Admissão de Snape



Snape estava caminhando pelas masmorras, um ambiente assustador para qualquer aluno, desde que não seja um sonserino. Ao passar por uma sala de aula que pensava estava deserta, ouviu:

-Severus, venha até aqui, por favor? – ele conhecia muito bem a voz feminina que lhe chamara.

-O que deseja, Bellatrix? – ao entrar na sala, ele descobriu que ela não estava sozinha, Lucius Malfoy, Regulus Black, Rodolphus Leastrange, Rabastan Leastrange, Narcissa Black e num canto mais escuro um quintanista, Bartolomeu Crauch Júnior.

-Que tipo de reunião seria essa? – perguntou Snape se aproximando.

-Bom, Severus, nós queremos propor uma coisa à você... – começou Bellatrix se aproximando de snape com seu noivo, o Rodolphus Leastrange.

-E... o que seria? Pois coisa boa não deve ser... – falou Severus pensativo. Então, Bellatrix chegou perto de Snape e falou:

-Quer ter uma igual? – e puxou a manga das vestes e apareceu uma cobra. Snape ficou sem reação, apenas olhou a ‘tatuagem’ no braço de Bellatrix. – Todos nós temos, todos nós servimos à... Ele...

-Ele quem? – Snape fazia idéia do que falavam, mas estava querendo ter certeza.

-Lord Voldemort! – se pronunciou pela primeira vez o garoto de quinze anos – O Lord das Trevas!

-Uma vez com ele sempre com ele. – disse Rabastan.

-Fidelidade e lealdade ao Lord são as normas. – falou Regulus.

-A marca Dele é como um símbolo do sangue-puro! – acrescentou Narcissa.

-É uma forma de aniquilar todos os sangue-ruim, para que eles parem de poluir o nosso mundo. – disse Lucius com ódio no olhar.

-Ele é o ser mais temido, na face da Terra... – falou Rodolphus.

-E... – começou Snape – O que eu ganho com isso?

-Poder! – Bellatrix falou com um sorriso cruel.

-Vingança! – complementou Lucius.

-E nós seremos o grupo mais forte e mais temido de todo o planeta! – e Bellatrix começou a gargalhar.

-Isto é... – começou Rodolphus – Você pode se juntar e reinará conosco... e pode recusar e morrer – ele e os outros ergueram as varinhas em direção de Snape – pois já sabe demais.

-Eu não perderia a oportunidade jamais! – falou Snape.

-Ótimo! – surgiu um moreno alto, já aparentava ter seus vinte e nove anos. – Deixe eu mesmo me apresentar ao novo integrante de nosso grupo. Eu sou Lord Voldemort. – se Snape não estava sobre o imperius, foi alguma outra força sobrenatural mais forte que ele, pois se curvou diante seu mestre sem nem pensar direito. – Dê-me seu braço direito. – Snape esticou-o para Voldemort. Ao tocar da varinha em sua pele, ele sentiu queimar e arder intensamente, cerrou os olhos e os punhos para não gritar de dor. Ao terminar, Voldemort se pronunciou – Os comensais que já atuam comigo fora de Hogwarts e eu, já temos um roteiro. Apesar de decidirem os ataques dentro de Hogwarts por vocês mesmos, não esqueçam que NÂO são autônomos! – e tão de repente como apareceu, ele desapareceu.

-Nossa primeira farrinha, pode ser amanhã? – perguntou Bellatrix.

-Já até sei quem poderia ser, aliás, não vai fazer falta, não é? – todos já sabiam
de quem Snape falava.




-Bom dia, Lene! Que horas são? – perguntou Lily sem querer se mexer.

-Seis e vinte, anda logo porque eu quero tomar café! – Lily sorriu e foi direto ao banheiro. Se Marlene soubesse como a vida de Lily estava tão confusa, com certeza Marlene iria ficar mais maluca do que já é.

Quando Marlene e Lily desceram, Anny já estava à espera, o estranho, para Lily, é que nenhum dos garotos estava esperando por elas. Pensamentos como “Será que o James está bravo comigo?” não parava de invadir a cabeça de Lily.

-Você vai se resolver com Sirius, Lene? – perguntou Lily para se distrair.

-Apesar dele ser um cachorro burro, ainda é lindo e eu continuo gostando dele, como a vida é injusta! – Marlene falou balançando a cabeça.

-Que bom que pensa assim! – quem falou não foi Anny, nem Lily, mas sim o próprio Sirius.

-Sirius! – ela pulou nos braços dele e o beijou.

-Esses dois ainda vão longe! – disse Anny.

