Sonho? Não, vergonha!



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Oi galera!!!!
ALOHA!!!
Que saudades daqui!
E ai?
Vcs gostaram do ultimo cap né?
Teve gente estranhando o comportamento ético do mestre. Poxa gente! Lembrem-se que ele sempre protegia o Harry, mesmo odiando ele e o pai e o padrinho dele. Se isso não é um comportamento ético, eu não sei mais o que é! oO’
Hehehe
Nhannnnnnnnnm
Dois cap de uma vez (amanhã tem mais)!!!!
^^
Soh!
Depois de muita praia e muito caldo de onda, eu me animei de novo!
Auhauhauha
Tou toda quebrada de ser arrastada, e jogada de um lado pra outro pelas ondas! Hehehehe
Tou toda roxa e ralada mas tou feliz!!!
MAHALO!!!
^^
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Cap dedicado à querida Doninha!
Parabéns pra vc!
Nesta data querida!
Muitas felicidades!
Muitos anos de vida!
^^
Bjos querida!
Te adoro viu!
E me add no Orkut que eu quero ver umas fotos suas! (sou muuuuuuuuuuuito curiosa)
hehehe
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Capitulo 18 Sonho? Não, vergonha!

Hermione acordou. Era segunda de manhã. Despertou, porém manteve os olhos fechados. Ela queria lembrar com detalhes do sonho maluco que tivera. Algo como tomar uma poção concentrada que liberava seus desejos mais íntimos, e de atacar Severo Snape durante um almoço na frente de um monte de gente conhecida e depois ir passar o restante do final de semana na casa do professor de poções e ser recusada a todo instante por ele. Ela sorriu com a maluquice do sonho. Estava com o corpo dolorido... Não faria mal se dormisse um pouco mais. Mas lembrou que realmente tinha um almoço na casa de Hagrid, e teria que sair cedo para ir ao castelo de Helicóptero e...

- HAAAAH – Ela gritou. Lembrou-se que já havia ido para o castelo, lembrou que Snape à aparatara para casa de Hagrid, lembrou que recuperara os poderes, mas... Será possível que ela tivesse mesmo feito tudo aquilo que estava lembrando?

Hermione permaneceu com os olhos fechados. Estava com medo de abri-los e constatar que estava realmente dormindo na cama de Snape. Mas foi impossível não chegar à essa conclusão. Mesmo de olhos fechados, seu cérebro buscou os detalhes das sensações. Ela sentia as malditas manguinhas do vestido florido que Minerva emprestara à ela, e sentia o forte cheiro de suor que seu corpo desprendia por estar sem tomar banho desde sábado de manhã. Juntando-se a isso, o fato dela ter feito muito esforço físico para tentar pegar Severo na unha, seu cheiro estava perto ao de uma atleta que acaba de fazer uma corrida.

Ela abriu os olhos e sua ultima esperança de que tudo aquilo havia sido um sonho evaporou-se. Estava em uma cama de casal com dossel, e a sua volta uma grossa cortina verde bloqueava a luz do dia que inundava o quarto.

“Aiiii. Não. Mais que mérda eu fui fazer?” – Pensou ela apavorada.

Mione abriu as cortinas. Precisava urgente de um banho. Observou uma segunda porta no quarto. Provavelmente ela estava em uma suíte. Dirigiu-se à segunda porta. Estava certa. Despiu-se e tomou um longo banho em uma velha banheira branca com pezinhos. Ao terminar, olhou para o vestido sujo. Precisaria de outras roupas ou o banho não teria adiantado nada. Olhou à volta. Um belo roupão negro e felpudo como uma toalha estava preso em um cabide atrás da porta. Pegou-o. Emprestaria por um tempo. Ao vestir a peça, Mione notou que estava usada. Guardava o cheiro amargo e mentolado do professor. Certamente ele o usava após o banho. Ela pegou-se abraçando e cheirando o roupão. Aquele era o cheiro que à atraia. Os feromonios de Snape.

Saiu do banheiro acanhada. Desceu as escadas, e com um susto viu o mestre dormindo desajeitado no sofá, com a mesma roupa de sábado. A camisa florida e a bermuda de Surfista.

