Batalha das casas



Capítulo 16 – Batalha das casas




Apesar do acontecimento do dia anterior, Gina acordou muito alegre no outro dia. O dormitório estava vazio. Ela tomou seu banho e demorou bastante, relaxou completamente. Depois colocou uma roupa bem simples e arrumou o cabelo em um alto rabo de cavalo, era assim que se vestia nos dias quentes de Hogwarts e, apesar da época do ano, estava realmente muito calor. Desceu saltitando a escada do dormitório. Deu bom dia para um Neville distraído e para uma Hermione concentrada em seus livros. Eram os únicos na Sala Comunal.

- Bom dia – disse ainda lendo Mione. – Gina? O que faz aqui? - foi o que disse quando percebeu que Gina é que tinha descido as escadas do dormitório feminino.

- Eu? Ia descer para o café e...

- Que café o que?! Esqueceu-se que horas são? – Mione pareceu perder um pouco a calma

- São...- ela olhou no relógio de pêndulo. – nove horas. Mas hoje não tem nada de especial e...

- Nada de especial?! O que você tem feito todos os dias dessa semana depois da aula Gina?

- Bom...arrumado as malas e....- Gina se apavorou. – treinado para o jogo de domingo, às nove e vinte!!!

- E que dia é hoje?

- Domingo! Ah, Meu Deus! Como pude esquecer!? – ela nem se despediu e desceu as escadas correndo, nem parando para tomar café da manhã no Salão Principal. Desceu para o campo, onde vários alunos já se encontravam, esperando pra ver o jogo. Chegou ao vestiário arfando e encontrou uma Angelina desesperada.

- Por onde andou, Gina?

- Me desculpe, me desculpe, me desculpe! Me esqueci! – ela disse colocando o uniforme o mais rápido que pôde.

- Como pode esquecer? Ah, cara! Faltam cinco minutos! Vou pegar as suas botas!

- Obrigada!

A calma que ela tinha quando acordou sumiu rápido como um raio e no lugar dela entrou um grande nervosismo.


********



Draco acordou muito disposto aquela manhã e, diferente de Gina, lembrou-se do jogo e não demorou a se aprontar. Pegou a sua vassoura, que guardava no seu quarto e foi descendo as escadas flutuando sobre ela, até chegar ao Salão Principal. Muitas alunas babaram ao vê-lo chegar de um jeito tão original, mas quem não havia gostado nada foi o Filch, que olhou tão feio, que a alma de Draco foi congelada e depois disso, foi muito difícil tomar um bom café. Além de Filch, Pansy não ajudava, de tanto que apertava o seu pescoço, a comida não passava e ele estava começando a ficar sem ar. O capitão do time também estava ajudando para estragar o seu café, pois ele avisava de minuto em minuto, quanto tempo faltava para começar o jogo.

Já Draco só tinha um pensamento em mente, vencer o Potter. Sempre quis fazer isso, e por mais que não quisesse assumir, nunca conseguiu. Mas dessa vez, parecia que ele queria vencer muito mais do que ele queria antes.

- Falta 42 minutos para o início do jogo. – anunciou, mais uma vez, o capitão da sonserina.

- Já chega, eu vou indo para o vestiário. – disse Draco e saiu largando metade de seu prato sem comer, uma Pansy desconsolada, um capitão falando sozinho e um zelador lançando olhares congelantes no nada.

Ao sair para os terrenos do castelo, sentiu m leve brisa que fez ele sentir que esse seria finalmente o dia de sua vitória. Mas viu duas pessoas sentadas embaixo de uma arvore e estranhou, mas parou para atazaná-las.

- Potter! Desistiu do jogo para ficar de papo pro ar com essa ninguém.

- Vá embora, Malfoy! E nem tente estragar meu dia com suas ofensas.

- Eu vou estragar seu dia Potter. Mas não com palavras, e sim com a habilidade que tenho para Quadribol.

- Ninguém te contou que não vou jogar? Gina ainda não te contou? Achei que conversassem bastante....

- Eu? Conversar com aquele palito de fósforo? Nunca!

- Nunca é exagero, mas é só pra avisar que não vou jogar.

- Então quem irá no seu lugar?

