I Kissed a Girl.



*****N.A*****Oi gente! Queria comentar que o capitulo não ficou do jeito que eu queria, mas espero que gostem e comentem hehe. Tambem queria agradecer pelos comentarios, e que vou fazer uma nota agradecendo cada um deles, se eu tiver mais comentarios; o tamanho do capitulo esta necessariamente grande. E é isso, comentem bastante, e votem na fic.
Beijocas da Marlenny. 


          





Aryana POV.


A qual é! Eu mereço toda a felicidade desse mundo e isso ainda seria pouco.


Afinal sou uma menina exemplar. Amiga exemplar, filha exemplar, sou toda exemplar.


Eu precisava sair à noite, entende? Eu precisava suprir todas as minhas necessidades e carências e nada melhor que a noite, para me ajudar.


Eu não suportava o que fazia. Eu me perguntava como sequer podia estar caminhando para a torre de astronomia  nesse exato momento.


Me encontrava com ele toda sexta-feira. Na torre de astronomia.


Eu tinha ódio de mim mesma, mas aquela seria a ultima vez eu prometo! Nunca mais irei a um encontro as escuras com aquele demente escroto.


Meu coração acelerava, em quando eu estava chegando ao meu destino.


Cheguei a porta e parei subitamente vendo céu cheio de estrelas de lá de cima; tinha tudo pra ser um clima romântico mas não era. Seu perfume forte de homem, estava impregnando o local e na hora eu sabia que quando chegasse ao dormitório teria que tomar banho, pra ninguém desconfiar.


Ele havia chegado antes como de costume,  isso só colaborou pra minha raiva aumentar.


Eu era corajosa pra tantas coisas. E no entanto, quando estava perto dele tudo parecia desabar e nada mais era como antes; eu conversei com a minha mãe por cartas,  ela me explicou que isso se chamava amor.


Amor! Que estranho.


Eu nunca gostei de ninguém de verdade; sempre tive paixonites, mas logo eu ficava com nojo, e deixava de lado. Mas esse sentimento nunca terminava perto daquele energúmeno.


Por um momento pareceu notar minha presença. E eu sabia que tinha; mas dessa vez ele me esperou.


- Oi – disse cabreira, evitando olhar pra ele. Meu estomago estava quente de nervoso, como sempre ficava quando eu vinha pra cá.


Ele me olhou, e logo deu aquele sorriso que me deixava extremamente grogue.


Acorde Aryana!


- Pensei que não viesse Ary – ele disse chegando perto de mim e me abraçando; senti seu perfume invadir minhas narinas e logo fiquei extasiada, perdendo meus sentidos. – você tá brava, comigo?


Por um momento eu ainda estava no pudor, mas fui inteligente em prestar atenção no que ele havia perguntado.


- Claro que não... Albus.


Ele sorriu de novo, só que dessa vez era mais terno.


- Acho que ando sentindo sua falta, mais do que devia – suspirou ele.


Ah Nossa, não acredito que ele falou isso.


Senti seus dedos frios tocarem meu rosto, e aquilo contribuiu pra que o pudor ficasse pior. Eu estava embriagada de amor.


- Tem algo de errado, em sentir minha falta? – consegui focalizar e perguntar.


- Eu acho que não – ele deu de ombros, olhando no fundo dos meus olhos – desde que você sinta minha falta, tá tudo bem. – dessa vez ele deu meu sorriso favorito; eu chamava aquele sorriso, de sorriso maroto, e ele era só meu.


Ergui a sobrancelha, e me desvencilhei dele. Eu queria provocar, ele não iria me ter tão fácil assim, e além de tudo eu ainda estava com uma quantidade boa de raiva.


- E quem disse que eu sinto sua falta? – perguntei provocante.


Ele deu meu sorriso preferido de novo, só que com um toque a mais de malicia, o que me fez gargalhar.


Ele chegou perto, muito perto de mim; nossas bocas quase estavam juntas, então me preparei para o grande beijo, que na realidade não aconteceu.


Abri os olhos e lá estava ele; me olhando com toda a malicia do mundo, havia um sorriso convencido se formando em seus lábios, que a propósito estavam quase nos meus.


Ironia, não?


- O que foi? – perguntei irritada, mas permanecendo na posição – amarelou é seu frangote?


Ele riu dessa vez, mas não mexeu nenhum músculo pra me beijar.


- Já sei – eu disse umedecendo os lábios com a língua na atitude de provocá-lo – você espera que o primeiro ato seja meu, não?


Ele nada respondeu, mas o sorriso ainda estava lá. Eu sabia que era o que ele queria, já que costumávamos brincar e zombar da cara do outro.


- Aryana?


Ele chamou ainda naquela posição.


- Sim?


- Vai ficar ai conversando com a sua mente, ou vai me beijar logo?


Eu gargalhei em resposta e passei meus braços por volta do seu pescoço, começando um beijo de tirar o fôlego.


Que menino gostoso, santo Merlin!