Passou sorrateiramente por ele, pegou papel e pena em uma velha escrivaninha e rabiscou um bilhete. Após deixar o bilhete em um local visível, ela foi para os fundos da casa, saiu para o quintal, observou à volta para ter certeza que ninguém estaria espreitando em algumas das janelas dos sobrados ao lado, pensou firmemente em seu destino: os fundos da residência oficial. E aparatou.
******

Snape acordou com um barulho alto. Ele reconheceu instantaneamente que barulho fora aquele: Alguém havia desaparatado bem perto dali. Levantou-se. De certa forma já sabia que fora Hermione, mas por via das duvidas ele foi ao seu quarto conferir.

Dito e feito. Hermione não estava mais lá. A cama estava arrumada, e um cheiro de vapor de banho enchia o quarto. Ele foi ao banheiro, e viu que seus utensílios de banho estavam em uma ordem diferente: Saboneteira de um lado Shampoo de outro, bucha aqui, pente de cabelo lá... E seu roupão havia sumido. Ele olhou um volume dentro de um saco plástico jogado no lixo. Esticou o pescoço. Detectou o vestido florido que Hermione usara até noite passada. Com cuidado ele retirou a peça do lixo tirou do saco plástico e colocou-o dentro de um cesto de roupa suja. Não queria ver aquele fim para a peça, pois durante aquela mesma noite ele havia sonhado com Hermione usando-o para cobrir uma volumosa barriga de grávida.

*****

Era segunda-feira, Minerva havia lhe dado folga, mas ele decidiu ir para o trabalho para esquecer o que havia passado no final de semana.

Banhou-se rapidamente e desceu as escadas, iria desaparatar do quintal, mas quando alcançou o ultimo degrau, viu um bilhete preso por um livro em uma de suas estantes. Estreitou os olhos, Hermione não conseguia simplesmente sair. A moça parecia ter uma necessidade estranha de se explicar à ele.

Snape pegou o papel e admirou simplesmente a letra arredondada, e em seguida leu:

“Ola professor. Aparentemente eu não consigo almoçar ao seu lado sem passar uma situação constrangedora. Peço desculpas por mais esse (...)”
(Nesta parte uma mancha de tinta mostrava a indecisão para escolher a palavra correta à redação)
“(...) CONTRATEMPO.”
(Contratempo era uma palavra neutra para descrever as investidas libidinosas que ela fizera contra ele no dia anterior)
“Espero que o senhor compreenda minha alteração, e não leve meu comportamento subversivo como parte de meu caráter.”

Snape dobrou o papel e jogou-o casualmente em um cesto de lixo. Não estava levando o comportamento da garota como parte do caráter desta. Ele sabia que ela não poderia estar falando seriamente sobre o efeito da poção, e sabia que a reação dela seria a de negação. Afinal, ele era o velho professor de poções, o “morcego seboso” tanto para os atuais alunos quanto para os antigos.

O dia seria cheio, teria de lecionar quatro períodos de poções antes do almoço, e depois, mais quatro de defesa contra artes das trevas. Mesmo tendo recebido folga até a terça-feira, ele estava resignado. Sabia desde o inicio que esta seria a reação da moça, mas algo estava lhe incomodando, e ele não conseguia identificar a razão para aquele desconforto que sentia no peito, e que travava sua garganta deixando um gosto amargo na boca.

*****
Hermione chegou à residência oficial mergulhada em depressão e vergonha. Apenas o fato de lembrar-se da noite anterior, quando Snape a havia pego ‘se auto satisfazendo’ à fazia querer morrer e ser enterrada, à ter que suportar o olhar do professor outra vez. Ela estava envergonhada, pois ainda sentia a forma das partes intimas do corpo do professor em decorrência da hora que ela o imobilizou e montou-o.

Seriam resquícios da poção? Ela ainda sentia um desejo mal contido por ele. Não era nenhum sentimentalismo. Ela nem sequer cogitava um relacionamento amoroso com ele, mas desejava-o fervorosamente e frívolamente.

