</i>A transformação de Remo



NOTAS DE UMA AMIGA: xD
Aqui é ninguém mais ninguém meno do que Aline{Ninee Evans Potter - fics Talvez eu te amasse e não soubesse - e - Harry Potter e o Mistério de Sarah Wizard}
GABRIELLA EU TE ODEIO!!! Acreditam que ela me fez apagar todos os espações que tinham entre o travessões e as falas?? Nossa Gaby eu demorei um século, tudo porque eu AMO SUA FIC! grande novidade... eu li primeiramente.... HAHAHA sou máá li primeiro que vocês... que cap longo quase 11 páginas Gabi tu exagerou dessa vez viu? Mas digamos que isso seja um bônus pela demora,né amorew? agora eu demorei um ano pra ler... huahuahua... não vou mais enrrolar pq eu sei que estão tão anciosos quanto eu estava...
bjokas gabi te amo!



-Está na hora de acordar... – disse Thiago carinhosamente no ouvido de Lily.

-Ahn... Já, Susan? – perguntou Lily, de olhos fechados e achando que estava no dormitório feminino.

-Lily, sou eu. Thiago... Lembra? Você dormiu aqui conosco... Para que a Susan e o Remo ficassem... – disse Thiago sorrindo e Lily abriu os olhos. Ela se levantou na mesma hora, espantada.

-Eu não acredito que dormimos aqui! Não acredito! E fique longe de mim, Potter. Não pense que minha raiva passou – disse Lily. – Sarah, você tem idéia que nós dormimos aqui? Com eles? Não temos tempo para tomar banho... Vamos chegar atrasadas!

-Não se preocupe, Lily – disse Sirius – É só você pensar que quer que um banheiro apareça, que vai aparecer.

-Viu, Lily? Vamos tentar... – disse Sarah calma. Ela estava muito feliz por ter dormido abraçada com Sirius. Ela pensou que desejava que um banheiro aparecesse... E segundos depois, um banheiro se materializou na frente de todos.
-Ótimo. – disse Lily – Se quiser pode ir na frente, Sarah.

-Tudo bem – disse Sarah entrando no banheiro.

-Como vocês descobriram essa sala? – perguntou Lily interessada. A sala era extremamente útil e ela nunca tinha ouvido falar dela.

-Segredos de marotos, cara Lily – disse Sirius. – Nem pense em revelar pra Lily, Pontas!

-Sirius, eu não falo com o Potter – disse Lily com um ar de superioridade. Eles estavam esperando que Sarah saísse do banheiro. Lily estava calada observando que os marotos cochichavam e sorriam. – O que vocês estão tramando?

-Nada não, Lily – disse Thiago rindo.

-Nem pense em tentar entrar no banheiro enquanto eu tomo banho, Potter! – disse ela bufando – Eu vou trancar a porta com magia... Mas se vocês tentarem um contra feitiço... Eu mato vocês!

-Calma Lily... Eu nunca faria isso, você sabe – disse Thiago sorrindo. A garota girou os olhos e pediu a Sarah que não deixasse os marotos se aproximarem do banheiro. Logo depois, ela foi tomar banho.

-Como se eu fosse me atrever de tentar entrar no banheiro com ela tomando banho, Sarah! Eu nunca faria isso – disse Thiago com uma fingida expressão de inocência.

-Acho bom, Thiago – disse ela sorrindo. Ela e Sirius começaram a se beijar e Thiago girou os olhos. Quando Lily finalmente saiu do banheiro trajando as vestes de Hogwarts, Thiago entrou no banheiro sorrindo. Lily o observou desconfiada e se sentou para esperar que todos terminassem de se arrumar. Quando Thiago finalmente saiu do banho, Lily já estava impaciente. Até que ela viu o que o maroto trajava.

Ela ficou paralisada por um momento, observando Thiago. Ele saiu do banheiro sorrindo. Ela não pôde deixar de observar que o maroto tinha um corpo muito bonito. Ele não usava nada além de uma toalha que estava amarrada em sua cintura. Lily o observou entre uma mecha de seus cabelos. “Até que ele tem um corpo muito... LILY, O QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO? Esse é o Potter, o ser mais insensível que você já conheceu! Mas eu não posso negar que ele tenha um belo corpo... Apesar de não ter absolutamente nada de produtivo na cabeça!” Pensou Lily, irritada consigo mesma por estar tendo tais pensamentos em relação a Tiago Potter.

