O menino.



N.A - Meninaaaaaaaas... ai esta a continuaçao como prometi, estou muito feliz que voces tenham lido e comentado, depois de tudo que eu fiz com voces, do tempo que fiz voces esperarem, me peeeeeerdoem mesmo, espero conseguir me redimir. e pode deixar florzinha vou por mais um pouco de H/Hr. Obrigada e me contem o que voces acharam. beeeeeeiju

Bj Helena!!!






15 – Menino!


 Olá! Disse a menina radiante sentando-se a mesa e pegando um pedaço de pudim de leite.
 Mione! Você voltou. Alegrou-se Harry abraçando-s rapidamente, a garota sentara ao seu lado.
 Sim. Sim. E como vão todos? Muitas novidades?
 Não, só eu que voltei com o Nevile.
 Nossa Gina, você troca de namorados como troca de roupa.
 Tem que ser não é, jaz que não fazem por merecer, eu troco.
 Hahahaha. Ai Gi, você não toma jeito.
 Não!
 E você Rony?
 É, bem... eu... eu... estou pensando em como pedir a Wilze em namoro.
 A menina do baile?
 Ela mesma.
 Bem, seja lá como for, boa sorte.
 Obrigada Mio...
 Harry! Gritou a menina rapidamente. Você ira comer essa sua tortinha de abóbora com recheio de coco doce?
 É toda sua Mione.
 Ah muito obrigada. A menina estava com os olhos cintilantes em cima do doce nas mãos de Harry.
 Tome. Disse entregando. – nossa Mi, você esta com uma aparência ótima, andou vendo a fênix cor de rosa? Rsrsrsrs
 Não seu bobo, só estou feliz por esta de volta e... Não sei, empolgada com o meu filho.
 Que bom. Disse Gina entre as mordidas no seu lanche.
 Você já esta mais gordinha. Brincou Rony.
 Você acha? Perguntou singelamente passando a mão de leve em sua barriga.
 Sim. Eu acho, acho que você esta ficando cada vez mais gorda! Hahahaha.
 Pois fique sabendo seu Ronald Weasley, que eu não me importo nem um pouco com isso.
 A não?
 Não! E vamos logo que estamos atrasados pra primeira aula.
E saíram pelo grande portão do salão principal.


No outro dia, um domingo lindo e ensolarado, pela manhã bem cedinho, Hermione combinou de passear com Pavart pelo gramado pra colocar as conversas em dia. A morena chegou ao local combinado, mas sua amiga ainda não aparecera. Então olhou a paisagem em sua volta, a grama estava bem verde, e o sol bem forte, ate que encontrou uma ótima sombra a beira do lago da lula gigante, e foi ali mesmo que se sentou. Ficou contemplando o lago enquanto pensamentos começavam a se formar em sua mente. Seu bebê, e logo em seguida, ele apareceu Draco Malfoy, mas não era um simples pensamento, era mais como uma lembrança, de um certo dia, numa biblioteca, um beijo...


 Mione! Ouviu um grito.
 O que foi Pavart? Você me assustou.
 Nossa estou te chamando a um tempão, em que mundo você estava?
 Ai amiga, nem eu sei.
 No mundo de um certo loiro?
 Do que esta falando?
 Ah Hermione Granger, você só pensa que me engana.
 Anh, o que?
 Mione, pare com isso.
 Parar com que?
 Bem, se não quer me contar, não vou te contar o que nós conversamos.
 O que vocês conversaram?
 Pensei que você não estivesse entendendo.
 Ora Pavart, não seja boba, você entendeu perfeitamente.
 Ele estava bastante preocupado com você.
 Estava é?
 Estava sim. E o que é este sorriso surgindo no seu rosto?
 Não, não é nada.
 Vamos garota, pode soltar, o que esta rolando entre vocês?
 Ai amiga, e você acha que eu sei,
 Mas, me conta vai.
 Bem, nós, bem, nós nos beijamos.
 O que? Como assim?
 Sim, mais de uma vez já.
 Mas e ai?
 Mas nada.
 Como mais nada Mione, vocês se beijam e puff, só!
 É mais ou menos isso.
 Vocês, só se...
 Pavart Patil, não ouse terminar esta pergunta, é claro que não. Eu não fiz isso com Draco Malfoy.
 Huahuauhauhauhuhau. Ok ok. Não pergunto nada.
 Bom mesmo.
 Eu acho que ele gosta de você.
 Será? Amiga ele não gosta de ninguém.
 Sei lá Mione, talvez agente não entenda o jeito dele de gostar.
 Pah. – Disse Hermione de um jeito bastante singelo. – é melhor eu não colocar coisas em minha cabeça. Pra acabar não me decepcionando muito no final. É melhor eu pensar que ele não gosta e pronto.
 Mi. Nem sempre o caminho certo, é o mais fácil.
 Mas acho que hoje, bem, com tudo que esta acontecendo, talvez eu só precise do caminho fácil.
 É?
 Sim.
 Então explique isso ao seu caminho difícil.
 Anh?
 Não é o Malfoy que esta vindo? Olhe, ali na porta, acabando de descer.
 É claro que é ele, existe mais alguém com este tom de cabelo?
 Uahhuahuauhhuahuhuahuahuauha.
 É melhor eu ir.
 Não Pavart fica ai, você nem sabe se ele esta vindo pra cá.
 Ele esta vindo pra, eu estou vendo, não olhe agora. Ele esta olhando. Rsrssrss. – Heiomione continuava a olhar para o lago.
 Estavam falando de mim? - Perguntou o loiro ao chegar.


