Departamento dos Aurores





Oi, gente linda! Como estão vocês?

Saudades de alguns leitores que não têm comentado...

Nas notas finais conversamos um pouco mais *_*





Por que o ruivo não lhe mandava sequer um bilhete? Essa era pergunta que Hermione se fazia e para a qual não encontrava uma resposta. A proximidade com o casal Potter, que visitava com certa frequência, consolava um pouco o coração daquela jovem e eficiência funcionária do Ministério da Magia.


Hermione convidou os dois para jantar em sua casa. Não tinha uma data especial a comemorar, queria simplesmente que os amigos conhecessem melhor os pais dela. Harry e Gina gostaram muito da sobremesa preparada pela mãe da garota, a torta de maçã tipicamente francesa, também conhecida como tarte aux pommes.


A sra. Granger decidiu repetir a receita para presentear o casal e a garota, que pouco visitava o Departamento dos Aurores, foi até lá entregar a torta a Harry. Ao entrar na sala do amigo, ficou surpresa ao encontrar com Aretusa, a simpática amiga de Mary Elizabeth.


— Bom dia... Não imaginei que se conheciam... – Hermione foi espontânea.


— Olá, senhorita Granger. É um prazer revê-la – Aretusa abriu logo um sorriso.


— Pelo visto já foram apresentadas. Talvez não saiba, mas Aretusa Connolly é uma das maiores especialistas do mundo em poções e veio prestar uma consultoria ao departamento – Harry explicou.


— Conheci Aretusa na semana passada. Ela é amiga da nova secretária do meu departamento, Mary Elizabeth Thompson – a garota retribuiu ao sorriso da bruxa.


— Eu e Liza fomos muito amigas na infância. Depois que ingressei em Hogwarts, mantivemos pouco contato. Não imaginava que a encontraria por aqui – a bruxa irlandesa falava sempre com a voz alta.


Nesse momento alguém bateu à porta, pedindo licença. Um rapaz de meia estatura, olhos castanhos, cabelos encaracolados da mesma cor e pele morena entra na sala. Potter tratou de apresentá-lo às duas bruxas. David Scott, que vinha dos Estados Unidos, estava começando a ministrar um treinamento para os aurores.


— Seja bem-vindo, Scott. Vamos nos ver com frequência nas próximas duas semanas. Também estou prestando um serviço ao Departamento – Aretusa apertava a mão do rapaz com entusiasmo. 


— Muito prazer, Scott. Espero que tudo corra bem durante sua estadia em Londres – Hermione foi formal e simpática. 


— Obrigado, Aretusa, obrigada senhorita... - aguardou Harry falar o nome completo da amiga, que repetiu em seguida – senhorita Hermione Granger. O prazer foi meu em conhecê-las.


Quando Hermione ficou sozinha com o amigo, ela pôde expressar a sua curiosidade. “Você está revolucionando este departamento, hein? Contratou dois bruxos para ministrar treinamento”, a garota comentou.


— Fiquei relativamente bom em poções depois de usar o livro do Príncipe Mestiço, mas sempre podemos melhorar - ele deu uma risadinha. - Um auror precisa de poções eficientes e Aretusa está nos dando algumas orientações. Quanto ao Scott, ele está aqui para nos ajudar a identificar com mais rapidez bruxos infiltrados no Ministério.


— Bruxos infiltrados? Você acha que existem bruxos infiltrados aqui? – Hermione arregalou os olhos.


— Mione, sempre corremos esse risco. Não custa ficar atento – o rapaz sorriu.


 


 


 


Há dois meses, desde o fim do namoro, Hermione evitava encontrar com Ron. O bruxo, no entanto, não dava tréguas e não passava mais de uma semana sem procurar por ela. Aquele período de 10 dias sem cartas e visitas inesperadas era o maior tempo em que ficavam distantes depois de terminaram pela terceira vez. Sabia, porém, que logo teria que enfrentar novamente aquele ruivo de belos olhos azuis. 


Harry comemoraria 20 anos dentro de dois dias e, nessa mesma data, ficaria noivo de Gina. A inteligente bruxa não queria ir à festa, que aconteceria n’A Toca, para não reencontrar o ex-namorado. Mas nenhuma desculpa seria boa o suficiente para justificar a ausência de Hermione diante de seu melhor amigo e daquela temperamental e querida ruivinha. 


