Capítulo 02




Capítulo 02 – Um dia como qualquer outro.


Não é como se eu fosse uma pessoa que gosta de reclamar, mas admito que nas últimas horas seja exatamente isto o que eu mais tenho feito.


No final da minha aula de Runas, decidi procurar a professora McGonagall e ter uma conversa de mulher para mulher, com a cabeça mais fresca agora (total mentira). Talvez eu pudesse sair satisfeita com a próxima decisão que eu a induziria a tomar.


Preciso mesmo dizer que isso foi um desastre? Na verdade, preciso sim.


A aula acabou quase as cinco da tarde, e eu corri feito uma louca, pela segunda vez no dia, pelos corredores, até chegar à sala da professora. Bati duas vezes, e logo a ouvi pedindo para que eu entrasse.


- Ah, é a senhorita. – ela falou com a voz meio monótona, e tive quase certeza de que ela revirou os olhos. Não posso afirmar, já que eu estava de costas para fechar a porta. – A que devo a visita? – perguntou arrumando os óculos no nariz.


- Professora McGonagall, nós precisamos conversar sobre um assunto muito sério. – falei, e pude notar minha voz tremer, o que já fez com que eu começasse a ficar nervosa. Eu não tenho medo dos professores, mas McGonagall... bem, é a McGonagall. Ela enrolou o pergaminho em que estava escrevendo, e fez um sinal para que eu continuasse a falar. – Acho que a senhora cometeu um erro. – falei rapidamente, sentando em uma cadeira sem que ela pedisse, e ela ergueu uma sobrancelha. – Quero dizer, nada muito grave, mas não acho prudente a sua decisão, sobre a apresentação da formatura, eu me refiro. Quer dizer, acho que eu não deveria fazer nada em conjunto com o Potter. Além da monitoria, no que admito que ele não seja tão ruim assim, mas, de qualquer forma, já é coisa demais. Se a senhora quiser, eu até faço o trabalho com a Alice, mas, por favor, tire o Potter disso. – implorava de modo a parecer que eu estava querendo livrá-lo do trabalho.


Ela fechou os olhos e respirou profundamente. Arrumou os óculos novamente, e então fixou os olhos em mim.


- Eu não cometi um erro, senhorita Evans. Não considero isso um erro, e sim uma forma de aprendizado. E se eu ouvir mais uma vez qualquer coisa relacionada a este assunto vou proibir a senhorita Harper de sequer cumprimentá-los até o final do ano. – falou em tom cortante.


- Mas isso não é justo, e…


- Pode se retirar agora. – falou seca, me interrompendo e puxando seu pergaminho para logo voltar a escrever, e nem dirigir o olhar para mim.


Suspirei contrariada, e saí da sala pisando duro, batendo a porta, o que tinha certeza que iria me render boas dores de ouvido mais tarde, mas no momento não me importei.


Mais tarde estava sentada no Salão Comunal, esperando Emme e Lene voltarem do jantar. Eu não estava com fome, havia a perdido quando recebi minha sentença de morte no começo da tarde, e só queria ficar sozinha por alguns momentos.


O que não aconteceu, já que comecei a ouvir risadas altas, escandalosas e muito conhecidas, do outro lado do quadro da Mulher-gorda. Gemi, me afundando na poltrona fofa.


- Foi hilária a cara do Filch quando ele viu as manchas de lama do Portão até o Salão Principal! – reconheci a voz de Sirius rindo no momento em que abriram a passagem. Afundei-me mais ainda na poltrona, esperando que eles não me vissem.


- E as caras de nojo de Marlene e Emmeline quando sentamos com elas para jantar! – a voz de Potter era tão reconhecível quanto à de Sirius. Pude os vislumbrar quando estavam no meio do Salão. Os três, Sirius, Remus, e Potter estavam cobertos dos pés a cabeça com lama, agora seca. Era meio óbvio que eles estariam assim, pois caia o mundo em chuva desde o meio da tarde. – E onde será que está a ruiva, já que não estava com as outras lá embaixo? – o ouvi perguntar, e se fosse possível eu teria entrado no estofado da poltrona. Na verdade é possível, eu só não sei como se faz ainda


- Vai começar a correr atrás dela novamente? – Sirius perguntou com a voz entediada. Sim, Potter correu atrás de mim por mais de um ano, o que se soma a minha extensa lista de motivos para não gostar dele.


