Como tudo começou...



Respostas aos comentários!!!

N/K = Kate
N/M = Mari
N/J = Jacke
N/Mg = Megan
N/S = Suzan


Jojo Granger

N/K: Oi, passei nas suas fic! Não sei se a Mari passou, mas eu passei e gostei bastante delas, acho que até comentei!

N/M: Eu acho que passei, sim...

N/M: Mas não lembro se comentei...

N/S: Megan, pára de me cutucar!

N/J: Megan, pare de cutucar a Su, você sabe que ela não gosta!

N/M: Eu?! O.O

N/M: Jacke, eu já te disse que eu não tenho o dever de conhecer a Su totalmente só porque moramos há anos com ela!

N/J: E eu já te disse que isso vem ao fato de você não prestar atenção nas pessoas ao seu redor, por que você só sabe olhar pro seu próprio umbigo!

N/S: ¬¬'

N/Mg: Jacke, cala a boca, eu não quero que os leitores me vejam te azarando...

N/K: Calem a boca vocês dois! A-G-O-R-A!

N/J: Nossa, que estresse...

N/K: C-A-L-A-D-O

N/J: Nossa, calei... O.O

N/Mg: Tá, parei... ¬¬'



G Snape

N/K: Tá aí o primeiro capítulo! \o/

N/M: YEAH! =DDD

N/M: Que bom que gostou!

N/M: Acompanhe a fic!

N/S: Espero que continue acompanhando! E... Mas que merda... Megan, pára de me cutucar! ¬¬'

N/Mg: Jacke, fica longe de mim ou eu te azaro! *se afasta de Jacke e fica ao lado das autoras*

N/J: Vai se ferrar, Megan! E Su... Hum...

N/Mg: *mostra a língua*

N/S: Que foi, Jacke?!

N/J: Nada... É só que... Hum... Por que você não vem pra cá?! Daí a Megan não te perturba...

N/Mg: Eu já disse que eles vão se casar? ¬¬'

N/J e S: CALA A BOCA, MEGAN!



Nine Black

N/K: Eu realmente adorei a sua fic, não foi 'adorei', foi A-D-O-R-E-I, sou super fã de H²! Agora, quanto ao fato de que achas que não gostarias de ler nossa fic, acho que é um direito seu! Mas, mesmo assim, obrigada por ter 'comentado'!

N/J: Concordo com a Kate!

N/S: Na realidade?! Acho que temos mais comentários para respondermos!



Sakura Li

N/M: Bem-vinda ao clube!

N/K: Eu também adoro fics com viagens no tempo! \o/

N/Mg: Vamos viajar no tempo? O.O

N/S: Não sei... Vamos viajar no tempo, Kate?!

N/Mg: Vamos viajar no tempo, Mari?

N/M: Er... Bem...

N/K: Aguardem . . . * Sorriso-eu-sei-o-que-vai-acontecer-e-vocês-não*

N/M: Concordo com a Kate... Pra saber, vocês vão ter que ler a fic! Muahahahaha...

N/J: Mas nós ESTAMOS na fic! O.o

N/Mg: Jacke, cala a boca!

N/S: Por Merlin, como vocês são! Parem de agir como babuínos bobos balbuciando bobagens! O que os leitores vão pensar de vocês?! ¬¬'

N/Mg: Tenta falar isso cinco vezes e bem rápido!

N/J: Babuínos bobos balbuciando bobagens! Babuínos bobos balbuciando bobagens! Babuínos bobos balbuciando bobagens! Babuínos bobos balbuciando bobagens! Babuínos bobos balbuciando bobagens!

N/K: Que retardado ¬¬'

N/Mg: Agora que você percebeu? ¬¬'

N/J: Nossa, essa magoou profundamente...




Mione Malfoy

N/K: A fic tá aí, com apresentações, trailer e capítulo um postado!

N/S: E esperamos que esteja acompanhando e curtindo a fic!

N/Mg: E veja o que vamos aprontar em Hogwarts!

N/J: Boa leitura!




Joana

N/M: Tá postado!

N/K: PPPooossstttaaammmooosss

N/J: Espero que tenha gostado!

N/S: Concordo com o Jacke!

N/Mg: Sempre é assim, não é mesmo? ¬¬'

N/S: Assim como?!

N/Mg: Ora! Os dois sempre concordam em tudo! E depois ainda me chamam de maluca quando eu digo que vocês vão se casar!

N/S: C-A-L-A-D-A *olhar mortífero*

N/Mg: Gente, não liguem, é que ela sabe que eu estou dizendo a verdade!

N/K: *segurando Suzan pra ela não matar a Megan, que está escondida atrás da Mari* Gente... Calma... Deixem pra se matarem depois...