Como convenceria Ron a não insistir numa reconciliação? O rapaz havia procurado por ela pessoalmente quatro vezes e sempre pedia para voltarem. Mesmo sofrendo, Hermione mantinha-se firme em sua decisão. Por mais dolorido que isso fosse, tinha convicção que o ruivo ficaria mais feliz e seguro distante dela. 


Lembrava ainda com grande dor da última vez que haviam se encontrado. Depois de terminar o estágio no Ministério da Magia da Inglaterra e do curso na Noruega, Ron não recebera propostas de trabalho. O ruivo decidiu fazer contato com grupos de aurores espalhadas por outros países da Europa. Enquanto aguardava ser convocado para alguma missão, voltou a ajudar Jorge na Gemialidades Weasley. 


Ao sair de sua sala, no fim do expediente, Hermione ficou surpresa ao encontrar Ron a aguardando no corredor do Ministério da Magia. “Vim visitar o meu pai e decidi passar por aqui para saber como você está”, foi a desculpa do ruivo. 


O diálogo, que começou de forma cordial, terminou com os dois aos berros na porta de entrada do Ministério. 


— Hermione, você não pode fazer isso comigo. Eu sou completamente apaixonado por você – Ron falava com a voz muito alta depois de ouvi-la repetir, mais uma vez, que não havia possibilidade de reatarem o namoro. 


— Ronald, por favor. Não pense que isso é fácil para mim, mas não podemos ficar juntos. Você, especialmente, corre grande risco. Não sei dizer por que, mas sinto isso – Hermione tentou argumentar. 


— Que se dane! Não tenho medo! Melhor correr todos os riscos ficando ao seu lado do que viver uma vida segura longe de você – o ruivo elevou ainda mais a voz. 


— Mas tem que ser assim. Por favor, não insista – ela falou em tom de quase desespero. 


— Vou insistir sim!!! A não ser que me convença do contrário! – Ron já estava quase berrando e suas orelhas adquiriam o tom escarlate. – Por acaso você não me ama?! 


— Eu prefiro não responder a essa pergunta... – a menina desviou o olhar. 


— Preciso de uma resposta!!! VOCÊ NÃO PODE DEIXAR DE ME RESPONDER!!! – os funcionários que saiam do Ministério olhavam para o jovem casal com espanto. 


— PARA DE GRITAR, RONALD BILLIUS! VOCÊ NÃO PODE ME TRATAR ASSIM – lágrimas pesadas desciam pelas faces vermelhas de Hermione. 


Ainda assustada com essas lembranças, tentava concentrar-se no presente. Não gostava nem de pensar que tinha sido convidada para ser madrinha do casamento de Harry e Gina, marcado para maio do próximo ano, ao lado do ex-namorado. Insistiu com o rapaz, implorou que encontrasse outro acompanhante para ela. Mas Potter foi firme. “Vocês são meus melhores amigos. Quero os dois juntos. Pelo menos nesse dia. Ron já aceitou. Faça isso por mim”, argumentou. 


 


 


 


Nas duas semanas que se seguiram à visita ao Departamento dos Aurores, Hermione encontrou apenas uma vez com Aretusa, quando a simpática bruxa almoçava novamente com Mary Elizabeth. Quase todo o dia, porém, esbarrava em David Scott, seja nos corredores, elevador ou refeitório. Se a princípio ficou indiferente ao rapaz, aos poucos começou a antipatizar com ele. Trazia sempre um sorriso um tanto enigmático e a olhava com um misto de interesse e curiosidade. 


A garota almoçava sozinha no refeitório do Ministério. Algumas vezes dividia a mesa com outros funcionários do seu departamento. Quando estava com presa ou preocupada com algum assunto, dispensava as companhias. Concentrada nos próprios pensamentos, não percebeu que alguém se aproximava. 


— Olá! Posso sentar com você? – Scott, que segurava a bandeja com a refeição, sorriu. 


— Acho melhor procurar outra mesa. Já estou terminando – Hermione foi seca. 


— Mas não posso ficar aqui enquanto termina? - ele perguntou sentando-se à mesa. 


— Bem, você já se sentou, não é? Mas não vou demorar a me levantar – a bruxa avisou. 


