Na câmara secreta



Eles correram o máximo que podiam, pulando de três em três degraus, derrapando nas curvas, passando por alunos que estavam sendo evacuados, até chegar ao banheiro da Murta.
Chegando lá, Harry aproximou-se da pia, e disse em língua de cobra:
_ Abra!
Logo, a passagem estava aberta e eles pularam dentro dela, sem nem ligar em como voltariam ou o que encontrariam.
Chegando lá em baixo, começaram a correr, mas tomando cuidado de não encontrar a cobra e olhar em seus olhos.
Harry, Neville, Simas, Draco e Dino começaram a se sentir estranhos, como se estivessem se tornando lentamente menos sólidos.
Quando chegaram à entrada, pararam pela primeira vez para sentir medo. O que havia os movido até li era o amor. O amor pelas meninas que estavam do outro lado da porta, quase mortas.
Quando Harry abriu a porta, eles gelaram e entraram. Era igual ao que Harry se lembrava, exceto que ao invés de apenas uma menina ruivinha esparramado no chão, 16 meninas esparramadas no chão, por um triz.
_ Gina/Mione/Lilá/Cho/Luna/Pansy/Lily/Jane/Alice/Layla/Joanne/Samantha/ Carol/Katie/Mary/Narcisa! – cada um berrou o nome da namorada, enquanto derrapva, caindo ao lado dela.
Quando Rony tomou Mione nos braços, a sentiu gelada. Ela estava pálida, e algo nela dava uma sensação de imaterialidade impressionante.
_ Tsc, tsc, tsc! – uma voz foi ouvida atrás deles, e eles se viraram a tempo de ver Tom sair das sombras.
_ Ora seu... – ia dizendo Franco, mas foi interrompido por um barulho assustador.
Eles viram a boca de pedra se abrir e de lá sair o basilisco, que estava vindo em direção a eles.
_ Merda! – exclamara Simas e Jonas ao mesmo tempo, enquanto todos eles começavam a correr.
A cobra estava bem perto de Xeno, quando...
_ Fawkes! – gritou Harry, vendo a fênix entrando e se dirigindo ao basilisco, ferindo seus olhos e o cegando.
_ NÃO! – o grito de Lord Voldemort se fez presente.
Nesse momento, os rapazes começaram a procurar a taça e a cobra. Logo viram Nagini, se enrolando perto de Katie. Mike pulou por cima das meninas agarrando a cobra pelo pescoço, enquanto Chris sacava um cavinete do bolso, e cortava a garganta da cobra, que sangrou até morrer.
_ NÃÃÃÃOOOO!! – dessa vez o grito fora maior – Atrás dele! – ele ordenou ao basilisco, que mergulhou atrás de Lucio, Bill, Tony e Tiago.
Quando o bicho ia abocanhá-los, eles jogaram o diário dentro de sua bocarra, e ele o mordeu, destruindo assim a penúltima horcrux.
_ NNNÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO!!! – o grito dessa vez fora alto o suficiente para que até quem estivesse no Salão Principal ouvisse.
Ao lado de Harry, caiu o chapéu seletor, com o cabo de rubis aparecendo, mas apenas ele o viu.
_ MATE-OS! – ordenou Volmemort.
Quando eles acharam que a vaca ia pro brejo, Harry se pos na frente, empunhando a espada e a colocando dentro da bocarra da cobra, atravessando sua garganta, matando-a em seguida.
Mas, como da outra vez, um canino atravessou seu braço. O rapaz cambaleou para trás, sendo segurado pelo pai e Rony, enquanto a cobra caia no chão com um baque surdo.
_ Hahahaha! – a risada os fez virar, e eles viram Voldemort, parecendo mais forte, e as meninas, parecendo no último fio. Foi ai que eles perceberam o porquê da sensação de imaterialidade.
Suas mães estavam morrendo, ou seja, eles não nasceriam, deixariam de existir, sumiriam.
_ Jamais! – disseram eles.
Carlos apanhou a taça no chão, perto da Narcisa, e entregou a Simas. Draco pegou Harry junto com Rony e eles 6 se aproximaram das namoradas. Harry retirou o canino do braço, a muito custo, e segurou Gina, enquanto os outros faziam o mesmo.
