Diz Nos Meus Olhos - Parte 2

Diz Nos Meus Olhos - Parte 2



- Astoria? – pergunta Hermione tímida.


- Diga – Responde Astoria sem tirar os olhos do papel que estava lendo. Era referente aos assuntos do casamento. Naquela manhã havia chegado corujas confirmando o Buffet e as flores.


- Eu queria saber se eu podia sair hoje à noite. Um ... amigo muito querido me convidou e pensei...


- Claro que pode! Hermione você não é uma prisioneira, não precisa me perguntar se pode sair. Você deve sair, precisa se divertir um pouco. Não é apenas uma assistente pessoal, é uma amiga. E tenho que lhe dizer: Eu confio muito em você. Não entregaria os preparativos da festa a qualquer pessoa.


- Obrigada. – responde Hermione sem jeito.


- Ah e outra coisa, deixe a Rose aqui em casa, eu cuido dela.


- Não sei, não quero dar trabalho...


- Que nada! Eu adoro a Rose e, além disso, você e esse seu “amigo” devem ficar a sós.


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Depois de se arrumar, Hermione desce as escadas e atravessa a sala. Pela janela assistia Astoria e Rose ao longe brincando na praia. Pareciam estar se divertindo, apesar de Rose ter insistido muito para ir junto alegando estar morrendo de saudades de Harry.


Estava somente ela e Draco na casa. Ele a encarou e ela retribuiu o olhar. Sem dizer uma palavra abriu a porta e caminhou pela trilha de pedras que a levavam para fora da praia. Já estava anoitecendo, o sol desaparecia por entre as nuvens e a lua cheia brilhava. Respirou fundo, fechou os olhos e aparatou.


Encontrava-se no Beco Diagonal e após andar até o fim do Beco, viu que Harry já a esperava. Cumprimentaram-se e se sentaram a mesa. Harry bebeu um gole de vinho e disse:


- Como está a Rose?


- Melhor do que pensei. Ela está se acostumando com a separação, quando o Ron volta de viagem eles passam uns dias juntos, mas não sei, eu acho que ele está diferente. – responde preocupada.


- Diferente como?


- Frio. Eu preferia que ele me xingasse, me batesse, gritasse comigo do que este estado de indiferença.


- Bem, você procurou isso...


- Acontece que Ron é muito imaturo, não entende que aquilo não foi nada de mais, não significou nada pra mim. Mas quer saber: Se antes eu queria que voltássemos, hoje eu não quero mais. Percebi que não o amo mais, se é que realmente o amei um dia.


Hermione bebe um gole de vinho antes de perguntar:


- Mas fale de você: Afinal, por que voltou?


- Preciso de ajuda, mais especificamente, da sua ajuda.


- O que houve? Tem algo a ver com...Comensais? – pergunta Hermione alarmada.


- Não, dessa vez não são Comensais, mas mesmo assim não deixa de ser importante.


- Me diga de uma vez Harry, está me assustando.


- Quando diziam que Voldemort não seria o único Bruxo das Trevas, não estavam enganados. O fato é que tem ocorrido uma série de desaparecimentos na Romênia. A maioria deles ocorreu nos arredores da Transilvânia nas cidades de Cluj – Napoca, Oradea e Alba Iulia. As vítimas são moças de famílias ricas e tradicionais da região.


- Isso é horrível! – exclamou Hermione. – E quem é o responsável?


- Não tenho absoluta certeza ainda, mas o suspeito principal é Vladmir Hagi.


- Nunca houvi falar.


- Ele sempre foi muito reservado, é o que dizem, mas algo nele me parece suspeito.


- E como quer que eu te ajude?


- Gostaria que voltasse para a Romênia comigo.


-Não posso. – responde Hermione.


- Por que? Se você e Ron terminaram, não há mais nada que te prenda aqui, perdeu seu emprego, além disso, você mesma me disse que Rose está sentindo minha falta...


- Não vou sair daqui Harry, não me peça isso, por favor. Meu lugar é aqui. Posso te ajudar com esse caso, mas aqui na Inglaterra.


- Está bem, se acha que isso é o melhor pra você...


