O Plano



Cap. 19: O Plano

- Tia, a Potter está na ala hospitalar, mas vai ter baixa hoje. O que a senhora vai fazer?

- Draco, você só me avisa. Deixe o resto comigo.

- Como quiser, tia. Vou para o dormitório antes que alguém desconfie.

Draco Malfoy se levantou e foi para o dormitório dos sonserinos. Não havia nenhum sonserino acordado naquela hora da madrugada.


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Harry dormira em uma poltrona a lado da cama de Hemione. A garota só conseguira dormir de madrugada.

Na manhã seguinte, o garoto acompanhara a chegada da mãe de Hermione, mas não tivera coragem de acorda-la. Olhou o relógio. Estava tarde. Tinha que se arrumar para ir a aula. Estava se levantando quando uma voz fraca o chamou:

- Harry? É você? – era Laura Granger. Ele se dirigiu até a mulher e a cumprimentou.

- Bom dia, senhora Granger.

- Pra que essas formalidades, Harry? Somos agora da mesma família, não é? Como gostaríamos, eu e Jonh, de termos visto o casamento da nossa garotinha... – comentou, com um certo ar de amargura. – Queria que ele estivesse vivo. Mas a vida tem dessas coisas, não é? Mas você pode ajudar a Mione nesse momento difícil. Você, mais que ninguém, deve saber como é perder alguém que gostamos, não é, querido? Agora, só temo pela vida da minha filha.

Harry se lembrou de seus pais e de Sírius. Sentiu uma imensa dor. Mas jurou a si mesmo que iria vingar a morte daqueles que amava. Mataria Voldemort e toda a sua corja.

- A senhora pode ficar tranqüila que eu não deixarei ninguém fazer mal a Hermione. Eu prometo que a entregarei para seus braços intacta, sem nenhum arranhão.

- Oi Harry. Senhora Granger... – Gina acabara de entrar na enfermaria. - ...eu sinto muito pela perda, muito mesmo.

- Tudo bem, querida, uma fatalidade. – disse a senhora Granger com lágrimas nos olhos. – Quando perdemos alguém, costumamos ficar tão emotivos...

- Vocês dois! Já para a aula! Deixem a senhora Granger descansar!!!

- Já estamos indo. Tchau Sra. Granger. – disse Gina, acenando para a mulher.

Gina foi para a aula de Transfigurações e Harry para uma intragável de poções.

- Atrasado. Potter, sua irresponsabilidade chega a ser maior que a do seu pai... – depois, se aproximando do garoto, completou – O Professor Dumbledore lhe espera depois da minha aula em sua sala. Reunião. A senhora Potter na poderá ir, mas creio que sua amiga Weasley poderá ficar com ela.

Os dois não perceberam os ouvidos sagazes que pegava cada palavra que eles diziam. Draco Malfoy correu para a sua carteira, que dividia com Zambine e puxou o espelho de dentro das vestes:

- Tia, tenho novas informações e uma idéia. Estou no meio da aula de poções, mas vou dar um jeito de sair daqui.

- Ótimo Draco. Espero que sejam notícias importantes...

- Professor! – disse o menino, guardando o espelho nas vestes. – Posso ir ao banheiro? Já acabei minha poção.

- Claro, senhor Malfoy. E 10 pontos pra a sonserina pela sua velocidade no preparo das poções.

O menino saiu de sala e foi para o dormitório.

A aula de Snape acabou e Harry foi para a sala de Dumbledore com o professor, que crispava a boca toda vez que se lembrava de quem o acompanhava. Quando eles entraram na sala do diretor, esta estava convertida em uma sala de reuniões.

- Harry,não precisa se preocupar com Hermione. Liberei Gina das outras aulas que ela teria comigo hoje, mas ela não sabe da reunião, pois poderia contar para a a amiga, que faria questão de vir. – disse a professora Minerva, que estava sentada na cadeira logo ao lado da cabeceira, onde sentava Dumbledore. Do outro lado estava Andrômeda e Snape foi sentar-se ao lado de Minerva.

- Sente-se, Harry. Pode usar a cadeira que ladeia a professora Andrômeda. – Disse Dumbledore, que até então estava calado.

- Olá, Harry, como está Mione? – perguntou a metamorfomaga.

- Está abalada...

- Claro que está. – disse a senhora Weasley, que acabara de chegar pela lareira – A coitadinha perdeu o pai... – continuou chorosa.

Logo em seguida, foram chegando e se sentando o resto da Ordem. Então, Dumbledore começou:

- Quero que vocês saibam de algo que há muito tempo devíamos ter percebido. Andrômeda, comece.

...


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Hermione conversava com a mãe quando Gina entrou na ala hospitalar:

- Oi Mione. Você está bem? – disse a amiga correndo para abraça-la. – Oi senhora Granger. Melhorou?

- Estou melhor que de manhã...

Uma coruja interrompeu a fala da senhora Granger e jogou uma carta na mão de Hermione.

- Quem a haveria mandado...


Mione,

Espero que você esteja melhor. Vá para a casa dos Gritos, urgente. Preciso conversar com você. Leve a Gina, se estiver com ela, para que não vá sozinha. Desculpe não poder dizer do que se trata.

Melhoras, Andrômeda


- Você vai. Filha?

- Tenho que ir, mãe. E além do mais, a Gina vai comigo.

- A senhora já conhece a Andrômeda, senhora Granger. Ela que lhe trouxe pra cá.

- Ah... aquela senhora simpática... – disse a mulher, se recordando. – Pois bem, vá antes que A Madame Pomfrey venha e lhe empeça. Ela as vezes é superprotetora.

As garotas foram até o Salgueiro Lutador:

- Flippendo! – bradou Hermione com a varinha em punho. O salgueiro parou de se mexer e elas entraram pela passagem. Quando chegaram na mesma sala que o trio conhecera Sirius, uma surpresa.

- Gosto de pontualidade... e pelo visto a senhora Potter é dotada disso.

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