Lily concordou, foi quando ouviu um barulho vindo de uma sala.
Não parecia estar tão longe dali, ela ouviu o tal barulho, que era parecido com um grunhido e falou:

-Podem ir, eu já vou! – e foi seguindo o grunhido, não estava tão perto quanto aparentava, será que só ela estava ouvindo? Era impossível! O grunhido estava ficando mais alto e mais forte enquanto caminhava, ela se deparou com as masmorras, pé-ante-pé, foi seguindo pelos corredores mal iluminado. Ela reconheceu que o grunhido, na verdade, eram gritos. Enquanto se aproximava, o ambiente ficou cada vez mais frio, sua respiração ficou ofegante e saía vapor de sua boca. Ela entrou em uma sala, tinha uma jóia lá, ela parecia estar hipnotizada, “Não toque nisso, Lily Evans” – ela se ordenava, mas ao mesmo tempo pensava “É tão linda!” por não estar completamente lúcida, ela acabou por tocar, no instante que ela tocou, ela sentiu tudo rodar e teve a conclusão: era a chave de um portal.




James estava caminhando pelos corredores, não estava com animo para ir as aulas, foi quando viu Snape.

-Dando uma voltinha, Potter? – Snape provocou James.

-Como se fosse dá sua conta, Seboso! – James retrucou.

-Acho que já passou da hora de eu impor respeito... – Snape pegou a varinha. Não deu tempo de James pegar a varinha, Snape gritou: - Crucio! – James começou se contorcer no chão, pena que não deu tempo de snape nem molhar o bico, pois por um motivo inexplicável, James como repentinamente foi atacado, repentinamente se livrou da maldição e atacou Snape.

-Petrificus Totalus! – Snape caiu petrificado – Não sou tão ignorante como você para ficar usando maldiçoes imperdoáveis por aí! – James só viu a bolinha dos olhos de Snape se movimentando, e se retirou. Não podia negar que, não sabia como se livrou da maldição e nem o porque desse ataque repentino de Snape, tudo bem, ele sempre soube que Snape era mal e “mongol”, mas nunca imaginou que chegaria a esse ponto




Bellatrix estava tendo uma conversa com os outros comensais na sala precisa:

-Nós precisamos achar mais pessoas! Só nós não vai dar para fazer nada que planejamos! – ela parecia ser a única a tomar partido das decisões.

-Mas tem o exercito externo! – argumentou Lucius.

-Não diga?! Eu não sabia disso, Lucius... – Bellatrix falou ironicamente.

-É, Bella tem razão, precisamos de mais gente aqui DENTRO. – falou Narcissa.

-Há muitos sonserinos, mas nem todos topariam algo assim. – falou Lucius de novo.

-E quem disse que eles precisariam topar? – perguntou Rodolphus – Nada que um Imperius não resolva.

-Isso é certo! – concordou Narcissa.

-Pelo menos um pensa! – disse Bellatrix – A propósito, onde está Severus?

-Se achando o máximo por estar entre nós! – respondeu Rabastan.

-Ele é... – começou Narcissa, mas foi interrompida por Bartô Crauch Jr:

-Acho que não viemos discutir o que Severus Snape é ou deixa de ser! O nosso propósito é achar mais gente e trazer para o nosso lado, se não quiserem...

-Imperius neles! – completou Rabastan. - Por que não chama o seu priminho? – perguntou à Bellatrix.

-Sirius? – Rabastan confirmou - Simplesmente porque ele não é... – Bellatrix fez uma careta – bom o suficiente, ou melhor, ele não tem sangue frio como nós, ele não agüentaria entrar nessa luta conosco.

-Nisso ela esta certa! - concordou Narcissa. A porta abriu-se com muito estrondo, era Regulus que estava afobado, pois tinha corrido muito, mas mesmo assim ele conseguiu falar:
-Deu certo! – e os outros comensais sorriram vitoriosos.




Lily não sabia ao certo onde estava, parecia uma floresta, mas não era a Floresta Proibida. Pelo pouco que leu ela deduziu que, pelo clima e tipo de vegetação, essa era a floresta amazônica. Nunca que na Inglaterra iria estar tão quente e com tantos cipós em volta, que mal dava para passar. Reconheceu de cara algumas vegetações, como o mogno, o cipó e o cedro, que o uso é ilegal. Adoraria ficar observando tudo aquilo, se não estivesse perdida e com a chave de portal aqui... aqui... cadê a chave do portal? “Agora sim, eu estou perdida!” – pensou Lily. Ouviu um barulho, e umas aves saíram voando, pegou a varinha e foi andando lançando Reducto, para abrir os caminhos.

