Doce ilusão



Capítulo 6 – Doce Ilusão

Querida Hermione,

Eu estou bem! Mas… DRACO MALFOY está na
nossa casa?

Hermione fechou os olhos quando leu a pergunta de Harry. Ela quase que podia jurar ter ouvido o amigo gritar com ela como se estivesse à sua frente.

Achaste seguro trazê-lo para a nossa casa? Já agora também está a dormir numa das nossas camas?

Hermione esboçou um sorriso de culpa. “Já que falas nisso…, pensou ela.

Enfim… Tu lá sabes… Espero sinceramente que saibas o que estás a fazer e que tenhas muito cuidado com ele. Sabes que ele não é de confiança, Hermione. Eu… Eu não quero ver-te magoada novamente. Não por causa dele.
Quanto ao berrador do
Draco. Realmente, juntar os pedaços todos do pergaminho foi difícil, mas consegui encontrar coisas interessantes… Tentei procurar sinais de magia nele e encontrei, no verso do pergaminho, uma pequena marca pouco comum, que ainda estou a estudar. Também detectei um estranho rasto de magia. Sim, eu sei que os berradores estão envoltos em magia, mas era uma magia estranha e pouco usual… Nunca tinha visto nada disto antes! Assim que tiver mais novidades, eu aviso-te!
Isto aqui na Nova Zelândia está um bocado caótico. Não que o grupo de bruxos Voldemort-wanna-be sejam bem sucedidos, mas como são desorganizados, dificultam-nos a vida. É que no meio da desorganização deles existem pistas que mostram que eles estão a ser “comandados” por alguém. O que é muito estranho…
Parece-me que vamos cá ficar mais uns dias para além do prazo estipulado.

Beijinhos,
Harry Potter

PS.: Antes de te escrever, mandei uma coruja ao Ron a avisá-lo que a serpente oxigenada está em nossa casa. Ele deve estar aí a chegar.


A sério?”, pensou Hermione irónica. “Ninguém diria! Quem me dera ter sabido disso à mais tempo…”. Hermione olhou para Snow, a sua coruja, que dormia com a cabeça debaixo da asa. Interiormente, a morena amaldiçoo-a por ela não ter avisado que tinha chegado, mas também devia estar cansada… Com o olhar cheio de carinho, Hermione meteu a mão na gaiola, cuja porta estava aberta e coçou ligeiramente o pescoço da sua coruja. Snow tirou a cabeça debaixo da asa, abriu os seus grandes olhos pretos, soltou um pio de satisfação e voltou à posição inicial.

Hermione ouviu o chiar característico da porta do quarto de Ron. Sorriu internamente ao imaginá-lo praguejar por ainda não ter composto aquele assobio. A morena seguiu para o quarto de banho para se aquecer depois da chuva que a ensopou até aos ossos.

Fechou a porta atrás de si, ao mesmo tempo que se sentava no chão, de joelhos flectidos. Ao fechar os olhos, reviveu a manhã que teve. De rompante, levantou-se do chão determinada a esquecer tudo que se tinha passado. Não ia desperdiçar quatro anos da sua vida em que lutou contra qualquer tipo de sentimento que pudesse nutrir por Draco. Abriu a água quente e meteu-se debaixo do chuveiro.



Draco ouviu a porta de Ron fechar-se e encheu-se de coragem. Suspirou fundo e, já vestido, saiu do quarto de Hermione. Viu a morena entrar no quarto de banho e a sua coragem desvaneceu-se. Sentia-se a pior pessoa do mundo. Baixou o olhar e saiu de casa.



Depois do seu duche, Hermione sentia-se realmente revigorada. Vestiu umas calças de ganga super confortáveis, uma t-shirt branca e uma camisola de lã castanha de gola descaída. Calçou as suas botas de cano alto e penteou os seus caracóis.

Bateu ao de leve na porta do seu quarto e não ouviu resposta. Pé ante pé, entrou no quarto. Encontrou a cama feita e a t-shirt com que Draco tinha dormido em cima da cama.

- Eu não acredito que ele saiu de casa!

Sentou-se na cama, agarrou na t-shirt e cheirou-a sonhadoramente. Como quem a acorda de um bonito sonho, Hermione dobrou a camisola e pousou-a junto aos pés da cama.



Ao vaguear pelas ruas desertas de Londres, Draco sentia as pequenas gotas da chuva a bater-lhe na face ao serem sopradas pelo vento.

Enrolado no cachecol que tinha conjurado para si, o loiro parou em frente a um conceituado bar bruxo.



