recebeu com um sorriso largo e sugestivo, ato que me deixou confusa, pois toda a vez que ele se mostrava satisfeito, algo não iria sair bem para mim.

A professora me convidou para sentar e nos encarou de maneira segura, se bem que sentia que ela estava nos analisando. Comecei a ficar nervosa, apesar de já ter idéia do porquê de estar ali, só não sabia o que Potter estava fazendo na Sala dela também. Era cedo demais para ele já ter arrumado confusão.

- Então, não sei se já lhe disseram senhorita Evans, mas ocorreu um problema com a sua carta, não foi enviada a parte que dizia ser a senhorita a nova Monitora-Chefe da Grifinória junto com o senhor Potter. Acredito que os dois foram muito bem escolhidos.

Como assim junto ao Pottter? Ele certamente não poderia estar neste posto. Não. Simplesmente não podia! Quase caí da cadeira quando ela disse isso. Encarei a mulher com uma surpresa enorme, quase descabível, no que ela simplesmente confirmou com a cabeça. Virei-me para encarar James, que mantinha o mesmo sorriso o qual tinha exibido ao nos receber. Então ele sabia desde o início!

- Desculpe professora, acho que não entendi. A senhora tem certeza do que está dizendo?

- Sim, é claro, Evans, a escolha foi feita pelo diretor. A senhorita e o senhor Potter vão ter que trabalhar juntos esse ano, algum problema?

Sim.Todos. Eu e James Potter trabalhando juntos por um ano inteiro! Isso seria algo como tentar incendiar o Salão Comunal. Qualquer pessoa, em toda Hogwarts, sabia que nós brigávamos o tempo todo, que eu nunca tive paciência para sequer suportar a presença do garoto. E mesmo com tudo isso, Dumbledore ainda fez uma coisa dessas comigo!

A professora tinha uma sobrancelha erguida, parecia ainda esperar uma resposta de minha parte. James me encarava também, só que nem se dava ao trabalho de esconder uma expressão divertida, um ar de quem estava apreciando algo. Então ele estava mesmo gostando de tudo aquilo! Nesse momento senti meu rosto queimar, devia estar muito corada. Olhar para ele só fazia minha raiva aumentar, mas procurei não demonstrar reação nenhuma, afinal estávamos diante da Macgonnagal, e também não iria dar esse gostinho ao garoto.

- Er...Não. Não há problema algum professora.

- Ótimo. Então, como sabem, devem se reunir aos outros monitores e encaminhar os primeiranistas para seus quartos após o jantar, e amanhã haverá uma reunião comigo para lhes passar algumas coisas e resolvermos a maneira com que vocês trabalharão esse ano – disse ela de uma vez só, e em seguida consultou o relógio. – Bem, tenho que ir receber os novos estudantes, já devem estar me esperando.

E saiu da sala sem qualquer cerimônia, deixando-nos sozinhos lá dentro. Permaneci onde estava, apenas contemplando a lareira, que iluminava de uma forma fantasmagórica as paredes do aposento.

- Hum...Então, é isso, juntos esse ano, certo Evans? Prometo que não atormentarei você, mas será ótimo desfrutar de sua presença por tanto tempo – disse James cinicamente, enquanto inclinava-se para perto de mim.

Novamente senti o sangue esquentar. Ele devia saber muito bem como me deixar irritada. Fechei os olhos, respirei fundo e me virei para encará-lo.

- Olha aqui, eu não sei o que deu no Dumbledore para nos colocar juntos neste posto, juro que considerei a hipótese de pedir para desistir, mas isso seria trair a confiança que depositaram em mim, só por causa de você. Então, acho bom você entrar na linha enquanto estiver trabalhando comigo se não quiser me ver seriamente zangada, Potter!

- Sabe, é por isso que eu gosto cada vez mais de você Evans – alegou ele, no momento que se levantava da poltrona e se postava atrás da cadeira onde eu estava sentada. Depositou as mãos em meu ombro e subiu uma até meu pescoço lentamente, ao mesmo tempo em que posicionava sua boca perto do meu ouvido. – Você devia ver como fica incrível toda corada.

