na casa de narcisa




Draco, Gina, Hermione e as crianças, estavam em frente a casa, bateram campanhia. Um elfo domestico, veio atender.
-Sr Malfoy, entre. Sra Malfoy, Srta Granger, Sr e Srta sejam bem vindos.
Louren e Bryan ficaram encantados com o elfo, acharam uma criatura estranha e desejavam por suas mãos nele pra ver se era mesmo real.
-Draco, que bom que veio – disse Narcisa o abraçando.
-Olá, mãe.
-Hermione, como você está grande? Seu pai devia ter orgukho de você.
-Olá Sra Malfoy.
-Por favor, Narcisa. E você minha nora, linda como sempre.
-Obrigada Narcisa, e você também esta muito bonita.
-Bem, quem são essas ciranças?
-Bryan, meu filho e Louren, filha da Hermione e minha afilhada. – respondeu Draco.
-Oi – disseram os dois juntos.
-Oi crianças, eu sou a Narcisa, mas me chamem de vovó.
Louren e Bryan sorriram e disseram:
-Vovó estamos com fome.
-Essas crianças não têm jeito. –disse Hermione.
-São crianças querida, vamos jantar. –disse Narcisa.
Seguiram para a sala de jantar.
-Mãe, se importa de ficarmos um tempo aqui? Eu pensei que talvez gostaria que ficássemos já que não gosta de solidão. – perguntou Draco.
-Adoraria, meu filho. Essa casa é muito grande, quero fazer reformas para... você sabe.
-Sei sim.
-Bom o jantar estava divino, mas estou cansada. –disse Gina.
Todos seguiram para um quarto, Louren preferiu dormir com a mãe e foi até o quarto dela.
-Mamãe, posso dormir aqui?
-Claro querida, preciso conversar com você.
-Sobre o que?
-Seu pai.
-Mas eu não quero falar dele e nem vê-lo mais.
-Louren Granger, eu não perguntei o que você quer.
-Desculpe.
-Ele quer te conhecer.
-Mas eu não quero.
-Você não precisa falar com ele, somente se apresentar.
-Por que isso agora?
-Ele trabalha comigo e ia hoje lá em casa te conhecer, eu preferi vir pra cá e conversar com você.
Louren fechou a cara, não queria vê-lo, não queria ele perto da sua mãe.
-Por favor querida. Eu vou estar com você, não deixarei ele te machucar.
-E se ele te machucar?
-Ele não vai me machucar.
-Mas é só um pouquinho?
-Claro é só para ele te ver.
-Esta bem, mas não me deixa sozinha com ele. Promete?
-Prometo. Eu vou lá embaixo e já volto.
Hermione recebera o telefone de todos os Aurores, pois era necessário. E logou para ele.
-Alô? –quem atendeu foi Cho.
-Por avor, o Sr Potter.
-Quem gostaria?
- É do ministério.
-Ok, Harry querido telefone.
-Alô?- ele disse.
-Oi Potter. – ele reconheceu a voz, era Hermione sem duvida.
-Vai fugir com ela agora?
-Não Potter. Precisava conversar com ela, caso não tenha desconfiado ela tem medo de você.
-Eu percebi. Conversou e o que ela disse?
-Sim, conversei, mas ela não quer vê-lo. Foi difícil fazer ela aceitar, mas combinei que só apresentaria e depois ela vinha embora.
-Está bem. Quando vou vê-la?
-Amanhã no ministério. Como vamos sair as 10 horas, não terá problema. Entro as 8. Vá até minha sala, ela se sentira mais segura lá.
-Como quiser, até amanhã Hermione.
-Até, Potter.
Hermione subiu e encontrou Louren dormindo, deu um beijo no rosto da menina e deitou ao seu lado.
-Me perdoa, querida. Juro que não queria te levar até ele, mas preciso fazer isso, você precisa perder o medo dele, pro seu próprio bem, o que ele fez no passado, ficou no passado, é minha história e não sua, eu quero o seu bem. Te amo meu anjinho.
A beijou novamente e dormiu. Sabia que teria que fazer isso mais cedo ou mais tarde, mas temia a reação de Louren.

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