Grandes Descobertas



Segunda-feira começaram as aulas. Harry, logo que encontrou os amigos na sala comum dos Gryffindors, contou-lhes tudo o que se tinha passado, saltando a parte do casamento de Albus e Minerva pois ainda ninguém, além de Harry, Tonks, Lupin, Fred e George, sabia do seu relacionamento.


-Eu não acredito que eles se vão casar! - exclamou Hermione com a voz um pouco aguda. 


-Foste tão querido, Harry. - disse Ginny beijando o namorado, ao que Ronald virou a cara.


-Sinceramente Ron! - reclamou Hermione sussurrando pois os amigos ainda se estavam a beijar como se não reparassem no que se passava à sua volta. - Eles só se estão a beijar. É o que todos os namorados fazem.


-Mas ela é minha irmã. - argumentou o ruivo.


-E então? Não é por agora namorar com o teu melhor amigo que vai deixar de ser tua irmã. - lembrou Hermione.

Ron abriu a boca mas voltou a fechá-la. Ele sabia que não ganhava nada em discutir com a amiga, pelo contrário, só ficava a perder.

O moreno e a ruiva pararam de se beijar ambos com a respiração apressada. Ron ignorando isso, sugeriu que fossem andando para o Salão Principal para tomarem o pequeno-almoço. Eles assim fizeram.
O Salão já estava cheio. Os alunos conversavam animadamente. Tonks, que estava na mesa dos professores sentada entre o namorado e Minerva fez-lhe um sinal discreto e Harry retrribuiu com um aceno de cabeça. Todos os professores estavam também presentes na mesa dos professores com a figura calma de Albus Dumbledore sentado ao centro e a conversar também entusiásticamente com a professora de Tranfiguração e Horace Slughorn. O diretor e a sub-diretora também sorriram para Harry quando ele entrou no Salão e ele, obviamente, retribuiu. 
Parecia um dia calmo como qualquer outro mas infelizmente isso não duraria por muito mais tempo.

Quando chegaram à mesa dos Gryffindor foram-se sentar com Dean Thomas e Seamus Finnigan que logo lhes deram más noticias.


-Temos novidades. - começou Dean.


-E infelizmente não são das melhores.

Neville juntou-se nesse momento a eles e assim os dois amigos começaram a falar.


-Os gêmeos Weasley encontraram-nos hoje na sala comum e pediram-nos que te desse-mos um recado. - informou Finnigan fazendo sinal para que os outros se aproximassem mais dele. Assim que estavam próximos o suficiente, Thomas continuou no sussurro quase inaudível:


-Eles disseram que hoje um homenzinho assustado Materializou-se na loja deles. O homem ao que parecia andava em Hogsmeade que estava deserta. Ele Materializou-se pois quando estava a passar em frente ao Três Vassouras, que ainda estava fechado assim como todas as outras lojas, viu um grupo de 10 pessoas parecia ser comandado por uma. A pessoa que estava à frente baixou o capuz e... - nesse momento Dean parou com medo da reacão do moreno.


-E era o Snape. - finalizou Seamus olhando com atenção e preocupação para Harry. - Ao que parece ele e mais Devoradores andam a rondar Hogsmeade e Hogwarts. E como havia 10 pode até haver mais. Achamos que podem estar a preparar um ataque.

Harry assimilou tudo o que os amigos lhe disseram. Então ele percebeu uma coisa. Um mistério óbvio mas que só agora tinha sido capaz de desvendar. O motivo de haver Devoradores da Morte a rondar Hogsmeade. Eles não estavam a rondar Hogsmeade! Estavam a rondar Hogwarts! 


-Convoquem uma reunião com ED para daqui a... dez minutos na Sala das Necessidades. Preciso de ir confirmar uma coisa. - instruiu o rapaz e em seguida saiu a correr do Salão com todos a olhar para ele espantados.

