Desencontros






O nome do capítulo já diz a que veio. Todo o encontro traz um desencontro e desse embaralhar de encontros e desencontros se faz a vida.





Para ouvir antes, durante ou depois da leitura do capítulo:


It‘s not goodbye


(Laura Pausini)


http://bit.ly/2cU8wRm


 


 


 


"De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.


De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.


De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.


Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente."


(Vinicius de Moraes)


 


 


 


O escritório de Stefan Hablinschi era sóbrio, em tons cinzentos, tinha uma poltrona confortável e uma grande mesa com poucos objetos. Quando o chefe dos aurores fechou a porta, Hermione voltou a ser ela mesma, perdendo os cabelos louros e olhos verdes. Era a primeira vez que Stefan via a sua verdadeira aparência.


— Você fica bem melhor assim - aquele também era o primeiro sorriso do auror para ela. - Na minha sala todos os feitiços são desfeitos e novos feitiços não podem ser lançados. Mas não se preocupe que ninguém pode entrar aqui e muito menos ouvir a nossa conversa.


Ela tinha várias perguntas a fazer e, aos poucos, quase todas foram respondidas. Ron havia sido atacado ainda no Canadá, na noite em que ele e Hermione se encontraram na lanchonete. Como ficou com amnésia, foi encaminhado para um hospital trouxa onde permaneceu durante uma semana. Encontrado por Stefan, levado de volta à Romênia, recuperou parcialmente a memória.


A conversa foi interrompida quando Hermione reparou nos dois porta-retratos que estavam na mesa de Stefan. No primeiro aparecia o auror, uma bela mulher de cabelos castanhos cacheados e olhos verdes e um casal de adolescentes. Imaginou que aquela era a família dele. Mas foi a segunda imagem que atraiu a jovem bruxa.


Na foto estavam dez pessoas usando vestes escuras de frio e tendo como pano de fundo as montanhas cobertas de neve. Duas pessoas, em especial, despertaram a atenção dela: o ruivo que amava e uma jovem loura e sorridente ao lado do rapaz. Hermione jamais se esqueceria daquele rosto, que vira apenas no casamento de Harry e Gina.


— Essa é parte da minha equipe. Da esquerda para direita estão Bernhard, Henrik, Matteo, Aleksander, Marian e... Bem, esse aqui você conhece muito bem, não é mesmo? Depois de Ronald está Torben... - ele citou ainda três nomes, porém, Hermione não conseguiu mais prestar atenção.


Não gostou de ver Ron ao lado de Marian, mesmo se aquela era apenas uma foto. Com uma pontada no coração, foi obrigada a reconhecer a beleza da ex-namorada dele. Os olhos azuis se destacavam no rosto rosado, o sorriso era radiante e, para contemplar, ainda tinha sedosos cabelos louro-dourados. "Tudo bem com você?", Stefan perguntou. Provavelmente havia percebido que ela analisava cada detalhe de sua linda "rival".


Stefan continuou a conversar com Hermione. Ele acreditava que Ron estava sendo rastreado. Na opinião do bruxo, o feitiço do anel não tinha sido totalmente desfeito e estava funcionando como um rastreador. A jovem olhava para o auror incrédula, mas foi surpreendia ao ver o bilhete encontrado junto ao ruivo pela equipe de resgate do pronto-socorro canadense. "Vamos avisar pela última vez. Se quiser permanecer vivo, afaste-se dela", dizia o pergaminho.


— Acho que falam de você. Eu não queria me meter em sua vida. Muito menos no seu relacionamento com Weasley. Mas acho que o melhor é ficarem distantes um do outro. Pelo menos enquanto não prendemos a pessoa que vem fazendo esses ataques e ameaças - o auror argumentou.


— Não posso ficar totalmente distante de Ron e, caso tenha esquecido, sou uma bruxa. Posso ajudar a capturar quem está promovendo esses ataques - ela rebateu.


— Sim, eu sei disso. Como sei também que tem grande talento e coragem. Ronald já havia me falado sobre suas habilidades, mas agora eu mesmo pude comprovar. Nunca entendi porque não quis ser auror - Stefan estava sendo mais simpático do que Hermione imaginara ser ele capaz.


— Sempre prefiro os embates de ideias aos físicos. Não gosto de lutar - a garota justificou.