Seus cabelos estavam molhados e despenteados (como sempre). Ele assanhou os cabelos e começou a tirar a toalha. Quando ele ia tirar, Lily disse:

-POTTER, O QUE VOCÊ VAI FAZER COM ESSA TOALHA?

Na verdade Lily estava irritada. Mas também estava com medo de sua reação quando visse que Tiago tinha tirado a simples toalha que cobria metade de seu corpo.

Tiago sorriu.

-Querida ruivinha, eu estou usando uma cueca por baixo da toalha. Acha mesmo que eu te daria o prazer de me ver nu? Se você quiser me ver... A gente conversa mais tarde – sussurrou Tiago no ouvido de Lily e a ruiva sentiu o rosto queimar.

-Como se eu tivesse a intenção de vê-lo nu, Tiago! – disse a ruiva, irritada.

-Ambos sabemos que você tem sentimentos reprimidos por mim, ruivinha... Mas se você quiser finalmente admitir o que sente, seus problemas acabaram, eu estou disposto a ficar com você – disse Tiago sorrindo marotamente.

-Os únicos sentimentos que eu tenho por você são ódio e desprezo e eu acho que te dar foras não é reprimir – disse a ruiva sublinhando as palavras – Mas se você quiser que eu dê uma demonstração maior, é só pedir... – disse Lily levantando a mão como se pretendesse bater em Tiago.

Tiago apenas deu um risinho. Era melhor não provocar Lily.

Então Tiago tirou a toalha. Lily estava decidida a não olhar para o maroto e tentava se concentrar na sua mão esquerda.

“Como alguém consegue ser tão irritante? E eu ainda pude querer olhar para o corpo dele... E acha-lo bonito... Ah, mas ele é bonito. Muito bonito. Apesar de ser tão implicante. Ah, o que eu tô pensando? Por quê eu estou pensando isso de Tiago Potter? Eu odeio ele. Eu nunca que ia olhar o corpo dele. Nunca. Nunquinha. Nem pensar nele!” Pensou Lily.

Mas, contrariando seus pensamentos, Lily espiou Tiago novamente.

Por azar, o maroto a encarava e percebeu. Então ele se aproximou dela, já vestido, e sussurrou em seu ouvido:

-Você se contenta mesmo em só olhar Lily? Sabe, se você quisesse ficar comigo poderia ter muito mais... – disse Tiago sorrindo maliciosamente.

Lily sentiu o rosto corar.

-Até parece que eu gostaria de olhar você... Quanto mais fazer com você as coisas que essa sua mente pervertida pensa! – disse Lily, irritada.

-Cara Lily, eu te vi me olhando. – murmurou Tiago chegando mais perto.

-Eu... E-eu estava olhando para... Para a Sarah! Ela estava do seu lado... – tentou justificar Lily.

-Olhando ela beijar o Sirius? – perguntou Tiago descrente.

-É melhor do que olhar você. – retrucou Lily.

Tiago tentou se aproximar de Lily, mas a ruiva o empurrou.

- Se você insiste... – murmurou Tiago se distanciando.

Tiago caminhou até uma poltrona e se deitou, e Sirius entrou no banho. Lily o olhou discretamente. Sarah observava a cena sorrindo, quando finalmente Thiago disse:

-Hoje nós temos que fazer o resumo, né Lily? – perguntou ele. A garota continuou imóvel. Seus pensamentos estavam longe... E, por mais que ela se recusasse a aceitar, estava pensando em Tiago e agora refletia sobre o que se escondia na farda de Hogwarts do maroto – Lily?

-Ahn? – perguntou Lily, um pouco assustada por ser tirada de seu estado de ‘transe’ tão bruscamente.

-O resumo, Lily – repetiu Tiago, num sorriso. O maroto sabia que Lily pensava nele.

-Ah... Sim, hoje Potter. O mais rápido possível, assim eu posso me afastar de você de uma vez por todas. – disse ela.

-Tudo bem... De que horas? – perguntou ele interessado.

-Depois do horário, Potter. Na sala comunal – disse ela friamente.