Carolz

N/M: Tipo, o capítulo tá aí! Fique com Deus, também, fofa! E acompanhe a fic!

N/K: Eu, a Su (que está com raiva demais pra falar) e o Jacke (que está tentando acalmar a Su) estamos muito contentes com o seu comentário! E fique com Deus, você, também!

N/M: A Meg (que está atrás de mim com medo da Su) também está muito contente com o seu comentário... E manda um beijo!




Tamyh

N/M: ATUALIZADOOOOOOOOO

N/K: Atualizamos! * abraçando Su e Jacke*

N/M: Meg (ainda assustada com o olhar de Su) manda um beijo




chris LB

N/M: EBAAA!

N/M: Somos as melhores, Kate! *abraça Meg*

N/K: Você gostou! *fazendo dancinha cantando "ELA GOSTOU!" e sendo acompanhada na dança por Jacke*

N/Mg: ¬¬'

N/S: Eu não conheço essas pessoas, vocês conhecem?!




Juh Drezza

N/K: Na verdade, nós lemos, até porque não tivemos a oportunidade de ouvir a sua voz...

N/M: Hahaha... TAMBÉM TE AMO, MIGAAAAA

N/Mg: Quem é ela?

N/M: Nossa miguxa...

N/K: Minha futura cunhada!

N/M: O.O

N/S: Sério?! o.O

N/Mg: Boiei ¬¬'

N/J: Idem ¬¬'

N/M: Eu ainda acho que você deve aproveitar a vida, Kate...

N/K: Na verdade, isso é numa fic que estamos planejando...

N/M: É...

N/S: Bom... Valeu por ter amado! * sorrindo timidamente*




**Lúh**

N/K: Valeu! Espero que curta o capítulo!

N/S: Me diz, de quem e do que você mais gostou?!

N/Mg: Que pergunta mais indiscreta, Su! ¬¬’

N/S: Desculpa ... * corada*

N/J: Hum... Não conheço você de algum lugar?

N/M: Como assim, Jacke?

N/M: Conhece de onde?

N/K: É o sangue dos Black falando mais alto ¬¬'

N/S: Ele tá cantando ela ¬¬'

N/M: O.O

N/Mg: Jacke, não traia a Su!

N/S: Megan! * olhar assassino, com os olhos adquirindo um tom de mel*

N/Mg: S-O-C-O-R-R-O! *se esconde atrás de Mari*




Náh Malfoy

N/M: Você também é minha família, priminha...

N/K: Você foi a primeira menina da F&B com quem fiz contato, e desde então nos tornamos amigas, e fico super feliz por isso!

N/M: Prima, você foi a quarta da F&B que eu conheci!

N/Mg: Boiei...

N/J: Vocês são primas?! O.o

N/M: ATÉ A MORTE!

N/S: Vocês não são normal!

N/M: Realmente, nós não somos "normal"!

N/K: Sobre nós falarmos que estava quase, é porque estava, só faltava responder os comentários...

N/M: Tivemos uns contratempos...

N/Mg: Jacke, porque você tá olhando pra Su assim?

N/S: Assim como?! O.o

N/Mg: Sabe, não vou nem falar, se não eu vou parar no St. Mungus...

N/J: *totalmente vermelho*

N/Mg: Que foi, Jacke??

N/S: É, o que é que foi, Jacke?!

N/J: Na... Nada...

N/Mg: UÊPA! Gaguejou!

N/K: Hum... Gente... Vamos parar por aqui...




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Em Paris, na França, uma garota de olhos azuis, quase que verdes e cabelos castanhos vagamente ondulados, nos seus plenos quinze anos, olhava intensamente para uma carta que estava em suas mãos.

- O que ele quer desta vez? – quem olhasse Suzan naquele momento, diria que ela estava com um olhar de puro ódio, já quem a conhecesse direito, saberia que na verdade ela estava receosa.

- O que foi, Su? – perguntou uma garota de cabelos negros e olhos azuis – Seu pai lhe mandou mais uma carta?

- Eu já lhe disse mais de uma vez, Megan, aquele homem não é meu pai – respondeu a garota com um olhar de fúria para a amiga, que era quase sua irmã.

- E eu também já lhe disse mais de uma vez, Suzan, não importa o que você diga, Remo Lupin é seu pai, e nada vai mudar isso – respondeu uma mulher, que poderia se dizer que era Megan mais velha, se não fosse por esta possuir olhos castanhos e usar óculos de armação quadrada.