Ao passar à frente do quarto de Ron, Hermione ouviu o leve ressonar do amigo. Sorriu ao imaginá-lo a dormir na cama que ele tanto gosta. Quando Ron veio morar com Hermione e com Harry fez questão de trazer a sua cama d’ A Toca, alegando que ia conseguir habituar-se a uma nova cama.

Flashback

- Ron! Nós podemos comprar-te uma cama nova, sabes?

- Eu sei, Harry! Mas eu gosto da minha. – respondeu o ruivo ao olhar para a cama com ar de cachorro abandonado.

- E quando voltares cá a casa? – perguntou-lhe a Mrs. Weasley.

- Eu trago-a.

- Isso não tem jeito nenhum, Ron. – respondeu Hermione. – Também vais levá-la contigo quando fores viajar com os dos
Chudley Cannons?

- Não, senão eles gozam comigo.

- Como é óbvio! – respondeu Harry enquanto reprimia uma gargalhada.


Fim de Flashback

- Vou deixar-lhe um bilhete a dizer que saí à procura do Draco. – disse Hermione para si mesma.



- Boa tarde. É uma dose de whisky de fogo com duas pedras de gelo. – pediu Draco ao barman.



O frio daquela gélida tarde de Fevereiro e a chuva quase que trespassavam as camisolas e o casaco de Hermione.

Quem mandou aquele loiro oxigenado sair de casa com este tempo?”, pensava enquanto dava mais uma volta do cachecol em torno do seu pescoço, “E eu a pensar que em minha casa ele estava seguro. Realmente estaria se ele não se tivesse aventurado rua fora.”.

Desesperada por encontrá-lo, Hermione tentava recordar-se de possíveis locais onde ele poderia ter ido.



- Olá!

Draco levanta o olhar do seu terceiro copo de whisky de fogo para a pessoa que o tinha acabado de cumprimentar: uma mulher de fartos cabelos castanhos, uns olhos negros hipnotizantes e uma boca rosada.

A morena desanimou-se ao ver Draco baixar novamente a cabeça para o seu copo.

- O meu nome é Hera. E o teu?

Draco levantou, novamente, o olhar e ao examinar novamente a mulher que estava sentada ao seu lado concluiu que ela era um autêntico pecado. Ele perguntou-se como é que ela poderia estar de algum modo interessada no seu nome.

- Está bem. Não precisas de me dizer o teu nome. – disse a moça. – Mas eu posso por um sorriso nesses lábios. – concluiu, enquanto humedecia os seus próprios lábios com a ponta da língua e encaminhava a sua mão para o membro de Draco, ainda escondido pelas calças de ganga que trazia.

- O… quê…?

Foi tudo o que conseguiu dizer ao olhar, pela terceira vez, para Hera. Ela estava vestida para atacar. Botas de cano alto pretas; mini-saia da mesma cor, que deixava as suas pernas de fora, camisa branca, pelo menos dois números abaixo do que seria aceitável, aberta até meio, o que deixava revelar uns seios perfeitos num soutien roxo escuro. O cabelo castanho escondia e revelava-os consoante os movimentos da mulher.

- Então? Que me dizes? – perguntou ela cruzando as pernas escandalosamente.

O loiro não conseguia sequer raciocinar direito.

- Bem, vou considerar a tua ausência de resposta como um sim.



Hermione saiu do Hyde Park, desiludida. Pensara, ingenuamente, que ele poderia ter-se dirigido para um local calmo que o fizesse esquecer onde ele estava. Hyde Park era o local ideal para isso. Suspirou e continuou a vaguear pelas ruas de Londres.

Ao passar em frente ao Snitch Pub, Hermione estacou. Olhou pela montra e não gostou do que viu.



Hera deu a mão a Draco e ajudou o loiro a levantar-se do banco onde estava afundado. Sentiu a sua cabeça a girar levemente e pensou que poderia ser do facto de ter bebido quando ainda estava sob o efeito de poções.

A morena sorriu de lado para o barman e encaminhou Draco para uma porta lateral.



-Quer dizer! Eu aqui preocupada com o menino que ainda está em convalescença, e ele aqui num bar qualquer com uma mulher qualquer.

Hermione discutia consigo mesma num monólogo de duas personalidades.

- Eu vou-me embora. Vou para casa, de onde não devia ter saído.

A morena parou ao fim de dois passos.

- Eu sou curandeira e ele, acima de tudo, é meu paciente.



Hera abriu uma cortina e encaminhou Draco para a pequena sala iluminada a meia-luz.

- Não me vais dizer o teu nome?