O rapaz-que-sobreviveu continuou a correr como se a sua vida dependesse disso. Só parou quando chegou às portas da biblioteca. Acalmou-se, respirou fundo para tentar recuperar a respiração e entrou. Seguiu diretamente para a Ala Reservada.
Estava tão eufórico que nem reparou para onde estava a ir quando bateu numa estante. Um livro caiu-lhe mesmo em cima da cabeça e ficou aberto no chão. Ele apanhou-o e ia fechá-lo para o colocar novamente na estante quando algo lhe chamou à atenção. A imagem do diretor de Hogwarts estava em grande numa página. Atraído pela curiosidade Harry começou a ler o texto. Quando acabou estava pasmado. Pasmado é pouco. Parecia que o chão lhe queria fugir dos pés. Harry sentiu-se tonto e amparou-se na estante mas não surtiu grande resultado pois foi escorregando lentamente até ao chão. 


-Não acredito. - sussurrou ele fracamente para si mesmo. Em seguida lembrou-se da razão de estar ali.Levantou-se ainda aturdido e recolocu com cuidado e com a mão a tremer violentamente, o livro na estante.

Continuou a andar até chegar à parte que realmente lhe interessava. A parte de Hogwarts. Passou o indicador pelas lombadas dos livros e finalmente encontrou o que pertendia: um livro sobre os fundadores da escola.
Abriu o livro e começou a folheá-lo procurando desesperadamente a página certa. Finalmente encontrou-a. Leu tudo 2 vezes para ter a certeza que os seus olhos não o tinham enganado. Não sabia se ficava feliz por ter descoberto um horcrux ou triste por causa de ter que destruí-lo. Guardou o livro na mochila que tinha convocado e saiu da biblioteca.
Começou a dirigir-se para a Sala das Necessidades e esquecendo por um momento o horcrux lembrou-se do que tinha lido sobre Dumbledore. Por um lado estava feliz mas por outro muito maior estava muito mal. Sentiu-se traído, magoado, dececionado e muito desapontado por o velho feiticeiro lhe ter escondido aquilo. Depois de ter sentido isso tudo um sentimento veio-lhe com muito mais força. Um sentimento que para ele sempre tinha sido e sempre seria difícil de controlar:a raiva.
Esforçou-se por manter o que tinha lido fora dos seus pensamentos e finalmente chegou à Sala das Necessidades.
 
Já estavam todos lá reunidos conversando uns com os outros perguntando-se o motivo daquela reunião tão urgente e tão em cima da hora.


-Bom-dia a todos. Desculpem ter convocado esta reunião tão apressada mas é realmente por um bom motivo. - explicou o rapaz - Acontece que foram avistados Devoradores da Morte a rondar Hogsmeade e consequentemente Hogwarts.

Houve um burburinho e todos começaram a sussurrar para os colegas do lado. Harry elevou a mão pedindo silêncio e imediatamente todos se calaram e o moreno prosseguiu.


-Então como é nosso dever proteger a escola, sugiro que façamos turnos para vigiar as passagens secretas vêm de Hogsmeade até Hogwarts. Concordam?

Perante a concordância de todos começaram a juntar-se grupos e a decidir-se os turnos.


-Muito bem. Obrigado a todos pela presença e pela disponibilidade para ajudar. Mais uma coisa, Luna, Ginny e Neville será que podem ir falar com o Hagrid para lhe pedir que proteja os portões com a ajuda do Growp? 


-Claro! - responderam os três prestativos.


-Obrigado. Expliquem-lhe o que está a acontecer. É só, podem ir. 

Assim todos saíram e deixaram Harry, Ron e Hermione sozinhos.


-Harry, nós vamos informar a Tonks para ela repassar a menssagem pelos outros professores ok? - sugeriu Hermione.


-Sim, está bem. Vou passar na biblioteca. - declarou Harry sentindo-se grato para com a amiga pois não lhe estava a apetecer nada ir informar os professores e dar de caras com Dumbledore. 
Os amigos saíram da sala a estranhar por Harry ir à biblioteca 2 vezes seguidas num só dia mas não lhe disseram nada.

