Apenas o começo...



Apenas o começo...

Mais um ano se iniciava na escola de magia e bruxaria de Hogwarts. Um ano como todos os outros, com romances, mistérios assustadores, feitiços para todo lado, intrigas, jogos de quadribol e Snap explosivo, o correio-coruja e as refeições, banquetes e festas. Mas esse ano também se iniciava para três estudantes muitos especiais: Hermione Jane Granger, Ronald Billius Weasley e Harry Thiago Potter, mais conhecido como O-Menino-Que-Sobreviveu, ou, como o chamavam agora, o Eleito. Os três passaram as férias de verão na Toca, casa de Rony, onde os Comensais da Morte (seguidores do pior bruxo das trevas que já existiu, Lord Voldemort) localizaram Harry e fizeram um ataque surpresa. E era nesse ataque que Harry pensava, enquanto iam para a estação de King’s Cross, no carro do Sr. Weasley, um Ford Anglia que fora milagrosamente consertado e restaurado, quando foi encontrado na Floresta Proibida de Hogwarts, conversando com Grope (o irmão de Hagrid) numa língua que só os dois eram capazes de entender. O carro ainda fazia uns barulhos esquisitos, mas andava direitinho.

“Procurando pelo meu destino,
não sabendo para onde olhar”.

Flash Back

Harry estava ocupado lendo um livro de Magia avançada que comentava de tudo, até magias proibidas em Hogwarts, como as Horcruxes. Gina estava sentada no chão escrevendo em um diário (que dessa vez não respondia a ela). Hermione foi para seu quarto terminar um dever de História da Magia que nem Harry nem Rony estavam com saco para terminar. Rony jogava uma partida de xadrez de bruxo com Dobby, que foi trabalhar em Hogwarts, mas passava as férias trabalhando de graça para a Sra. Weasley, só para poder pagar o suéter e as meias que Rony deu a ele no quarto ano (mal sabia ele que já havia pagado há muito tempo isso, pois o suéter e as meias eram de segunda mão, mas ele insistia em ficar lá para ver Harry). Gui e Fleur estavam em sua festa de noivado, mas a família Weasley não podia ir para a França, já que Dumbledore instalou segurança extra na Toca por causa de Harry e eles não queriam deixar o Harry lá. Percy continuava brigado com os Weasley. Carlinhos estava numa missão da Ordem que ninguém sem ser ele e Dumbledore sabiam qual era. Fred e George moravam um andar em cima da loja, mas foram passar um tempinho na Toca e estavam conversando com o Sr. Weasley sobre uns truques de trouxas que eles aprenderam. A Sra. Weasley lavava as vasilhas, depois de muito insistir para que Dobby fosse descansar.
Então ouviram um grito, de Hermione. Harry se levantou de um pulo e os Weasley ergueram a cabeça. Ele subiu as escadas de três em três degraus já puxando a varinha, com Rony em seus calcanhares, e chegaram no terceiro patamar. Harry escancarou a porta do quarto de Gina e viu Hermione desacordada em cima da cama, com a História da Magia de Batilda Bagshot ainda na mão. Ao lado da janela, arrebentada visivelmente por um feitiço, estavam nada menos que três comensais, dois deles usando um tecido mais leve que um terceiro, aqueles eram obviamente mulheres. O terceiro era um homem, mas parecia menos inclinado a chegar perto ou lançar algum feitiço. Uma das mulheres estava com a varinha na mão, provavelmente foi ela que estupefez Hermione. A outra mulher puxava a varinha ao mesmo tempo em que Rony, Harry há muito havia puxado a dele. Uma coisa muito estranha é que o homem não puxou a varinha, ficou parado perto da porta olhando tudo. Harry e as mulheres começaram a duelar enquanto Rony usava um feitiço para tirar Hermione dali. Assim que Hermione saiu porta afora, o Comensal puxou a varinha e começou a duelar com Rony.
Que estranho, pensou Rony, eu não sou muito bom em feitiços e esse Comensal parece ser muito bom, já era pra ter acabado comigo. Então porque ele finge que está perdendo, não contra-ataca e só manda feitiços que eu sei defender?
Harry nocauteara a mulher que estuporou Hermione, mas foi atingido por um feitiço da outra mulher, que foi para o corredor onde Hermione estava. Rony nem viu, estava duelando com um outro Comensal. Harry reparou que nenhum dos dois atacava muito não, parecia que eles queriam mostrar que estão fazendo sua parte e só. Então Harry correu no encalço da mulher, que agarrara o braço de Hermione e se preparava para aparatar. De repente, Harry sentiu uma fúria incontrolável tomar conta dele e nem percebeu que gritou:
- AH, VOCÊS NÃO VÃO LEVAR A HERMIONE NÃO! ELA NÃO!
Então, sem comando, sem controle e sem aviso, o corpo dele foi tomado por uma aura verde ofuscante com um contorno prateado parecendo branco de tão brilhante. Uma bola de luz verde do tamanho de um pomo de ouro começou a se formar na ponta da varinha dele, e ele não tinha a menor idéia de onde saíram as palavras que ele falou a seguir:
- ECTINGER!
Só soube que no segundo seguinte a Comensal estava pegando fogo, ela estava queimando viva, enquanto Harry voltava ao normal e desmaiava e Rony aparecia gritando: “Aguamenti!”.