-Ótimo por mim... Até que enfim saiu do banho, Sirius! – disse Thiago sorrindo – Pensava que você tinha morrido... Vamos logo.

Os amigos foram andando em direção ao salão principal, onde encontraram Remo e Susan conversando. Rachel e Rabicho sentavam ao lado deles, cochichando. Remo e Susan estavam de mãos dadas.

-Bom dia! – disseram todos juntos. Remo e Susan se entreolharam e cumprimentaram eles de volta.

-Onde vocês passaram a noite, meninas? – perguntou Susan.

-Nem eu sei exatamente... O Thiago e o Sirius que sabem o nome do lugar. – disse Sarah – Mas a pergunta é: Onde você passou a noite?

-No dormitório feminino, conversando com a Rachel – disse Susan sorrindo.

-Uma parte da noite, você quis dizer – disse Lily sorrindo.

-É, uma parte da noite – disse Susan enquanto Remo corava e sorria ao mesmo tempo.

- Vamos logo... Do jeito que a gente se atrasou já tá na hora da aula de DCAT! – disse Rachel, e todos concordaram.

Depois da aula (em que os marotos foram reprimidos por azarar Snape pelas costas), os amigos foram para a sala comunal, pois tinham tempo livre.

-Lily, podíamos aproveitar para fazer o resumo... – disse Thiago.

-Tudo bem, Potter – disse ela sem emoção.

-É sobre o que mesmo? – perguntou Thiago sorrindo.

-Sobre como extrair o pus de uma urtiga espinhosa. – disse Lily friamente.

-Ah, é mesmo... Foi naquela aula que... – disse Thiago, mas Lily o interrompeu.

-Que eu fiz de tudo para não ir com você, mas a professora me obrigou? – perguntou ela ironicamente – Sim, essa mesma.

-Eu não ia dizer isso, mas... – disse Thiago sorrindo – Anda, vamos começar.

Os dois começaram a escrever o relatório (Lily bufava e na maioria das vezes era somente ela que sabia as respostas).

-É claro, Lily! – disse Thiago – Herbologia é totalmente inútil, pra que eu devia prestar atenção naquela aula?

-Não, não é inútil – disse Lily tentando ser justa – O problema é que você não sabe a resposta e quer culpar a matéria.

-Isso não é verdade! E eu odeio relatórios... Mesmo eu odiando Herbologia, na aula prática eu me saí bem melhor que você – disse Thiago sorrindo.

-Claro que não! – disse Lily.

-Quem te protegeu daquela planta quando a gente teve que tirar aquele pus nojento dela? – perguntou Thiago.

- Você me protegeu da planta? Até parece, Potter! – disse Lily sorrindo. Jennifer viu que os dois estavam juntos e saiu. Lily sorriu triunfante e Thiago a observou rindo.

-Do que você está rindo, Potter? – perguntou Lily.

-Nada, Lily... Vamos voltar ao trabalho – disse ele sorrindo. Ela não pareceu muito conformada, mas mesmo assim eles voltaram a escrever.

Quando finalmente terminaram, estava na hora da aula de Trato das Criaturas Mágicas. Eles foram rapidamente em direção à aula. Eles tinham que encontrar Fwooper* (Fiuum), uma espécie de pássaro que fornecia plumagem para fabricação de penas. Eles estavam escondidos, mas os alunos tinham que lançar um feitiço silenciador nos pássaros, porque seu grito pode levar quem o ouve á loucura. Enquanto todos procuravam, Sirius tinha encontrado o Fiuum. Ele lançou um feitiço silenciador no pássaro e começou a recolher um material para retirar algumas penas. Enquanto ele procurava esse material, Snape lançou um contra feitiço para o feitiço silenciador que Sirius tinha lançado. O pássaro estava prestes a berrar quando o professor silenciou o pássaro.

-Sr. Snape, que comportamento ridículo! Você podia ter causado um acidente sério! Menos cinqüenta pontos para a Sonserina... Você tem idéia da gravidade do que fez? – perguntou o professor furioso.

-Snape seu filho da... – disse Sirius, indo lançar um feitiço em Snape, mas o professor o impediu.