O rapaz-que-sobreviveu saiu também. Ia voltar à biblioteca para ler mais uma vez aquele livro que lhe rondava agora os pensamentos. Ele sabia que a menssagem não ia mudar. Mas ele tinha de confirmar novamente.

Harry ficou na biblioteca a ler incontáveis vezes aquele texto que lhe tinha colocado tantas dúvidas na cabeça. Permaneceu lá até ao jantar e após o jantar voltou para lá. Já tinha decorado todo o texto, palavra por palavra, vírgula por vírgula. Teve de ser Madame Pince a expulsá-lo da biblioteca às 21:30 da noite. 
Infelizmente assim que pôs os pés fora da biblioteca deu de caras com a última pessoa com quem queria falar naquele momento: Albus Dumbledore. O diretor sorriu-lhe benévolamente ao que Harry não foi capaz de corresponder. Pelo contrário, Harry naquele momento queria saltar para cima dele e esmurrá-lo com toda a força de tinha, mas não o fez, limitou-se a continuar a andar com a cabeça baixa. Albus, percebendo que ele não estava bem, tentou falar com ele para entender o que se estava a passar.


-Harry, o que se passa? Ultimamente tens estado muito na biblioteca e com vários segredos. - estranhou Dumbledore preocupado.


-Não é nada. - respondeu Harry parecendo zangado por algum motivo.


-Harry tu podes confiar em mim. - lembrou Albus sorrindo para o aluno.


-Você não tem nada a ver com o que eu faço ou deixo de fazer! - explodiu Harry.


-É por causa de algum horcrux? - perguntou o diretor muito espantado pois Harry nunca lhe falara assim.


-Também. - respondeu Harry tentando acalmar-se.


Harry mostrou-lhe o livro que tinha requisitado da Ala Reservada pois ele estava autorizado a fazer lá buscas.
Dumbledore após ler aquele trecho estava horrorizado.
Foram ter com Minerva, Reamus e Tonks e chamaram Aberforth e Bull. Cinco minutos mais tarde quando estavam todos reunidos na Sala das Necessidades Harry leu o trecho em voz alta.


-"Godric Gryffindor é um feiticeiro muito conhecido ainda nos tempos de hoje. Conhecido como um grande feiticeiro e pelo facto de ter sido um dos fundadores da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts. Gryffindor ficou marcado como o "Senhor da Coragem" e fundou alguma cidades feiticeiras como Godric's Hollow. Este feiticeiro tinha dois tesouros que sempre andavam com ele. Estes tesouros habitam agora a sala do diretor em Hogwarts e vão em auxílio de Gryffindors quando estes precisam de ajuda. Estes tesouros são a sua espada e o seu "chapéu".


"Chapéu?" - esta era a pergunta que estava na mente de Minerva, Reamus, Ninphadora, Aberforth e Bull. Então fez-se luz na cabeça de todos: o Chapéu Selecionador!


-Não pode ser! - exclamou Lupin.


-É impossível! - exclamaram Tonks e Aberforth.


-Não podemos destruir esse horcrux! - zangou-se Minerva.


-Acho que deviamos falar amanhã. Já é tarde e precisamos de descansar. Amanhã depois do almoço continuaremos esta conversa. - opinou Albus.


Albus, no seu quarto à noite estava pensativo e preocupado. Sabia que Harry lhe estava a esconder qualquer coisa pois o rapaz não falaria assim consigo por causa do horcrux. "Porque será que ele está com tantos segredos?" perguntou a si próprio "o que estará a acontecer?"



Na manhã seguinte acordaram cedo e ainda pensativos quanto ao que tinham lido.

Harry assim que acordou foi imediatamente levantar Ron e os gêmeos Weasley da cama. Fred e George tinham dormido na escola para fazerem parte dos turnos. Assim que estavam na sala comum, já vestidos e arrumados, as meninas chegaram também e Harry começou a contar o que tinha descoberto sobre o Chapéu Selecionador. 

As reações foram várias. Fred e George engasgaram-se com a própria saliva, Ginny e Ron ficaram de boca aberta e Hermione soltou um pequeno guincho escandalizado.