Fim do Flash Back

Depois, Harry ficou sabendo que a Comensal que ele estuporou foi acordada pelo homem assim que eles ouviram os berros da outra Comensal, e eles aparataram enquanto Rony olhava por cima do ombro. Rony disse que chegou no corredor e viu Harry desmaiando e a Comensal pegando fogo, então ele apagou o fogo da mulher enquanto Fred, George e Gina chegavam para ver o que estava acontecendo, aí os três levaram a mulher para curar as queimaduras, que por sinal ficaram muito mais feias do que ficariam queimaduras normais, enquanto Rony acordava Harry e o Sr. Weasley chamava os aurores. Ele ainda não havia respondido as perguntas de Rony sobre que feitiço ele usou para queimar a mulher daquele jeito e porque a varinha dele estava tão quente quanto se tivesse saído da boca de uma salamandra, e nem sabia se algum dia ia responder, afinal nem ele mesmo sabia o que havia acontecido. E que diabo de palavra era aquela? Decididamente não era latim. E porque diabos eles queriam levar a Hermione? Harry não entendia nada, e quanto mais pensava, mais confusa ficava a situação.

“Onde está meu destino?
Onde e o que é meu destino?”.

Ele pegou sua varinha e tentou, em apenas um murmúrio, dizer aquela palavra e queimar algo lá fora. Nada aconteceu. Então Harry concluiu que ou precisava ter muita raiva, ou estar cara a cara com Comensais, ou um amigo seu estar em perigo. Ou as três opções. Ou talvez nenhuma delas. Ou seja, ele não chegou a conclusão nenhuma. Ele olhou para sua direita e viu Hermione, ainda meio abalada com o ataque do dia anterior, olhando para ele meio que agradecida (ela ouviu a versão de Rony quando acordou). E, mais além, à direita de Hermione, Rony olhava pela janela pensativo, provavelmente também pensando no ataque, mais provavelmente nas possíveis respostas para a pergunta que Harry não respondeu.

“Procurando em todo o mundo
sem sentido, sem um sistema”.

Eles chegaram na estação e o Sr. e a Sra. Weasley atravessaram a barreira com os quatro (Gina tinha ido à frente no banco do carro com a Sra. Weasley) e foram embora depois de despedidas rápidas. Harry, Rony, Hermione e Gina foram procurar uma cabine, acharam uma vazia, colocaram os malões lá dentro e se sentaram. Harry perguntou porque os outros Weasley não tinham ido ajudar antes. Gina respondeu:
- Não tínhamos ouvido o barulho dos feitiços, então achamos que era algum problema com a Hermione e que vocês já tinham resolvido, mas aí ouvimos o berro que aquela mulher deu e subimos correndo para ver o que tinha acontecido. Aí achamos você – disse agora apontando Rony - apagando uma mulher que estava pegando fogo e o Harry e a Hermione desmaiados.

“Está no céu?
Embaixo do mar ou sobre o chão?
Na floresta ou no deserto?
Na montanha ou num vale?”.

