Presentes



Antes de começar o cap. temos que pedir desculpas pela demora, e informar que agora só vamos postar aos fins de semana.
Motivo? Bom, como ja disse em alguns comentários no final da postagem, as minhas aulas (Mily) e as aulas da Gica começaram, e pra complicar a gente só tem tempo de se ver aos fds. Ela estuda de manhã, e só pode entrar a tarde, mas a tarde eu estou estagiando, e quando saio do estágio vou logo pra faculdade, então a coisa complica.
Mas não se preocupem, que não vamos abandonar aqui, temos cap. adiantados, e todo fds vamos postar, sem atrasos!
Obrigada por acompanharem sempre ok?! E agora sim, vou me retirar para que vcs possam ler...

Fui...



~~

Capítulo 19

Presentes



Scorpius foi pro seu quarto ainda sem sono, apagou a luz e deitou-se na sua enorme cama para observar seu teto encantado. Como sempre, pensava em Rose, estava feliz por ter provado sua inocência, mas também estava triste porque só iria revê-la depois das férias.

- Ah... Já passei tempo demais sem ela! Bem que a gente podia passar o Natal juntos... – Ele falava pra si mesmo, e depois riu da própria idéia. – Acho que o pai dela teria um ataque se visse nós dois juntos!

Ele se virou na cama e abriu a gaveta do criado mudo, lá dentro, bem escondido, estava o colar que Rose havia lhe dado no dia anterior. Ele o pegou e ficou observando o pingente de estrela, o pingente que ele beijou inúmeras vezes quando o colar ainda estava pendurado no pescoço da ruiva. Nesse momento ele ouviu uma leve batida na porta de seu quarto. De um salto, ele devolveu o colar à gaveta, com a preocupação de mantê-lo escondido, e perguntou em voz alta:

- Quem é?

- É Willy, meu menino, meu senhor! – O elfo doméstico respondeu do outro lado da porta.

- Ah... Pode entrar Willy! – Scorpius respondeu, sentando-se na cama.

O elfo abriu a porta cuidadosamente e fez uma reverência para o loiro.
- Menino Scorpius, meu senhor, você precisa ir à sala de estar!

- À sala? Mas pra que Willy? - Perguntou Scorpius curioso.

- Willy não sabe... – Disse o elfo fazendo um sinal negativo com a cabeça, o que fazia suas enormes orelhas balançar. - Meu senhor Draco disse que está esperando o menino Scorpius lá e pediu pra que Willy viesse chamar o menino Scorpius, e foi isso que Willy fez, pois Willy vive só para servir a nobre casa dos Malfoy.

- É eu já sei disso... – Disse Scorpius rindo – Obrigado Willy, eu já estou descendo!

- Tudo bem, meu senhor. Se precisar de qualquer coisa é só chamar o Willy. Com licença meu menino! – E com uma reverência o elfo se retirou do quarto.

Scorpius levantou-se e desceu as grandes escadas em direção a sala de estar, onde viu seu pai sentado em uma poltrona com um enorme sorriso no rosto.

- Pra que mandou me chamar papai? – Scorpius se aproximou do pai e lhe deu um abraço, depois se sentou em outra poltrona, ao lado da que seu pai estava.

- Mandei lhe chamar porque quero lhe dar um presente! – respondeu Draco.

- Mais um? – Falou Scorpius arregalando os olhos.

- Ora, desde quando você se importa com a quantidade de presentes que eu lhe dou? – Draco respondeu sorrindo – Mas esse presente, creio que muito lhe interessa. Por acaso, a final mais esperada do campeonato de quadribol da Irlanda será no próximo dia 27.

- É... Mas não há mais entradas, li no Profeta Diário que todas já estão esgotadas... – disse o garoto um pouco triste, ele queria muito assistir a esse jogo.

- Não há mais entradas? Ora meu filho, esqueceu-se que sou Draco Malfoy, e não existe nada nesse mundo, que o dinheiro possa comprar, que eu seja capaz de ter? – Draco disse ao filho, com uma expressão incrédula, mas que logo mudou ao vê-lo sorrir – Enfim, prepare suas malas, pois seu presente é assistir de camarote ao jogo, e depois jantar com o time vencedor.