-Não acredito que Voldemort tenha sido capaz de fazer isso! - exclamou George indignado.


-Sim, mesmo para ele é demasiado ousado. - concordou Fred.

Harry mostrou o livro aos amigos e para eles não restou qualquer dúvida.


-E agora? - perguntou Ginny ao namorado.


-Bem, Dumbledore disse que iria falar comigo, com a Tonks, com o Lupin e com a McGonagall sobre isto após o almoço. - informou Harry sentindo-se mal ao pronunciar o nome do diretor.


-Achas que ele vai permitir que se destrua o chapéu? São 1000 anos de tradição. - protestou Hermione.


-Eu não sei. Mas acho que ele também o quer destruir. Afinal, com o chapéu intacto, Voldemort nunca poderá ser destruído. - lembrou o rapaz - E agora eu vou tomar o pequeno-almoço e descansar um pouco pois hoje eu tenho dia livre.

Eles foram tomar o pequeno-almoço e após isso as raparigas despediram-se indo para as aulas enquanto que os rapazes voltaram para a sala comum para jogarem um jogo de Explosão Súbita.

À hora do almoço voltaram a descer e almoçaram calmamente. Quando os alunos começaram a voltar às suas aulas, assim como os professores, os únicos presentes no salão eram Harry e os 4 adultos que falariam com ele. Eles começaram a apróximar-se da mesa dos Gryffindor e à medida que isso acontecia Harry sentia-se cada vez pior ao ver Dumbledore. O moreno não conseguia mais viver com aquilo. Tinha de esclarecer aquele mal entendido. Tinha de saber se era tudo mentira ou se tinha sido mesmo enganado por Dumbledore desde que nasceu.

Foram até à sala do diretor e observaram o chapéu.  


-Não o podemos destruir! - protestou McGonagall.


-Não há outra maneira. - lembrou Harry.


-Tem de haver. São 1000 anos de tradição. Eu não vou deixar que seja destruído. - argumentou novamente a vice-diretora.

A temperatura baixou consideravelmente na sala e todos voltaram o seu olhar para Harry. Sim, ele tinha-se realmente chateado.


-Várias pessoas morreram para que Voldemort pudesse ser destruído e vocês não são capazes de sacrificar um chapéu? - perguntou Harry com os olhos numa tonalidade de verde avermelhado.


-Harry, não foi isso que eu... - começou Minerva mas logo foi cortada por Harry.


-Se não se destruir o chapéu Voldemort vai se tornar invencível e quando isso acontecer, ele virá para conquistar Hogwarts. E se ele não a destruir então fará com que sejam Devoradores da Morte a ensinar. Só poderam entrar os sangue-puro e os descendentes de muggles serão mortos. Nessa altura já não será preciso o chapéu selecionador pois como só estarão sangue-puros aqui então todos iram para a casa de Slytherin. Tudo isso vai acontecer mas não faz mal porque estaremos a preservar 1000 anos de tradição.

Harry começou a andar para a porta com a intenção de sair.


-Harry, espera... - pediu McGonagall mas sendo mais uma vez interrompida pela voz fria e cortante do moreno que falou ainda virado para a porta e com a mão já na maçaneta.


-E é bom saber que para si, desde que esse chapéu esteja intacto e com a tradição de 1000 anos então a minha morte não a afeta. Nem a dos seus alunos, nem dos amigos e namorado. - finalizou o rapaz com a voz a transparecer a sua mágoa.

Saiu deixando todos horrorizados ainda a olhar para onde ele tinha desaparecido.


-Como é que ele pode achar que eu perfiro um chapéu a ele a vocês? - perguntou Minerva escandalizada.


-Foi o que deu a entender. - disse Lupin suspirando.


-Eu juro que não tinha intenções de dizer aquilo. Não o queria magoar. - desculpou-se a professora de Tranfiguração sentindo-se culpada.


-Nós sabemos. - disse compreensivamente Tonks.


-Eu vou atrás dele. Preciso de saber o que se está a passar. - explicou Albus saindo apressadamente. 