Hermione não agüentou e deu umas leves risadinhas, olhou para ele, depois se levantou.


 Você não muda não é, acho que quanto tiver quarenta e cinco anos, ainda vai ser convencido e petulante desse jeito.
 Bom dia pra você também Hermione.
 Não vai cumprimentar minha amiga? – Draco olhou levemente para o lado, e percebeu que havia mais alguém.
 Ah oi.
 Bem, oi. Eu estou indo Mione, tenho que fazer aquilo que eu te disse.
 O que?
 Aquilo Mione.
 Aquilo o que?
 Pelo amor de Merlin, Hermione como você esta lesada. – Pavart falava aos berros. - Vou fazer aquilo que não é nada, a não ser uma desculpa pra deixá-los sozinhos.

Hermione ficou de todas as cores possíveis e imagináveis, queria se atirar dentro do lago da lula gigante, e loiro. Bem, estava as gargalhadas.

 E por fim... Sim Malfoy, nós estávamos falando de você quando chegou. Agora fui. – e saio correndo pelo gramado.


Hermione não sabia aonde se esconder, então fez a única coisa que podia, evitou o olhar do loiro encarando o lago, desta vez estava ainda mais calmo. Como se não houvesse nada nele, nem animais, absolutamente nada. Nem mesmo o vento.


 Calma senhorita “eu não quero te olhar”, não precisa ficar vermelha por minha causa.
 Não estou vermelha. Retrucou rapidamente.
 Não mesmo, esta mais para um vinho.
 Ah cala a bo...
 Shiiiiiiiii.


O loiro colocou levemente seu dedo indicador nos lábios da menina, fazendo com que ela se calasse. Draco aproximou-se bastante de seu rosto tremulo, roçando seu rosto ao dela. Ela ficava inebriada com aquele aroma de hortelã, tentava conter-se mais seu corpo todo estremecido entregava-lhe. Ele encostou levemente seus lábios na orelha da moça.

 Não vim aqui para brigar com você minha cara. Sussurrou.
 Não, então pra que veio? Murmurou sem se mexer de sua posição encostada a pelo do loiro.
 Vim pra lhe ver. Saber como esta.
 Estou bem, e você?
 Bem também. Respondeu com leves risadas.
 O que foi?
 Nada.

Ouviu-se varias vozes, neste momento o grande grupo de alunos da Lufa-Lufa acabara de descer pelo campo.

 É melhor você se afastar Malfoy.
 Por quê? A minha proximidade te perturba?
 Porque as pessoas vão acabar te vendo assim, aqui, comigo.
 Eu não me importo, podem falar o que quiserem de mim. São todos uns idiotas mesmo.
 Vão te ver comigo.
 Você esta com vergonha de ser vista comigo Hermione - ele sorria. – vou queimar seu filme?
 Seu idiota. Dizia a leves risos.
 Esta ou não?
 Draco ponha-se no meu lugar, estou grávida aos dezesseis anos, cujo filho supostamente é do Harry, e fico sendo vista por ai nos seus braços. Imaginem o que vão pensar de mim? Ainda bem que a filha de trasgo da Marta Skiter não esta por aqui, se não eu estaria perdida.
 Receio que só temos uma opção.
 Como é? E qual seria esta nossa única opção? Acho que tenho ate medo da resposta.
 A solução é bem simples, é só você terminar com o cicatriz.
 Hahaha! Muito engraçadinho seu Malfoy.
 Estou falando serio.
 Eu não vou fazer isso Draco.
 E por que não?
 Porque Harry me ajudou no momento que eu mais precisei, quando eu estava totalmente sozinha, e ninguém estava comigo, ele me ajudou quando você virou-me as costas.