- Você é o melhor pai do mundo! – Scorpius se levantou e abraçou o pai bem forte com um enorme sorriso no rosto – Obrigado mesmo! Eu nem acredito que vou jantar com os vencedores!

Malfoy retribuiu o abraço do filho muito contente, definitivamente ele sabia como agradar seu único herdeiro.
- Pois acredite filho, você irá jantar com os vencedores, e será o único a ter esse privilégio!

- Pai, isso é maravilhoso! Imagina a cara do Vincent quando souber disso!

- Ele fará a mesma cara invejosa que todos seus outros amigos farão! - Draco riu, lembrando-se do seu tempo de escola.

Scorpius sorriu, agradeceu ao pai mais uma vez e subiu para seu quarto feliz da vida.


***************


Rose estava deitada em sua cama, mas havia perdido o sono, decidiu ler um pouco. Levantou-se, pegou o seu livro de quadribol, e voltou novamente para cama, rindo ao se lembrar do comentário que Scorpius fez sobre o mesmo livro quando se esbarraram no trem.

- Ai, ai viu, só ele mesmo! – sorrindo, ela abriu o livro sobre a cama e se assustou ao ver um papel dobrado dentro. Pegou a folha na mão e movida pela curiosidade, apressou-se em abrir para ver o que continha.

Ruiva,

Vou pensar em você até nossa volta a Hogwarts. Todos os dias, todas as horas, todos os segundos, ou seja, SEMPRE!

Amo você!

Ass.: S.M.


O sorriso surgiu nos lábios de Rose na mesma hora que leu o bilhete. Se ao menos ela pudesse se encontrar com ele e dizer o quanto ler aquilo a deixava segura e feliz... Queria gritar e sair pulando pelo quarto de alegria, mas lembrou-se que precisava se conter, pois se um de seus pais ou seu irmão entrasse ali e a visse saltitando, não entenderia o motivo. Então decidiu ficar deitada na cama, lendo e relendo o bilhete que ele havia escrito... Quando já estava lendo pela 15ª vez, a porta do quarto de Rose se abriu e ela imediatamente guardou a carta no livro e falou irritada:

- Será que não sabe bater é? – disse olhando pra cama, não viu que foi sua mãe que entrou.

- Desculpe filha, não sabia que precisava de convite para entrar! – disse Hermione com um sorriso nos lábios – Mas você está certa, é falta de educação entrar no quarto das pessoas sem bater, mesmo que o quarto em questão seja o da minha filha!

- Ah desculpe mamãe, eu achei que fosse o Hugo, ele sempre faz isso! – disse Rose um pouco corada com o comentário da mãe.

- Eu sei filha, estava só brincando! Bom, vim te chamar aqui porque seu pai quer falar com você! Ou melhor, ele quer toda a família reunida na sala.

- Comigo? Oh céus, o que será que o papai quer? – disse a menina, fazendo uma cara de pensativa.

- Pra saber o que ele quer precisamos ir até a sala. Venha! – dizendo isso, Hermione saiu do quarto com a filha de mãos dadas e foi para sala.

Quando Rose e Hermione chegaram à sala, se deparam com um Rony em pé tentando convencer um Hugo a descer do sofá e que não parava de pular dizendo: “conta logo pai, conta logo pai, CONTA PAI!”.

- Hugo, fica quieto! – Ele pegou a varinha e apontou pro filho, que paralisou na hora - Senta aí, senão eu não conto mais nada pra você! – Hugo se sentou e quando Rony virou, deu de cara com Hermione e Rose o encarando com o famoso olhar de repreensão - Família! – Rony ignorou os olhares e falou com um enorme sorriso no rosto, se aproximando das duas e dando beijinhos em seus rostos.

- Papai, você ia mesmo azarar o Hugo? – falou a menina, ainda espantada com a cena.