— De qualquer forma, mesmo se é altamente capacitada, a senhorita não pode se envolver nessa questão. É uma responsabilidade dos aurores. Como quem está sob ameaça é um integrante de nossa equipe, a investigação está nas mãos do Departamento de Aurores da Romênia - ele falava com firmeza, como quem não permitia contestações.


— Mas Ronald é um bruxo inglês e foi atacado no Canadá. A questão deveria ser levada ao Conselho Internacional dos Aurores e avaliada por...


— Senhorita Granger! Por favor, não se meta nesse assunto. Apesar do Weasley ser seu amigo e um ex-namorado, a questão não te diz respeito - o bruxo deixou o jeito cortês de lado e voltou a ser autoritário. - Vamos fazer assim. Fique longe dele e de toda essa situação por um mês. Acredito que, nesse período, Ronald vai recuperar totalmente a memória e o caso será solucionado.


— Como pode saber? Tem certeza que conseguirá garantir a segurança de Ron? Depois, como o senhor falou que no bilhete eu era indiretamente citada, há de convir que a questão me diz respeito sim! - apesar de assustada com toda aquela situação, ela não permitiria ser intimidada.


— Peço que me desculpe pela forma como falei e o meu péssimo inglês - Stefan sorriu. - Mas estou dizendo que deve ser assim para garantir a segurança de vocês dois.


— Agradeço sua preocupação. Mas vou dispensá-la - Hermione não queria negociar.


— Minha cara Hermione, infelizmente, não poderá ser do que jeito que você quer. Ronald já foi transferido para um local isolado e seguro onde vai ficar até se recuperar por completo. Sempre zelo pela segurança de quem atua na minha equipe, com ele não será diferente - o sorriso dessa vez pareceu cínico.


— A completa recuperação e a segurança de Ron são de meu interesse pessoal. Não posso aceitar ficar totalmente excluída de todo esse processo - ela se recusava a perder o rapaz novamente de vista.


— Trabalho com Weasley há mais de dois anos. Ele é um excelente auror, mas, no início, agia de forma muito impulsiva, correndo riscos desnecessários. Por isso vivia se ferindo e se metendo em enrascadas. Acompanhei-o de perto para que ficasse mais prudente e assertivo em suas atuações. Hoje ele é o melhor auror de minha equipe. Mais do que isso. Considero Ronald como um filho. Aliás, eu perdi um filho que, se fosse vivo, teria a idade dele. Garanto a você que Weasley está em segurança - pela primeira vez Hermione sentiu simpatia pelo bruxo, reparando nas fincadas rugas em volta dos olhos castanhos de Stefan.


— Não posso ver Ronald? Assim ficaria mais tranquila - a jovem insistiu.


— Por enquanto não, Hermione. Assim que ele estiver bem, dou minha palavra, irá procurá-la. Se isso não acontecer em trinta dias, venha novamente à minha sala para conversarmos - o auror foi firme, mas não rude.


— Espero que isso se resolva antes de trinta dias - a bruxa estava triste de tanta saudade do ruivo.


— Eu também espero. Só mais uma coisa. Preciso ficar com seu anel - ele estendeu a mão direita.


Hermione sorriu demonstrando sua relutante concordância antes de tirar o anel do dedo. Ao receber a delicada joia, o chefe dos aurores olhou de um jeito sério e entristecido para a garota. "É um belo anel", Stefan comentou.


A bruxa despediu-se do auror com um aperto forte de mão. Não queria que fosse assim, mas, como não tinha jeito, esperaria por Ron durante 30 longos dias.


 


 


 


* * * * * * * * * * *


 


 


 


Aquele era o momento mais difícil da vida de Hermione. Precisava tomar uma decisão que significaria libertação e morte ao mesmo tempo. A segunda retomada do namoro estava sendo ainda mais complicada para ela. Tinha certeza que amava Ron, mas, quando estava com o rapaz, sentia uma angústia e um medo infundados.


Agora começara a ter pesadelos. Todas as noites. O sonho era quase sempre igual. Ron caia num abismo, ela tentava ajudar, mas não conseguia.


Não havia lógica naquilo. Era apenas um pesadelo. Mas acreditava, com todas as forças, que Ron corria risco ao lado dela e precisavam terminar o namoro. Falou das suas angústias para a mãe, que a encaminhou a uma psicóloga trouxa. Foi aquela profissional que a encorajou a seguir o próprio sentimento. "Se não estamos bem em um relacionamento, precisamos ter a coragem de romper com ele", a terapeuta afirmou.