- Por favor, tia Mariane, eu não quero discutir novamente sobre este assunto, que para mim já está bem resolvido. – falou Suzan – E antes que me esqueça, se a senhora, que parece tanto apreciar este sujeito que vocês insistem em dizer que é meu pai quiser guardar isso... - disse entregando a Mariane a carta que estava em suas mãos – mas se a senhora não quiser, pode me devolver, que eu mesma a coloco no lixo. – e, dizendo isso, saiu da sala.

- Sabe, Megan, um dia ela vai se arrepender da maneira como trata o pai dela – disse Mariane, suspirando.

- Olhe pelo lado dela, mãe, não é fácil ser deixada na casa de amigos pelo próprio pai quando se tem apenas dez anos. – respondeu a garota, com um ar estranhamente sério.

- O que aconteceu? – perguntou um garoto de cabelos negros com olhos azuis e óculos quadrados – Cadê a Suzan? E que caras são essas?

- Ela recebeu uma carta do pai, e nós acabamos tendo um pequeno desentendimento. – respondeu Mariane – Fala com ela, filho, você ela escuta, e aproveite e devolva a carta a ela e por favor, não a deixe jogar a carta fora antes de lê-la.

- O.k., pode deixar, mãe.- respondeu o garoto, pegando a carta das mãos da mãe e indo em direção à escada – E mãe, por favor, não julgue a Suzan, você nunca esteve no lugar dela para saber como ela se sente. – e, dizendo isso, se pôs a subir a escada.

O garoto bateu em uma porta branca onde havia uma placa em tons de lilás onde se lia “Suzan”. Ele bateu na porta, uma... Duas... Três vezes.

- Suzan, abra a porta, precisamos conversar – pediu o garoto.

- Entra, Jacke – disse a garota, abrindo a porta – eu não queria ter brigado com a sua mãe... É que... - disse a garota, que parecia estar à beira das lágrimas – droga, Jacke!

- Está tudo bem. – disse o garoto, abraçando a amiga e acariciando os seus cabelos – Não tem problema, ela não está chateada, não se preocupe.

Jacke continuava a acariciar os cabelos de Suzan, quando Megan entrou no quarto.

- Nossa, temos aqui uma cena de amor! Por Merlin, não esqueçam de me convidar para ser madrinha do casamento. – falou a garota, em seu costumeiro tom brincalhão.

- Ai, Megan, nem começa! – alertou Suzan.

- Não ligue pra ela, Su, a Megan não tem noção do ridículo. – afirmou o rapaz.

- Hei! Olha quem está falando! – protestou a garota.

- Já chega, vocês dois! – exasperou-se Suzan, tentando impedir o que seria mais uma rotineira discussão de irmãos – Eu estou cansada desta implicância idiota que vocês têm. Por Merlin, vocês são irmãos, não deviam ficar brigando assim!

Suzan pegou a carta das mãos de Jacke, sentou-se, e pôs-se a lê-la.

- O que você está fazendo? – indagou Megan.

- Eu prefiro ler a carta deste senhor, a ter que ficar presenciando mais uma ridícula briga de vocês dois. – respondeu Suzan, com um ar entediado – Se me dão licença...?

- Eu vou ficar com você, Su! – falou Jacke.

- Eu vou ficar com você, Su! – imitou-o Megan – E depois eu é que não tenho noção do ridículo, quando digo que vocês ainda vão se casar! Por Merlin, quem vocês pensam que enganam? – e dizendo isto, saiu do quarto.

- Sabe, eu acho que mamãe a deixou cair do berço quando ela era bebê. – comentou Jacke – Só pode ser este o motivo para ela ser deste jeito... Mas mudando de assunto, Suzan, o que tem escrito aí?

- Eu não sei, Jacke, mas pretendo descobrir... – respondeu a garota abrindo a carta e começando a lê-la:

Querida Suzan,

Espero que realmente seja você a pessoa que venha a ler esta carta, espero ao menos que um dia venha a lê-la. Suzan, filha, não imaginas a saudade que sinto de ti...

Mas como não me respondestes todas as outras milhares de cartas que lhe mandei, sinto em pensar que talvez não respondas esta também. Porém, desta vez é diferente, desta vez não posso apenas ficar dias e dias à espera de uma resposta, desta vez, se não me responderes terei de escrever à Mariane. Filha, as coisas estão difíceis, Voldemort retornou, creio que já deve saber disto. Porém, ele retornou com mais força do que antes, se é que isto é possível.

Houve uma batalha no Ministério da Magia, e acabamos perdendo alguém que muito amamos. Sirius morreu em combate com Belatriz Lestrange. Eu sei que é audácia minha pedir, mas por favor, Suzan, conte à Mariane, este assunto é demasiado grave para se contar por carta, e infelizmente eu não tenho como ir para Paris.