- Se ele lançasse uma azaração, mesmo que mínima, ia dormir no sofá o resto do ano! Ou melhor, ele seria o sofá o resto do ano! Quantas vezes já falei Ronald Weasley, que não devemos ameaçar nossos filhos com feitiços? – Hermione falava com marido apontando o dedo pro seu rosto, fazendo todos do local lembrarem irresistivelmente da Sra. Molly Weasley.

- Ah Mi, o Hugo não tava obedecendo, não é culpa minha... E você acha que eu lançaria alguma azaração nos nossos anõezinhos?

- Ei, por que no final das contas a culpa é sempre minha? – Hugo, que estava sentado no sofá de braços cruzados, falava com o pai com a cara emburrada.
- Por que seu pai não assume os erros dele! E acho bom mesmo nem sonhar em lançar uma azaração nas nossas crianças, ou você vai receber uma minha! Agora chega de enrolar e conte logo o motivo de estarmos reunidos aqui! – disse Hermione que tinha acabado de se sentar ao lado do filho.

- Sim papai, conte, conte! – Agora era Rose que pulava ao lado do pai, fazendo seus longos cabelos ruivos esvoaçarem.

- Tá bom, senta lá com eles primeiro – Rony indicou o sofá com a mão e Rose sentou-se ao lado da mãe. – Então! Eu reuni vocês aqui pra dizer que... – Ele parou de falar por um momento, fazendo um suspense, enquanto todos olhavam curiosos. - ...a gente vai pra França!

- PRA FRANÇA? – Rose deu um pulo do sofá e parou em frente ao pai com os olhos brilhando.

- Sim, França! – Rony falou com um enorme sorriso no rosto. – É lá que estão os presentes! Gostou Mi?

- Ah Ron, não podia ser presente melhor! – Hermione se levantou do sofá e deu um breve selinho no marido – Quando vamos?

- É papai quando vamos? Quando? Quando? QUANDO? – Hugo estava novamente em pé no sofá, pulando sem parar.

Rony retribuiu o selinho na esposa e logo respondeu:
- Vamos no dia 27!

- Ahhhhhh preciso fazer minhas malas! Vou levar livros, ou melhor, vou levar livros e comprar livros, nossa tenho que ligar pro Al! – dizendo tudo ao mesmo tempo, Rose correu para o telefone (Hermione convenceu Rony de que precisavam ter um aparelho telefônico para manter contato com os pais dela) e foi ligar para o primo.

- EU VOU PRA FRANÇAAAAAAAAA! – Hugo deu um pulo tão grande, que se desequilibrou e foi parar em cima das almofadas que estavam jogadas no chão.

- HUGO! – Rony correu e foi levantar o filho – Você tem que estar inteiro até o dia 27! – Ele olhou pra Hermione e cochichou com o filho: - Seu presente é o melhor!

- Ai desculpa papai, foi à emoção! Bom, vou lá ver o que a Rose tá fazendo! – dizendo isso ele saiu correndo para o escritório que a irmã estava.

Vendo que o filho não estava por perto, Hermione aproveitou e levou o marido para o sofá, se aconchegando nos braços dele e sorrindo.
- E qual será meu presente hein Sr. Weasley?

Rony sentou-se e segurou Mione com uma mão em sua cintura e a outra acariciando de leve seu rosto.
- Seu presente também é surpresa! – Ele sorriu e deu um selinho demorado na esposa – Você vai ter que agüentar até lá, certo?

Hermione olhava para o marido com a testa franzida, mas logo essa expressão foi substituída por um belo sorriso, após retribuir o selinho do marido.
- Certo então... Mas não vá me aprontar nada hein Ronald!

- Calma Mi, é só uma viagem, o que eu poderia aprontar? – Ele falou erguendo uma das sobrancelhas pra Hermione.

Hermione sorriu com o comentário do marido e respondeu:
- Nada Ron, é a força do hábito sabe? Sempre tenho que alertar você antes de fazer algo, mesmo que esse ‘algo’ seja uma simples viagem. E sim, eu sei, preciso parar com essa mania de controle... – ela riu do próprio comentário.