— Tranquilo. Eu só quero te fazer algumas perguntas – o auror a olhou de um jeito desconcertante. 


— É um interrogatório? - ela estava cada vez mais desconfiada em relação a David Scott. 


— Queria saber se notou algo diferente ou suspeito desde que reingressou no Ministério da Magia – Scott continuava a encará-la com firmeza. 


— Qual é a razão dessa pergunta? – Hermione, que era muito perspicaz, respondeu com um questionamento. 


— Hermione... Posso chamá-la assim? – diante do silêncio da bruxa, ele prosseguiu – Hermione, o chefe dos aurores me garantiu que você é uma pessoa de inteira confiança. De qualquer forma, acho melhor que seja Potter a falar da minha missão aqui.


— Então é melhor que seja ele também a me fazer qualquer questionamento, caso necessário – a garota foi firme.


— Algum funcionário com o qual teve contato nesse período fez perguntas sobre a sua vida pessoal?  o rapaz, parecendo indiferente às palavras da garota, manteve o tom de interrogatório. 


— Quem está perguntando sobre a minha pessoal é você – Hermione já ficara irritada. 


— E então? Lembrou de alguma coisa, não foi?  o auror continuava a olhá-la atentamente. 


— É normal que os colegas de trabalho façam algumas perguntas sobre a vida pessoal para se conhecerem melhor – decididamente, ela não contaria nada para aquele auror, em quem não confiava. 


— Caso aconteça algo suspeito, lembre-se que é seu dever comunicar isso imediatamente ao Departamento dos Aurores – o rapaz continuou, com a fisionomia muito séria. 


— Dispenso seus conselhos. Como funcionária do Ministério da Magia, sei perfeitamente bem quais são as minhas obrigações – as faces de Mione estavam vermelhas. 


— Não precisa ficar nervosa. Vi que já terminou de almoçar. Pode levantar quando quiser – ele falou de forma mais tranquila. 


— Estou indo. Não me aborde dessa forma outra vez. Se for uma questão de interesse do Departamento dos Aurores, peça ao Potter para me procurar – ela saiu rápido, pisando firme. 


 


 


 


Depois da discussão no Ministério da Magia, ela temia um novo confronto com o ruivo durante o noivado de Harry e Gina. Respirou fundo, pronta para encarar o momento. Olhou-se uma última vez no espelho. Usava um vestido preto pouco acima dos joelhos, de corte reto e decote em v com delicados bordados. O escarpin salto 10 e os cabelos presos num coque clássico completavam o visual simples e alinhado ao mesmo tempo. 


Não foi fácil chegar À Toca e reencontrar Ron. Ele usava uma calça cáqui, blusa de malha fina cinza, blazer azul marinho e tênis de cano alto na mesma cor. Uma combinação um tanto ousada e extremamente elegante. Depois do fiasco do fraque roxo e abóbora, parecia que o ruivo tinha adquirido bom gosto para se vestir. “Gui me deu algumas dicas”, o bruxo havia confessado sorridente quando ainda namoravam. Na opinião de Hermione, que obviamente ela guardaria em segredo, o rapaz estava lindo. Melhor era não olhar muito para ele caso quisesse evitar uma recaída. 


O problema era que o coração da jovem bruxa insistia em bater descontroladamente na presença de Ron. Mas manteve-se firme. Cumprimentou-o com aparente frieza e ficou distante a maior parte do tempo. Mas uma das surpresas da festa fez cair por terra seu plano de defesa contra o sentimento que ainda nutria pelo rapaz. 


— Agora, em preparação à grande festa que teremos em nosso casamento, convidamos os casais de padrinhos a nos acompanhar nessa dança – Gina anunciou. 


Sem ter tempo de pensar num novo plano de fuga, Hermione se viu no meio da pista de dança com sua cintura enlaçada pelos braços fortes de Ron. 


— Não foi uma boa ideia dançarmos juntos...  – Hermione falou depois de um intenso silêncio no qual imaginou passar indiferença, embora as fortes batidas do coração e as mãos frias denunciassem toda a emoção que sentia. 


— Você está blefando. Sei que está gostando de dançar comigo – Ron mostrou na voz a mesma firmeza com que a conduzia pela pista. 


— Não estou não. Mas desde que não conversemos, podemos concluir essa dança – ela mirava algum ponto distante para fugir dos olhos azuis do rapaz. 