- Gina.

Draco se surpreendeu. Não queria jogar com ela. Ela o desconcentrava. Durante toda a noite ficou pensando no beijo (se é que se pode chamar aquilo de beijo...) que ela havia lhe dado e toda vez que pensava nela a cena do beijo lhe vinha a cabeça, e o desconcentrava.

Por isso ela estava voando outro dia. Mas como ele não soube? Como ninguém se importou em lhe contar?

Foi para o vestiário e os jogadores já se encontravam lá, vestidos. Enquanto Draco se vestia, perguntou para eles:

- Sabiam que a Weasley vai jogar como apanhadora?

- Sim. – respondeu um cara alto, gordo e rosa e os outros jogadores concordaram balançando a cabeça.

- E como que não me contaram? – perguntou indignado.

- Não contamos? Achei que tivéssemos contado... – o gordo disse, bem fingido e os outros riram baixinho.

Draco entendeu. Alguns sonserinos não acreditaram na história da maldição e quiseram ver se Draco estava realmente como antes, até mesmo com a Weasley. Ficou bravo porque não acreditaram nele, mas resolveu provar que voltara a ser como era. O jogo começaria em dois minutos de acordo com o capitão, então os jogadores se posicionaram em frente ao portão, com as vassouras apoiadas nos ombros, prontos para entrar em campo.


*********



- Vamos Gina! – apressou Angelina. – Só falta você, todos já estão posicionados.

- Me desculpe, mas essa bota não quer entrar, é muito pequena! Calmaí que eu vou pegar outra! – e correu para os armários.

- Meu Deus, Gina! Não temos tempo para “CALMAÍ”, o jogo começa em um minuto. Ponha aquela bota mesmo!

- Daí que a gente perde! Que esperem! Eu ponho em dois minutos. – já estava com a bota na mão.

- Mas temos menos de um minuto!

- Calma, só falta amarrar.

- As portas abriram Gina! Os jogadores tem que ir!

- Vão! Eu já estou chegando lá!

- Certo.....jogadores...zarpar! – e todos voaram. Angelina não, pois não é jogadora. Gina amarrou a bota desajeitadamente e montou na sua vassoura.
Estava bastante sol no campo e comemoraram muito quando ela entrou.

- Aí está a nossa atrasadinha, Gina Weasley, a apanhadora desse jogo! – brincou Dino Thomas no auto-falante. – agora que todos os jogadores estão no campo...que o jogo comece!

E a goles foi lançada no ar, os balaços voaram rápidos, loucos para acertarem quem estivessem em seu caminho, e o pomo, Gina nem viu quando ele voou.
Estava tão concentrada que nem viu os outros jogadores, mas um brilho loiro chamou sua atenção. Malfoy? O que estava fazendo montado em uma vassoura, no meio do campo de Quadribol, em dia de jogo?

- Ei Malfoy! Estamos jogando aqui!

- Eu também estou, sua estúpida. – ele retribuiu no mesmo tom de voz. – sou o apanhador da sonserina.

- Nada a ver! O apanhador é o .....o ..... como é o nome dele mesmo?

- Aquele pivete? Substituíram ele por mim, é óbvio! – Malfoy olhou rapidamente para os lados. Gina reparou que vários sonserinos voando os olhavam com desprezo, então Malfoy empinou o nariz e saiu voando a procura do pomo. Gina fez o mesmo. Depois de uns dez minutos de jogo, a sonserina ganhava de 30 a 10 e Gina viu de relance um brilho dourado, depois o perdeu. Pareceu que Malfoy fez o mesmo.

Se fosse daquele baixinho irritante ela até aceitaria perder, mas era o Malfoy, não se rebaixaria na sua frente. Ele parecia pensar a mesma coisa, então não seria um jogo fácil.

Ela viu o brilho novamente, atrás da orelha de um artilheiro sonserino, e voou o mais rápido que pôde. Malfoy a seguiu de pertinho. O pomo começou a voar mais alto, mas nenhum dos dois parou por causa disso. Ambos estavam a menos de dois metros do pomo e este resolveu descer. Foi difícil mudar de direção, e até isso acontecer, o pomo já tinha sumido da vista de ambos.