- Ainda bem que você sabe! – Rony riu e se levantou com Hermione nos braços. – Vamos subir? – Ele disse com um sorriso maroto no rosto, coisa que Hermione sabia muito bem o que significava.

- Rony, nossos filhos ainda estão acordados, e o pior, estão aqui no escritório ao lado fazendo a maior bagunça no telefone! Acho melhor você se controlar e me por no chão – disse Hermione rindo.

- Ah, eles não vão nem perceber... – Rony disse fazendo cara de santo.

- Não, imagina, os pais somem do nada e eles não vão perceber. Aham, nossos filhos não são lerdos Rony – ela riu e continuou – Mas, se bem que já passa da hora dos nossos ruivinhos irem dormir. Me coloque no chão que vou lá acabar com a festinha deles, para que possamos ter a nossa – dessa vez foi Hermione que abriu um sorriso maroto.

Rony sorriu e colocou cuidadosamente Hermione no chão.
- Vai logo então...

- Minha nossa, mais que apressadinho! – ela riu e foi ao escritório acabar com a bagunça dos filhos. Ao chegar lá se deparou com um Hugo sorridente e uma Rose muito contente tagarelando no telefone. Ficou por uns minutos admirando a cena, até que decidiu acabar com a festinha das crianças.

- Meus ruivinhos é hora de irem para cama! – disse entrando no escritório e abraçando o filho que correu em sua direção. – Rose se despeça do Alvo.

- Certo mamãe! – disse a menina, despedindo-se do primo e desligando o telefone.

- Agora todos para cama! Vamos, andem logo! – disse a mãe, dando leves tapinhas no bumbum do filho que estava a sua frente.

Rony chegou ao escritório e ajudou Hermione a levar os filhos para seus quartos. Depois de beijinhos de boa noite os dois finalmente foram pro quarto, fazer a tão esperada ‘festinha’.



***************


Na cozinha da casa dos Potter, Gina preparava um pequeno lanche para sua família, e ao ver Alvo entrando no local, perguntou com um sorriso no rosto:

- O que a Rose queria meu filho? Vocês conversavam tão contentes no telefone.

- Ah mamãe, ela ligou para avisar que vai passar as férias na França com toda a família. – disse o menino sorrindo – Preciso admitir que o telefone é uma invenção trouxa bastante útil... O que você está fazendo mamãe?

- Ah, agradeça a seu pai e sua tia Hermione por teimarem em instalar um aqui! – disse Gina, enquanto apontava sua varinha para o leite e o colocava para esquentar no fogão. – Estou fazendo um pequeno lanche para todos nós antes de dormir. Tiago disse que estava com fome... Ai ai, se esse menino não tivesse saído de mim, poderia jurar que era um clone do Rony. – ela e o Alvo riram.

- Tiago leva muito a sério a filosofia de vida dele “Comer dá sono e dormir dá fome”... Por falar em Tiago, onde é que ele está? Aliás, onde o papai, o Tiago e a Lily estão? – perguntou o menino olhando em volta.

- Estão no jardim. Harry está fazendo um boneco de neve com a Lily, e Tiago foi pra lá ajudar.

- Ah, então vou lá ver! – disse o menino saindo da cozinha.

- Certo, quando o lanche estiver pronto vou chamá-los.

Alvo foi para o jardim e encontrou seu pai e seus irmãos se divertindo na construção do boneco de neve. Aproximou-se deles, e antes mesmo de ser convidado a participar, já começou a pegar neve com as mãos e ajudar a modelar o boneco, que olhando de perto estava bem mais torto e informe do que parecia.

- Eu nunca tive oportunidade de me divertir construindo esculturas de neve na idade de vocês sabe... Se eu fosse para o jardim, era bem capaz do meu primo Duda, me amarrar e me cobrir de neve para eu ser o boneco – Harry riu do próprio comentário – Tiago, pegue para mim dois galhos, nosso amigo aqui precisa de braços.