Marcou de encontrar com o rapaz na cantina trouxa que frequentavam com certa regularidade. Ele amava pizza e sempre gostava de ir ao local.


— Eu tenho que falar uma coisa muito difícil. Não sei muito bem como dizer... - Hermione estava visivelmente constrangida.


— Fala logo, Hermione. O que é? - Ron ficou preocupado.


— Não sei como vai receber isso... Mas, na verdade, a gente tem que terminar o namoro - ela falou logo, antes que perdesse a coragem.


— Hermione! Você enlouqueceu?! Terminar de novo?! A gente voltou a namorar há menos de quatro meses. Você foi à Noruega atrás de mim para reatar o namoro - o ruivo parecia realmente surpreso.


— Sim, eu fui até lá porque queria voltar a namorar você, mas... Não dá certo, Ron. Nós dois somos muito diferentes e... - Hermione tentava explicar o que nem ela entendia muito bem.


— Ué? Mas que novidade é essa? Você sabe que nós somos diferentes há muito tempo - ele não aceitaria terminar mais uma vez o namoro com facilidade.


— Você tem razão... A grande questão não é essa. A questão é que sinto que você não está feliz ao meu lado e eu, de minha parte, estou muito confusa - a garota conseguiu se expressar com clareza.


— Quem disse que não estou feliz? Só tenho sentido você muito distante... Mione, me fala sinceramente! Você está gostando de outro cara? - as orelhas dele ficaram vermelhas.


— Claro que não, Ron. De que outro cara eu poderia estar gostando? Só existe você na minha vida - Hermione sentia-se aflita.


— Acredito em você, mas nossos últimos beijos foram frios. Eu senti que você não estava à vontade, parecia indiferente. O que aconteceu? - o rapaz queria fazer aquele desabafo há uma semana.


— Não posso negar. Estou preocupada, tensa, confusa... - ela sabia que seria difícil fazê-lo compreender e seus olhos já estavam marejados.


— Está com algum problema? Podemos tentar resolver isso. Juntos. Não tem por que a gente se separar - Ron suavizou o tom da voz.


— Ron, você mesmo já comentou que eu ando séria e quieta demais, não acho graça das suas piadas bobas, que sempre me fizeram dar gargalhadas... Eu não sei muito bem o que vem acontecendo. Seria simples dizer que não gosto mais de você, que estou apaixonada por outra pessoa. Mas não é a verdade. Por que vou dizer isso? - a jovem mostrou-se segura.


— Mione, não é possível que você não saiba, mas, para o caso de ter esquecido, preste bem atenção. Eu te amo. Não quero me separar de você. Só aceitaria isso, mesmo assim lamentando muito, se você me convencesse que não me ama mais. Porque acho, sinceramente, que você também me ama - o bruxo a olhava com uma intensidade desconcertante.


— Eu não posso dizer que não te amo, Ron - a menina não conteve algumas lágrimas.


— Se você não pode dizer que não me ama, então você me ama! E se você me ama, não tem por que terminar o namoro - ele falava com firmeza.


— A gente precisa terminar! Isso é muito dolorido, mas é assim que deve ser - a voz de Hermione agora era decidida.


— Não vou deixar você ir embora sem ter um motivo convincente para isso. Você já deu muitas provas que me ama. Se não amasse, não teria ido atrás de mim na Noruega e voltado a me namorar. Eu sei que você é uma pessoa que sabe o que quer. Essa confusão que diz estar sentindo não combina com você - Ron tentava conter as lágrimas.


— É, Ron, de fato sempre fui muito decidida. Mas agora eu me sinto confusa, o que posso fazer? Eu tenho andado muito aflita. Sinto uma angústia, um medo inexplicável, sempre que estou com você - ela fez nova tentativa de explicar o que afligia.


— Por acaso você não está com algum daqueles problemas trouxas que afetam a mente... Como é mesmo? Depressão? Síndrome de... Síndrome de pavor? - o ruivo já tinha conversado sobre esses temas com a mãe de Hermione.


— Síndrome de pânico, Ron! - ela finalmente sorriu. - Eu estou indo numa psicóloga. Ela acha que preciso de um acompanhamento, mas, definitivamente, não estou deprimida e nem com síndrome de pânico.