 


 


Eu ainda não me conformava, de como eu e meus amigos estávamos  nesse momento, indo ter aulas de dança com uma professora, que mais parecia filha de Afrodite.


Que os Deuses me perdoem, claro.


Chegando lá, a sala estava vazia; sem cadeiras, mesas nem nada do estilo. Tinham apenas espelhos que enchiam a sala inteira e davam a impressão de que o lugar fora aumentado varias vezes;


Já tinhas alguns alunos, que eu não sabia identificar os nomes, mas a professora que é bom nada.


- Acham que ela vai demorar?- perguntou Lilian, com seu terrível habito de roer as unhas.


- Tomara que demore – murmurou Rosa, já se encaixando no meu irmão e deixando Hugo vermelho vivo de raiva.


Eu estava com fome e com sono. Não estava disposta a usar saias ou sapatilhas; e qualquer um que me irritasse muito, seria convidado á um passeio para um lugar não muito convidativo.


Na medida em que os minutos passavam a sala ia ficando mais cheia e minha raiva maior.


Eu estava impaciente não queria saber de brincadeirinhas sem graça, muito menos quando elas são da Rosa.


- Eu tenho uma curiosidade muito grande sobre fetiches – começou ela do meu lado – diga Kathy, qual é o seu fetiche?


- Ora, isso é pergunta que se faça Rosa – ralhei – e alem do mais, nem sei se tenho um fetiche!


Ela sorriu pra mim e continuou me importunando, como se não tivesse lido o alerta de: Estou com TPM, sai daqui ou correra riscos de um belo murro na cara.


- Vamos Kathy não seja rabugenta.


- É, Kathy! Não seja rabugenta – repetiu James rindo da minha cara, de maionese sem azeitona.


- Não to afim, desculpa – mostrei a língua pra ele.


Pra minha infelicidade parecia que todos na sala estavam me olhando.


Bando de babacas, que não sabem fazer mais nada a não ser ficar olhando pra uma menina, que tem a cara de maionese sem azeitona.


- Qual é Malfoy – escutei um garoto escroto, que eu nunca tinha visto na vida falar comigo – não á nada a perder.


- Meu fetiche, são mordidas no pescoço – disse provocando vários assovios e gritinhos excitados de varias meninas, que também tinham cara de maionese sem azeitona.


Fiquei com vergonha, quando vi meu irmão me repreendendo com o olhar.


- Olha só a Kathy – disse a ruiva rindo – que safada.


- Se você acha isso, ruiva Potter; diga qual é o seu fetiche, então.


Eu estava provocando; lançando um desafio pra ela. Não deveria ter feito, pois sabia que tanto Albus quanto James, eram intoleráveis com esses tipos de coisa, mas ela provocou.


Ela tava amarelando, e eu via só pela cara dela.


- Pois bem... – começou ela, antes de ser atrapalhada por James.


- Veja bem Lilian.


- Continuando... – começou ela de novo, ignorando o irmão – meu fetiche é beijar meninas.


Eu nem tinha percebido, mas meu queixo tinha caído uns bons centímetros. Escutava risadinhas dos meninos e cochichos das meninas. James estava de olho arregalado e Rosa não parava de rir com Albus.


- Mas deixo bem claro, que minha opção sexual não muda com isso – disse ela erguendo os dedos.


Eu abri um grande sorriso e acabei por dando risadas também com todo mundo. Era inacreditável, o quanto esse povo de Hogwarts estava se revelando depois do que ocorreu com Rosa.


 


- Quem bom que nada muda senhorita Potter – escutei uma voz esganiçada entrando pela porta – acho que seus pais não iriam gostar de saber disso.


A pouca cor que ainda restava à ruiva, tinha acabado; ela parecia que ia ter um acesso ou coisa do tipo.


- Já que vocês alunos queridos, estão discutindo sobre fetiches – disse a professora mexendo nos cabelos enrolados e cumpridos – vamos entrar no espírito da nossa querida, Lilian.


Ficamos olhando para a professora sem entender onde ela queria chegar.


- A dança não é só mexer os quadris, rebolar, ou sei lá mais o que, que vocês jovens falam. A Dança precisa ser sentida e além de tudo o treinamento e a confiança são itens essenciais.


- Ta professora – disse Ary – mas o que isso tem a ver com Lilian?


- Como todos sabem a nossa querida Aryana, nos trouxe algumas musicas trouxas para facilitar o trabalho.


Havia sonserinas ali, mas elas não pareciam se importar com o fato. Aquela coisa de sangue-puro tinha sido enterrada, junto com a guerra contra o Lord das trevas.


Continuamos sem entender o que aquela maluca queria dizer.


- Então garotas, hoje meu objetivo do dia vai ser vocês. Vou soltar a musica e quero que dancem do jeito que acham certo. Meninos, hoje vocês apenas olham – continuou ela – e assim será até as duas partes ficarem bem relaxadas.


Ela estava maluca?