-Eu já castiguei o Sr Snape, Sr Black! Acalmem-se! O diretor da sonserina ficará sabendo... Agora por favor, voltem ao trabalho! – ordenou o professor. Todos voltaram a trabalhar e Sirius olhou furiosamente para Snape, que sorria com desdém.

-Isso vai ter volta, ranhoso – sussurrou Sirius para Snape.

Quando todas as aulas acabaram, os marotos e as meninas foram jantar no salão principal, exaustos.

-Hoje é dia de lua cheia, marotos – sussurrou Remo para os amigos. Eles confirmaram com a cabeça.

-Remo, o que você vai fazer hoje á noite? – perguntou Susan.

-Ahn... Tenho que resolver uns assuntos com o professor Dumbledore. Acho que só volto para a sala comunal tarde. – disse ele nervoso. Susan ergueu a sobrancelha e começou a cochichar com as meninas.

-Que estranho, não acham? – perguntou Susan, aos sussurros.

-Não precisa ficar com ciúmes dele não, Su! – disse Sarah sorrindo – Mas sim, é um pouco estranho.

-Vocês estão namorando? – perguntou Lily empolgada.

-Sim – disse Susan sorrindo.

-Ah, que ótimo! Como foi ontem? Pra onde vocês foram? Conta tudo! – disse Sarah.

-Foi ótimo... Nós nos encontramos no salão principal e fomos dar uma volta no castelo usando a capa da invisibilidade de Thiago. Passeamos pelos jardins, pelo lago... Enfim. Rodamos a propriedade. A gente tava conversando e ele me pediu em namoro! – disse Susan sorrindo.

-Que maravilha, Su! Vocês formam um casal lindo... Pelo menos alguém coloca juízo na sua cabeça agora! – disse Lily rindo.

-Pois é... A Susan, uma garota popular, que não gostava de compromissos sérios, que não encara os estudos tão a sério... Com o Remo, um completo CDF responsável! – sussurrou Sarah.

-Enquanto você, Sarah, que é responsável tudo e tal... Fica com o Sirius, que juntamente com o Potter é um dos maiores criadores de confusão do castelo! Olha só que interessante – disse Lily.

-E você, responsável, CDF e MONITORA... – disse Susan sublinhando as palavras – Fica com o Thiago, que é irresponsável, apesar de ser inteligente, é criador de caos... Realmente Lily, é muito interessante! – sussurrou Susan, fazendo Sarah rir e Lily corar.

-Como se eu estivesse com o Potter, Susan! – disse Lily indignada.

-Tá quase lá, Lily... – disse Sarah sorrindo, e Lily girou os olhos.

-O que vocês tanto conversam? – perguntou Sirius, interessado.

-Nada, Sirius, nada... – disse Sarah sorrindo.

-Você não vai me contar, Sarah? – perguntou Sirius.

-Não, Sirius! – disse Sarah sorrindo e o beijando.

-Porque a gente não segue o exemplo Lily? – perguntou Thiago sorrindo. Ele já esperava um fora, mas ele adorava irritar Lily.

-Porque eu não gosto de você Potter... É uma boa justificativa? – perguntou Lily sorrindo.

-De odeio foi para não gosto... Adorei, Lily – disse Thiago sorrindo enquanto Lily dava um sorrisinho.

-Ah... Só um minuto, vocês... Eu preciso dar uma palavrinha com o Snape. – disse Sirius se levantando e se dirigindo para a mesa da sonserina. Ele murmurou alguma coisa para Snape (que estava encarando os marotos desde que tinha chegado no salão principal, como se desconfiasse de algo). Os olhos de Snape brilharam e Sirius voltou para a mesa da grifinória sorridente.

-O que foi que você fez, Almofadinhas? – perguntou Thiago.

-Nada... Vocês verão – disse Sirius com uma expressão maléfica.

Eles terminaram de jantar e foram para a sala comunal. Quando os marotos viram que estava ficando tarde, se levantaram para sair da sala comunal, afinal, Remo não podia se transformar dentro do castelo.

-Ahn... Meninas, nós vamos resolver um assunto. Acho que voltamos muito tarde... Vocês não precisam esperar. – disse Remo. Ele se despediu de Susan com um beijo e ele e os marotos foram em direção à casa dos gritos. Enquanto isso as meninas conversavam.

-Pra mim, isso é muito estranho – disse Susan.