Suzan, eu lhe peço, não deixe Mariane tomar qualquer atitude precipitada. E se for possível, me perdoe, Su.

Beijos repletos de saudade e amor


Remo Lupin


- O que foi, Suzan? – perguntou Jacke, ao ver a cara de espanto que a garota fazia – O que tem aí?

- Jacke, eu sinto muito! – disse a garota, abraçando o amigo.

- Mas o que aconteceu? – perguntou o garoto, afastando a amiga de si – Su, por favor, me diga, o que está acontecendo?! – continuou o garoto, vendo que ela começara a chorar.

- Jacke, seu pai... - Suzan se afastou de Jacke e o olhou nos olhos – ele morreu...

Como a notícia era inesperada, Jacke levou alguns segundos para poder processá-la corretamente.

- Ah! – gritou Jacke, e Suzan o abraçou.

- O que está acontecendo aqui? – perguntou assustada, Mariane, que havia corrido para subir as escadas.

- Tia Mariane, eu tenho uma coisa pra lhe contar, mas peço que antes a senhora se sentasse... - falou Suzan, que ainda abraçava Jacke – acho que seria bom a Megan estar presente também. – continuou a garota, que agora acariciava os cabelos do amigo.

- Eu estou aqui, Suzan. – falou Megan, que havia acabado de chegar.

- O Sr. Lupin me escreveu uma carta, e... – Suzan não estava conseguindo dar a notícia – ele... Ele escreveu que...

- O papai morreu, mãe - continuou Jacke, vendo que Suzan não conseguiria – ele morreu, mãe, ele morreu...

Dois dias após a trágica notícia, Suzan, Megan e Jacke se encontravam no quarto de Megan.

- Voldemort voltou, o pai de vocês morreu e nós estamos aqui, afastados, e escondidos de tudo e de todos. Eu não sei vocês, mas eu... Eu vou voltar para a Inglaterra. – afirmou Suzan – Eu quero ajudar nesta guerra, por que eu quero poder pôr em Azkaban aquele que matou minha mãe. – concluiu ela com rancor na voz.

- Eu vou com você, Suzan, e vou vingar a morte do meu pai. – disse Megan.

- E vamos ficar aonde? Nós somos menores de idade, até parece que vocês não sabem disso! – argumentou Jacke.

- Mandei uma carta para Dumbledore... Ele, com certeza, vai poder nos ajudar – respondeu Suzan – a carta chegará de hoje para amanhã.

Neste exato momento, apareceu uma coruja na janela do quarto. Suzan levantou-se e retirou a carta da pata da coruja. Suzan voltou a sentar-se à cama e começa a ler a carta.

- Dumbledore nos quer no seu escritório amanhã... Parece que é pra ficarmos na Inglaterra, ele disse que tem muitas coisas acontecendo e que talvez seja melhor irmos para lá, ele diz na carta também que é para contatarmos ao Louis, e que é para irmos apenas eu, vocês e Louis – explicou Suzan – Eu vou escrever ao Louis, e vocês, acho que devem falar com tia Mariane.

- Não será necessário, Suzan, eu já ouvi o que tinha pra ouvir. – disse Mariane, que aparecera na porta do quarto naquele exato momento – Vocês vão fazer dezesseis anos e creio que já sejam grandinhos o suficiente para tomarem decisões. Eu só lhes digo uma coisa: depois que se mexe onde não se deve, não tem como voltar atrás.

- O que você quer dizer com isso, mãe? – indagou Megan.

- Ela quis dizer que depois que se fuça em uma ferida, ela não cicatrizará tão facilmente... Ou seja: depois que formos para lá, que mexermos com a nossa história, estaremos presos à ela. – explicou Suzan – Mas, mesmo assim, mesmo assim eu vou pra Inglaterra.

- E nós também! – falou Jacke.

No dia seguinte, às sete horas da noite, estavam na sala, Suzan, Megan, Jacke e Mariane.

- Eu vou primeiro. – anunciou Megan, que pegou um pouco de pó de Flu, entrou na lareira, e jogou o pó de Flu, dizendo: – Escritório do Dumbledore, Hogwarts!

- Adeus, tia Mariane, eu amo a senhora. – despediu-se Suzan, pegando suas duas malas, e mais uma de Megan, que havia esquecido as suas malas, pegou o pó de Flu, entrou na lareira e gritou: - Escritório do Dumbledore, Hogwarts!

- Mãe, eu te amo! – falou Jacke.

- Cuida da Megan e da Suzan pra mim, e não faça besteiras, mamãe te ama – disse Mariane, abraçando e beijando o filho.

