Silêncios e palavras



 


 


Estou de volta! Vamos em frente que ainda tenho uma longa história a contar. Espero por vocês nas notas finais...


 


 


Hermione tentou fazer o que sugeriu Isobel e se concentrou no trabalho. Faltavam 15 dias para o fim do ano letivo, 15 dias para ela partir de volta a Londres. Por isso foi com surpresa que ouviu Susan, a responsável pela portaria da escola, chamá-la em sala de aula. “A senhorita pode deixar os alunos um momento com a inspetora? Uma pessoa a aguarda e diz que é urgente”, a jovem anunciou.  


Ainda um tanto perplexa, Hermione saiu da sala. No corredor, alcançou Susan e perguntou quem era a pessoa que esperava por ela. “Disse que é um ex-colega de Hogwarts, aquela famosa escola de bruxaria inglesa. Foi lá que você estudou, não é mesmo?”, Susan sabia a resposta, já que a jovem professora sempre falava daquele local que lhe trazia tão boas lembranças.  


Quem a aguardava? Harry não se apresentaria assim, Neville não tinha motivos para procurá-la... Seria Ron? Sacodiu a cabeça para não se deixar levar por aquela esperança.  


Chegaram à portaria. O jovem alto, moreno, de barba e cabelos negros não lhe parecia familiar. Mas bastou se aproximar e o rapaz abrir um sorriso torto para reconhecê-lo. Observando-o de perto, viu que ele não havia mudado os formatos do rosto, nariz e boca. “Como vai, Hermione?”, o bruxo a saudou com um aperto de mão. “Estou bem. E você?”, sorriu ao confirmar pela voz que aquele era Ron. 


— Podemos nos encontrar num lugar tranquilo ainda hoje para conversar? – foi a proposta do bruxo. 


Ela sabia o lugar perfeito para isso. Em um pedaço de pergaminho, colocou o endereço de Isobel. “Pode ser às 19 horas?”, a garota perguntou. O rapaz concordou e logo observou que a mão direita de Hermione estava enfaixada. “O que foi isso?”, o bruxo segurou a mão da jovem com delicadeza. “Não foi nada. Preciso voltar para sala de aula”, Mione se desvencilhou do bruxo e de suas perguntas. 


A garota tentou tratar melhor do ferimento antes de seguir para casa de Isobel. Não queria que Ron soubesse que tentara fazer uma poção polissuco para usar em caso de extrema necessidade. Mas, o que era pior, falhara e acabara queimando a mão. Aquela era a primeira vez que errava ao fazer uma poção. Acreditava que o estado de grande ansiedade no qual se encontrava por não receber notícias do ruivo há 25 dias contribuíra para isso.  


Quando chegou à casa de Isobel, faltando cinco minutos para o horário marcado, não imaginou que já encontraria Ron. Mas o rapaz, mais uma vez, teve uma antecedência maior que a dela.  


Sentado à antiga mesa de madeira, Ron saboreava um chá e olhou profundamente para Mione assim que ela apareceu à porta. “Ele chegou há muito tempo?”, cochichou para Isobel. “Há dez minutos”, a bruxa sussurrou antes de acrescentar ainda em voz baixa:  


— Agora sei por que você é apaixonada por Ronald. Ele tem um olhar sedutor. E um sorriso tão espontâneo, aberto, contagiante. Sem dúvida, é um bruxo do bem. Você fez uma excelente escolha.  


— Nossa, Isobel, Ron conseguiu conquistar você em tão pouco tempo... – Mione, ainda sussurrando, comentou. 


— E olha que sou exigente – Isobel respondeu bem baixinho antes de soltar uma sonora gargalhada.  


A jovem voltou-se para Ron que agora estava de pé, próximo à mesa, e a olhava intrigado. “Como está?”, ele estendeu rapidamente a mão antes que ela tentasse lhe beijar as faces. Mione estranhou aquela atitude. Mas logo lembrou de Stefan orientando-a a evitar contato físico com o ruivo.  


— Estou bem? E você? – ela reparou que o rapaz olhava para a sua mão, que ainda tinha uma atadura, agora menor que a anterior.  


— Deixe-me cuidar desse seu ferimento – os olhos azuis - como sentia falta daqueles olhos azuis! - a encaravam. 


— Não precisa. E não insista, por favor – ela foi firme. 


— Isobel, convença Mione a me deixar cuidar do ferimento dela – Ron apelou para a amiga da jovem.  


— Faça o que ele pede, Hermione. Um auror é treinado para curar os próprios ferimentos e os dos demais. São muito eficientes nisso – Isobel falou com autoridade.  