- É importante que o diga?

- Não. – Depois de lhe tirar o casaco, a mulher empurrou o loiro para trás, de forma sedutora, que caiu confortavelmente numa poltrona.

Rapidamente se sentou no seu colo, de frente para Draco, numa visão aterradoramente irresistível.

- Hermione…

- Se quiseres que eu seja a Hermione, eu sou. – disse-lhe Hera ao ouvido. Um arrepio percorreu o corpo do loiro. – Eu sou quem tu quiseres, pelo tempo que quiseres.



Hermione fervilhava de tanta raiva. Se por um lado queria deixá-lo naquele bar, entregue nas mãos daquele mulherzinha vulgar, por outro, tinha o dever de ir lá buscá-lo. Paixão contra racionalidade. Ciúme contra responsabilidade.



Hera movia-se com uma lentidão dolorosa. Passava as mãos no peito de Draco, já com a camisa meia aberta que deixava adivinhar os belos peitorais do loiro. A língua ágil de Hera desenhava todos os contornos do que estava à mostra. Cheio de coragem e confiança, Draco passeava livremente pelas pernas da morena. Paixão? Amor? Todos os sentimentos reprimidos dentro do seu peito à quatro longos anos estavam, agora, à flor da pele, a saltarem por todos os poros daquela pele alva.

A morena sabia bem o que fazia. Numa rapidez incrível, colocou-se de joelhos, entre as pernas de Draco. As suas mãos com longas unhas roxas arranhavam o peito do loiro numa suavidade agonizante.

Pequenos gemidos ouviam-se de Draco e Hera deliciava-se. De vez em quando olhava para a cortina escura que estava no lado oposto da sala. Desapertou o cinto de Draco e as suas calças. Mas não as tirou…

Num misto de surpresa, Draco reagiu e levantou a morena para cima de si.

- Hermione… - disse, antes de assaltar a boca com avidez.



- Boa tarde.

- Boa tarde. Que deseja?

- Eu quero um sumo de abóbora, se faz favor. – disse uma Hermione cheia de confiança para cima do barman.

- É para já!



As suas bocas separaram-se e Hera levantou-se. Tirou a gravata, cujo nó chamava ainda mais atenção para os seus seios, e atirou-a para o chão.

Draco comia-a com os olhos, como se houvesse amanhã. Hera sentou-se no seu colo, de costas para ele, e deitou-se no seu peito. A mão do loiro agarrou rapidamente o seio esquerdo da mulher, que gemeu falsamente, perante o gesto de Draco, e olhou para a dita cortina negra.



- Olhe… - interpelou Hermione, quando o barman lhe colocou o copo de sumo à sua frente. – Eu estou à procura de um amigo meu. Ele disse que estaria à minha espera neste bar. Por acaso não o viu?

- E como é que o teu amigo é?

- Ele é alto, magro, loiro de olhos azuis. – descreveu Hermione, ocultando certos detalhes como Costas maravilhosamente esculpidas, bumbum de meter inveja não só a mulheres como a homens. “Que raio de confiança é que dei a este gajo para se estar a fazer a mim?”, pensou a morena, ao ver o barman colocar-se à sua frente, com a sua cara a um palmo da cara da morena.

- Não, não vi.

- De certeza? Ele não se costuma atrasar… Eu tinha combinado com ele às 17h e como pode ver já são 17h33. – Concluiu ela, olhando para o seu relógio de pulso.

- Tenho a certeza que não passou aqui ninguém com essa descrição.

- Obrigada.

O barman voltou as costas a Hermione para atender outro cliente.

Ah claro… Ele não está cá! O que eu vi pelo vidro foi uma miragem!”, pensou, enquanto sorvia o seu suco pela palhinha. Olhou de relance pela porta lateral por onde Draco momentos antes tinha passado e relançou o olhar para o barman.



Numa coordenação estrema, Hera movimentava-se para cima e para baixo na simulação de um acto sexual. Draco delirava cada vez mais, não conseguindo controlar os seus gemidos. A mulher mexia-se sempre a olhar para a cortina negra, de onde um par de olhos observava tudo atentamente.



Num movimento ligeiro, Hermione tirou a sua varinha do cós das calças, concentrou-se e disse num pequeno murmúrio um feitiço.

- Tempus parare.

Hermione olhou para o seu relógio e viu o ponteiro dos segundos parado. A morena sabia que tinha poucos minutos até o feitiço deixar de fazer efeito. Levantou-se rapidamente da cadeira ao balcão, onde deixou ficar dez sicles de prata para pagar o sumo de abóbora.