Nessa hora o carrinho de lanche chegou, e Harry havia acabado de comprar 10 pacotes de feijõezinhos de todos os sabores, 50 sapos de chocolate e algumas varinhas de alcaçuz quando Luna Lovegood apareceu.
- Ah... Oi Harry... Estava me perguntando se podia sentar aqui com vocês, uns meninos do sétimo ano estão enchendo o saco me perguntando sobre o ministério...
Harry assentiu com a cabeça e apontou uma cadeira vazia perto da janela, enquanto Rony atirava uns pacotes de feijõezinhos para ela. Luna sentou lá e começou a ler “O Pasquim”. Hermione reparou que a edição vinha com um tipo de varinha dourada, mais curta que as varinhas normais, e com um tipo de sugador na ponta.
- O que é isso, Luna? – perguntou, curiosa.
- Um capturador de Zonzóbulos. – respondeu calmamente.
- E serve para quê? – foi Gina quem perguntou.
- Para capturar Zonzóbulos, oras! Se é um capturador de Zonzóbulos vai capturar o quê? Heliopatas?
Harry não agüentou e começou a rir. Gina amarrou a cara para ele. Então o trem parou, sacudindo muito, esperou um tempo como se alguém estivesse embarcando e continuou a andar.
- Quem será que embarcou? – desta vez foi Rony que perguntou, já que antes estava com a boca tão cheia que não conseguia falar.
- Provavelmente um professor... – respondeu Harry.
- Ou um aluno novato... – deixou escapar Hermione, sorrindo, mas se calou depressa murmurando algo que fez com que Harry se lembrasse muito de Hagrid: “Eu não devia ter dito isso, eu não devia ter dito isso, eu não devia ter dito isso...”.
Ficaram em silêncio o resto da viagem. Eles desceram na estação de Hogsmeade e entraram na carruagem. Harry reparou que os testrálios estavam mais avermelhados do que pretos.
- Também reparou? – disse uma voz em seu ouvido que o fez se arrepiar. Virou-se e deu de cara com Luna, que olhava fixamente para os cavalos. – Estão meio escuros, né? Vai ver tomaram sol demais...
As carruagens chegaram nos portões ladeados por javalis alados e os alunos foram em direção ao saguão de entrada. O céu essa noite estava todo estrelado e límpido. Luna foi para a mesa da Corvinal e Harry, Rony, Hermione e Gina foram para a mesa da Grifinória. Dumbledore se levantou:
- Boa noite, alunos! Sejam bem-vindos! Antes da seleção eu gostaria de falar umas palavrinhas: Draco Dormiens Nunquam Titillandus!
Todos aplaudiram com gosto exceto a mesa da Sonserina. Então a Prof. Mcgonagall trouxe um banquinho e o chapéu seletor, pegou a lista e chamou o primeiro nome:
- Adyrer, Ryan!
- Grifinória!
Enquanto isso os meninos conversavam e aplaudiam quando alguém era selecionado para a casa deles.
- A cadeira do novo professor está vazia, olhem! – exclamou Hermione.
- É mesmo... O que será que aconteceu?
Harry não respondeu. Acabara de vislumbrar uma cabeça na porta que dava para a sala onde os campeões do Torneio Tribruxo foram depois de selecionados. Mas foi só por uma fração de segundo, logo depois desses olhos encararem os de Harry a porta se fechou.
- Harry... Harry! Acorda! Estou falando com você, cara!
- Desculpe... Mas acho que tem alguém naquela sala, eu vi alguém espiando dali de dentro!
- Harry... Tá na hora da seleção... Nós acabamos de chegar... Alguém teria reparado se alguém tivesse sumido...
- Tá, mas eu tô falando que eu vi... – mas naquela hora o chapéu acabou a seleção e eles se calaram.
- Lufa-lufa!
- Então, um minuto de atenção, por favor... – pediu Dumbledore. O salão se calou na hora.
- Agora que a seleção acabou, vou privar vocês desse delicioso banquete por mais alguns minutos... Gostaria de anunciar que os monitores-chefes vão ser escolhidos uma menina e um menino esse ano...
- Mas o que tem de diferente nisso? – debochou alto um quintanista da Sonserina.
- Se me deixar falar eu explicarei – disse Dumbledore bondosamente, ao que o sonserino se calou na hora – a diferença esse ano é que poderão ser escolhidos uma menina e um menino de casas diferentes, visando amenizar (porque eu já perdi as esperanças de que acabem) a rivalidade entre as casas. Outra notícia que eu tenho para dar é que um estudante que ia ingressar no sexto ano em sua escola foi transferido para Hogwarts, de modo que espero que a casa para a qual ele for selecionado o receba de braços abertos e o faça sentir-se como em sua outra escola. Martorelli, Nicolas!