A velha bruxa anunciou que iria para o seu escritório ler um pouco. Sugeriu que os dois se sentassem para tomar chá. Hermione fez o que ela pediu e ocupou a cadeira em frente a Ron.  


— Agora me dá a sua mão – ele voltou a insistir.  


— Não tem necessidade disso, Ron – Mione tentou dissuadi-lo.  


— Lembra do que Isobel falou? Por que não confia em mim? – o ruivo a olhava profundamente.  


— Não é isso. É que acho que antes precisamos conversar – ela justificou.  


— Tudo bem. Depois cuido da sua mão - Ron sorriu antes de mudar de assunto. - Não imaginei que me reconhecia tão fácil quando nos encontramos na escola de bruxaria... 


— Você mudou pouco os seu traços. Precisa fazer alterações maiores para ficar irreconhecível... – a garota, que tinha muito talento para aquele tipo de magia, explicou. 


— Stefan já me alertou sobre isso. Nunca fui muito bom em feitiços que exigem atenção com detalhes. Prefiro algo mais rápido e certeiro, como o Avada Kedavra – ele deu um meio sorriso. 


— Ron! Não fale isso nem de brincadeira! As maldições imperdoáveis não devem ser usadas em hipótese algum. Os fins, por melhores que sejam, não justificam os meios. Você sabe disso! A legislação mágica internacional... 


— Mione. Por favor – Ron interrompeu a garota com sua voz e olhar suplicantes; sabia que ela tinha fôlego para falar daquele tema até o fim da noite. - Desculpe pela brincadeira sem graça. Jamais usaria um feitiço desses. Mas em outros preciso me aperfeiçoar. Você não quer me ensinar a fazer uma transformação melhor? 


Apesar de estar em dúvida se aquela era apenas uma desculpa para que ficassem ainda mais próximos, Hermione não perdeu tempo. Acreditava que Ron poderia precisar usar aquele feitiço e decidiu ensinar todos os macetes do mesmo. Assim que terminaram, ela tratou de fazer todas as perguntas que a angustiavam. 


— Preciso que me dê algumas respostas. Por que veio aqui? Você lembra do que aconteceu nos últimos meses? Da última vez que nos vimos? – ela disparou.  


— Calma. Uma pergunta por vez – o ruivo ergueu as sobrancelhas. – Eu vim aqui porque estava com saudades de você.  


— E você lembra do nosso último encontro? – ela insistiu.  


Ron não lembrava. Pelo menos, não de tudo. Suas recordações do passado não ultrapassam o café da manhã tomado no hotel na Romênia, no dia seguinte ao reencontro dos dois. “Tudo que aconteceu depois daquele momento, o ataque que sofri, os dias que fiquei internado, foi apagado da minha memória”, o rapaz afirmou com certa tristeza.  


Será que ele falava a verdade? Mas por que mentiria? Stefan teria ajudado nessa recuperação e, com um feitiço, reconstituíra apenas parcialmente a memória de Ron? E por que apagara os momentos tão especiais vividos pelos dois e os ataques sofridos por ele, recordações tão importantes para que o bruxo que o perseguia fosse descoberto... Hermione não parava de pensar.  


— Eu tenho algumas lembranças que são um pouco vagas. Não tenho certeza se realmente aconteceram... – Ron a olhava de um jeito intenso.  


— Não lembra do que falou sentir por mim? - essa era a questão mais importante, a única que ele não podia esquecer.  


O ruivo parecia visivelmente atrapalhado ao responder àquela pergunta. "Hermione, não cancelo nada do que falei, nem mesmo as palavras que não recordo no momento. Mas não posso dizer mais nada sobre o que sinto por você. Stefan desconfia que alguém ou alguma força conspira para manter eu e você separados. Parece disposto até mesmo a matar um de nós dois para garantir isso. Não tenho certeza da veracidade dessa hipótese, mas é melhor não arriscar", ele estava constrangido. Porém, foi quando Mione perguntou, à queima-roupa, se ele ainda a amava que o ruivo ficou mais nervoso.  


— Você não devia fazer essa pergunta. Não podemos falar dos nossos sentimentos. Pelo menos por enquanto. Esperamos tanto. Podemos esperar um pouco mais, não acha? – ele a questionou sem muita convicção.  


— Não concordo com isso. Mas vamos deixar como está. Pelo menos por enquanto – tentando conformar-se, ela repetiu as palavras do rapaz. 