- Certo pai! – dizendo isso Tiago foi até uma árvore, retirou dois galhos secos e cobertos de neve, e os levou para o pai – Esses aqui servem?

- Servem sim filho! – Harry pegou os galhos e enfiou um de cada lado do boneco. – Acho que agora está pronto!

- É o boneco de neve mais lindo que eu já vi! – disse Lily admirando a “obra” de arte que eles haviam feito. – Acho que está faltando alguma coisa... – ela colocou a mão no queixo e fez cara de pensativa – Ahhhhh já sei! – a menina correu para dentro de casa e voltou com dois pequenos limões verdes, e um pequeno pedaço de cenoura que sua mãe cortou para ela – Bom, os limões nós colocamos aqui... e a cenoura aqui! – ela se afastou para olhar novamente seu boneco de neve, que agora tinha dois olhos verdes e um nariz de cenoura – Pronto, está perfeito! Ele tem seus olhos papai!

- Tudo bem que meus olhos são verdes filha, mas nunca ninguém os havia comparado com limão – Harry riu e pegou a filha no colo – Bom, o que vamos fazer agora?

- Eu já sei! – respondeu Tiago com um sorriso maroto e olhando para Alvo que ainda modelava o boneco, tentando deixar a cabeça dele um pouco mais redonda. – Que tal brincarmos de... GUERRA DE NEVE – o menino fez rapidamente uma bola de neve com as mãos e jogou no irmão, que com a bolada caiu sentado no chão.

- Ah é guerra que você quer? É guerra que você vai ter! – Alvo começou a tacar neve nos irmãos e no pai, que riam sem parar com a brincadeira. Gina que não sabia o que estava acontecendo no jardim de sua casa, ao se aproximar do local foi recebida com uma bolada em cheio na cabeça.

- Ora, ora, ora! Eu venho aqui ver o que está havendo e sou recebida por um balaço branco e gelado? – disse a ruiva tentando parecer séria, tirando o excesso de neve dos cabelos – Quem me tacou isso faça o favor de se apresentar.

- Fui eu amor, desculpa... Você está bem bonita com os cabelos congelados, está parecendo um sorvete! – disse Harry rindo.

- Um sorvete é? Vamos ver como você fica então – ela se abaixou, pegou uma porção de neve com as mãos e jogou no marido – É Harry, até que você parece um sorvete bem simpático. – ela riu e entrou na brincadeira com os demais Potter.

Quando todos se cansaram e estavam deitados fazendo anjinhos de neve no jardim, Gina pareceu se lembrar o motivo pelo qual tinha ido até o lado de fora da casa:

- Por Merlin! Eu comecei a brincar aqui e me esqueci de avisar que o lanche estava pronto. Vamos para dentro lavar as mãos e eu vou ter que esquentar o chocolate quente novamente, a essa altura ele já deve ter virado picolé! – ela se levantou, e foi acompanhada pelos demais até o interior da casa.

Todos já estavam sentados a mesa devidamente secos e protegidos da neve, lanchando alegremente, quando Harry começou a falar:

- Era pra ser surpresa e eu deveria guardar isso comigo até o próximo dia 27, mas como eu sei que se não contar logo, a mãe de vocês vai contar... – ele olhou pra esposa e riu – ... bom, assim como a família do Rony, nós também vamos viajar, mas não para França. Estive pensando em fazer uma viagem bastante produtiva a Roma. Dizem que é um lugar que as pessoas vão quando querem se aventurar, e como tenho certeza que aventura é o tipo de coisa que nossa família não dispensa, vamos conhecer os mistérios e maravilhas desse lugar. O que vocês acham?

- “Caracas, vou poder comer todos os pratos típicos”... “Eu vou conhecer os lugares históricos e descobrir o que eles escondem”... “Ahhhhh que lindo, posso comprar um cachorro lá?” – Tiago, Alvo e Lily desataram a falar juntos, confundindo os próprios pais.

- Bom querido, acho que esse alvoroço todo quer dizer que eles amaram a idéia – disse Gina rindo.

