O Ataque a Rohan



CAP 7. O ataque a Rohan




Sarah corria com toda velocidade, o ar já entrava com dificuldade e ela sentia fisgadas a baixo das costelas, mas não podia parar, sua família, seus amigos, sua vila, dependia disso, dependiam dela.



Quando avistou ao longe a bandeira de Rohan, ela se deixou sorrir e correu com mais força ainda, estava perto de conseguir ajuda.



Avistou a sua frente um portão de 15 metros de altura, na pequena torre a cima do portão um guarda a observava.


_O que desejas criança? – Perguntou ele la de cima.


_Ajuda, minha vila esta sendo atacada...vocês precisam nos ajudar. – Ela gritava com toda força que ainda restava.


_Ataque? Mas quem atacaria Rohan? – Perguntou o guarda desconfiado.


Sarah já não se agüentava mais em pé, a corrida ate o castelo roubou suas energias, sua visão começou a ficar embasada e sentiu seu corpo mole, em seu ultimo suspiro, com seu ultimo fio de energia, la gritou para o guarda:


_ORKS...- e desmaiou.


O alarme soou alto, e os portões foram abertos, um guarda juntou com cuidado o corpo de Sarah e a levou consigo, para dentro do castelo.


Da entrada do salão real, saiu um homem alto, de cabelos cumpridos e negros.


_Comandante. – Cumprimentou o guarda – essa menina, veio nos avisar que sua vila esta sendo atacada...por...Orks.


_Eu sei. – ele disse rispidamente para o guarda. – Leve ela até uma das aias, para que cuidem dela.

_Senhor, e sobre o ataque?


_Isso, é comigo. – disse ele dando as costas para o rapaz e seguindo para dentro do salão real.


Ele caminhou firmemente ate onde o Rei se encontrava, ele falava calmamente com uma criada, quando o comandante o chamou.


_Sim, comandante Black.


_Senhor, uma vila de Rohan esta sendo atacada por Orks. A vila mais ao norte, próxima a ...


_Isengard. – Finalizou Faramir, ficando de pé.


_Sim.


_Como você soube do ataque?


_Uma coruja, um morador da vila me enviou, e a confirmação chegou a pouco, uma menina e uns 8 anos, chegou no castelo, quase sem forças avisando sobre o ataque.


_Certo. Sirius, reuna alguns homens e vá ate a vila, faça o que puder, leve também alguns suprimentos, e se possível leve Thyana, ela tem conhecimentos médicos e pode ajudar com quem estiver ferido.


_Sim senhor. – Respondeu o comandando, indo em direção a saída.


O rei foi ate uma mesa que havia do canto do salão, pegou um pequeno pergaminho e escreveu um bilhete, com um assobio uma linda Águia pousou em seu antebraço, ele depositou o bilhete em um compartimento na pata da ave, e ela levantou vôo.


O sol estava nascendo no horizonte quando John saiu de sua casa com um balde de madeira nas mãe, seguiu cantarolando calmamente, em direção ao poço da vila.

Naquele horário varias pessoas já estavam na praça, os feirantes arrumando suas barracas, as enchendo de frutas e verduras outros carregavam seus baldes vazio para encher com agra do poço, todos caminhavam tranqüilos e meio sonolentos.


Ele chegou ate o poço, encaixou a alça do balde no gancho que levaria o balde até o fundo do poço, e foi descendo ele vagarosamente, quando ouviu um barulho alto e se assustou, largando o balde e deixando que ele caísse ate o fundo do poço.


Olhou ao seu redor, e viu varias caras de espanto, quando do nada as casas ao redor da pressa começaram a pegar fogo. John se assustou e saindo correndo o mais rápido que pode, precisava ver como estava a sua família.


Quando ele entrou na ruela que leva a sua casa viu, tantos que não pode contar, vestidos com partes de armaduras, Orks, suas expressões eram nada amigáveis.


John voltou para praça e gritava em plenos pulmões:


_Orks!!! Fujam!! Orks!!!


As pessoas na praças corriam desorientadas para todos os lados, o medo as deixaram sem sabe para onde ir.


Na mente de John, ele só consegui ver, sua família.




Ele encarava os homens a sua frente, com a expressão fria, andava de uma lado para o outro os encarando, até que parou e gritou para todos ouvirem.