O ruivo voltou a olhar para mão de Hermione e pediu, mais uma vez, para que ela o deixasse cuidar daquele ferimento.  


Ela apoiou a mão ferida na mão esquerda do rapaz que, com a direita, tirou-lhe a atadura. “Isso aqui não está legal não, Mione. Como se machucou?”, Ron a olhou preocupado.  


— Eu estava fazendo uma poção e... Bem, ela explodiu – a bruxa foi sincera.  


— Mas você nunca erra uma poção – o rapaz arregalou os olhos.  


— Uma vez sempre é a primeira – ela tentou minimizar o acidente.  


— Qual poção estava fazendo? – e diante da hesitação da menina, insistiu: - Isso é importante para eu saber como cuidar melhor de sua mão.  


Não adiantava mentir. Ela contou que estava fazendo a poção polissuco e o bruxo disse já imaginar que seria essa. O rapaz conhecia suficientemente Hermione para prever as suas ações. “Não tente me ajudar a descobrir quem está nos perseguindo. Fica fora disso. Aurores experientes já estão envolvidos nessa investigação”, ele insistiu.   


— Feche os olhos que vou cuidar da sua mão – Ron pediu.  


Mione o olhou hesitante. Ron arqueou a sobrancelha direita, parecendo pedir mais uma vez para a bruxa confiar nele. Hermione sorriu antes de fechar as pálpebras. Sentiu um calor envolvente e reconfortante quando o ruivo derramou algumas gotas de um antídoto em sua mão. Só podia ser algo bom.  


Ao abrir os olhos, ela viu, com surpresa, que sua mão estava totalmente curada. Deu um sorriso aberto para o bruxo, que a contemplava com grande ternura. Ron sempre cuidara dela. E agora não era diferente. Constatar isso a fazia muito feliz. 


No segundo encontro dos dois na casa de Isobel, a jovem bruxa tinha um propósito. Precisava contar para o rapaz que estava voltando para Londres e tentar convencê-lo a retornar à capital inglesa. 


Antes de se recolher ao escritório, Isobel conversou sobre a poção curativa usada por Ron na mão de Mione. “Não ficou sequer uma cicatriz! Que magia fabulosa é essa?’, ela perguntou.  


— Com certeza já ouviu falar das ieles, criaturas mágicas, semelhantes às ninfas, que vivem nos bosques romenos. Elas costumam ser perigosas para alguns trouxas que se aventuram nas florestas sem pedir permissão. Para nós, bruxos, são muito úteis. As ieles é que preparam essas poderosas poções curativas – Ron contou.  


Isobel quis saber os ingredientes e o rapaz disse que aquele era um segredo que as ieles não dividiam com ninguém. Quando a velha bruxa saiu da sala arrastando os pés, Hermione sentiu-se à vontade para fazer uma ceninha de ciúme.  


— Eu li em um livro sobre os bosques romenos que as ieles são bonitas e gostam de atrair os homens. Alguma delas já tentou te seduzir? – Mione disparou.  


— Elas preferem ter pouco contato com os bruxos. Vi algumas, mas sempre à distância. Nem reparei se são bonitas ou feias. Existe apenas uma beleza que me seduz, Hermione, e há muito tempo – ele a olhava decidido.  


— Sei... Lembro muito bem da sua paixonite pela Fleur no Torneio Tribuxo e de seu queixo caído pela Madame Rosmerta sempre que íamos ao Três Vassouras... – Hermione, com as mãos na cintura, lembrava a senhora Molly quando brigava com os filhos.  


— Mione! Você ainda não esqueceu dessas bobagens da adolescência? Fleur agora é minha adorável cunhada, uma irmã para mim, mãe da minha linda sobrinha. E Madame Rosmerta deve estar em algum asilo bruxo – ele deu uma risada.  


— E você continha sendo o bruxo que fica abobalhado sempre que vê uma bruxa bonita? – ela insistiu.  


— Sim. Completamente abobalhado. Mas só quando vejo uma única bruxa bonita. Linda, por sinal – Ron voltou a dar o seu irresistível sorriso torto.  


— Interessante. Se você achasse essa bruxa tão linda assim, talvez falasse dos seus sentimentos por ela – Hermione não suportava mais aquela distância de Ron.  


— Eu... eu nem deveria ter falado sobre isso. Foi você que provocou com esse seu ciúme de ieles e de fantasmas da adolescência. Agora somos adultos, conhecemos muito bem nossos sentimentos. Mas, principalmente, sabemos do grande perigo que corremos permanecendo juntos – a voz de Ron, que começou vacilante, agora era firme.  