- Fala sério, né? – e o ouvi se jogar num sofá. Nota mental: nunca mais sentar naquele sofá embarrado. – Eu só quero terminar esse trabalho logo.


- Porque não deixa a Lily fazer tudo sozinha? Ela é boa nessas coisas. – Sirius falou. Nota mental dois: acabar com a raça vira-latas de Sirius mais tarde.


- Porque a McGonagall deixou bem claro, depois da aula, que se ele não participasse, ela saberia. E bem, eu não duvido de nada vindo desses professores. – Remus falou com a voz calma. – Vou subir para tomar um banho. – completou, e então escutei seus passos nas escadas. A minha esperança era de que os outros fossem com ele.


- Vai falar com a Lily, então? – Sirius perguntou ainda entediado. Qualquer coisa que não fosse sobre ele o entediava, era algo inconsciente. Não que ele não se importasse com os amigos, só era egocêntrico demais para não ser o centro do assunto por muito tempo.


- Assim que eu a encontrar. – o outro resmungou. James parecia tão insatisfeito com esse trabalho quanto eu, o que significava que não haveria convites para sair, nem nada disso. Não pude deixar de ficar feliz com isso.


- Procure no mapa. – pude ver pela sombra, Sirius dar de ombros, e se atirar em outro sofá. Bando de porcos.


- Sabe, até que você pensa às vezes, Pad’s. – imaginei que o outro levou como um elogio, pois não reclamou, nem nada. Porém, ainda me preocupava o fato do tal mapa ter entrado na conversa. Eu já tinha os ouvido falar sobre esse mapa que diz onde as pessoas estão, então, me considerava em apuros, principalmente por estar escutando a conversa.


Para minha sorte a passagem foi aberta novamente, abafando o som do pergaminho sendo esmagado de volta no bolso.


- Vocês são mesmo dois porcos! – Lene falou, e pude ter certeza de que ela estava com o nariz torcido. – Lily, você está ai! – ela gritou, vindo na minha direção. – Eu sei que você falou que não queria comer, mas trouxemos alguns bolinhos de cenoura, que eu sei que você gosta. – terminou de falar, jogando um embrulho no meu colo. Eu deveria matar Marlene neste momento. Senti meu rosto ficar mais vermelho do que nunca.


- Hei, você estava aí ruiva! – Sirius falou divertido, indo até Marlene e passando um braço pelo seu ombro.


- Saí daqui, seu imundo! – ela reclamou, praticamente jogando o braço dele para longe, e saindo de perto.


- Teoricamente sim. – falei apontando para um livro, tentando dar a entender que eu estava lendo. – Não vi vocês entrarem. – levantei-me da poltrona, e ajeitei a saia do uniforme. Sirius e Potter trocaram olhares desconfiados. Como eu não poderia notá-los entrar, se fazem algazarra em qualquer lugar?


- Claro, somos muito discretos e cuidadosos. – Potter falou com as sobrancelhas unidas, desconfiado. Apenas apertei os olhos para ele.


- Enfim, você vê se come esses bolinhos, está magra demais por ficar pulando refeições. – Emme falou autoritária. Quem ela pensa que é para falar isso? Ela deve comprar as roupas na sessão infantil, tamanho PP, ou algo perto disso. E como assim eu estou magra? Consigo até sentir minha barriga dobrar quando sento!


- Evans magra? – Potter falou gargalhando. – Essa é boa! – falou entre as risadas, nós três, garotas, o olhávamos incrédulas. Sirius não deu muita bola, como eu já disse, o assunto não era ele há tempo demais. Tudo bem que não estou exatamente em forma, mas isso não é motivo para que ele fale isso em alto e bom tom!


- Vai se ferrar, James. – Lene falou olhando feio para os dois, e puxando a mim e Emme para as escadas do dormitório. – Que cara de pau! – ela exclamou ainda indignada, quando entramos no quarto.


- Ele até que não está de todo errado. – falei olhando para minha própria barriga. – Mas também não precisava falar assim, na minha cara. – resmunguei.


- James é um crianção. – Emme falou, sentando na ponta de sua cama. – E foi só uma brincadeira, não vai levar isso a sério, né? – continuou quando viu que havia largado o embrulho de bolinhos na cômoda.