— Então sou em que vou ficar deprimido... Longe de você eu me sinto sem chão, perdido, triste, confuso. Não quero me apoiar em você, eu me viro sozinho, lógico. Mas minha vida fica completamente sem graça sem você ao me lado - ele apelou.


— Ron, eu... Tenta me compreender, por favor. Você é muito importante para mim, mas do que imagina. Sempre foi. Eu não queria te fazer sofrer... - Hermione quase voltou a chorar.


— Mas está fazendo, Hermione! - Ron cortou a fala dela de forma agressiva.


— Você pelo menos acredita que essa não é minha intenção? - os olhos dela suplicavam compreensão.


— Quero acreditar para tudo ter algum sentido. Porque se eu não acreditar, vou achar que esse tempo todo fui um grande idiota por ter estado com você, por arriscar tanta coisa por nós dois - ele abrandou o tom da voz.


— Da minha parte, não foi diferente. Mas o que estou sentindo agora é um problema meu, que devo solucionar. Preciso de um tempo só para mim - a garota não abriria mão daquela tão sofrida decisão.


— Tudo bem, vou dar o tempo de que precisa. Espero que você sinta falta de mim - Ron a olhava com grande tristeza.


— Vou sentir, com certeza - Hermione segurou o choro.


— A ponto de você mudar de ideia? Porque eu não vou suportar perder você para sempre - ele não conseguiu mais reter as lágrimas.


— Agora preciso ir para o Ministério - a bruxa tinha que cortar aquela conversa antes que voltasse atrás em sua decisão.


— Vamos? Eu acompanho você - o rapaz, enxugando as lágrimas, parecia ainda não ter assimilado aquela separação.


 


 


 


* * * * * * * * * * *


 


 


 


Já tinham se passado vinte dias desde a conversa com Stefan. Para Hermione, parecia uma eternidade. Não aguentando mais esperar, foi procurar Isobel. Queria desabafar com a amiga e renovar as forças para suportar os dez intermináveis dias que faltavam até a conclusão do prazo pedido pelo chefe dos aurores da Romênia.


— Chegou na hora do chá. Sente-se, minha querida - Isobel a recebeu com a mesa posta com duas xícaras.


— Sempre sabe quando venho, não é? - Hermione abraçou a amiga. - Imagino que saiba também o motivo de minha visita. As duas sentaram-se à mesa. Somente depois que já havia bebido metade do chá e comido algumas torradas com geleia, Hermione começou a falar. "Estou querendo ir atrás do Ron", foram as suas primeiras palavras.


— Eu sei. Mas essa não é a melhor decisão. Espere ele vir até você - a bruxa de olhos bondosos sugeriu.


Hermione não queria seguir aquele conselho. Argumentou que Ron corria perigo, sequer sabia se ele tinha se recuperado da amnésia parcial, não podia perdê-lo mais uma vez.


— Quem disse que você vai perder o Ron? Não acredito que ele vá permitir isso - Isobel foi firme.


— Mas, quando o visitei no hospital, ele ainda estava chateado comigo. Não recordava de tudo que aconteceu nos últimos meses, nem mesmo que foi um feitiço que nos afastou... - Hermione argumentou mais uma vez.


A velha bruxa pediu que terminasse o chá com calma. Conversaram sobre outros assuntos. Hermione havia pedido demissão da Escola de Bruxaria de Westminster e voltaria para Londres. Já tinha conseguido trabalho no Ministério da Magia da Inglaterra. Mudara-se para o Canadá com o objetivo de fugir de Ron e do forte sentimento que ainda tinha pelo rapaz. Agora não queria mais ficar distante dele.


— Com essa mudança, vai encurtar a distância entre você e Ron. Mas dois mil quilômetros ainda vão separar vocês dois... - Isobel, que lamentava a partida da amiga, alertou-a.


— Sim, a distância ainda será grande, mas um pouco menor. Também vou estar perto dos meus pais e isso é bem importante para mim nesse momento - a garota respondeu sem esconder a carência que experimentava.


As duas amigas se despediram com mais um abraço forte. Hermione sentiria muita falta de Isobel, mas precisava partir em busca do seu futuro. E sabia que o mesmo estava ligado ao de um apaixonante bruxo de cabelos vermelhos.


 


 


* * * * * * * * * * * *


 




Sei que esse não é um capítulo fácil. A conversa com Stefan foi dura, o flashback mostrou o sofrido momento da última ruptura de Ron e Hermione e a angústia dela está longe de chegar ao fim...