— Sempre enfrentamos perigos juntos. Não sei por que agora tem que ser diferente - ela o olhava com tristeza.  


— Claro que tem que ser diferente. Na nossa jornada em busca das horcruxes, eu era muito inexperiente. Morria de medo de te perder, mas não tinha a real dimensão do perigo que corríamos. Agora sou um auror. Minha responsabilidade é maior - o azul dos olhos do rapaz estava mais escuro.  


— Até quando a gente vai precisar ficar distante assim, Ron? - ela estava aflita.  


— Espero que não demore muito, Mione. Também não estou suportando mais ficar longe de você – ele desabafou. 


— Ron, tem uma coisa que preciso te dizer. Eu vou voltar para Londres – Hermione estava ansiosa para dar aquela notícia. 


— Sério? Imaginei que estava gostando de morar aqui... – ele franziu as sobrancelhas.  


— O Canadá foi muito importante no período que acabei de concluir em minha vida. Agora, que a gente se reencontrou, começou outro momento. Não quero mais ficar tão distante da minha família, da Gina, do Harry e, especialmente, de você... – por fim admitiu.  


Ele sorriu, sem disfarçar o quanto o fato de Mione querer ficar mais perto dele o alegrava. Mordeu os lábios. “Vamos ficar ainda um pouco distantes. Mas a Inglaterra é menos distante da Romênia que o Canadá”, Ron falou para decepção de Hermione.  


— Você não pensa em mudar para Londres? – ela não conseguiu segurar a pergunta.  


— Penso, sim. Mas não agora. Estou ganhando mais dinheiro e experiência na Romênia. Não que eu tenha muita ambição. Só não queria ter uma vida tão difícil como à da minha família e ser obrigado a dar coisas de segunda mão para os meus filhos – o ruivo respondeu.  


— Se não tiver tantos filhos como os seus pais, não vai precisar de muito dinheiro – ela sorriu, logo depois sentindo o rosto queimar ao pensar na possibilidade daqueles filhos também serem dela.  


O ruivo deu uma gargalhada. Depois, parecendo perceber a inibição da menina, ficou sério. “Reencontrar você fez com que eu voltasse a ter alguns sonhos”. O coração de Hermione deu um salto. O ruivo não disse mais nada. Nem precisava. Algo dentro dela não deixava dúvidas de que tinham o mesmo sonho: formar uma família. Parecia algo impossível, já que haviam se distanciado muito e, por força das circunstâncias, não podiam se reaproximar. Mas, naquele momento, ela se recusou a pensar nas dificuldades. Permitiu-se simplesmente acreditar na esperança. 
 


* * * * * * * * * * * *


 


Para ouvir antes, durante ou depois de ler o capítulo:


Unconditionally


http://bit.ly/2dbS91d


(Katy Perry)


Oh, no, did I get too close?
Oh, did I almost see
What’s really on the inside?
All your insecurities
All the dirty laundry
Never made me blink one time


Unconditional, unconditionally
I will love you unconditionally
There is no fear now
Let go and just be free
I will love you unconditionally


So come just as you are to me
Don’t need apologies
Know that you are a worthy
I‘ll take your bad days with your good
Walk through this storm, I would
I’d do it all because I love you
I love you

(...)
 


 


Olá de novo!


Esse é o espaço no qual também esclareço (quando necessário) algo sobre o roteiro da fic e dou alguns (leves) spoilers para motivá-los a continuar por aqui! :-)

Uma pessoa próxima me alertou que quase ninguém tem paciência para acompanhar histórias longas. Apenas as muito bem escritas, como a saga Harry Potter, conseguem prender os leitores. Talvez seja por isso que alguns já debandaram (kkkkkk); seja como for, eu mesma fico achando que devia cortar alguns trechos e capítulos. Falo sobre isso porque esse capítulo que acabaram de ler era um dos que pensei em limar. A ideia seria apresentar as visitas de Ron a Hermione no Canadá brevemente e em flashback. Não consegui. Achei fundamental mostrar que não é apenas Hermione que está se arriscando; Ron também enfrenta perigos para estar com a garota. Depois, mesmo se a fic já teve algumas cenas de ciúme, curti especialmente essa de Mione toda mordida por causa das ieles e rememorando as atrações de Ron por Fleur e Madame Rosmerta! Daí, achei que o capítulo valia a pena...

Gostaria de saber a opinião de vocês sobre isso e sobre a história de modo geral. Para quem preferir me mandar um e-mail, o endereço é
 [email protected]. Sei que nem todos curtem comentar. Mas ainda assim, fico instigando vocês porque é importante saber o que estão achando. 