-Também acho, Su – disseram Sarah e Rachel.

-É estranho... Mas não duvido que seja apenas mais uma peça que os marotos queiram pregar em alguém. Duvido que tenha algo com o Dumbledore... De todo jeito, preciso ir à biblioteca. É bem rápido... Me esperem, certo? – perguntou Lily e as meninas concordaram.

Enquanto Lily ia para a biblioteca, os marotos entravam na casa dos gritos. Remo começava a sua transformação e os marotos se transformavam, que eram animagos, se transformavam também. Thiago assumiu a forma de um cervo, Sirius de um imenso cachorro e Rabicho de um rato. Os amigos começaram a controlar Remo, que estava em forma de lobisomem, para que ele não saísse da casa dos gritos. Foi quando ouviram um barulho do lado de fora. Pontas foi ver o que era e se transformou novamente em humano. Ele correu e viu que Snape estava entrando na casa dos gritos.

-Snape, você tem que sair daqui! – berrou Thiago.

-Porque, Potter? – perguntou Snape se aproximando de onde os marotos estavam transformados.

-SNAPE, NÃO! – urrou Thiago. Mas era tarde demais. O lobisomem tinha visto Snape e se preparava para atacar. Thiago lançou um olhar de censura para Sirius, que provavelmente era quem tinha dito para Snape entrar na casa dos gritos. Provavelmente Sirius se arrependeu, porque começou a impedir que o lobisomem atacasse Snape. Mas estava difícil, porque por maior que Sirius fosse em forma de cachorro, Remo transformado em lobisomem era imenso. Thiago tentou puxar Snape para fora da casa dos gritos, mas Remo tinha ferido gravemente Sirius, que estava no chão sangrando. O lobisomem se aproximava de Snape. Sem saber o que fazia, Thiago ficou na frente de Snape e empurrou o lobisomem – SNAPE VÁ! CORRA! – gritou Thiago e Snape não pensou duas vezes, saiu correndo. Quando Thiago viu que Snape tinha ido embora, ele se transformou em cervo novamente e o lobisomem Remo parou de atacar.

Snape corria descontrolado. Ele esbarrou no meio do caminho em Lily. Ela viu que ele estava coberto de sangue e perguntou:

-O que aconteceu, Snape? – perguntou ela preocupada.

-Lobisomem... Com Potter... – disse Snape sem ar.

-Um lobisomem está junto com o Potter? – perguntou Lily aterrorizada – Você tem certeza disso, Snape?

-Sim... – disse ele ofegante.

-Onde eles estão? – perguntou Lily.

-Perto do salgueiro lutador... Só precisa apertar o nó no tronco da árvore para entrar... – disse Snape.

-Vá pra enfermaria, rápido! – disse Lily. Ela correu para a sala do diretor. Quando finalmente chegou lá, começou a explicar a situação.

-Professor Dumbledore... Thiago Potter está dentro do salgueiro lutador junto com um lobisomem! Snape viu que Potter estava junto ao lobisomem e ele também foi ferido. Por favor, professor... Ajude... – implorou Lily – Não sei como Potter conseguiu chegar lá, mas...

-Calma, Srta Evans. Vou imediatamente para o local. – disse Dumbledore, indo rápido.

-Professor... Posso ir também? – perguntou Lily.

-Acho melhor não, Srta Evans... É melhor que você espere na sala comunal – disse Dumbledore. Ela concordou com a cabeça e foi andando em direção a porta quando Dumbledore disse – Srta Evans, por favor, não comente o fato do lobisomem com ninguém. Talvez você possa contar apenas para a Srta Smith, a Srta Abbott e a Srta Moon.

Dumbledore murmurou um feitiço e em seguida apareceu na frente da casa dos gritos. Ele não podia aparatar dentro de Hogwarts, mas era um bruxo extremamente competente e tinha outros meios de se locomover com rapidez. Dumbledore entrou silenciosamente na casa dos gritos. Thiago e Sirius assumiam uma aparência humana (o que foi uma sorte, porque Dumbledore não podia descobrir que eles eram animagos). Rabicho se transformou assim que viu Dumbledore entrar, mas o diretor não percebeu, porque Rabicho estava escondido num canto. Remo ainda assumia a forma de lobisomem, mas ele estava desacordado. O professor lançou um feitiço em Remo, que desapareceu da casa dos gritos. Provavelmente ele tinha sido levado para algum lugar seguro do castelo. Dumbledore fitou os garotos e começou a falar.