— Pode ficar calada se não tem nada a me dizer. Mas eu tenho muita coisa para falar com você – o ruivo demonstrava decisão. 


— Acho melhor ficar em silêncio. Já nos machucamos demais – ela temia uma reação tensa do rapaz. 


— Se não quiser me ouvir, vou falar alto para todos da festa escutarem o que preciso te dizer – o ruivo deu voz ao temor da menina. 


— Não é necessário fazer chantagem. Pode falar então – ela respondeu de forma mais branda. 


— Mione, não diz nada ainda. Ouça apenas tudo o que preciso falar. Estou lutando todo esse tempo e já não consigo mais – Ron parou de dançar, segurou as mãos da menina e começou a se aproximar dela. 


— Ron... O que você está fazendo? Assim vai estragar tudo... – Mione reclamou enquanto se desvencilhava do rapaz ao perceber o perigo daquela proximidade. 


— Eu só preciso dizer tudo que está preso aqui dentro. Tenho lutado muito para te esquecer. Fiz tudo que estava ao meu alcance... Mas reconheço minha derrota. Eu só peço que me dê uma última chance de reconquistar você – o ruivo disparava com emoção enquanto procurava novamente as mãos da menina. 


— É questão de tempo... Sei que vai encontrar outra pessoa que vai te amar mais do que eu e será muito feliz com ela – aquelas palavras eram como uma faca atingindo o coração de Hermione, mas precisavam ser ditas para que Ron tivesse coragem de seguir um novo caminho. 


— Não quero outra pessoa! Eu só quero você – Ron soltou as mãos da menina com energia, mostrando toda irritação que sentia. 


— Nós já tentamos três vezes e foram experiências muito dolorosas. Não dá certo. Para que sofrer mais uma vez? – Hermione alterou-se. 


— O meu sofrimento longe de você é muito maior. Na verdade, insuportável. Estou deixando de lado todo meu orgulho e suplicando uma nova chance – o ruivo abaixou o tom da voz. 


— Ron, definitivamente, não dá mais. Eu não quero. E não posso. Como deve saber, estou indo para o Canadá. Fui convidada para dar aula em uma escola de bruxaria de lá e resolvi aceitar – ela falou com ênfase. 


— Sei que você está indo para lá. Eu provavelmente não vou ficar na Inglaterra. Mas se a gente tiver a coragem de tentar mais uma vez, não será a distância que vai atrapalhar – os dois estavam parados no meio da pista de dança e o rapaz tinha lágrimas nos olhos. – Eu prometo me esforçar para ser melhor. Vou ser menos impaciente, menos ciumento, menos implicante. E também mais carinhoso, mais atencioso com você... 


Naqueles segundos de suspensão, nos quais permaneceu em silêncio, Hermione pensou em dizer sim. Ron a abraçaria e em seguida dariam um beijo, ou melhor, beijos apaixonados. Mas no final daquela noite, em seus sonhos, voltaria a se desesperar ao ver o rapaz escapar de seus braços. Não! Não suportava mais aquela angústia! Por isso a sua resposta foi firme. 


— Por mais que queira, você não vai mudar. E eu também não. Vamos continuar agredindo e magoando um ao outro. Quanto mais distantes ficarmos, melhor – a jovem bruxa, que tinha os olhos marejados, achou melhor usar as brigas como desculpa já que para Ron seus medos eram injustificados. 


— Hermione, presta atenção – ele voltou a se aproximar e ela temeu não resistir se o ruivo tentasse beijá-la. – Eu acho que merecemos outra chance. Mas essa vai ser a última vez que insisto com você. Se não aceitar, pode ter certeza que nunca mais vou te procurar. 


— Não podemos. Se insistir, vai ser ainda mais sofrido para nós dois – ela falou sem esconder a emoção. 


— Você não me ama? É por isso que não quer tentar? – o jovem voltou a fazer a recorrente pergunta. 


— Não é essa a questão. Somos muito diferentes... – a garota  insistiu. 


— Essa é a questão! A única questão que importa – o rapaz estava transtornado. 


— Precisa ser assim. Não quero voltar a namorar com você. Por favor, não me procure mais. Temos que ficar longe um do outro – a dor era abissal e bruxa sentia que havia esmagado o próprio coração. 