Apesar de ter uma varinha na mão, essa floresta poderia ter seres mágicos, como não? Afinal, no Brasil também tinham bruxos. Barulhos se intensificavam, ouviu um chocalho, ela não quis nem pensar se seria uma cascavel, às vezes, há coisas muito mais perigosas do que viver com sonserinos, ela estava ficando com medo, afinal, o que estava acontecendo? Ela estava perdida com muitos animais, cobras, lagartos, aranhas entre outros bichos asquerosos. Bom, sem escolha, ela foi andando. Só queria que não fosse lua cheia e que não tivesse de ficar ali por muito tempo.




-James! James! – Anny chamou-o ofegante.

-O que houve, Anny? – a feição de Anny era extremamente preocupada.

-Você estava com Lily?

-Não. – respondeu James confuso. – Por que?

-Desde manhã, ela sumiu, não está em nenhum lugar! Remus e eu procuramos por tudo quanto é lugar! – falou Anny muito rápido.

-Você quer dizer então que... – James ficou preocupado de uma hora para a outra.

-É isso aí, James. – interrompeu Anny.

-Então vamos procura-la! Vamos às masmorras! – assim James e Anny foram correndo procurar Lily.




-Severus! – Bellatrix achou-o petrificado no chão – Finite Incantatem! – Snape se levantou depressa e apressou-se em falar:

-Maldito seja, Potter! – Bellatrix revirou os olhos.

-Já estou até vendo a cena do Potter te azarando...

-Ele conseguiu se libertar do crucio. – protestou Snape e Bellatrix parou de sorrir irônica.

-Como?

-É isso aí, ele se libertou da maldição! – falou Snape pegando suas coisas do chão.

-Não deveríamos ter subestimado o Potter... – Snape ficou quieto. – Vamos, Severus, temos que dar atenção especial a uma pessoa. – assim, eles foram para a sala comunal da sonserina.




Já tinha se passado muito tempo, eram quase seis horas para ser exata, Sirius e Marlene já tinham se interado do sumiço de Lily e estavam ajudando á procurar. Eles decidiram procurar novamente nas masmorras e deram de cara com Snape e Bellatrix.
-Vejo que já te acharam. – começou James.

-Vejo que perdeu algo. – rebateu Bellatrix antes de Snape.

-Como sabe? – perguntou Marlene desconfiando
.
-Intuição feminina. – respondeu simples e objetiva.

-Então use sua intuição, priminha – começou Sirius com desdém – e fale onde esta a Lily!

-Anda, sua... – Marlene sentiu-se zonza e uma pontada na cabeça – Ai! – Bellatrix riu.

-Lene, o que houve? – Sirius perguntou aparando-a com as mãos.

-Eu não sinto isso desde... – ela lembrou do terceiro ano, quando brincava com Lily, primeiro Lily penetrava na mente dela, mandando informações e depois a Marlene, que respondia corretamente às perguntas de Lily sobre a tal informação que mandou. E depois o inverso com Marlene – o terceiro ano! Se afastem, eu preciso me concentrar! – e Marlene tentou dar passagem para Lily.

Lily estava no escuro, rodeada de cipós, roupa rasgada, toda suja e cansada. Ela lembrou-se de quando brincava com Marlene e tentou uma conexão. A distancia e o cansaço dificultaram, mas ela conseguiu.

Marlene caiu desmaiada no chão e começou a ver onde Lily estava, não ouvia ela falando, mas já sabia perfeitamente aonde era. Marlene acordou e se levantou depressa.

-A Lily está na floresta amazônica, no Brasil!

-Como? Ela não pode estar lá! – falou James. Bellatrix e Snape correram.

-Mas está! – falou Marlene – Olha a prova! – e apontou para Bellatrix e Snape que corriam.

-Vamos! – e os seis começaram a correr atrás de Snape e Bellatrix, eles entraram em uma sala, a mesma que tinha a chave do portal, que Lily encostou, quando os dois comensais encostaram, James e Marlene pegaram nas vestes, Lupin, Sirius e Anny pegaram neles para irem para qualquer lugar que fosse com os comensais. Sentiram-se tontos e caíram com um baque forte na terra molhada. Observaram o local, ela escabroso, e estava de noite ainda bem que estava em lua cheia para clarear... espera aí... lua cheia?

N/A: Oie!!!!
Maus a demora!!!!
Quem disse q nessa fic titio Voldy num ia aparecer??
Eu vou tentar visar agora ataques com romance, axo q eu vou conseguir!!!
Eu estou quase terminando essa fic e tenho quase certeza de que tera A Arte de Saber Amar 2 - O fim da guerra e o incio da vitória.
+ é só com coments!!!!
Bem, eu sei q é xato fik lend, + eu quero agradecer especialmente Marina Granger, que vem acompanhando e comentando até hj!!!
Vlw!!!
BjoO
_*Lil@h*_ Evans

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