Acho que quem leu o prólogo já entendeu que essa fic não é daquelas de leitura prazerosa o tempo todo. A história fala de separações, mágoas e do sofrido caminho de volta para (re)encontrar o amor. Mas quem quiser me acompanhar até o fim vai também sorrir com novos momentos fofos e divertidos.


Você tem coragem ou também está com medo do destino?



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Comentários (4)

  • Morgana Lisbeth

    Oi, Lehleh! Obrigada pelo comentário longo! Eu amo! <3 <3 <3  Esse Stefan não é lá muito simpático mesmo. Mas nem todos os antipáticos são do mal! kkkkk E Isobel... Bem, toda bruxa tem uma certa ambiguidade, está entre o bem e o mal, correndo o risco de se encantar (apenas) com o poder que vem da magia. Não foi assim com os bruxos das trevas?  Com relação ao sentimento de Ron com o fim de namoro, na verdade ele não sentiu raiva e sim perplexidade. Esse é o terceiro e definitivo (até o momento) término dos dois. Relatei apenas a segunda ruptura, que foi por iniciativa dele, depois que Mione deu aquela crise de ciúme da secretária do Departamento dos Aurores, e agora essa terceira ruptura. Como a fic está apresentando os flashbacks aos poucos, só vou falar sobre a primeira vez que romperam daqui a oito capítulos. Mas a primeira reconciliação, que aconteceu no baile de formatura de Mione em Hogwarts, já abordei, no capítulo 06 - Visita inesperada.  Bem, Ron está vencendo aos poucos as inseguranças, mas ainda tem seus medos. Por isso tinha que desconfiar que existia um cara, um pivô para o fim do namoro kkkkk    O próximo capítulo não vai demorar! Aguardo mais um comentário looongo seu. Beijins

    2016-09-16
  • lehleh potter

    Posta logo! Amei o capitulo, tinha um olho nas minhas lagrimas, mas eu não me importei, estou muito desconfiada desse Stefan, é serio, estou começando a desconfiar de todo mundo, até mesmo da Isobel, agora eu é que fiquei com síndrome do pânico, realmente já não fazia mais sentido a Mione ficar no Canadá, ela já deveria ter tomado essa decisão bem antes, agora ela vai ter noticia do Ron a todo o momento, (com todo o pessoal d' Toca- principalmente com a Ginna-, com o Harry, tentando pesquisar alguma coisa no ministério ou até mesmo se disfarçando de detetive e indo para a Romênia). Essa cena do termino deles foi muito forte para mim, é como se tudo tivesse acabado e que eles não voltariam mais, ainda bem que é só um flashback e que ela sentiu saudades dele de novo, mas se foi esse o segundo termino deles não entendo porque o Ron ficou com tanta raiva assim, eu adorei quando você deixou explicito o que a Mione estava sentindo, meu professor disse que quando uma mulher fala que quer dar um tempo os homens pensam que ela encontrou outro cara e que se não der certo com esse tal cara ela vai voltar, mas se der certo ela não vai nem avisar que o homem pode parar de esperar por ela, e foi exatamente isso que o Rony pensou, que ela estava apaixonada por outro cara, achei tão bonitinho. Desconfiando ou não, essa despedida de Mione com Isobel me emocionou muito, afinal não é fácil se despedir de uma amiga querida. Esperando o próximo capitulo ansiosamente, beijos!

    2016-09-16
  • Ana Clara Molina Ramos

    Nossa Morgana! Foi um capitulo emocionante! Meu Deus! Esse término? O quanto eles sofreram com isso e o quanto estão sofrendo agora.....e ele nem se lembra! Ela voltou para perto e achei isso a melhor opção que Mione poderia ter tomado. Esse Stefan? Não confio também! 20 dias sem notícias......muito tempo Merlin! Já quero o próximo capitulo!!! *-*

    2016-09-14
  • Morgana Lisbeth

    Oi, Aninha! Vc chega sempre tão rapidinho para deixar seu comentário e alegrar meu dia! Obrigada por me acompanhar e me incentivar a atualizar a fic. Bem, como vc merece um "leve" spoiler, adianto que temos mais 20 capítulos pela frente! Com fôlego para acompanhar? kkkkkkk

    2016-09-14
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