Albus seguiu por alguns corredores até avistar a pessoa que queria. Harry estava a andar em direção ao jardim. Dumbledore apressou um pouco o passo mesmo a tempo de o apanhar quando estava ja junto às portas do castelo. Colocou-lhe a mão no ombro para chamar a sua atenção. O rapaz-que-sobreviveu sobressaltou-se e virou-se imediatamente na direção do homem.


-O que quer agora? - resmungou Harry zangado mas já com os olhos perfeitamente verdes.


-Falar contigo. - declarou o velho feiticeiro - Importaste se eu te acompanhar?

Harry limitou-se a prossuguir o seu caminho lentamente. Dumbledore pareceu um pouco mal pelo aluno não lhe ter respondido mas acompanhou-o pelo relvado coberto por neve.

Andaram até ao lago em silêncio e sentaram-se debaixo de um velho carvalho. Albus começou a observar atentamente o rapaz e este, fartando-se daquele olhar penetrante preso a si, pediu mesmo sem olhar para o homem:


-Pare de me olhar assim.


-Porquê? - perguntou Dumbledore curioso.


-Porque eu não gosto. - respondeu Harry deixando o outro mais triste do que tinha planeado. Mas ele não se importou de ver o diretor a desviar imediatamente o olhar. Ele não se importou sequer de ver os olhos azuis ficarem ainda mais claros quando se encheram de água. Ele não se importou pois sabia que aquele homem que estava ali naquele momento a tentar decifrá-lo e tentando conter as lágrimas já lhe tinha feito bem pior do que uma resposta torta. 


-Harry. - chamou o velho baixinho.

Harry olhou para ele com o olhar frio.


-Harry, o que se passa contigo? - perguntou finalmente Dumbledore.


-Passa-se que eu estou farto disto tudo. Estou farto de vocês todos que só me sabem mentir, magoar e desiludir. - respondeu o moreno calmamente mas com o tom de voz a subir de frieza cada vez mais.

Albus estremeceu. Aquele não era o Harry Potter que ele conhecia. Harry Potter nunca na vida seria tão frio e desprovido de sentimentos como aquele rapaz que estava sentado ao seu lado naquele momento. Chegou-se mais para perto do moreno e esticou a mão tocando suavemente na bochecha dele. Harry olhou para ele vendo a preocupação que aquele homem sentia por ele. Livrou-se do tom frio e decidiu encarar os problemas de frente como tinha dito há algum tempo atrás a Reamus. Decidiu que não ia mascarar os sentimentos por aquele tom frio que não lhe pertencia, nunca lhe pertencera e nunca lhe pertenceria.  

Albus deu um sorriso sincero quando conseguiu distinguir novamente aquele olhar bondoso que sempre vira Harry tansportar consigo.


-Ontem, quando fui à biblioteca, à área reservada para confirmar o horcrux, acabei a bater numa estante e um livro caiu. Ia fechá-lo e voltar a colocá-lo na estante mas uma coisa chamou-me à atenção. Era uma foto sua com algum texto por baixo. Não resisti e comecei a ler. Quando acabei não conseguia acreditar. Depois de tanto tempo e depois de você me prometer que nunca mais me ia mentir sobre qualquer coisa que eu tivesse ou mereçesse saber.
Eu descobri que você é o meu verdadeiro pai.

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OI!

Eu sei! que reviravolta! Espero que não se importem onde isto foi parar. Digam-me o que acharam e o que acham que irá acontecer a seguir. Obrigado por continuarem a acompanharem a fic.

Bjs e abraços


H.D.

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Comentários (2)

  • Deusa Potter

    WHAT??? Precisei ler um monte de vezes para ver que não tinha lido errado...Agora eu NECESSITO do proximo capitulo pra entender isso, então, por favor, nao demore!!!!!!!!!! 

    2012-10-27
  • Ana Marisa Potter

    Grande mudança mas que acho que faz sentido nesta fic, etou com curiusidade de saber mais. te ao proximo episodio

    2012-10-27
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