- Tchau! – Jacke pegou sua mala, e a outra mala que Megan tinha esquecido, pegou o pó de Flu, entrou na lareira e gritou - Escritório do Dumbledore, Hogwarts!

Quando Jacke saiu da lareira, se viu em uma sala repleta de objetos, os mais estranhos que ele já havia visto.


Brasil. Louis, filho de Marize e Ricke Lagos, estava tranqüilamente deitado em sua cama, no seu quarto, na casa de seus avós. Seus pais o proibiram de sair de casa sem eles, pois estavam com medo dos Comensais da Morte – e principalmente de Voldemort – atacá-lo. Já era bem tarde, quando Louis ouviu um barulho na sua janela. Logo empunhou a varinha, mas viu que era somente uma coruja – a coruja de Suzan, uma coruja-das-torres muito bonita. Logo ele abriu a janela e deixou a coruja descansar, pois esta fizera uma longa viagem. Tirou a carta da pata da coruja.

Primo Louis,

Peço que venha para a Inglaterra para passar o resto das suas férias. Lá, Dumbledore nos dirá onde deveremos ficar o resto das férias. Venha de pó de flu, pois o Ministério da Magia está vigiando todas as chaminés e lareiras.. Venha imediatamente para cá. Estou morta de saudades de você!

P.S.: Eu, Megan e Jacke também estaremos lá.

P.S.2: Quando entrar na lareira, grite: “ESCRITÓRIO DE DUMBLEDORE, HOGWARTS!”. Pronto, você aparecerá no escritório do Professor Dumbledore.

Com amor,

Suzan.


Quando terminou de ler a carta, Louis desceu as escadas e se deparou com seus pais conversando seriamente. Eles pararam subitamente quando ouviram Louis entrar na sala.

- Mãe... Pai... – ofegou Louis, pois descera as escadas correndo.

- Sim, Louis. – disse seu pai.

- A Suzan... Ela me mandou uma carta...

- O que ela quer? – perguntou Marize, curiosa, pois sabia que a menina não era de escrever cartas.

- Quer... Que eu viaje para a Inglaterra... Para ao escritório do professor Dumbledore, em Hogwarts.

- Me dê a carta, filho – pediu Marize, estendendo a mão. Louis entregou a carta nas mãos de sua mãe.

Quando ela terminou de ler, aparentava estar assustada, mas falou com a voz firme.

- Humpf... – suspirou ela – Eu entendo o que ela quer dizer... – ela passou as mãos pelos cabelos de Louis – Ricke, o Louis vai para a Inglaterra.

Louis foi tomar banho, enquanto seus pais arrumavam suas malas. Quando ele terminou o banho, pôs uma roupa e foi para o seu quarto. Suas malas já estavam prontas, ao lado de sua cama.

- Preparado, filho? – perguntou Ricke, abraçando Louis fortemente.

- Aham – respondeu ele, correspondendo ao abraço do pai.

Ricke conduziu Louis até a cozinha, onde tinha uma lareira muito grande.

- Louis! – chamou sua mãe, quando ele estava prestes a entrar na lareira.

- Oi, mãe!

- Vem cá... – Louis chegou perto de sua mãe, ela estava com lágrimas nos olhos. Ela deu um beijo molhado na sua bochecha e largou-o.

- Tchau, mãe, tchau, pai! – despediu-se Louis, pegando suas duas malas verdes e entrando na lareira. Ele estava com um pozinho na mão. Agarrou suas duas mochilas com a outra mão, deu um último olhar para sua cozinha, e viu a imagem da mãe, chorando abraçada a seu pai, que estava com os olhos marejados. Eles deram um último aceno, Louis gritou com a voz firme: - ESCRITÓRIO DE DUMBLEDORE, HOGWARTS! – e Louis jogou o pozinho no chão da lareira, e sentiu uma coisa quente envolvê-lo. Ele fechou os olhos, porque sempre sentia enjôo quando viajava por pó de flu. Logo sentiu seus pés se firmarem no chão. Ele saiu da lareira e se encontrou no escritório de Dumbledore.

- Jacke?! – indagou um garoto negro de olhos azuis.

- Louis?! – perguntou Jacke.

- Não, ele é um hipogrifo, você não está vendo?! – brincou Megan.

Jacke, ignorando o comentário da irmã, caminhou até o primo e o abraçou, neste meio tempo apareceu alguém na sala, era um homem velho, portador de uma longa barba branca e de um par de olhos azuis que transmitiam paz e serenidade. Tal senhor possuía um nariz torto e usava oclinhos de meia lua.

- Dumbledore? – perguntou Louis.