Isso foi o suficiente para provocar em mim vários tipos de reações, pois ao mesmo tempo em que crescia a raiva, algo inexplicável me fazia esquecer de tudo o que tinha preparado para falar, era como se minhas palavras tivessem se perdido em meio ao arrepio que me subia pela espinha. Não lembro exatamente a hora que James cruzou a porta da sala, só sei que ao sair do transe tinha ganas de matá-lo.


XXX



Era impressionante como o tumulto tinha se formado tão rapidamente na saída do Salão Principal. Eu tinha uma turma grande de garotas recém selecionadas à minha casa para guiar até a Torre. James iria levar os garotos e parecia bastante entediado com sua ocupação. No meio do caminho, Corvinal e Grifinória se cruzaram, e nesse momento um garoto de nossa casa se perdeu.

- Viu só, seu irresponsável! Era para você levar com segurança os alunos para o salão comunal, e o que você faz? Perde um pelo caminho!

- Evans, dá um tempo, nós estamos em Hogwarts não em Azkaban! O máximo que pode acontecer com o Jonhson é dar de cara com Pirraça.

Eu e James brigávamos em alto e bom som no meio do corredor do segundo andar, ambos com seus respectivos grupos, de alunos que devíamos guiar, aglomerados ao redor, o que piorava ainda mais a situação.

- A escola é enorme, ele pode se perder, é só um garotinho de onze anos, Potter, e ainda por cima nascido-trouxa, não faz idéia de como as coisas são por aqui!

- Um garotinho de onze anos? Com onze anos eu já tinha perdido a ingenuidade fazia tempos. Lílian, o cara só deve estar impressionado com a escola, igual a todo mundo quando chega aqui, e resolveu explorar o lugar.

- Como você pode encarar isso com tanta indiferença? – dizia já bastante irritada com a atitude dele – Nós tínhamos um trabalho para fazer, e é coisa séria!

Eu encarava-o com uma incredulidade sem tamanho, e acho que isso o fez mudar de idéia, o que foi explicitado com um olhar cansado e um cair de ombros.

- Melanie! – exclamei, dirigindo-me a uma monitora que estava presente. – Você pode levar esses alunos para a torre enquanto eu vou procurar Joe Jonhson?

Quando a garota confirmou com um aceno eu me dirigi às escadarias, e logo percebi que tinha um acompanhante.

- O que foi Potter, ficou com remorsos?

- Não seria legal deixar você resolver um problema que eu arranjei – afirmou ele num misto de vergonha e mau humor. - E tente ser menos ríspida, ok?

Não respondi de imediato, apenas segui silenciosamente a procura do garoto, sendo acompanhada por James.

Ao chegar perto da sala de troféus ouvimos o som de um feitiço sendo mal pronunciado, um barulho de metal caindo no chão e uma gargalhada desdenhosa. Instintivamente trocamos um olhar receoso e seguimos para o lugar.

- Tinha que ser um sangue-ruim, não sabe nem lançar um feitiço direito – dizia um sonserino, aparentemente do segundo ano, que lançava um olhar maldoso à pequena figura de nosso ex-desaparecido caído no chão.

- Ei! O que está acontecendo aqui, hein? – perguntou James autoritariamente, enquanto eu ajudava Joe a se levantar.

Os dois garotos, Joe Jonhson e o sonserino, trocaram um olhar cheio de rancor e não nos responderam nada.

- Vocês estavam duelando? - indaguei, e como continuei sem resposta, resolvi forçar a barra dirigindo-me ao sonserino. – Você estava duelando com um garoto mais novo, que sequer sabe pegar numa varinha direito?

- Sim, ele me provocou – rebateu ele na defensiva, parecia confuso, sem saber como se explicar.