- Não levo a sério nem mesmo o ar que ele respira. – falei revirando os olhos, e elas riram. – Mas não estou mesmo com fome Emme. Eu como no meio da noite. – acrescentei quando as duas me lançaram olhares apertados.


Depois de uma hora, já estávamos todas de banho tomado, e deitadas em nossas camas. Emme revisando as aulas do dia, Lene terminando de copiar de mim uma lição atrasada, e eu beliscado os bolinhos enquanto lia um livro da matéria mais chata do mundo: historia da magia. Pelo menos é um bom assunto para quem tem problemas para dormir, leia uma página e caia no sono sem nem perceber. Gwen havia chego, se trancado no banheiro, e depois ido para a cama, fechando as cortinas sem nem ao menos desejar uma “boa noite”. Alice, que era com quem eu realmente queria falar agora, ainda não havia chego quando eu adormeci.


Acordei algumas vezes durante a noite para comer os bolinhos, como eu havia dito que faria, e também porque precisava ir ao banheiro. Eu devo ter algum problema por não conseguir ter uma noite inteira de sono. E mesmo acordando quase de hora em hora, ainda consigo chegar atrasada nas aulas, já que quando tenho que acordar mesmo simplesmente não acontece.


No dia seguinte pela manhã, consegui acordar antes de todas, tomei mais um banho, e quando eu estava saindo do banheiro, Emme já estava sentada em sua cama, com o uniforme no colo.


- Bom dia, Lily. – ela sorriu radiante. A manhã era a hora preferida de Emmeline, e eu nunca entendi porque, já que estou sempre com sono demais para ver algo de que seja bom nesta parte do dia.


- Bom dia Emme. – respondi em um bocejo, no que ela riu e foi para o seu banho.


Olhei para a cama que fica a minha direita. Marlene dormia de bruços, com as pernas abertas e um braço caindo para fora. Isso sem falar na boca aberta, babando no travesseiro. De vez em quando ela fazia uns barulhos estranhos, parecidos com gemidos, e eu nunca tive coragem o suficiente para perguntar qual o conteúdo de seus sonhos. Aposto como se Sirius visse essa cena, ele descartaria qualquer vestígio de idéia de ficar com ela, antes mesmo de admitir isso para alguém.


Depois de muito esforço, e tempo, o suficiente para Emme, Alice e Gwen usarem o banheiro, finalmente consegui fazer com que Lene acordasse e fosse se arrumar. Pedi a Alice que me esperasse, para que eu pudesse falar com ela sobre o trabalho, mas ela disse que tinha que devolver uns livros na biblioteca com Frank, e saiu apressada. Sei bem.


- Essa aula é uma droga. Não entendo ainda porque estou fazendo ela. – Lene resmungou, deitando a cabeça sobre os braços na mesa.


- Porque você decidiu que quer ser auror, e Poções é uma das matérias requisitadas para isso. – falei em tom monótono, muito parecido com o que McGonagall usou para falar comigo no dia anterior. Todas as aulas de Poções eram a mesma coisa, Lene reclamando, e eu e Emme a lembrando de que fora ela mesma quem escolhera isso.


- Mas é tão chato. – ela falou em um suspiro, fechando os olhos.


- Eu não acho. – falei, colocando algumas asas de besouro na nossa poção.


- Para mim é uma das matérias mais interessantes. – Emme concordou concentrada em cortar os talos, parecidos com nabos, em tamanhos iguais.


- Vocês são loucas. – Lene murmurou, quase caindo no sono. Eu tive que dar um empurrão nela para que ela se sentasse direito.


- Como estão por aqui, garotas? – o professor Slughorn perguntou, parando de frente para nossa mesa e olhando torto para Lene, que não fazia absolutamente nada.


- Muito bem. – Emme falou rapidamente, empurrando o caldeirão para ele, que deu uma mexida com a colher, fez um sinal positivo e saiu para a próxima mesa de alunos. – Você tem que começar a ficar acordada nas aulas dele, Lene. Aliás, fazer um esforço nas próximas quatro semanas. – disse agora dura, para a nossa amiga dorminhoca.


- É difícil. – ela resmungou novamente, com uma expressão entediada.


- Sente comigo na próxima aula. Prometo que você não vai sentir nem um pouco de sono. – Sirius falou, se apoiando onde o professor estava poucos segundos antes.


- Você não deveria estar fazendo a sua poção? – perguntei com uma sobrancelha erguida.