“Queria uma noite com Severo Snape” – pensou ela luxuriosa enquanto atravessava a sala de estar e dirigia-se ao seu gabinete - Ele havia estimulado seu lado mais carnal, colocando eventuais sentimentos que ela havia alimentado por ele antes daquele ultimo encontro para escanteio. Além do mais, o lado racional e pratico da mulher cooperava com a idéia de ‘homem de uma noite só’. Eles mostravam-na que ele não era e nunca seria o homem certo para ela. Ela precisava de um homem que possuísse mais hábitos trouxas, pois era isso que sua carreira política iria exigir do companheiro que ela eventualmente fosse se ‘arranjar’. E ele era demasiado velho. Era demasiado estranho para os padrões trouxas, se vestia como trouxas da idade média, e tinha pouco asseio pessoal – pensou ela lembrando dos cabelos oleosos do professor.

- Senhorita Granger? – assustou-se a mulherzinha raquítica.

- Odete – Disse Mione como se acordasse. Ela olhou para a secretária com estranheza. A mulher parecia surpresa e desconcertada.

- Eu pensei... Bem... Como a senhora chegou aqui? – perguntou Odete em uma intromissão atrevida.

- Ah... eu aparatei na sala. – Disse Mione com uma sobrancelha levantada.

- Mas como? Impossível! – Disse Odete com um olho mais saltado que outro. – A senhorita esta brincando não é? – disse a secretária com um meio sorriso desesperado.

- Não. – Disse Mione secamente. Estava irritada com o tom da secretária. – Eu recuperei meus poderes.

- Mais como? – perguntou Odete atrevida.

- Olha, não é da sua conta. – Respondeu Hermione agressiva. Estava cansada, envergonhada, havia acabado de descobrir que queria mais do que nunca seu professor de poções entre suas pernas, e acima de tudo, o tom imperativo que era alienígena à personalidade de Odete, estava a irritando profundamente.

- Desculpe senhorita – Disse Odete como se voltasse à si. – Com sua licença. Acho que a senhora esta querendo ficar sozinha no momento. – Disse Odete resignada saindo da sala.

Hermione sentiu-se mal quando o tom submisso de Odete voltou à normal resignação e bondade. “Será que estaria ficando louca?“ – pensou. Sentiu um súbito aperto no peito ao lembrar de Snape deitado encolhido no sofá, e uma vontade de chorar perpassou queimando sua garganta e olhos. “seria mesmo que ela estava sentindo apenas desejo físico pelo bruxo?” Se fosse o que ela estava pensando... Ela sabia que teria que reprimir para o bem de sua imagem, sua maldita imagem política.

*****

- Então... – Disse a mulher com ar severo.

- Então o que?! Disse o homem com cara de quem chupou limão.

- Como foi o final de semana com Hermione Granger. A primeira ministra? Você cuidou dela? – Disse a mulher com uma sobrancelha curiosa levantada.

- Sim. – Disse Snape amargo. - Cuidei dela.

- Severo Snape! Espero que o Senhor não tenha feito nada de errado, por que se tiver feito eu saberei! – disse Minerva McGonagall com uma falsa preocupação com sua ex-aluna.

- Não sei que tipo de crápula você me imagina Minerva, – Disse Snape num sussurro mortal - mas posso lhe garantir que não fiz nada de errado. Acho que eu já provei muitas vezes que posso ser muito chato, amargo e injusto, mas nunca anti-ético! Agora se me dá licença, preciso retirar alguns pontos dos alunos da tua casa que estão correndo pelo salão. – disse ele acenando levemente a cabeça para um grupo que entrava correndo para o café, e se retirando da mesa dos professores.

Minerva o olhou saindo. Obviamente seu plano havia saído pela culatra. Geralmente o professor ignorava mal comportamento dos alunos durante as refeições, e só agia como ave de rapina quando estava com raiva de algo. Ela decidiu que hoje iria deixar de lado seus afazeres de diretora e iria à residência oficial. Ela teria que procurar Hermione para saber de detalhes do final de semana.

- Vocês ai! Menos cinco pontos para cada por estarem correndo pelo salão! E menos dez pontos para cada por estarem atrasados! – Disse o professor zangado para o grupo de grifinórios.

“Bem, acho melhor ir vê-la agora mesmo Hermione” – Pensou Minerva olhando o professor retirando pontos de sua casa.

*****
- Desculpe-me, mas se a senhora não tem hora marcada, eu não posso deixa-la entrar – Disse a bruxinha raquítica para Minerva.