- Com certeza, se não tivessem gostado, o silêncio reinaria – Harry concordou com a esposa e bebeu mais um pouco de chocolate quente. – Está tarde crianças, vamos todos para cama. Amanhã eu tenho certeza que vocês vão me pedir para levá-los A Toca, então se quiserem ir para aproveitar melhor, precisam acordar cedo. Vamos, vamos, subindo as escadas, escovando os dentes e se deitando, que já já, a mãe de vocês e eu vamos lá para dar boa noite! Só vamos arrumar aqui e já subimos.

Os três filhos obedeceram à ordem do pai e foram se aprontar para dormir. Gina já começava a arrumar a bagunça da cozinha, quando foi surpreendida pelo marido que a puxou para um longo e carinhoso beijo.

- Posso saber o que foi isso Sr. Potter? – brincou Gina, quando se afastou um pouco do marido.

- Ora Sra. Potter não é óbvio? Foi um beijo! – disse Harry rindo.

- Jura? Não tinha percebido viu – Gina riu.

- Não é? Quem sabe agora você percebe – Harry puxou novamente a esposa e a beijou com vontade, fazendo a varinha que ela segurava na mão, cair no chão. Afastou-se um pouco dela e sussurrou em seu ouvido. – Por que não subimos e deixamos tudo isso pra lá?

- Achei que você tivesse dito que deveríamos ir dormir, pois já está tarde. – respondeu Gina com um sorriso maroto no rosto.

- Não, eu disse que era pros nossos filhos irem dormir! Nós podemos ficar acordados até mais tarde... Se você quiser é claro! – disse Harry encarando com aqueles olhos verdes vivos, os olhos castanhos da esposa.

- Hum, sim, ficaremos acordados até mais tarde então! Mas antes, que tal o Sr. Potter ajudar sua pobre esposa a arrumar a cozinha para que ela possa terminar mais rápido hein?

- O pedido da Sra. Potter é uma ordem! – disse Harry rindo fazendo uma reverência engraçada para esposa, pegando sua varinha e arrumando tudo.

Quando as louças já estavam limpas, e tudo na cozinha estava em seu devido lugar, Harry e Gina subiram para dar boa noite aos filhos. Depois de desejarem as três crianças bons sonhos, o casal finalmente conseguiu ir para seu quarto. Harry fechou a porta logo quando entrou, foi em direção à esposa, a pegou no colo e se jogou com ela na cama. Ela estava rindo, e ele simplesmente adorava os sorrisos de sua ruiva. Cada um era diferente do outro, expressavam seus sentimentos, às vezes ele achava que Gina podia conversar somente com um sorriso, acompanhado por seu olhar intenso e ao mesmo tempo sereno. Ficou admirando a esposa por uns minutos, passando a mão delicadamente pelo rosto dela, como se estivesse desenhando. Como Gina era linda e era impressionante que apesar do tempo, ela continuava com o mesmo jeito divertido e o gênio forte, exatamente como era quando menina...

- Você é linda Gi... – finalmente ele quebrou o silêncio e a beijou carinhosamente.

- Eu te amo Harry! – disse Gina, quando se separaram.

- Eu também te amo Gina... – dizendo isso Harry voltou a beijá-la, de forma intensa e ao mesmo tempo romântica, enquanto suas mãos acariciavam o corpo de sua esposa... Com certeza a noite para o casal não terminaria tão cedo...



~~

Mily:

Gente, esse cap é fofo, e espero que tenham gostado... Mas o próximo cap com ctz vai ser bem melhor! Finalmente a festa de natal, o que será que vai acontecer hein? Sei não viu...

E os presentes dessas crianças? Pra variar o Draco abalou no presente do Scor neah?! (H), mas antes que pensem o contrário, o fato de dar presentes em excesso pro filho, não significa que o Draco não seja um bom pai... Essa é a forma que ele tem de mostrar que ama o nosso loirinho *-*'

Ahhh, mais uma vez, obrigada por comentarem sempre *-*', fico mto feliz em ver vcs sempre por aqui.

Até o próximo cap.

Bjinhos

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