_Homens! A vila de Alfazen foi atacada por Orks esta manha, infelizmente só recebemos o avisa a gora a pouco, talvez não tenha sido a tempo de impedirmos algo, vocês estão aqui para junto comigo seguirmos para Alfazen e destruirmos cada Ork que encontrar em nosso caminho, e salvar cada aldeão que encontrarmos. Vamos Homens à Alfazen!


Os homens montaram em seus cavalos e seguiram o mais rápido que os cavalos de Rohan podiam correr.



_Sarah, Sarah, SARAH!!!- Morgause gritava desesperada por sua filha. Elas haviam escutados barulhos altos, e viam fumaça vindo da praça, o cheio de fogo era forte. Imaginando que Sarah correu ate a praça, Morgaouse foi ate la, procurar a filha.


Ao avistar as fonte, ela pode ver a cima do poço corpos mutilados, a sua frente avistou Sarah, a menina estava ao lado de um corpo, o sacudia com toda a sua força, Morgause correu ate a menina e estancou quando viu ao lado de quem ela estava, era John, seu marido.


A mulher olhou ao seu redor e viu as casas e barracas pegando fogo, viu corpos de seus vizinhos, dos comerciantes espalhos pelo chão, somente ela e Sarah estavam vivas naquele local.


Um barulho alto a espantou, e ao olhar para traz viu alguém surgir dentre as chamas de umas das cassas, gritando por socorro, ela olhou bem e viu uma criatura horrenda indo em direção a pessoa em chamas.


“Orks, Merlin, não pode ser...”


_Sarah...- a mulher gritou para filhar


_Mamãe?- a menina levantou os olhos e viu sua mãe a sua frente, a mulher se precipitou e puxou Sarah pelo braço.


_Sarah preste atenção, segue o caminho para o rio, o mais rápido que você puder..


_Mamãe, você...


_Sarah me escuta. Segue o riu ate o castelo, vi buscar ajuda, rápido...


_mamãe o papai...ele...


_Corre Sarah – gritou a mulher empurrando a filha.

A menina olhou pra mãe com os olhos cheios de lagrimas, e correu o mais rápido que suas pequenas pernas puderam.



Mourgause viu Sarah correr ... “ Merlin, proteja ela, salve minha filha” , ela estava tão intertida na filha que não percebeu um movimento as suas costas, em um movimento rápido uma espada foi cravada em suas costas saindo em sua barriga.


Eles olharam ao redor, as casas em chamas, já estavam quase somente em cinzas, o maior (e mais feio) chamou os outros em um urro gutual.


_Vamos, revistem a vila...depois vamos seguir para Isengard e tomar o que é nosso.


Os Orks correram pela vila, procurando por mais pessoas vivas, procurando por armas, por qual coisa que lhes fosse útil.


Havia um Ork em casa saída da vila, para caso alguém viesse em socorro eles pudessem dar o alarme.


_Vamos homens, vamos mostrar a força do exercito e Rohan e a velocidade de nossos cavalos. - O comandante gritava para seus homens.


_Senhor. – um jovem soldado chamou, indo em direção ao Comandante. – O senhor acha que ainda há sobreviventes? – perguntou ele tristemente – quero dizer, o aviso pode ter chego tarde senhor, Alfazen fica a muitas milhas daqui e...


_Cale-se soldado. – A feição do homens se fechou. – Se houver uma única alva viva iremos salva-la, e brandiremos nossas espadas destruindo o maior numero de Orks que pudermos.


_Sim senhor. –concluiu o rapaz se juntando aos outros soldados.


Os soldados seguiram em direção ao norte cavalgando o mais rápido que seus cavalos podiam ir, muitos iam sem esperança de encontrar sobreviventes, mas loucos para desembainhar suas espadas e provar por que são soldados de Rohan.


Na vila de Alfazen só restou cinza e morte. Os corpos cortados, decapitados, sangue pelas ruas, no poço não havia mais agua, se tronou um poço cheio de sangue e corpos. Os orks penduraram corpos pela praça, o que chamou a atenção dos corvos, que criaram uma nuvem negra sobre a vila, que um dia foi uma lugar prospero e feliz, se tornou um lugar negro, cheio de morte.


O cheiro de podridão já infestava as ruas da vila, os orks pareciam feliz com isso, o cheiro de carniça de misturava com o cheiro putrefo deles.

O ork que ficou ao lado sul da vila avistou ao longe a cavalaria de Rohan, mas antes que pudesse avisar seus companheiros uma flecha lhe atingiu bem no meio da testa.

Quando avistaram vila, o comandante Black, pediu aos arqueiros que ficassem em prontidão, para que estivessem prontos para lançar suas flechas em qualquer ork que avistassem.