- Não, ele é Merlin! – tripudiou Megan.

- Prazer, Merlin! – disse Louis apertando a mão de Dumbledore, no que todos, com exceção de Suzan, riram.

- Se vocês não se importarem, EU gostaria de conversar civilizadamente com o professor Dumbledore. – falou, rispidamente, Suzan, se sentando em uma das cadeiras perto da escrivaninha. Dumbledore assentiu para Suzan, e sentou-se na sua cadeira atrás da escrivaninha. Megan, Jacke e Louis a olharam, aborrecidos, mas se sentaram nas outras três cadeiras restantes.

- Vocês deverão ficar na casa de Sirius. – falou Dumbledore, tranqüilamente.

- Na casa do papai? – indagou Megan, surpresa.

- Por quê? – indagou Jacke, também surpreso.

- Parem de interromper o professor. – pediu Suzan.

- Obrigado, Srta. Lupin. – Dumbledore sorriu gentilmente para Suzan – Voltando ao assunto, vocês quatro deverão ficar na casa dos Black, que é a sede da Ordem da Fênix, porque lá vocês ficarão seguros. Tenho algumas idéias em mente, mas creio que seja mais apropriado levar-los até a residência dos Black e conversaremos melhor lá!

- O.k. – concordaram os quatro.

- Bom, como eu sou o fiel do segredo as coisas facilitam bastante, - falou o diretor, escrevendo algo em um pergaminho – aqui está!

Suzan pegou o papel onde se lia “A sede da Ordem da Fênix encontra-se no largo Grimmauld, número doze, Londres.”. Terminando a leitura, Suzan passou o papel para Jacke, que passou para Louis, que passou para Megan.

- Creio que agora possamos nos dirigir até a Mansão Black! – falou Dumbledore – Srta. Lupin, gostaria de fazer as honras?

- Seria um prazer! – respondeu Suzan, pegando suas duas malas, e um pouco de pó de Flu que se encontrava em um saquinho sobre a lareira – Largo Grimmauld, número doze! – completou, assim que entrou na lareira.

Depois de Suzan, foi a vez de Jacke, Louis, Megan e Dumbledore.

Quando Jacke saiu da lareira se viu em um lugar diferente, sombrio talvez, mas o que mais lhe espantou não foi o ar sombrio da casa, mas sim a maneira espantada como Suzan olhava para um canto da sala. Então ele viu, ali escorado na parede, ninguém menos que Remo Lupin, o homem com quem muitas vezes ainda tinha terríveis pesadelos, o homem que havia deixado a filha aos cuidados de sua mãe há seis anos atrás. Jacke viu Lupin caminhar em direção à filha, e viu a cara de espanto de Suzan se transformar em ódio. Jacke sentia toda a tensão do momento, e por mais que quisesse poupar a amiga, não sabia o que fazer.

- Fique longe de mim! – mandou Suzan, se afastando de Remo.

- Suzan, minha filha...

- EU NÃO SOU SUA FILHA! – Suzan começara a chorar e saíra correndo as escadas que ela julgava darem para os quartos.

- Suzan, eu... – disse Lupin, virando-se em direção a escada e ameaçando subi-la.

- Não! Não suba lá! – falou rispidamente Jacke – Não, nunca mais chegue perto dela!

- Ela é minha filha, eu tenho direto! – respondeu Lupin.

- Errado! Ela ERA, sua filha! E o direito que tinha sobre ela você perdeu no momento que a abandonou . – exasperou-se Jacke

- Ela precisa de mim! – respondeu Lupin que variava do irritado ao magoado.

- Errado de novo! Ela precisava de você há seis anos atrás, mas você foi covarde o suficiente para não perceber nada além de você mesmo! – falou friamente Jacke.

Aquelas palavras pareciam ter lhe pego de surpresa, porque Remo não respondeu, apenas passou a fitar tristemente os próprios pés. Era verdade, ele sabia, não poderia querer nada mais do que aquilo, ele estava tendo o que mereceu, pensou.

- Eu quero você LONGE dela! E não se preocupe, se Suzan precisar de alguém, eu estarei aqui, sempre, não importando o horror da situação. – completou Jacke, começando a subir as escadas.

- Não dê bola! – falou Megan – Jacke sempre protegeu Suzan, e agora não foi diferente, e creio que nunca será! Ele foi muito duro com você, eu sei, mas não o culpe, ele só faz o que julga ser melhor pra Su.

- Muito bem observado, Srta. Black! – falou Dumbledore.

- E ele está certo, por mais difícil que seja admitir, ele está certo! Eu não devo ficar perto dela!