- Na verdade, desde o trem ele vem me provocando, me chamando de sangue-ruim, e por isso me desafiou a vir aqui para enfrentá-lo, depois que discutimos – explicou Joe, olhando de mim para o seu rival.

- E você aceitou uma proposta dessas, mesmo não sabendo fazer magia direito? - perguntei espantada. Aquele garoto parecia ser mais esperto do que eu julgara. Melhor assim, afinal ele era um nascido-trouxa e seria muito bom vê-lo se sair melhor na escola do que os outros bruxos de famílias tradicionais. Esforcei-me para não tornar aquilo uma questão pessoal. Eu era monitora- chefe, tinha de preservar a imparcialidade.

- Ah! Qual é Lílian, você vai brigar com o garoto por ele ter se defendido? – interviu James, no que me virei para encara-lo profundamente contrariada, afinal ele estava me desautorizando na frente dos alunos. Mas não deu tempo para réplica.

- Na verdade eu já tinha treinado uns feitiços em casa – afirmou Joe envergonhado, enquanto o segundanista sorria satisfeito, e eu sorria por dentro, orgulhosa do garoto.

- O que não lhe dá o direito de usar nos outros – disse tentando reunir o máximo de senso de justiça possível, o que contrariava minha real vontade, que era de congratula-lo.

- E nem a você – exclamou James para o outro garoto – de ofender seus colegas, ainda mais de uma coisa dessas! Eu devia lhe dar uma detenção - terminou ele com fibra.

Se tinha uma coisa que James não admitia era ver alguém xingando outra pessoa de sangue-ruim. Isso eu não iria esquecer, por experiência própria.

- Dez pontos a menos para Sonserina, por você ter chamado seu colega de algo tão horrível e por sua conduta preconceituosa - dizia ao segundanista, e em seguida me dirigi ao grifinório. – E Jonhson, lamento, mas terei de tirar cinco pontos da minha própria casa pela sua atitude.

Depois disso tive de aturar o mau humor de James que desaprovara explicitamente minha atitude, enquanto caminhávamos rumo ao salão comunal.

- Que mania a sua de querer sempre ser a “monitora-certinha”. Se ponha no lugar do garoto, ele foi desafiado, tinha que ir senão seria chamado de covarde, não é Joe? – dizia ele dando um tapinha nas costas do novato. Os dois pareciam ter simpatizado muito um com o outro, enquanto eu era tida como a “malvada” da vez.

- Ora, ele agiu errado. Eu não podia ser injusta só porque ele é da minha casa – aleguei, tentando me defender.

Os dois pareciam não me ouvir, travavam uma conversa mais interessante.

- Ei, Joe, como você, sendo nasci-trouxa, sabia o que significava “sangue-ruim”?

- Ah! Uma garota me disse o que era, no trem, quando um menino mais velho saiu dizendo que a cada ano Hogwarts está mais empestada de... Você-sabe-oquê.

- E, você sabe quem era esse garoto mais velho? – perguntara James seriamente, com a típica ruga se formando em sua testa.

- Não, não sei quem era – respondeu ele, honestamente.

- Sabe, cara – voltou James depois de algum tempo em silêncio -, eu gostei de você, é um verdadeiro grifinório! – afirmava ele, provocando o aparecimento de um sorriso enorme no rosto de Joe. – Não se deve deixar os sonserinos se sentirem superiores, logo você vai saber que eles são os piores que tem por aqui.

- Potter, não fale essas coisas para o garoto, ele mal chega na escola e você já está provocando essa rivalidade estúpida entre as casas – disse de maneira repressora, achava horrível essa mania dos marotos.

- Ah! Desculpe, esqueci que você defende os sonserinos porque tem um protegido por lá – debochou ele, irritado, enquanto já cruzávamos o buraco do retrato e Joe ia ao encontro de seus colegas para contar sua aventura.

- Eu não tenho nenhum protegido, Potter! – exclamei furiosa, odiava quando ele vinha com aquela história, que tinha um quê de ciúme, obviamente.