Em movimentos cautelosos, próprios de quem já batalhou na vida, Hermione esgueirou-se pela pequena porta de tons avermelhados. Depois dos seus olhos se habituarem à escuridão, Hermione passou pela cortina e viu, pela segunda vez naquele dia, uma imagem que não agradou.

De dentes cerrados, a morena chamou o loiro de todos os nomes possíveis e imaginários. Suspirou profundamente para se acalmar e afastou a morena com um simples feitiço. Pegou na mão de Draco e este acordou do efeito do feitiço.

- Hermione… - gemeu ele.

- Anda, Malfoy. Vamos para casa.

- Hermione…

A curandeira, a muito custo, levantou-o. Assim que estava de pé, as forças de Draco falharam.

- Draco!

Ao ouvir o seu nome, Draco baixou o olhar até ao da morena.

- Por favor! Colabora.

Hermione olhou-o nos olhos e constatou que ele estava febril, o que confirmou quando colocou a sua pequena mão na testa transpirada de Draco.

- Quem te mandou sair de casa? Agora estás pior. Devias ter tomado as poções às 15h. – disse lhe, num tom meigamente repreendido. – Merlin queira que eu consiga aparatar com ele. – pediu ela.

- Hermione… - a voz dele nos seus ouvidos preenchia-lhe a mente e bloqueava-lhe os pensamentos. – Porque paraste?

- Parei o quê, Draco?

- O que estávamos a fazer, Hermione…

Hermione concentrou-se no seu apartamento e aparatou no exacto momento em que olhava atentamente para a mulher.

Assim que desapareceram o feitiço desvaneceu-se. Hera levantou-se confusa.

Ainda agora eu estava com o loiro.”, pensou ela.

- HERA!

A mulher encolheu-se. Já sabia o que vinha por aí.

- Desculpa. Ele desapareceu. Não pude fazer nada.

- Desapareceu? DESAPARECEU? – disse o homem dono dos olhos que espreitavam pela cortina negra ainda há instantes. – Foi porque foste pouco cativante.

- Eu tentei! Tu viste que eu tentei.

- Não o suficiente.

O homem tirou a varinha do bolso de trás das calças. Hera já sabia o que se ia passar. Tinha sido assim desde que tinha feito este maldito acordo com ele.

- Esta foi a gota de água, Hera. – conclui ele. – Até tenho pena de desperdiçar uma cara bonita como a tua. Mas de que me vale a tua beleza se não tens cérebro? Avada Kedavra.



Com o estalo, apareceram em casa, onde Draco se deixou cair de joelhos a tremer.

- RON! Ajuda-me!

- Hermione… Perdoa-me, Hermione.

- Claro, Draco. – dizia a morena sem lhe prestar atenção. – RON!

- Que se passou, Hermione?

- Hermione por favor! Eu não te quis magoar!

- Eu sei! – respondeu para o loiro. – Esta coisa burra saiu de casa sem minha autorização. Apanhou frio, bebeu álcool estando sob o efeito das poções e estava quase a fazer sexo com uma mulherzinha qualquer no Snitch Pub.

Ron abriu os olhos em tom de espanto. O ruivo agarrou um braço de Draco e colocou-o em torno do seu pescoço para o levar para a cama.

- Hermione… Porque paraste? Eu pensava que me querias tanto como eu te queria.

- Paraste o quê, Hermione? – questionou Ron, confuso.

- Não sei… Está com esta conversa desde que o fui buscar ao bar.

- Hermione…

- Ele está a delirar por causa da febre. São meras ilusões. – respondeu Hermione. – Vais-me buscar uma bacia com água fria e o pergaminho e a pena que estão na cozinha, se faz favor Ron?

- Claro. Precisas de mais alguma coisa?

- Não.

Ron foi à cozinha e voltou com o que Hermione lhe tinha pedido. A morena molhou um pano na água fria e colocou-o na testa de Draco, logo após dar-lhe uma poção para a febre, uma para o sono e outra para os feitiços que ele tinha sofrido.

- Importaste que eu saia esta noite? – perguntou Ron, com as mãos atrás das costas e o olhar baixo.

Hermione espantou-se.

- Porque me estás a perguntar isso? Claro que podes sair.

- Não é que como tens esse cá em casa, pensei que quisesses que ficasse contigo.

- Não Ron! Está tudo controlado.

- Então vou tomar um banho e vou sair, sim?

- Claro. Diverte-te. – disse-lhe Hermione. – Mas depois tens de ma apresentar.