- Jacke pode querer proteger Suzan, mas ele é só uma criança, não sabe o que realmente é bom pra Suzan! Dê um tempo pra eles! Você verá, tudo vai se resolver! – afirmou Megan.

- Obrigado! – agradeceu Lupin.

- Não por isso, e não se engane, eu não estaria falando isso, se eu realmente não achasse isto certo! – falou Megan.

- Creio que nossa conversa terá que ficar para amanhã à noite! – disse Dumbledore, entrando na lareira e sumindo, assim como Lupin havia acabado de fazer.

Enquanto isso no andar de cima...

- Suzan, você está aí? – aquela era a terceira porta que Jacke abria, mas finalmente havia encontrado a amiga – Su! – disse ele caminhando até a amiga que estava sentada na cama e a abraçando – Está tudo bem, eu estou com você agora! – dizia o garoto a apertando contra si, tentando de tal maneira lhe transmitir proteção.

Ficaram daquele jeito por um bom tempo, apenas abraçados, Suzan chorava silenciosamente, e Jacke apenas a abraçava, sem dizer nada, sofrendo a mesma coisa que a amiga.

- Eu... Eu preciso de você... Fica aqui comigo?! – disse a garota, vendo que Jacke pretendia levantar-se.

- Tudo bem! – disse ele, se escorando na cabeceira da cama. Suzan se encostou-se à ele e ali permaneceu em silêncio. Minutos depois Jacke a chamou – Su? Suzan?! – ao ver que a garota tinha dormido, levantou-se calmamente, e arrumou-a na cama da maneira mais confortável possível. A tapou e, antes de sair, lhe deu um leve beijo na testa.

- Ela dormiu! – disse Jacke para Megan e Louis assim que chegou na cozinha – Creio que é melhor assim!

- Cara, acho que devia arrumar as suas coisas! – falou Louis.

- É, acho mesmo! – disse Jacke saindo da cozinha.

- Mas, o que...? – ia perguntar Louis.

- Não adianta, não tente entender! Ninguém entende esses dois! – respondeu Megan, já imaginando a pergunta do primo.


Na noite seguinte, Dumbledore apareceu no largo Grimmauld, e teve uma conversa com os quatro, onde disse que gostaria que estes freqüentassem Hogwarts, e, que se achassem interessante, poderiam encontrar lá, o Sr. Potter e o Sr. Longbottom, que assim como eles, provavelmente, gostariam de conversarem sobre seus pais.

Os dias se passaram sem nenhum problema. Remo Lupin, nunca mais voltou lá, eles ficavam aos cuidados de um elfo doméstico, Dobby, que lhes preparava tudo, às vezes, Dumbledore os visitava, para ver como estavam indo as coisas. Os dias se passaram e finalmente chegou o dia 1º de setembro, o dia do embarque à Hogwarts!

Megan, Jacke, Suzan e Louis estavam na cozinha da casa dos Black. As malas estavam prontas, e eles já tinham terminado de tomar o café da manhã. A casa estava vazia, não havia ninguém lá, só os quatro.

- Vamos, então? – perguntou Louis. Os três concordaram com a cabeça. Pegaram suas malas, desceram as escadas que davam para o hall da casa dos Black, e um passou atrás do outro pelo minúsculo corredor que dava para a porta da rua.

Pararam em frente à porta, já na rua, e Louis fez um sinal, como se fosse pegar um ônibus, para o nada. De repente, um ônibus azul de três andares surgiu à frente deles. Um rapaz louro e magro saiu do ônibus, beijou a mão de Suzan e Megan e cumprimentou-os.

- Bom-dia, minhas damas – e olhou para Megan e Suzan – e meus cavalheiros – e tirou o chapéu que usava, fazendo uma longa reverência para Louis e Jacke – bem-vindos ao Noitibus. – ele pegou as malas dos quatro, levou-as para o ônibus e, quando os quatro entraram pelo corredor deste, não havia ninguém. Ouviram quando o rapaz gritou: - PISA FUNDO, ALFREDO!

- AH! - o ônibus deu uma forte arrancada, e os quatro se desequilibraram. Louis e Megan seguraram na beira das camas que havia lá, e Suzan se apoiou em Jacke, que quase caiu.

- Jacke, desculpa! – Suzan riu, e era muito raro ela rir, mas desta vez ela não pôde evitar, pois achou a cena hilária.

- Sem problemas! – Jacke também riu. Achou muito bonita a risada de Suzan, mas foi interrompido de seus pensamentos por Megan.

- Nossa! A senhorita séria riu! Que Merlin nos proteja, porque hoje vai chover! – brincou Megan.