-Não acredito que o Sr Lupin permitiu que vocês o acompanhassem em sua transformação – disse Dumbledore severamente

-Professor Dumbledore... Ele não queria. Ele nem ao menos sabia... – disse Thiago, falando a primeira coisa que vinha na cabeça dele – Nós viemos porque Snape descobriu que Remo era lobisomem e nós descobrimos que ele viria atrás do Remo. Viemos impedir que Remo matasse Snape, professor – disse Thiago. Sirius olhou para ele assombrado com a velocidade que Thiago falara aquilo, parecendo bastante convincente.

-Bem, é verdade... Eu sei que o Sr Snape foi ferido... – disse Dumbledore – Quem impediu que o Sr Snape fosse morto?

-O Thiago, professor. – disse Sirius – Na verdade, eu até ajudei a alimentar a vontade de Snape de saber o porque que Remo vinha pra cá todo mês. Desculpe professor Dumbledore... – disse Sirius, triste. Ele achava que Dumbledore poderia expulsá-lo.

-Obrigado por me contar a verdade, Sr Black. Não gosto de mentiras... Retirarei cinqüenta pontos da grifinória pelo comportamento do Sr Black. Mas pela sua sinceridade, Sirius, não expulsarei você. Não hoje. Mas quero que fique ciente da gravidade de seus atos. Conversarei com a professora McGonagall sobre uma detenção adequada. Quanto ao senhor, Sr Potter... Acrescentarei setenta pontos para a grifinória por salvar a vida de um estudante. – disse Dumbledore sorrindo.

-Obrigado, professor – disse Thiago – Eu só queria falar que o Sirius se arrependeu do que fez e me ajudou a controlar o Remo pra que ele não atacasse o Snape.

- Obrigado pela informação, Sr Potter – disse Dumbledore. – Agora vamos para o castelo... Acredito que a Srta Evans esteja esperando notícias. Ela que me avisou que você estava em perigo, Sr Potter.O Sr Snape avisou para ela que tinha visto você aqui... Ela ficou muito preocupada e me avisou. Procurem ela, por favor – disse Dumbledore. – Agora vão indo.

Eles seguiram andando para o castelo. Thiago ficou muito feliz em saber que Lily se preocupou com ele... E apenas com ele, porque ela não sabia que os marotos estavam na casa dos gritos com ele. Esse pensamento produziu uma sensação de alegria em Thiago. Os marotos foram para a ala hospitalar, com exceção de Thiago, que por ordens de Dumbledore foi ao encontro de Lily.

Quando ele entrou na sala comunal, Lily esperava acordada. Ao ver Thiago coberto de sangue, ela se levantou.

-Thiago, o que você estava pensando? Seguir um lobisomem? É perigoso! – disse Lily apavorada.

-Calma Lily... Tá tudo bem – disse Thiago sorrindo.

-Não, não tá tudo bem! Você ta coberto de sangue! – disse ela.

-Eu to bem... Sério – disse Thiago.

-Vamos pra ala hospitalar AGORA! – disse Lily. Ela acompanhou Thiago até a ala hospitalar, e quando chegou lá, ficou muito surpresa ao ver Sirius, Pedro e Remo (que já assumia uma forma humana) deitados e sangrando como Thiago.

-Eles também? – perguntou Lily nervosa – O que deu em vocês?

-Nada, Lily – respondeu Thiago sorrindo – Só vamos passar uma noite na ala hospitalar, nada a mais.

-Vocês são loucos... Deite logo, Potter! Você precisa de repouso – disse ela.

-Pois é, Srta Evans! – disse Madame Pomfrey. Ela carregava uma expressão de preocupação – Vocês realmente devem ser loucos... Atrás de um lobisomem! Vocês têm idéia do perigo que ficaram expostos?

-Tá tudo bem, Madame Pomfrey... – disse Sirius.