Assim fez, Hewlett quando avistou o ork que ficou de guarda, levantou seu arco, retirou uma flecha da alijara e a encaixou em seu arco, mirou o no ork e lançou, acertando em cheio em sua testa. O soldado sorriu triunfante para o capitão, que mantinha uma expressão dura.


_Vamos homens, tentam não chamar a atenção deles, temos o elemento surpresa em nosso favor.- esperem meu sinal antes de atacar, irei aparatar na vila, para ver como esta a situação, e voltarei em seguida, dando as coordenadas. – Finalizou o capitão desaparecendo em um estampido seco.


_Como ele faz isso? – Perguntou um jovem soldado a outro.


_Ele é um bruxo. – disse o rapaz simplesmente.


O comandante desaparatou no meio da vila, rapidamente encontrou um lugar para se esconder. Olhou a sua volta e viu tudo destruído, casas, barracas, pessoas no chão, sangue e orks. Observou que haviam uns dez a sua direita, perto do poço central, “não pode ser só isso” ele pensou, e estava certo, logo em seguida vieram mais, e mais, e ficaram juntos esperando ordens.

Quando um outro chegou, maior que os outros, ele falou alguma coisa e todos se espalharam pela vila, “esse deve ser o comandante deles...” ... “devem estar em uns cinqüenta, eu estou com mais ou menos isso também...vai ser uma boa luta...” pensou ele com um sorriso nos lábios aparatando.


Os homens corriam com suas espadas em punhos, os arqueiros já ano estavam mais a frente, e sim ia a traz da cavalaria, fazendo a cobertura do grupo. O comandante ia a frente gritando ordens.

Entraram na fila, brandiam suas espadas a qualquer ork que avistavam. Foram pegos de surpresa. De todos os lados os orks saiam, com machados, espadas, lutaram com força e selvajeria, mas não podiam resistir ao exercito de Rohan.

Os homens de Rohan tinham em seu favor o elemento surpresa, melhores armas, e cavaleiros treinados. Os orks lutavam cada um por si, brandiam suas espadas com força contra os homens de Rohan, mas muitos antes de levantar suas espadas já caiam no chão, com uma flecha no peito.

A luta foi desigual, os homens de Rohan se mostraram muito mais preparados para a luta que os orks. Ainda somava nos cavaleiros a raiva que obtiveram ao ver a destruição na vila.
No fim, os poucos orks que resistiram fugiram para longe da vila, em direção as florestas, e os homens de Rohan puderam descansar suas espadas. Por mais que houvessem ganha aquela batalha, se sentiam perdedores, por não terem chegado a tempo de salvar o povo de Alfazem.





_Por Que você esta inquieta. – Perguntou ele acariciando suavemente a face dela.

_Estou ansiosa. – Disse ela colocando sua mãe sobre a dele. – Ele esta chegando, esta vindo
ate nos.

_Como você sabe? – Perguntou ele agora segurando a delicada mãe dela entre as suas mãe fortes.

_Eu sinto. – Ela falou simplesmente.

_Quando ele chega?

_Já chegou, mas não veio sozinho.

_Não?

_Não.

_E onde eles estão agora?

_Quase na entrada do palacete.

_Iras recepciona-lo?

_Claro. – disse ela de uma maneira calma mas alegre. – Eu vou ajuda-lo, eu sinto que preciso.

_Então ele vai estar em boas mãos. – disse ele beijando as mãos dela.

Ela sorriu.

_Espere aqui, ficarei na porta os esperando.

_Tudo bem, ficarei aqui, esperando por você. – Ela sorriu e lhe deu um leve beijo.

_Já volto.

Ele a viu sair do seu lado e seguir ate as grandiosas portas de carvalho da sala do trono, o vestido que ela usava esvoaçava a cada passo que dava.

As portas se abriram, ela saiu e as portam voltaram a serem fechadas.

“Espero que ela esteja certa, e que esse rapaz venha para nos trazer paz, e não uma nova guerra”. Pensou ele recostando no trono.

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N/A.: Esta ai pessoal o CAP 7, como a flreios estava "fora" nao deu pra postar antes.
Espero que voces gostem....

Valew pelos comentarios!!!!


Abraço


Tonks

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Comentários (1)

  • Tronos

    Velho, estou fascinado por essa história, a maneira que você juntou todos esses elementos num universo alternativo ficou muito bom, muito bom mesmo.

    2011-04-16
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