- Escute. Eu sou amiga da senhorita Granger. Eu preciso mesmo? Antes eu apenas vinha... Bom... Eu sou diretora da maior escola de magia e bruxaria da Europa, eu larguei afazeres na escola para estar aqui. Será que a senhorita não poderia chama-la apenas hoje. Prometo que das próximas vezes eu marcarei hora e... – Minerva tentava se explicar.

- Senhora! Eu sinto muito, mas já disse que não posso. – Disse Odete torcendo o nariz. – Agora por favor, retire-se e...

- O que é isso Odete? – Disse Mione que descia as escadas.

- Senhorita, eu pensei que você iria querer descansar antes da assembléia. E esta senhora não tem hora marcada e... – Odete tentava se explicar desconcertada.

Hermione olhou para a atitude da bruxa secretária. Achou que a super proteção já estava ultrapassando os limites.

- Odete, você sabe que sempre posso abriu alguns minutos em minha agenda para os amigos. Você sabe que a professora McGonagall tem acesso livre à minha casa e a minha pessoa. Eu pediria que no futuro a senhorita dirigisse a mim antes de dispensar alguma de minhas visitas particulares. – Repreendeu Hermione.

- Sim senhorita – Disse Odete aflita.

- Pode se retirar agora – Mione disse polidamente para a secretaria, que se retirou logo em seguida torcendo as mãos.

- Ola querida. – disse Minerva amavelmente.

- Ola professora. Por favor, sente-se – Disse Mione apontando para o sofá e sentando-se logo em seguida.

- Sinto muito pelo que aconteceu no final de semana querida. Hagrid e Máxime pediram-me para trazer-lhe suas sinceras desculpas. Eles estão mortificados com o episódio... – Disse Minerva com um ar ameno.

- Diga-lhes que não tem problema... Eu não deveria ter tomado a poção sem antes perguntar se podia... – Disse Mione com um peso no estomago. Será que a diretora sabia de suas tentativas de sedução? Será que Snape havia contado à ela sobre as coisas que aconteceram no final de semana?

- Eu gostaria de desculpar-me também por te-la deixado à sós com o professor Snape. Eu não podia ficar em seu caminho, na verdade eu não podia fazer nada devido à natureza da poção. – disse Minerva com as sobrancelhas levantadas sugestivamente.

- Ohhhhh professora. – Disse Mione com a voz carregada de pesar colocando a cabeça abaixada entre as mãos.

- Querida... Tudo bem... Eu entendo... – Disse Minerva aproximando-se de Mione no sofá e pegando-lhe a mão.

- P-professora. A senhora sabe como aquela poção que tomei funciona não é mesmo? – disse Mione aflita.

Minerva suspirou, segurou o queixo da garota fazendo com que ela levantasse o rosto e a olhasse.

- Eu sei querida. Mas você não tem nada do que se envergonhar. Fique calma. Você não será a primeira nem a ultima à se sentir atraída pela pessoa errada. Mas agora me diga. Por que você esta tão triste? O professor Snape não... – Minerva dissimulou uma cara de pavor ao dizer as ultimas palavras.

- Ahhh, não. Não. Definitivamente não! – Disse Mione compreendendo a sugestão da velha bruxa. – Na verdade ele foi até muito... Muito...

- Muito? – estimulou Minerva.

- Muito cordato. Ele não fez nada. Não que eu não tivesse tentado... Mas quando ele viu que estava ficando difícil me controlar, ele trancou a casa magicamente e se trancou na cozinha para ficar longe de mim.

- Ele fez isso foi? – Disse Minerva num misto evidente de espanto e desapontamento.

Mione olhou para a professora assustada com o comportamento da bruxa mais velha, mas logo Minerva emendou:

– Quero dizer... Ele agiu corretamente. Eu não esperava outro comportamento do professor além de respeito por você. – Minerva dissimulou.

- B-bem... Eu estava sem a minha varinha, pois havia perdido temporariamente meus poderes... Então, teve um momento que eu planejei e roubei a varinha do professor. E cheguei à ameaça-lo com a maldição imperius...

- Chegou? – Disse Minerva com os olhos brilhando e com um meio sorriso. Mas em seguida pigarreou e continuou:

– Quer dizer. Nossa... Mas agora esta tudo bem querida. Então você já pode dar aquela palestra sobre a qual nos conversamos?