Eles pegaram todos no canino, e fizeram com que elas relassem também, afinal, era a última horcrux, elas mereciam o prazer de acabar com ela.
Antes de quebrar a taça, olharam para Tom e viram o desespero em seu rosto no momento em que abaixaram o canino e estouraram a taça.
Uma luz muito forte envolveu tudo, e eles puderam ver Tom cambaleando, fraco. Sentiram o pulso quase inexistente das namoradas voltar. Sentiram o pedaço de alma morta gritar. E os viajantes puderam sentir algo dentro deles, algo muito estranho.
Quando se viraram para Voldemort, viram que ele havia sumido. Um suspiro alto fez com que eles virassem à cabeça, a tempo de ver as “adultas” se mexendo lentamente.
Logo, os namorados estavam em cima delas.
_ Lírio? – chamou Tiago, e a menina não se mexeu – Lili, fala comigo meu anjo!
_ Sai de cima de mim Potter! – bradou a menina, o empurrando.
Ele a olhou, desolado. Será que havia acontecido algo?
_ Potter? Desde quando você me chama de Potter? Você parou com isso faz tempo! – disse ele, confuso.
_ Que tal você me lembrar o motivo de eu ter parado? – disse ela, sorrindo marota. Ele riu. Safada, conseguiu pregar uma peça em um maroto.
_ Com prazer! – respondeu. Dizendo isso, se inclinou e a beijou.
Podiam ter ficado ali, minutos, horas, dias, anos e não saberiam dizer, mas algo interrompeu aquele momento:
_ Harry! – a voz de Gina se fez presente.
Quando eles viram, Harry estava por um fio, o ferimento maior que antes.
Lily e Tiago correram para ficar ao lado do filho, enquanto os outros se aproximavam e abraçavam os próprios filhos.
_ Filho, agüenta, nos vamos dar um jeito! Você já sobreviveu a isso! – disse Lily.
_ A presa não tinha machucado tanto, e ele foi curado mais rapidamente! – disse ele, num sussurro, quase inaudível.
_ Cadê a Fawkes? – disse Pansy.
Mas não havia sinal da fênix em lugar nenhuma. Harry estava perdido.
Ele colocou a mão sobre a ferida, para que ninguém tivesse que ve-la. Gina pos a mão sobre a dele, e fechou os olhos, como se tentasse curar o namorado.
E a ferida começou a brilhar levemente. Mas os únicos que perceberam isso foram os viajantes.
Eles se afastaram dos pais e colocaram a mão sobre a de Harry e Gina, fechando os olhos e pensando em curar o amigo. Logo, a luz se intensificou.
Os adultos colocaram a mão por cima, e fecharam os olhos, não pra imaginar, mas porque a luz ficou muito forte.
Existia uma mágica muito forte entre as crianças e os pais, e em momentos assim, isso se intensificava. Já haviam tido provas disso.
Após alguns segundos a luz se apagou. Quando eles tiraram a mão, viram o machucado completamente cicatrizado. Harry tinha os olhos fechados, mas respirava.
_ Harry? – chamou Luna – Tem um nargule na cabeça dele. – disse ela, sorrindo.
_ Então pede para ele sair! – murmurou o rapaz, ainda de olhos fechados, com um sorriso no rosto.
Gina sorriu de orelha a orelha, e o abraçou. Ele abriu os olhos e a beijou, sendo abraçado logo depois por Lily e Tiago.
Quando estes o soltaram, os outros viajantes se lançaram sobre eles, os abraçando.
_ Abraço em grupo! – disse Tony, e todos se abraçaram.
_ Hey! Tem alguém aqui!? – eles ouviram a voz de Arthur.
_ Pai! – gritou Rony.
Logo, uma equipe de resgate inteira estava presente, para tirá-los de lá.
Agora, todas as horcrux estavam destruídas. Voldemort finalmente era mortal... Será?

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N/A: OOOIIIIIIEEE GENTE!!!
Tá ai mais um cap, o proximo, amanhã ou depois!!
Tamo chegando na reta final!!!
Bjão e até mais!

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