- Deveria. – falou parecendo pensativo, para logo em seguida sacudir a cabeça e rir. – Prongs e Moony são bons nisso, e o Slughorn sabe que eu não tenho muito jeito de aprender, então não se importa que eu saia de lá. – deu de ombros.


- É, ele sabe que você é um caso perdido. – Lene falou, agora parecendo um pouco mais acordada.


- Não tento esconder de ninguém. – Sirius falou com pouco caso.


- Isso é bem perceptível. – eu e Emme apenas ouvíamos a conversa, enquanto terminávamos com a poção.


- Você não vai conseguir me ofender, Lene. – falou num tom pouco provocativo, tanto que eu e Em nos entreolhamos.


- Não foi essa minha intenção. – Lene disse, apoiando os braços na mesa, se inclinando para frente, o que eu suponho não ter sido intencional da parte dela, ficar a poucos centímetros de Sirius Black. Ele sorriu enormemente.


- Vai sair comigo no sábado? – perguntou, mudando completamente o rumo da conversa, e eu e Emme nos entreolhamos novamente, dessa vez com surpresa. Tudo bem, nós duas sabíamos que ele estava afim da Lene, eu havia transmitido as minhas conspirações a ela, mas não sabíamos que ele já estava a ponto de convidá-la em público para sair.


Marlene o encarou por alguns instantes, com os olhos apertados e pensativos.


- Não vai me passar pulgas, vai?


- Claro que não. – ele riu. – Assim você me ofende. – falou com uma careta falsamente ultrajada.


- Tudo bem. –Lene concordou depois de um suspiro. Não pude conter um olhar incrédulo para ela, e percebi que Emmeline fez o mesmo.


Sirius aumentou o sorriso, acenou para nós, e voltou calmamente para sua mesa com Potter e Remus.


- Você está drogada? – Emme foi a primeira de nós a conseguir falar.


- Por quê? – ela perguntou inocentemente, e isso não foi falso. – Nós somos amigos, podemos sair juntos. – ela deu de ombros, e começou a juntar seu material. Nós estávamos fazendo o mesmo, já que a aula estava por acabar.


- Você está confundindo as coisas. – Emme falou arrumando a mochila nas costas.


- Sirius Black não sai com garotas para conversar e tomar chá. – eu falei enquanto andávamos pelo corredor, indo para o Salão Principal almoçar.


- Vocês acham que ele vai tentar algo? – Lene perguntou surpresa. Nós duas a olhamos como se isso fosse óbvio. – Quer dizer, não tem motivos para ele fazer isso. Nós somos amigos! – ela parecia cada segundo mais nervosa. Eu me segurava para não rir.


- Vai ver vocês vão só entregar uns livros na biblioteca. – Emme falou, não segurando a risada, e eu a acompanhei. Marlene parecia cada vez mais vermelha.


- E você entende muito sobre isso, não é Emme? – a morena retrucou, e a loira ficou calada, com um bico enorme no rosto. Eu já estava quase sem ar, de tanto rir. – E você não ria, ruiva! Sua hora ainda vai chegar! – falou ameaçadora, e eu apenas mostrei a língua para ela.


Eu havia dito que odiava quartas-feiras, mas com as quintas a coisa é completamente diferente. A nossa única aula do dia era Poções, a minha preferida, e tínhamos a tarde inteira livre, para não fazer absolutamente nada.


Depois de almoçarmos, fomos aproveitar o dia, que surpreendentemente estava bonito. Sentamo-nos a beira do lago, com os pés na água, e não demorou muito para estamos molhadas até a cintura, já que nós três não conseguíamos ficar perto da água sem a jogarmos umas nas outras. Passamos a tarde toda com os pés na água, fazendo planos sobre como seria o encontro de Lene e Sirius. Não que ela tenha gostado muito do assunto, mas enfim...


Quando começou a escurecer, voltamos para o castelo, a fim de jantarmos. O Salão estava até bastante tranqüilo, já que os Marotos aproveitavam cada final de tarde para treinar Quadribol, chegando atrasados para jantar, isso quando apareciam.


- Ai está você! – falei assim que entramos no Salão Comunal. Alice estava sentada no sofá, de mãos dadas com Frank. – Sinto muito Frank, mas eu realmente preciso falar com ela.