Beijos!



 

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Comentários (6)

  • Morgana Lisbeth

    Olá, meninas! Desculpem não ter respondido antes... Preferi postar primeiro o novo capítulo. Mas não posso deixar de escrever umas palavrinhas para cada uma que dedicou seu precioso tempo fazendo um comentário.Lehleh,  essa amnésia de Ron é mesmo um mistério. Muitas perguntas no ar, não é mesmo? As respostas vão começar a chegar. Bem, pelo menos uma vontade sua estou atendendo (kkkkk): Harry entra em cena no próximo capítulo e terá uma importante participação na trama. Beth, pode não parecer, já que a história tem tantas reviravoltas, mas o que mais quero é que esses dois fiquem juntos para sempre. Claro que não tenho a ilusão de que não vão brigar, mas que sejam briguinhas suaves kkkkk Aninha, esse cuidado de Ron com Mione é algo que nos conquista mesmo. Acho que assim ele foi conquistando Hermione também <3 Nicole, viva você! Espero que minha longa história continue fazendo com que viva momentos felizes. Agora que Mione chega à Inglaterra, os Potter e os Weasley vão ter uma participação maior. Mas o centro da história ainda é ocupado por Ron e Mione, claro. Beijos Ana Clara!!! Que bom que mesmo quando tarda, você não falha! Atendi o seu pedido e já tem um novo capítul on line. Se precisar desaparatar, não deixe de aparatar novamento, por favorzinho. Beijins :* 

    2016-09-23
  • Ana Clara Molina Ramos

    Morgana! Desculpe pela demora dessa vez........vida tão corrida! Quero que saiba que quando uma fic é boa mesmo, não importa o tamanho do capitulo....eu vou ler com todo meu prazer e amor por Romione A fic entrou em uma parte diferente e emocionante ao mesmo tempo. Não vemos a hora do Grande momento deles poderem ficar realmente juntos, mas sabemos que as emoções de cada capitulo mexem com nosso psicológico. Rony ter aparecido assim só me enche de perguntas sobre o que pode acontecer e não vejo a hora de respondê-las. POR FAVOR,MORGANA!! Sou uma leitora fiel, quero mais capitulos logo......por favorzinho! *-* #AguardandoPorMaisUmCapituloDessaFicMaravilhosa

    2016-09-23
  • NicoleCP

    Pois eu AMO histórias longas! Mas bem escritas . Que, por sinal, é o caso da sua. Já tô é angustiada com esse mistério todo!! Pq eles não podem se aproximar?? Dizer que ama?? Quero é pegação, gente!!! HAHAHAHA Sério mesmo, tô gostando bastante da história. Só não demora a postar, pelo amor de Jah (quando demora muito a gente fica desanimado pra acompanhar) P.S. Cadê núcleo Harry e Gina? E família Weasley? (é o hábito) P.S. 2: Não gosto dessa Isobel (tô achando que ela quer babar esse relacionamento)

    2016-09-21
  • AninhaGWeasley

    Oi! Não consegui comentar em todos os capítulos, mas já cheguei aqui kkkkkAchei tão amor o cuidado de Rony com Mione

    2016-09-20
  • Beth Lovegood

    A sua fic prende tanto a gente, Morgana. Ficamos na expectativa de saber o que vai acontecer... Rony e Hermione têm esse poder de nos conquistar. Estou na torcida para quem vençam todas essas dificuldades e fiquem juntos, definitivamente, vivendo esse amor lindo! ❤️❤️❤️

    2016-09-20
  • lehleh potter

    Amei o capitulo, como sempre, realmente não dava para mostrar essa cena em um flashback, a gente ficaria com um gostinho de quero mais, eu ainda estou com um gostinho de quero mais, Rony realmente se esqueceu dos dias maravilhosos que viveu ao lado da Mione ou só esta fingindo? E se ele esta fingindo, será que é para protegê-la? Mas protege-la do que? Mas se ele realmente não se lembra de nada, será que foi só uma fratura no cérebro ou Stefan apagou de proposito? E porque ele apagou? Hermione vai descobrir mais indo para a Inglaterra? Os familiares sabem desse pequeno acontecido dele? E cadê o HARRY?(estou sentindo a falta dele na Fic, sabe como é que é, o carinho é muito grande) Esses são os grandes mistérios que rondam essa fic, e só quem a acompanhara saberá desvenda-los, e eu estou realmente ansiosa para isso, posta logooooooooo!

    2016-09-20
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