Aquelas palavras doeram bastante aos ouvidos de Malfoy, sua expressão mudou totalmente e saber que aquilo era verdade, sem duvida era o que mais incomodava. Tanto que até se afastou de Hermione, agora era ele quem evitava seu olhar encarando o lago.

 É diferente agora. - Sussurrou extremamente baixo, como se não tivesse certeza se queria que a garota ouvisse ou não.
 Sim! – respondeu ela, que sem duvidas havia ouvido. – é diferente agora, agora meu filho tem um pai. – ela sorria ao acariciar sua barriga com as mãos. – e esse pai não é você Malfoy.
 Mas...
 É não se esqueça que a escolha foi sua.
 Eu não esqueço de nada Granger.
 Calma Malfoy, não precisa ficar chateado.
 Não estou chateado, porque estaria?
 Parece estar.
 Impressão sua garota.
 Garota? Vai me chamar de sangue ruim também?
 Não! Só não quero mais falar disso, tudo bem?
 Tudo. Respondeu sentando-se na sombra.
 Então? Perguntou ele sentando-se ao seu lado.
 Quer falar de que então Malfoy.
 De Gaybriel e Catrine talvez.
 Não. Eu sei que precisamos resolver isto o quanto antes, mas, hoje não. Estou feliz eu acho, estou bem, quero curtir meu dia, meu filho. - falava com um grande sorriso no rosto, deitando-se na grama.


Draco inclinou-se para traz também, na frente da menina, colocando seu corpo por cima do dela, mas sem tocá-lo, pois o peso de seu corpo estava apoiado em seu cotovelo contra a grama.

 Você esta estranha, por acaso aconteceu algo que não estou sabendo?
 Bem, não.
 Alguém já te disse que às vezes, você realmente não mentir, não consegue nem chegar perto de enganar alguém!
 Ok. Sim, aconteceu algo sim.
 E posso saber o que é?
 Não!
 Porque não?
 Porque não, é segredo.
 Se fosse pro Potter você diria.
 Ele não sabe ainda.
 Mas vai saber?
 Sim vai.
 E eu?
 Também, uma hora todo mundo vai.
 Ora vamos, me diga.
 Não.
 Você não vai querer me obrigar a por umas gotinhas de Veritacerum na sua bebida.
 Você não faria isso.
 Ah eu faria sim, e nem seria muito difícil, você sabe que tenho fácil acesso ao estoque particular do Snap.
 Draco!
 Vamos Hermione, eu só quero saber o que esta te deixando feliz.
 Ok Malfoy. Você venceu.
 Eu sempre venço.
 Bem, hoje eu acordei bem cedo, e fui ao hospital.
 Você passou mal?
 Não Draco, pré-natal.
 A sim, e?
 E que eu fiz uma ultra-som e descobri o sexo do bebê.
 Serio? – era notório o tom de entusiasmo na voz do loiro.
 Uhum.
 E qual é?
 É... É... É...
 Fale logo menina.
 É um menino.
 Um menino! Não acredito! Que bom, e você já sabe o nome dele? – Draco passava a mão na barriga de Hermione.
 Não, ainda não.
 Você vai ser um garotão enorme. – dizia ele todo bobo pra barriga da menina. Eu vou te ensinar tudo, a pegar as bruxinhas, a duelar...os melhores feitiços...
 Epa! Você não vai ensinar meu filho a ser um pegador de bruxinhas não, ele vai ser um menino direito.
 Esta louca! Vai acabar fazendo meu filho virar gay. Ele vai ser igual ao pai. O mais cobiçado pelas garotas.

Ouvi-lo falar daquele jeito, tocou o coração de Hermione, pequenos fragmentos de lagrimas, começavam se formar em seus olhos. Como era bom vê-lo ali, deitado sobre sua barriga, conversando algo com sua barriga, agora ela não conseguia mais prestar atenção no que ele dizia.

 Então? – o transe fora quebrado.
 Então o que Draco.
 Então eu posso escolher o nome dele?
 Como?
 Vai, deixa vai.
 Faz assim, e você pensa em alguns nomes, se eu gostar de algum, eu deixo, tudo bem?
 Bem bem não esta, mas ok.
 Apesar de tudo, estou muito feliz Draco.
 Eu também, por mais que você não acredite! – disse dando um beijo na testa da moça, e outro em sua barriga.


Ela sorriu, e realmente naquele dia, ela estava muito feliz. E ali, sentados na sombra embaixo da arvore na frente do lago, eles passaram a tarde inteira, apenas conversando, rindo, curtindo aquele momento feliz.

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Comentários (1)

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