- Tudo bem. – ele sorriu, deu um beijo rápido na namorada, e então foi sentar com os Marotos, que jogavam Snap Explosivo do outro lado do Salão. Frank é um cara legal, só tem um problema, que é nunca desgrudar da Alice, principalmente quando as amigas dela necessitam de sua companhia.


Ela me olhava séria. Ainda estava bastante chateada por ter sido impedida de fazer a apresentação.


- Olha, me desculpa, eu não queria que a McGonagall me colocasse para fazer isso, e…


- Sem problemas. Na verdade me senti até um pouco aliviada, mesmo que eu quisesse muito fazer isso. Mas ela tem razão, o trabalho feito em dupla fica melhor, e você e James conhecem muito mais as pessoas por aqui. – ela falou com um sorriso, e eu pude perceber que Alice não estava sendo completamente honesta. – Eu não estou brava com você, Lily. Na verdade, não estou brava com ninguém. – completou ao notar minha expressão.


- Mas mesmo assim eu quero a sua ajuda. Eu sei que você já preparou algumas coisas, e você sabe que eu não me dou nem um pouco bem com o Potter para ficarmos sentados juntos por tempo suficiente de ter uma idéia. – falei rapidamente, e ela riu.


- Vocês dois são umas figuras. – falou ainda rindo. Ajeitou o cabelo negro e cacheado, que combinam perfeitamente com o rosto infantil, e continuou falando. – Eu poderia deixar vocês fazerem isso completamente sozinhos, mas sei que em menos de duas semanas não teríamos mais monitores-chefes. – eu concordei com a cabeça. – E também, eu gosto da minha idéia, mesmo que ela esteja incompleta. – falou orgulhosa.


- Você é um anjo Alice. – disse, e nós duas rimos.


- Bem, indo para a idéia, eu havia pensado em fazer um trabalho que falasse um pouco de cada aluno do sétimo ano da Grifinória. Mas que isso viesse dos alunos mesmo, tipo fazer entrevistas. Mas ainda não consegui pensar em como isso seria apresentado.


- Até porque seria uma apresentação bem longa, e até chata para quem não conhece todos. – completei o pensamento dela.


- Isso mesmo. Como eu falei, ela ainda tem que ser trabalhada, mas acho que vocês conseguem fazer algo bem legal.


- Obrigada mesmo Alice, você acabou de salvar meu dia. – a abracei e ela riu novamente.


- Qualquer coisa pode me procurar. Vou continuar pensando em como isso pode ser feito. – nos despedimos, e eu fui até Emme e Lene, que estava em uma mesa perto de uma janela, fazendo alguns deveres.


- Problema resolvido. Em partes. – e contei para elas o que Alice havia me dito.


- Isso vai ficar bem legal. – Emme sorriu.


- Concordo. Mas também acho que você não deveria falar nada sobre o James nesse trabalho. – Lene falou, para nós então rirmos.


Ficamos no Salão por mais ou menos uma hora, e então subimos para dormir.




n/a: não sei porque, mas tenho a impressão de que meus capítulos são sempre enrolados e sem graça :p mas o próximo eu prometo que vai estar bem melhor! E Ju, você não é nem um pouco inútil! Se não fosse pela tua ajuda eu nem teria coragem de postar a fic, e com as tuas correções eu percebo como escrevo coisas sem sentido (?) sem falar que eu morro de rir com teus comentários! Haha.

Eu não sou muito rápida quanto a atualizações, e sempre tenho uma desculpa, para atrasar, então, dessa vez (assim como algumas outras…) vou tentar prometer a mim mesma postar um capítulo novo toda quarta-feira (sim, o pior dia do mundo), e espero conseguir manter isso :D ah, e muuuuito obrigada pelos cometários! Significa muito pra mim *-* mas respondo eles no próximo porque agora estou cansada, e o que mais quero é cair na cama!


Beijos.


n/b: Gente será que o Sirius vai levar a Lene para tomar Chá? Morri de rir. E a Lily querendo se esconder num sofá? E geral neste castelo adora uma biblioteca. James provocativo é o que há. Adoro.


Tenho uma certa adoração por formaturas, rs. Quando a Lizzie falou que iria fazer a apresentação do trabalho na formatura eu quase surtei. Agora, imaginem, Lily entrevistando os marotos? Os Marotos por eles mesmos? Rs.


Adorando a fic e esperando ansiosamente por mais capítulos (comentem, please).


Beijinhos,


Ju


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