- Megan...! – Suzan foi interrompida de reclamar com Megan pelo rapaz louro.

- Aonde querem ficar?

- Estação de King’s Cross. – responderam os quatro ao mesmo tempo.

- O.k. ALFREDO, A PRÓXIMA PARADA É A ESTAÇÃO DE KING’S CROSS! – ele deu um suspiro e se sentou em uma das camas. O ônibus tremia muito, fazendo com que Jacke, Megan, Suzan e Louis fossem obrigados a se sentar para não caírem ou se desequilibrarem.

Segundos depois, o motorista, Alfredo, gritou lá na frente:

- ESTAÇÃO DE KING’S CROSS! – os quatro pegaram suas malas e desceram.


Quando pisaram na rua, se viram na grande e movimentada Londres, cheias de trouxa, cheia de carros, e muito barulhenta.


Megan, Jacke, Suzan e Louis carregaram suas malas para dentro da Estação de King’s Cross, e procuraram as plataformas nove e dez, por onde poderiam passar e chegar à plataforma 9 ¾ .

Quando eles acharam a coluna que tinha de cada lado uma placa com o número nove e o número dez, olharam para os lados para verificar se alguém os olhava, e logo Megan disse:

- Eu vou primeiro! – Megan pegou suas malas, olhou para a coluna à sua frente, deu um profundo suspiro, segurou firme nas suas duas malas, uma em cada mão, pegou velocidade e, quando achou que ia bater de cara na coluna, fechou os olhos, sentiu algumas coisas a tocarem, e, quando abriu os olhos, estava defronte para um trem vermelho, que continha letras, escrito: “Expresso de Hogwarts”. Logo, viu que seu irmão, sua amiga quase-irmã e seu primo já tinham atravessado a coluna, também.

- Vamos? – perguntou Louis, segurando as malas mais firmemente.

- Vamos! – responderam os três ao mesmo tempo.

Caminharam até a porta do trem, havia muitas pessoas fora do mesmo, abraçando seus filhos, e despedindo-se deles. Entraram um de cada vez. Logo acharam uma cabine vazia e entraram. Guardaram suas malas. Suzan sentou-se ao lado de Jacke, e apoiou sua cabeça no ombro dele, pois sabia que a viagem iria ser cansativa. Ele, por sua vez, começou a acariciar os cabelos da amiga, olhando as pessoas lá fora. Megan sentou-se ao lado de Louis e, ao ver a cena entre Suzan e Jacke, não deixou de falar:

- Que lindo! Eu queria saber quando vocês vão entender que se amam e vão marcar o casamento! – Louis deu uma risadinha. Sua prima não tinha jeito, mesmo!

- Calada, Megan! – mandaram os dois. Jacke riu, mas Suzan ficou séria. Ela ainda estava com a cabeça apoiada no ombro de Jacke e este ainda acariciava seus cabelos de uma forma carinhosa, fazendo com que ela quase dormisse, mas lutou para isso não acontecer. O trem começou a se movimentar lentamente. Um vento gostoso entrou pelas janelas. Eles mal sabiam o que esperava por eles em Hogwarts.




N/A’s das autoras ...

N/K: Oi pessoas lindas do meu coração!!!

N/M: MORES!

N/M: E aí, beleza?

N/M: Espero q sim!

N/K: O que vocês acharam do capítulo?!

N/M: Espero que tenham gostado...

N/K: Eu e a Mari gostaríamos que dissessem do que vocês mais gostaram, que digam os personagens favoritos, do que não gostaram, o que não entenderam e coisas desse tipo!

N/M: É isso aí, amiga!

N/M: Preparamos tudo com atenção...

N/K: Gente, o capítulo dois já tá na última cena (que eu já era pra ter terminado há séculos o.O) e já vai estar pronto para ser postado!

N/M: É... Se depender dessa lerda aí, num sai nunca!

N/K: Lerda, porém criativa!

N/M: Há quanto tempo você tá pra escrever a cena final, hein?

N/M: *conta nos dedos*

N/K: Há mais de duas semanas, no mínimo... * envergonhada*

N/M: É...

N/K: Gente, por segurança ( minha segurança) esta N/A termina aqui!

N/M: É bom mesmo... BJUS... AMO VCS!!!

N/K: Amo vocês, xau! Leiam, comentem, votem e favoritem!
N/M: É...

N/K: Mari... *cutuca a amiga* Aquilo ali no lago não é o Sirius só de sunga?
N/M: O.O ai, meu Merlin!! *desmaia*

(esta N/A foi interrompida pelo fato de uma das participantes ter desmaiado e a outra se encontrar agarrada a Sirius Black no lago. Até a próxima)

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