- Como não? E o Seboso-Snape, vocês não eram amiguinhos? – ele indagava, com o mesmo tom ferino. O assunto em questão sempre era abordado daquela maneira.

Não é preciso dizer que já estávamos brigando - novamente- o que inevitalvemente atraía a atenção da maioria das pessoas no salão comunal, alguns mais que acostumados com situações como aquela vinda de nós dois. Sirius, Remo e Pedro nos observam sem nenhuma surpresa.

- Ele não é meu amigo! Ele...Olha aqui, não te dou o direito de falar nesse assunto.Você não tem nada a ver com isso.

Falar de Snape sempre era ruim, pois ele foi uma das maiores decepções que tive, o que tornava o assunto tão doloroso.

- Então você ainda o defende?- exclamava com incredulidade.

- É claro que não, você está entendo tudo errado! Mas o que eu estou dizendo? Nem devo satisfação a você! – dizia isso de um jeito confuso, ao mesmo tempo em que parecia me importar com o que ele dizia, coisa inédita até então, uma parte de mim queria acabar com aquilo. – Eu só acho que você tem que parar de pensar que todos os sonserinos são ruins! Não se pode ser tão extremista.

- Ah, não? Então me diga um que nunca ofendeu os outros, que não se acha superior por ser de família tradicional e ter “sangue-puro”. Me diz, Evans.

Fiquei sem reação. Não estava conseguindo pensar direito. Mas é claro que tinha alguém da Sonserina que não era assim, só não conseguia lembrar quem. Um nome, só precisava de um nome.

- Está vendo, nem você sabe dizer – alegou ele em tom cansado, respirou fundo. – Sabe de uma coisa, chega com isso! – E seguiu para o seu dormitório, me deixando sozinha no meio do salão comunal com uma sensação de derrota e vergonha, pois todos pareciam estar me observando.

Sirius e Remo aproximaram-se com certo receio, enquanto Pedro se afastava demonstrando mais interesse numa garota loira, sentada sozinha em frente à lareira.

- Sabe Lil, tente relevar o que ele anda falando, ele está muito abalado devido a umas coisas que vêm acontecendo – disse Remo, com o seu tom sincero e característico.

- É verdade, o cara está enfrentando uma barra e...Bem, logo mais ele toma consciência do modo que falou com você e vem pedir desculpa – alegou Sirius seriamente. – Além do mais, não tem como o James ficar com raiva de você por muito tempo.

Acabei corando com a última frase dita por Sirius.

- Mas o que está acontecendo com ele de tão sério, por que o Potter está tão estranho? – perguntava já bastante confusa, devido a discussão e o modo com que ele me deu as costas, transtornado, e pelo fato de seus amigos virem me pedir desculpas por ele.

Os dois trocaram um olhar sério. Aquilo estava começando a me assustar. Será que eu tinha sido muito dura com James?

- Bem, Lílian, isso só ele pode te dizer, é meio pessoal, mas tenha paciência – disse Sirius, que depois se dirigiu a Remo: – Vou ver como o cara está.

Remo acenou, Sirius me desejou boa noite e seguiu para as escadas, que davam para o dormitório dos garotos.

- Remo, você vai me dizer o que está acontecendo, ou não? - perguntei a ele, com o tom um pouco ameaçador.

- Desculpe, Lil, não posso – respondeu tristemente e seguiu pelo mesmo caminho de Sirius.

Então foi isso. Eles tinham conseguido me fazer sentir remorsos e preocupação ao mesmo tempo. E o pior, tudo isso pelo Potter! Os marotos estavam realmente muito diferentes. Sirius e James sérios, Remo se negando a me falar alguma coisa.

Àquela noite fui dormir tentando entender a atitude deles, e jurando que iria descobrir o que estava acontecendo.

***


N/A: Então é isso galera, espero coments, viu? E se quiserem divulguem suas fics para q eu as leia, ok? Bjao e até a próxima.

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