Mais meia hora de relances dourados e de viradas com o placar. Desta vez, malfoy começou a voar na direção dos torcedores da lufa-lufa. O pomo estava lá perto e ela também correu até ele. Ambos esticaram a mão. Um metro....50 centímetros.....10....5...3 e o pomo se lançou para cima, mas eles continuaram, cruzaram os braços, um por cima e outro por baixo. Bateram as cabeças. Doeu pra caramba.



- Tá louca Weasley? Isso vai me dar um baita galo! – Malfoy reclamou.

- Duvido! Com essa cabeça dura que você tem. – ela se defendeu, massageando a batida.

Enquanto se xingavam, grifinória fez mais 20 pontos e sonserina mais dez. O pomo passou entre os dois e ficou dançando na frente deles. Esqueceram de brigar e se concentraram no pomo. Estenderam as mãos juntos. O pomo voou. O seguiram numa velocidade inimaginável. O pomo deu um lupin, ambos também deram. O pomo foi em direção a um jogador, que abaixou a cabeça para ele passar. Já os apanhadores foram cada um para um lado desse jogador, e se ferraram, porque bateram no cabo da vassoura dele. Bem no estomago. O pomo sumiu de vista novamente.

- Por que? Por que? Por que? – reclamou Gina.

- Chorona.

Gina viu o pomo, logo atrás de Malfoy. Voou até ele. Malfoy virou-se rapidamente e logo o avistou. Alcançou a velocidade dela, mas um balaço passou entre eles e perderam o pomo novamente.

Depois de mais uma hora desse corre-corre, o placar estava 90 para os grifinórios, 70 para os sonserinos.

O ambiente em volta deles estava começando a ficar frio (frieza de tempo mesmo, e o estranho é que o sol estava brilhando forte e não havia nuvens no céu) , quando Gina viu o pomo. Provavelmente ao mesmo tempo que Malfoy. O pomo estava subindo, então os dois subiram também. Quanto mais alto, mais frio, mais silencioso, menos alegre, mais triste. Gina estava começando a se sentir meio mal naquele lugar, mas não desistiu de pegar o pomo. Ambos estavam a dois centímetros dele, quando uma sombra negra envolveu a cintura de Gina e péssimas lembranças vieram a sua memória. Sua mão caiu molemente, ela se soltou da vassoura e a última coisa que viu foi um acúmulo de dementadores sobrevoando o céu de Hogwarts.



**********



Quando estava quase pegando o pomo de ouro, vários dementadores apareceram do nada e pegaram a Weasley pela cintura e ela caiu desmaiada deixando sua vassoura. Um dementador a segurou ( Gina, e não a vassoura!) e estava levando-a quando Draco reagiu. Não deixou que as lembranças ruins tirassem a sua concentração e voou rapidamente atrás do dementador. Tinha se esquecido do jogo. Só queria a Weasley de volta. Pegou-o pela cauda de sua roupa, mas outros o impediram de continuar segurando-o, e ele sentiu muita dor e muito sofrimento ao ser tocado por um deles, mas não queria desistir.

- Weasley! – ele gritou, se debatendo desesperado nas mãos do dementador. – me solte! Me solte! Weasley! Volte!

Animais prateados começaram a sair de lá debaixo espantando os dementadores. O que levara Weasley já tinha ido embora. O que segurava Draco, o soltou e ele tentou voar na direção que eles estavam indo, mas não conseguiu, eles haviam desaparecido. Ele desceu até o chão e vários alunos se concentraram em cima dele. Estava cansado, estava incomodado. Podia ter impedido de levá-la, mas não conseguiu. O professor Dumbledore afastou a multidão e se aproximou do loiro.

- O que aconteceu senhor Malfoy? – ele perguntou, mais desesperado ou bravo do que Draco nunca o vira.

- A Weasley, diretor...... levaram-na....- ele disse com a voz fraca. Arfava muito e estava cansado e atordoado. Logo depois disso, caiu desmaiado.