- Eu sei que é. – fala Hermione sorrindo e depois bebe mais um gole de vinho.


Conversaram por mais um bom tempo, jantaram e conversaram mais um pouco.


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Ao entrar na mansão, Hermione encontra Draco no sofá, do mesmo jeito que estava antes dela sair. Pelo silêncio e pela hora, Rose e Astoria já deviam estar dormindo. Draco era semre o útimo a dormir alegando estar sempre trabalhando, revisando contratos, etc; porém hermione tinha lá suas dúvidas.


- Isso é hora de chegar em casa, sangue – ruim? – fala Draco em tom de desaprovação.


- Não te devo satisfação, Malfoy. Agora me deixe em paz. – retruca hermione.


Draco se levanta e a pega pelo braço:


- Não fale assimcomigo, Granger. Sou seu chefe aqui, mereço respeito.


- Me larga!


- Agora sei de quem sua filha “puxou” esse jeito insolente... – fala Draco sem soltar o braço da moça.


- Não fale da minha filha! E me solte, senão eu grito!


Draco a solta e ela retruca:


- Tenho pena da Astoria, ela nem faz ideia de como o noivo dela é cretino.


Draco a segura e encosta-a na parede, os corpos praticamente colados e os lábios quase se tocando.


- Eu tenho nojo de você. – ela continua com os olhos fixos nos dele.


- Cala boca, Granger. – ordena ele e antes mesmo que ela obedecesse o desejo e o ódio num beijo se consomem.
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Gina chegava em casa depois de um dia de trabalho no St. Mungus. Ela estava frustrada com o emprego e principalmente com Mclaggen, que ainda nada tinha feito para destruir a vida da Granger. Ao ascender a luz do abajur em cima da mesinha de centro de sua sala de estar, ela se depara com a silhueta de um homem que aparentava ter no máximo uns 30 anos, muito pálido com cabelos negros e olhos frios com a íris de cor ciana.
- Quem é você e o que faz em minha casa?
- Fique calma, não há razão para me temer, pelo menos, não ainda.
- O que quer? - pergunta ela com a voz tensa.
- Estou aqui apenas para tratar de alguns assuntos  que interessam a ambos. Vou direto ao ponto Srta. Weasley...
- Como você sabe quem eu sou?
O estranho soltou uma sonora gargalhada e disse em seguida:
- Sei de muitas coisas sobre a Srta., desde quem é, ao seu atual emprego de psicóloga no St. Mungus, de seu ódio para com Hermione Granger. Nada escapa de mim, Ginevra Molly Weasley. Mas chega desses joguinhos infantis, quero que me ajude com algumas informações que a Srta. dispõe e em troca te ajudo. O que me diz?
- A oferta é realmente muito tentadora, mas gosto de saber em que terreno estou pisando. Ainda não me disse que é você.
- Bem, a srta. tem razão. Deixe-me apresentar de maneira descente: Meu nome é Vladmir Hagi. Sou da Transilvania e vim até a Inglaterra apenas para conhecer a Srta. pessoalmente. Antes que me pergunte, sim, eu sou um vampiro e acredite: tenho muito mais do que 30 anos.
- Lê mentes também? - pergunta ela estupefata.
- Não, minha Cara, mas não é necessária tal habilidade para decifrar sua magnífica expressão.





N/a.: Oiii pessoal!!!
 Faz muito tempo que não posto aqui não é?
 Mas tenho uma explicação:
Falta de Comentários 


Mesmo assim, vou continuar postando a fic até eu terminá-la (o q não irá demorar TANTO assim) porque já excluí uma fic minha e quero ter a chance de terminar esta, que mesmo com pouquíssimos coments, para mim será uma vitória pessoal. Esse cap eu achei muito ruim, mas foi isso que consegui escrever.



Bem, estarei colocando algumas imagens nos caps mais antigos e (espero eu) colocar uma neste, é que estou sem tempo de fazer isso agora mas não se preocupem que logo, logo já estará aqui.


Neste cap não tem music mas apesar de ser o mesmo do cap anterior, faz sentido nas cenas desse também!

Espero que gostem e que comentem, mesmo tendo achado uma porcaria.
Beijos

ISAH MALFOY

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