Ron voltou-se para a amiga e deu-lhe um beijo na testa.

- Se calhar não precisas que ta apresente.

A morena levantou o sobrolho. Trocou o pano da testa de Draco e continuou a escrever o relatório que tinha de enviar a Brooke.

- Hermione…

A morena deixou cair o pergaminho e a pena ao chão, borrando o relatório. Como não era burra nenhuma, começou a juntar as peças do puzzle.

De certeza que ele saiu de casa desnorteado por causa do que se passou. Foi até ao Snitch Pub onde bebeu álcool. Como se eu não o conhece-se minimamente. E foi ter com uma mulher, ou a mulher foi ter com ele, não interessa, morena de cabelos encaracolados.”. Hermione pensava enquanto mexia no próprio cabelo. “Uma mulher parecida… comigo… “Hermione… (…)Porque paraste? (...) O que estávamos a fazer, Hermione… (...) Perdoa-me, Hermione. (...) Eu pensava que me querias tanto como eu te queria.” Ele estava a viver uma doce ilusão…”, concluiu ela com pena do loiro.

- Sim, Draco?

- Amo-te… Amo… te…


N/A:
Olaaaa! Sim, sim eu sei! Ando desaparecida... Não actualizo, não comento as fics que ando a seguir... Mas tenho uma boa desculpa! Aliás várias!! Acabei o semestre da faculdade e teoricamente, como não precisei de fazer exame, porque passei na frequência com uma optima nota, estou de férias, certo? ERRADO! Tive de fazer uma pesquisa bibliográfica sobre uma doença à minha escolha para o último estágio que fiz e ainda tenho de ir apresentar esse trabalho e o anterior (um relatório de 80 e tal páginas). Enfim... Isto de se estar de férias, sem as poder gozar um bocadinho deprime-me... Para além disso, eu sou tipo a "explicadora" da minha turma. Sim, porque as pessoas que foram a exame, quase que acamparam na minha sala só para eu lhes explicar a matéria... Se calhar vou começar a cobrar as minhas explicações... Hummm *com cara pensativa* Mas chega de paleio! Cá está o novo capítulo... Espero que gostem!! E que comentem MUITO!! =P


Agradecimentos (por ordem de comentários):


Jacq Nasci - Claro que podia ter chegado depois, mas eu quis que ele chegasse naquele momento!! hehe A paixão de Ron... Ainda estou a pensar no caso! =P E eu quero comentário sinceros, Jacq! Assim não vale, porque assim não sei a opinião dos meus leitores. ;) Desculpa a demora em actualizar, mas tenho estado sem tempo! A primeira coisa que fiz quando entreguei o último trabalho foi agarrar-me ao pc a escrever e a tentar ler as fics que tenho em atraso... :) O 'meu' Draco ou o 'seu' Enrique... Sinceramente? Nem sei! Também gosto bastante do 'teu' Draco... Ai!

Claudiomir José Canan - Ainda bem que achaste o capítulo 'Maravilhoso'. :) Fico muito feliz. O desabafo da Hermione foi escrito numa altura em que me sentia triste e a banda sonora (sim, porque eu não escrevo sem música, aliás eu não vivo sem música) não ajudava muito para me alegrar, portanto acho que sentimento não lhe falta. :)

Mione03 - E então? Menos curiosa? Sim, eu sei que podia ter posto logo o que se passou com o berrador, mas assim não dava continuar a fic com tanta emoção (se é que tem alguma). :)

hellen - Desculpa a demora a actualizar, mas tive fortes motivos... E não tens nada que agradecer por eu comentar a tua fic! Faço-o sempre que posso e acredita que os comentários são de coração! :) Oh fofinha a minha fic é uma das tuas preferidas? Que orgulho! :$ É ele está muito carente mesmo...

Artemis Granger - É o Ron está super fofo! Vou tentar arranjar qualquer coisinha para ele... Humm... Mistério! A cena do banheiro foi só a ponta do iceberg!! hehe xD

Rana - Ainda bem que gostaste da fic! :) Fico muito feliz! =P

Luce Black - hehe ainda bem que te deixei curiosa!! =P Era esse o meu objectivo! xD

Comentários, pedem-se! Novo capítulo... Espero que venha no início de Março! Se não vier novo capítulo, poderá vir a continuação de "Segunda Oportunidade", intitulada "Um Natal Diferente" (título provisório!), por isso, aceitam-se sugestões para a continuação da minha short fic #1. Prometo que vou tentar incluir o máximo de sugestões que apareçam.

Kiss *

SaRoCCaS

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