Acordou. Sentiu que tudo não passara de um sonho. Mas não fora, abriu os olhos e a enfermaria estava ali, em volta dele. Lembrou-se dos acontecimentos daquela manhã. Sentiu-se desesperado. "Mas por que estou me importando com a Weasley?", ele não sabia, mas era algo involuntário e só de lembrar que estava parado ali, sem tentar ajudar, sentia-se mal. Queria realmente ajudar, mais do que ele achou que queria, mas como? E ficou nesse pânico, até Snape entrar na enfermaria.

- Acordou então, Draco? - ele disse naquele tom de sempre. Sentou-se na borda da cama de Draco. - o Professor Dumbledore pediu-me que relatasse exatamente o que aconteceu lá em cima, durante o jogo de Quadribol.

Draco contou com o máximo de detalhes que pôde, rapidamente, descontrolado.

- Acalme-se, Draco. - protestou o professor. - está, por acaso, preocupado com a Weasley?

- Um pouco. - "um pouco" porque não conseguiu dizer "sim".

- Deixe de ser besta. Não acontecerá nada com ela.

- Vocês sabem onde ela está? Já estão indo resgatá-la?

- Pare com esse desespero, está me estressando. Estamos fazendo o possível para localizá-la. Não está fácil.

- Me desculpe, professor. Mas ver o que aconteceu, estar lá, e não fazer nada, me deixou muito abalado.

- Cale a boca. - disse o professor, se dirigindo a porta. - descanse porque amanhã voltará para a sua Mansão. - e saiu, deixando Draco completamente só.
Estava cansado. A queda foi baixa, mas havia lhe machucado. Queria poder dormir, mas aquela preocupação o atazaná-va. "Este não é você, Draco, este não é você..." ele repetia para si mesmo. Mas esse sempre fora ele. Ele sempre se preocupou com a Weasley. Quando outros podiam fazer alguma coisa por ela, ele deixava quieto. Quando a via chorando, morria de vontade de consolá-la e, as vezes, o fazia ( do seu jeito, mas fazia). Quando estava machucada, a socorria. Ficava, as vezes, a olhando de longe, para ver se estava tudo bem. Claro que ele nunca assumiu que se preocupava, mas se preocupava. E desta vez, ao vê-la ser carregada por aqueles...aqueles monstros...ah, era doloroso lembrar.

Draco estava tão absorto em seus pensamentos que nem viu Luna Lovegood entrar na enfermaria, e quando a reparou, viu que não tinha aquele sorriso bobo estampado na cara. Parecia quase tão preocupada quanto Draco.

- Malfoy! Tudo bem? - ela perguntou, olhando em seus olhos.

- Não! Não está tudo bem! Como tem coragem de perguntar isso? A Weasley não está bem, você não viu? Por acaso é idiota? - ele gritava que nem um louco. Lovegood segurou suas mãos e olhou piedosamente para ele.

- Calma Malfoy, por favor, calma. Não faça escandalo. O que vou te contar é segredo.

- Eu é que peço, Lovegood. Por favor, não tenho tempo para segredos.

- Tem a ver com Gina. Estamos procurando onde ela está. Rony e Hermione estão procurando no Ministério da Magia.

- Por que está me contando isso, Lovegood?

- Por que você não parece nada bem, Draco. Nada bem. E eu acho que é por causa da Gina. - ela fez uma pausa, na qual esperou ele reclamar, mas ele ficou quieto. - vim perguntar se quer ser informado caso nós a encontremos.

- Sim, Lovegood, por favor. Quero tirar esse peso de dentro de mim, e talvez eu possa fazer alguma coisa pra ajudar. - ele falou isso sem pensar em nenhuma consequência.

- Só mais uma coisa, Malfoy. Talvez o que está acontecendo tenha algo a ver com Você-sabe-quem. Mesmo assim, você quer ser informado? - ela pediu, seus olhos azuis implorando por um sim.

- Claro que sim. Ele e meu pai não podem meter uma pessoa inocente em uma situação dessas. Irei contra eles, se precisar. - Draco Malfoy, é você mesmo? Pedindo por uma justiça que não seja diretamente a seu favor? Nossa, você mudou mesmo.

Quando Draco disse essas palavras, Lovegood sorriu aliviada e agradeceu.Logo depois saiu da enfermaria, mas não daquele jeito espuletado que ela sempre saía, mas de um jeito calmo e bem doce.