- Ah? O que? – Questionou Mione.

- Querida, lembra que você disse que iria a Hogwarts para nos prestigiar com suas experiências como ministra do mundo trouxa? – Disse Minerva. Ela precisava juntar Mione e Severo novamente, e teria que ser rápido, pois os dois estavam magoados e envergonhados um com o outro. E isso poderia afasta-los definitivamente.

- Ah... Sim... Que tal na próxima semana? – Disse Mione à contra gosto. Ela não queria encontrar Snape, mas havia prometido à antiga professora que iria fazer as palestras, e agora não podia retirar sua palavra.

- Ótimo. Então estarei esperando-a – Disse Minerva feliz como o gato que finalmente encurralou o rato. – Agora querida, tenho que voltar para a escola, e creio que você também tem seus afazeres. Bom... Então até segunda feira.

As bruxas despediram-se e combinaram o horário das palestras.

*****

Mais tarde, Mione dirigiu-se para a assembléia. Estava exausta, e sua cabeça rodava em seus ‘problemas’ pessoais. Ela passou o final da manhã e o inicio da tarde em um trabalho árduo de coalizão de seu governo. Tinha muitos problemas para tratar, e mais uma vez, seus companheiros de governo forçaram uma reunião à respeito da tão temida doença nos cereais que estava afetando a saúde publica.

Ela teria uma reunião curta à esse respeito durante à tarde. Mas algo dizia à seu lado pratico, que aquela conversa estenderia-se muito além da tarde, então ela marcou a reunião em sua casa, na residência oficial.

*****

- Então vamos logo ao que interessa. – Disse Hermione numa praticidade seca que havia adquirido durante seus anos como política. – A situação se agravou não é mesmo?

- Sim – respondeu a trouxa da equipe de cientistas selecionada para esclarecer didaticamente a doença (ou praga) para os leigos do estafe do governo. – Muito senhorita. – completou a moça apertando os óculos contra a ponte do nariz.

- Mas já existe alguma perspectiva de cura ou mesmo de proteção contra essa doença? – Perguntou Mione preocupada.

- Infelizmente senhorita, nós ainda não sabemos nem que tipo de organismo esta causando a doença. Não sabemos se é uma bactéria, se é um vírus, um micro organismo, ou fungo... É muito estranho... Tentamos de todas as maneiras isolar o causador da doença, mas este parece ser impossível de detectar. Ele parece agir nas estruturas do gene, causando mutação na planta, mas não conseguimos detecta-lo. Na verdade, as vezes até parece que a planta transforma-se em outra coisa sem ação de organismo nenhum... Assim...Como... como... Bem... – A cientista parecia um pouco receosa com a resposta que daria. Mexia-se como nunca na cadeira, e apertava o óculos no nariz de uma forma tão agressivamente inconsciente, que Hermione chegou a achar que ela cortaria o nariz com o óculos.

- Como o que professora Marilia? – Perguntou Hermione nervosa.

- Isso é ridículo senhorita Granger... – Disse a cientista em um tom de desdém para si mesma. Mas que, porém, lembrou muito à Hermione um certo professor de poções.

- Responda senhorita Marilia. Ou será que a senhorita não me acha capaz de entender as nuances cientificas – Perguntou Hermione com cuidado.

- Não senhora, não é isso. Na verdade, muitas vezes a senhora compreende tão bem, que parece até que nos fizemos faculdade de agronomia juntas. – Disse a jovem cientista de forma polida.

- Então diga! – Disse Mione impaciente.

- Bom, é ridículo. Meus colegas chegaram a brincar que isso só pode ser obra de um fantasma, ou então de uma bruxa dona de casa como a Samanta, a feiticeira daquele velho seriado, lembra? – Perguntou Marilia divertindo-se com a comparação.

Hermione estreitou os olhos. Não sabia ao certo se era isso mesmo que a cientista estava sugerindo... Será que?...

Mas antes que Hermione dissesse algo, a cientista trouxa venceu a barreira que estava impedindo de dizer o que estava sugerindo e disse com todas as letras:

- Quero dizer... Até parece... - pigarreou - Mágica.

Hermione deu um saltinho na cadeira e arregalou os olhos. Será possível. Mais essa agora?