— Tudo bem. Você escolheu assim. Vou aceitar a sua decisão – Ron falou rápido e secamente, virando-se e caminhando com pressa. 


A bruxa não viu mais o rapaz naquela noite. E nem nas noites que se seguiram. O ruivo cumpriu o prometido. Não procurou mais por ela. E mesmo se distante dos olhos, Ron não saiu do coração de Hermione.


 


 * * * * * * * * * * * *


 


Para ouvir antes, durante ou depois de ler o capítulo:


Magnetised


http://bit.ly/2dDJX63


(Tom Odell) 


See those birds go across the sky
Few thousand miles they fly
How do they know which way to go
Somehow they always seem to know


They say mother nature is never what we see
I wish I had a little mother nature in me
Wish I had a little mother nature in me

‘Cause it‘s not right, I‘m magnetised
To somebody that don‘t feel it
Love paralyzed, just never gonna need me
Sure the world keeps the moon in the sky
She keeps me hanging on
She keeps mee hanging on


See the couple lying on the bus
Falling asleep with so much trust


I wish I had a chance to let them know
That love is like a flower in the snow
(...)

‘Cause it‘s not right
I am magnetised to somebody that don‘t feel it
Love paralyzed
I know you never gonna need me
Sure the world keeps the moon in the sky
She keeps me hanging on
She keeps mee hanging on
She keeps me hanging on
Love decides, water‘s black
When you love someone that don‘t love you back
(...) 







Aqui estou novamente! O que acharam?

O flashback foi bem sofrido, né? Aconteceu a ruptura definitiva, que vai resultar nos dois solitários anos em que Mione e Ron ficaram distantes, ela no Canadá, ele, na Romênia. No presente, o ruivo continua sumido e a garota tendo que conviver com a saudade, a preocupação e os novos bruxos que vêm invadindo o Ministério. Algum suspeito? Não esqueçam que o culpado muitas vezes é o que parece mais inocente. Ah, e claro, não custa lembrar que novos personagens ainda vão aparecer até o fim da história.

Beijos! :-)

 

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Comentários (3)

  • Morgana Lisbeth

    Oi, meninas! Obrigada pelos comentários!Lehleh e Ana Clara, este capítulo é sofrido mesmo, de cortar o coração e - acreditem! - doeu demais escrevê-lo. Mas era necessário para que entendam a grande mágoa de Ron, que o ruivo mostrou muito bem quando Hermione encontrou com ele pela primeira vez na Romênia. Leh, acho que também estou na sua enooorme lista de suspeitos, né? kkkkk Clara também suspeitando do Scott... Pois é, ele está agindo de um jeito antipático mesmo. Mas parece que Harry confia nele. Ou não? Cadê o Ron? Pois é, Mione está fazendo essa mesma pergunta... Ele deve ficar ainda uns dois capítulos desaparecidos. Não me estupore, por favor kkkkkk

    2016-10-05
  • lehleh potter

    o comentario vai ser rapido, e desculpe os erros de portugues, é que eu estou atrasada para a aula, olha o que essa fic faz, que termino sofrido gente, Mione e Ron esmagaram meu coração e depois pisotearam com salto 20, isso é tragico, vocês são muito maus, não gostei. E esse Scott, outro para suspeitar, estou suspeitando até da mãe da Hermione, até do Harry e da gina, minha lista de suspeitos está grande, então pare de aumentar ela, se não eu só vou desvendar esse misterio ano que vem, e você Ron trate de aparecer logo!

    2016-10-04
  • Ana Clara Molina Ramos

    Morgana! Mulher, que flashback mais sofrido mesmo.... ai meu coração! Tinha que ser tão spfrido assim? Eles são o melhor casal, nada disso tinha que ter acontecido. Mas nós entendemos as circunstancias. Amei essa frase: "Melhor correr todos os riscos ficando ao seu lado do que viver uma vida segura longe de você", por mais que me tenha doído. Não gostei do Scott. Muito suspeito ele... uma hipotese é que ele se apaixone pela Mione e estrague tudo. MORGANA, cadê o Ron? Por Deus! Olha a angustia da Hermione....não faz isso com ela. Tadinha! Desculpa pela falta de um comentário no ultimo capitulo, mesmo! Posta mais logo...por favor!

    2016-10-04
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