-Tudo bem! Até parece... – disse ela fazendo curativos nos garotos – Acredito que o Sr Potter e o Sr Pettigrew possam voltar para a sala comunal da grifinória, se resolverem parar as brincadeirinhas por hoje... – disse Madame Pomfrey friamente – Se os senhores tomarem essa poção poderão voltar para a sala comunal agora mesmo, o sangramento irá parar. O Sr Black está um pouco mais ferido... E o Sr Lupin também – disse ela com um tom de seriedade em sua voz – Sr Potter e Sr Pettigrew... Vocês têm que ficar em repouso. Se vocês fizerem algum tipo de esforço físico, terão que voltar para a ala hospitalar... Entendido?

-Sim – disseram Thiago e Pedro juntos. Os dois pareciam achar um pouco de graça nessa história toda. Eles beberam a poção e fizeram uma careta, o gosto não era muito agradável.

-Ótimo! Srta Evans, se você puder, faça de tudo para que eles entrem no dormitório o mais rápido possível. – disse Madame Pomfrey.

-Pode deixar, Madame Pomfrey. – disse Lily enquanto Thiago a encarava sorrindo.

-Então vão indo – disse Madame Pomfrey e os três foram andando. Quando saíram da ala hospitalar, começaram a conversar.

-Thiago e Pedro... Posso saber porque vocês decidiram ir atrás do lobisomem? Snape não me contou a história toda. – disse Lily.

-Porque nós descobrimos que o Snape ia atrás desse lobisomem ontem. E nós... Fomos evitar que uma tragédia acontecesse – disse Thiago sorrindo.

-Verdade, Potter? – perguntou Lily surpresa – Eu pensei... Que você odiasse o Snape! – disse ela.

-E odeio, Lily... Mas eu não podia deixar ele morrer porque eu não gosto dele, podia? – perguntou Thiago sério – Todos ajudaram...

-Não é verdade, Pontas – disse Rabicho – Eu não fiz nada. Fiquei parado, tremendo de medo. O Aluado... Ahn... Ele ficou vigiando. O Sirius pulou em cima do lobisomem, mas ele foi ferido e quase desmaiou... Quando o lobisomem foi atacar o Snape, você que ficou na frente dele. – disse Rabicho. Pontas percebeu na mesma hora que Rabicho estava contando a verdade (afinal tudo era verdade, menos a parte de Aluado) para que Lily criasse outra idéia sobre Thiago.

-Isso é verdade, Potter? – perguntou Lily, encarando o maroto.

-Bem... É, Lily – disse Thiago sério. Lily o fitou por um momento e mordeu os lábios. Os três entraram na sala comunal e Rabicho foi direto para o dormitório masculino, provavelmente com a intenção de deixar Thiago a sós com Lily.

-Bem, Thiago... Eu estou admirada com o seu comportamento... Muito mesmo. – disse Lily e Thiago sorriu.

-Que bom que você está vendo que eu sou melhor do que você pensa... – disse Thiago se aproximando dela.

-Pois é, Thiago – disse ela sorrindo – Agora é melhor você ir para o dormitório... Você ouviu a Madame Pomfrey. – disse Lily.

-Tudo bem, Lily... – disse Thiago.

-Vê se não se mete em confusões como essa de novo, certo? – disse Lily.

- Lily, sinceramente... Em pensar que você suporta pelo menos olhar nos meus olhos agora... Eu sei que valeu a pena – disse Thiago e Lily sorriu – Boa noite, Lily.

- Boa noite, Thiago – disse ela. Os dois se fitaram por um momento e ela subiu para o dormitório feminino com uma idéia completamente diferente de Thiago

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N/A: /escondida/ eu sei, não me matem, demorei demais a postar...
Deve ter gente querendo me mandar cartas bomba por isso, mas é que estou de mudança, e é minha amiguinha mannaly(aline eu é q to postando gaby pq vc me deu o disquete ontem lembra?) que tá postando isso pra mim! (por isso não dá pra eu responder os comentários da fic, mas estou muuuuuito agradecida a todos que estão lendo e comentando :D
Vocês não sabem como deixam uma autora feliz!
O que posso pedir mais? Ahn... Por favor, continuem comentando!
Esse capítulo foi mais um que amei escrever... =P
Espero que gostem e desculpa a demora! Aí está o capítulo!
Pra quem disse que ia entrar em depressão se eu não postasse, relax, o capítulo tá ai!
Beijos a todos! :*

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