- Hehehehe – riu-se a cientista ao ver a reação de Mione. - Eu pensei a mesma coisa senhorita. É ridículo não é mesmo?

Hermione não respondeu imediatamente. Era bem possível que aquilo fosse verdade. Ela observara a relutância da cientista em admitir, mesmo não acreditando, que a transformação da praga parecia mágica. E por experiência, Mione sabia que dificilmente um trouxa recorria à esse termo. Principalmente uma trouxa cética, que baseara a vida toda em equações científicas para tentar explicar o que não entendia.

- Quero dizer... Nos não conseguimos encontrar evidencia alguma de praga... O que é muito estranho para mim. – Disse a moça receosa. – Esses organismos estão passando por uma mutação muito forte. Isso significa que deve haver um catalisador desse processo. Sabemos que depois de infectada a planta age como catalisador de mutação para os organismos que às consomem, causando doenças, mas não sabemos o que faz primeiramente a planta se mutar em um organismo venenoso.

- Ela se transforma em um organismo venenoso certo? – Disse Mione. – Mas por que venenoso?

- Ela não se ‘transforma’ – disse a cientista com irritação – Ela entra em mutação. Se admitirmos que ela se ‘transforma’, estamos admitindo que é um processo natural, como se fosse um milagre. E não existe mágica na ciência Ministra. E sim. Ela se muta em um organismo venenoso, que causa desnaturalização nas proteínas dos seres que à consomem. Bem, lembrando que o nosso DNA E RNA, são proteinas. Bem, isso quer dizer que ela traz conseqüências sérias, e que pode culminar até mesmo em morte. Por enquanto, detectamos apenas febres, dor de barriga, desmaios... Mas veja, estes sintomas são em seres humanos. Já estamos com problemas envolvendo pessoas.

Hermione arregalou os olhos. A doença havia mesmo avançado. Agora estava agindo em seres humanos, e não só em plantas e animais.

- Mas por que você diz que parece ‘mágica’ – perguntou Hermione interessada.

- Oras... Isso é uma bobagem. Eu não deveria ter dito isso para a senhorita. Só porque eu não acho a razão, não quer dizer que isso proceda. Olha, esqueçamos essa observação infeliz que eu fiz apouco. Eu garanto à senhora que vamos isolar o fenômeno, e eu ganharei o Nobel de descoberta cientifica. – Disse a moça querendo encerrar o assunto. – Ai, meu pai que sempre sonhou que eu fosse filha de um Nobel, uma Nobel filha – disse divertida - Será pai de uma Nobel. – Completou a moça sonhadora.

- Desculpe Marilia. Mas é apenas uma curiosidade. Eu gostaria de saber o porquê você diz que a ‘mutação’ parece mágica. – Insistiu Hermione.

A cientista bufou impaciente. Parecia estar decidindo se responderia ou não. Mas olhando novamente para Hermione, ela lembrou-se que se tratava da primeira ministra britânica, então ela deveria responder educadamente.

- Bem senhorita. Eu mesma observei o fenômeno em diversos microscópios. Inclusive em microscópios eletrônicos super potentes. E o que eu observei me assustou. A planta simplesmente se ‘transformava’. – Disse a moça como se lembrasse de algo aterrorizante, e sem perceber que ela mesma usara a palavra transformar.

- Será que eu posso ver o fenômeno? Posso marcar um dia para ir em um laboratório que tenha esse tal microscópio eletrônico? – Perguntou Hermione.

- Claro senhorita. Mas não é preciso ir em um laboratório para tanto, o fenômeno pode ser visto em uma aparelhagem mais simples. Eu tenho alguns equipamentos em um laboratório particular em minha casa. Acho que seria mais apropriado para a senhorita. Evitaria boatos. – Disse a moça com razão.

- Esta certo. Então marcaremos para eu ir à sua casa no final da próxima semana, pois tenho compromissos no inicio da semana. – Disse Hermione lembrando de suas palestras para os estudantes de Hogwarts.

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Mais Marilia pra vcs!
auhauhauha
Pois é...
Vcs lembram da minha promesa?
Eu não esqueci.
Breve ceninha nc.
e se segurem, pq ela sera no estilo vanity. Eu até pedi prum amigo despudorado me ajudar!
auhauhauhauh
Bjokas!
E Vica a DONINHA!
hehehe

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