O resto do dia de Draco foi péssimo. Quando saiu da enfermaria, não sentia vontade de fazer nada, porque não podia fazer nada. Passou o dia todo esperando alguma informação que Lovegood podia lhe dar, e essa informação não veio. Quando entrou no Salão Comunal foi cercado por uns dez sonserinos.
- Sabíamos que essa história de Maldição era tudo mentira. Só queria voltar para o time, não é? - disse um alto, que parecia o líder do bando.

- Saiam do meu caminho. - ele tentou passar mas o jogaram para trás e ele caiu de bunda no chão.

- Fique sabendo que está fora do time....se metendo com uma Weasley, quem diria? Ridículo, Malfoy...ridículo.

- Não estou com saco pra ouvir vocês. - ele reclamou. Ele só queria ficar sozinho, será que ninguém entendia?

- Deixem o Draco em paz. - uma voz feminina se ouviu. Era Pansy Parkinson e se colocou entre os garotos e Draco. - não é culpa dele. É culpa dela, daquela Weasley. Ele só precisa esquecer isso. Só precisa de um tempo.

- Deixe-me passar, Pansy. - e ele saiu andando abalado para o dormitório, sem mais ninguém impedi-lo.

A culpa era dele sim. Por ter se envolvido tanto com essa garota. A culpa era totalmente dele. Podia até tentar culpar o seu pai, pelo maldito plano do espelho, mas não dava, sabia que a culpa era dele. Agora ele não estava arrependido dos momentos que passou com ela, mas sim de tê-la deixado ir embora desse jeito, sem ter passado mais bons momentos.

E foi assim a noite toda. Revirou-se na cama, e por mais cansado que estivesse, não conseguia dormir.


*******



Gina estava completamente tonta quando recobrou a conciencia. Não sabia onde estava e nem se lembrava do que tinha acontecido. Havia um forte cheiro de carniça no ar, que a deixava tão enjoada que não teve coragem de abrir os olhos. Ficou tentando lembrar do que havia acontecido. Jogo de Quadribol. Estava para pegar o pomo. Estava cara a cara com Malfoy. E depois? Pelo que se lembrava, se é que não era uma alucinação, havia uns vultos negros se aproximando pelas costas do sonserino. Lembra que se sentiu muito fraca, uma presença negra estava no campo aquela hora. Depois disso, mais nada.

Será que havia caído no campo e a haviam levado para a enfermaria? Se fosse isso, estaria tranquila. Mas onde ela estava lhe trazia maus pensamentos, ao contrário do ambiente da enfermaria. Além de que estava com frio nos pés. Resolveu abrir os olhos. Mas depois que o fez, preferiu não ter feito....

Era um lugar horrível. Parecia uma sala de tortura subterrânea. As paredes eram feitas de uma fria pedra negra. Archotes com fogo brilhavam fraco na parede, dando um clima muito sombrio ao lugar. Fora os archotes, mais nada iluminava o ambiente. A sala era grande, mas ela estava só. Havia algemas
penduradas nas paredes e Gina estava presa em uma delas. Estava sem a capa do quadribol e a ponta de seus pés, agora descalços, encostavam aquele chão frio e sujo.

Sentiu vontade de chorar. Como viera parar ali? Só podia ser um pesadelo, tinha que acordar. Mas porque ela não acordava? Começou a gemer baixinho, tentando segurar o choro, mas parece que alguém a ouviu. Uma porta no alto de uma escada se abriu e por lá entrou alguém. Alguém que era a última pessoa que Gina queria ver no Universo.



N/A: volta as aulas é ruim, né? quem será que gosta? só a hermione mesmo...agora vai ser um pouquinho mais difícil eu postar a fic...eu to com sooonoo...tem aula amanha e acabei de tagar esse capítulo. Espero que gostem, digamos que ele será o começo para a "batalha final".

Word Pad é horrível! Eu contava o tamanho dos capítulos pelo numero de paginas, mas o wordpad nao tem isso, por isso os capítulos vão ficar bem pequenos de agora em diante. O próximo talvez seja o menor que eu já escrevi.

Nossa, eu falo demais, é melhor eu parar e ir dormir logo.

Peço para que comentem, tá?

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