- E mais uma coisa – ela olhou pra Rosa que estava de calças jeans preta – sem calças, ou estereotipo. Quero tecidos confortáveis a partir de hoje, então todas que não estejam com algo que pareça, shorts ou saia, podem ir ali pra trás e se trocar.


Sim ela estava maluca. Como assim ela queria que as meninas dançassem, em uma sala cheia de meninos carentes de sexo, com vida sexual hiper ativa, com saia ou shorts?!


- Mas professora – uma corvinal tentou impedir.


- Sem, mas. A partir de hoje, sem calças e jeans.


Entendemos o recado, e imediatamente fomos nos trocar numa salinha embutida, com cortinas pra todo lado.


Foi terrível ver todas aquelas meninas de saias e meias até a canela.


Notei que além das sapatilhas havia tênis, e não tive duvidas de qual escolher.


Olhei para o lado e notei que eu não era a única que estava vestida com uma saia vermelha, e uma blusa nada decente.


- Meu Deus – disse Lily apavorada, tentando inutilmente descer a saia curta demais.


Prontas, entramos pela sala arrancando suspiros e olhares dos meninos presente.


- Vou soltar a musica, e quero que vocês – ela disse apontando pra todas – façam o que acham necessário.


Ela mexeu sua varinha, e logo a melodia da musica começou a tocar.


 


This was never the way I planned
Not my intention
I got so brave, drink in hand
Lost my discretion
It's not what I'm used to
Just wanna try you on
I'm curious for you
Call my attention


 


Eu tinha entendido o que a professora quis dizer com relação á, Lily.


A música era I Kissed a Girl, de uma cantora bem conhecida. Em especial, eu achava  musica boa de dançar e cantar.


Olhei pra minha volta e as meninas já dançavam.


Todas com passos insinuantes e mal trabalhados; algumas ali faziam aula de dança, como eu e Lilian, outras já faziam o que vinha pela mente.


- Katheryn, concentre-se! – pediu a professora.


Então eu me caminhei até Lily que já estava dançando, e comecei a dançar com ela.


I kissed a girl and I liked it
the taste of her cherry chapstick


Lilian cantou olhando pra mim, e me chamando com o dedo.


I kissed a girl just to try it
I hope my boyfriend don't mind it


Dessa vez foi a minha vez, de mostrar o que sabia. Dei risada e fui até ela; fiquei de costas pra ela, e nossas mãos se juntaram.


Quando vi, as meninas ao meu redor faziam a mesma coisa.


It felt so wrong
It felt so right
Don't mean I'm in love tonight
I kissed a girl and I liked it
I liked it (2X)


Pra minha surpresa todas cantavam dessa vez; e assim fomos de refrão em refrão dançando e fazendo gestos quentes para os meninos, que nos assistiam abobalhados, e com cara de maionese sem azeitona.


Na parte final, firmamos todas numa barreira, uma do lado da outra; rebolando, e passando as mãos não apenas em si mesmas, mas nas colegas do lado.


Us girls we are so magical
Soft skin, red lips, so kissable
Hard to resist so touchable
Too good to deny it
Ain't no big deal, it's innocent


 


Aquilo tava a situação mais lésbica que eu já vi; mas era culpa da professora, que ao invés de falar algo, chamar atenção, ou até mesmo parar a música, e mandar todo mundo pra sala da diretora, não. Ela ficou ali, sorrindo feito uma idiota, e balançando a cabeça de acordo com a música.


Dancei tanto aquela tarde, que nem vi o tempo passar, e enfim perceber que já estava na hora de ir.


- Parabéns meninas – disse ela com o sorriso maior que a cara. Como se estivesse realmente contente, em induzir alunos de 15 anos a serem lésbicas. – se saíram muito bem hoje; alcançaram o objetivo. E na próxima aula é a vez dos meninos. Estão dispensados.


 


                                                     *******************

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Comentários (6)

  • tamires wesley

    kkkkkkk...ri d+ com esse capitulo falando sobre fitiches..amigas te colokan em cada situaçao..kkkkkkk. suas fic estao d+..to adorando..\0/

    2012-07-13
  • Dulcemariapotter21

    que aula é esssa?!ehehhehehehehe 

    2012-02-03
  • Bia_Black

    auhhasuhusa Ri mto com esse cap, essa Lily hein uashuasEstou esperando ansiosamente o próximo cap 

    2012-01-31
  • Summer J

    Pessoas, isso com certeza foi quente, e muuuito bom KKKKK .

    2012-01-31
  • Luci Black Malfoy

    Gente euri muito, do maionese sem azeitona. Comé? SIOASJAJSIOAJSOAJSJA.Enfim, que lindo esse capitulo, e essa musica.... ual que musica, é muito quente e eu achei tudo a ver KK ;)Amei esse cap, posta mais já! 

    2012-01-31
  • Lana Silva

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKRi bastante com o capitulo *-* Quero maiiiis  muiiito maiis *---------------------*Ameiii o capitulo sou loucaaaa por essa musica. 

    2012-01-31
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