Um menino com seus 16 anos entrou pela mesma porta que Harry encarou. Ele tinha cabelos loiros lisos e espalhados para todos os lados, mas sempre para baixo. Olhos verdes penetrantes da cor de uma folha secando e pele bastante alva. Ele era baixo e muito magrelo para sua idade, mas era bastante forte. Era incrivelmente bonito e charmoso. Visivelmente tinha algum parente bruxo, suas vestes eram de primeira mão. Ele entrou bastante desajeitado e sem graça perante o olhar das garotas de Hogwarts, que aprovaram sua beleza, e algumas mais atiradas já suspiravam de amores, sendo que nunca o viram. Ele se sentou no banco muito desengonçadamente, já que o banco era feito para alunos de primeiro ano. Colocou o chapéu seletor na cabeça e esperou, enquanto Harry cochichava: “Não falei que tinha alguém ali?” Então o chapéu gritou:
- Sons... Não, Luf... Peraí... Corv... Caracas eu tô ficando velho demais pra isso... Grifinória!
O banquete se iniciou, os pratos de ouro se encheram de comida deliciosa. Houve muitos aplausos da mesa da Grifinória, e Nicolas fez questão de se sentar perto de Harry, à sua frente.
- Era você que estava me olhando na sala, não é? – Harry percebeu um leve sotaque.
- É... Harry Potter, prazer. Escuta, de que escola você veio?
- Nicolas Martorelli, o prazer é todo meu. Mas agora não é o melhor momento para dizer... – disse, olhando para Gina, Rony e Hermione ao lado de Harry.
- Eles são de confiança, Gina e Rony Weasley e Hermione Granger. Mas o resto da escola tem uma habilidade incrível de ouvir o que não devia...
Eles riram um pouco e Harry falou que eles podiam conversar no salão comunal, ele fez uma cara de ãhn? E Harry se lembrou que ele não conhecia a escola. Então ele, Rony e Hermione se ofereceram para mostrar a escola para ele no dia seguinte, mas ele teria que esperar as aulas acabarem, já que a primeira aula ia ser no outro dia.
Mas Dumbledore ainda não havia dito quem era o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, e Harry queria muito saber. Quando ele se levantou de novo, todos se calaram.
- Vocês também devem estar se perguntando quem será o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas – disse ele, e Harry reparou que Snape fez uma careta. Harry riu. A escola toda conhecia o desejo de Snape de lecionar essa matéria, e se ele estava com essa cara é porque não havia conseguido outra vez. – Ele se atrasou um pouco por causa de uns assuntos que tinha que resolver em Hogsmeade, mas creio que já tenha chegado. Ah, Sr. Filch... Ele já chegou? Ótimo. Tenho o prazer de anunciar o professor Caíque Snow, ou, como o chamarão agora, Prof. Snow.
Apareceu, pela mesma porta que Nicolas, um homem muito novo para ser um professor, na opinião de Harry, já que todos os outros tinham alguma idade. Não devia ter mais que 25 anos. Harry arriscaria dizer que uns 22, 23. Mas era alto, muito branco e com os cabelos pretos bem marcantes, ondulados, e o mais curioso: havia uma mecha branca curta na frente, mas que decididamente não era de velhice. Os olhos eram pretos e cheios de vida, apesar de um pouco cansados. Tinha uma pinta um pouco abaixo do olho esquerdo. Agradeceu os aplausos e se sentou, onde apareceu um prato para ele. Então, para os alunos, apareceram as sobremesas, e Rony comeu todas as que estavam por perto. Até que, finalmente, o banquete acabou e Harry, Rony, Hermione, Gina e Nicolas rumaram para o salão comunal, Harry guiando Nicolas. Eles entraram em uma passagem secreta para chegar primeiro e poderem conversar sem serem ouvidos. Hermione, que era monitora, sabia a senha e disse:
- Acromântula venenosa.
O quadro da mulher gorda se abriu, e Nicolas ficou de boca aberta. Harry riu.
- Espera só ate você ver as festas e os jogos de quadribol.
- Na minha escola não se separavam os alunos, então não tinham jogos de quadribol, e todos os meninos dormiam no mesmo quarto e as meninas em outro, não havia motivos para senhas e quadros com passagens secretas... Que pena, por que isso é demais!
Eles se sentaram nas melhores poltronas, e Harry foi logo perguntando:
- E então, de que escola afinal você veio?
O rosto dele ficou sombrio.
- Eu vim de uma escola da Itália, mas vim pra cá por sua causa.
Harry se espantou.
- Minha causa? Como assim?
- Minha irmã, Aisha, foi seqüestrada por Você-Sabe-Quem há uma semana, por alguma coisa que ninguém sabe ainda. Vimos uma reportagem no Profeta Italiano dizendo sobre uma profecia, que você era o escolhido para derrotar Você-Sabe-Quem, que você tinha enfrentado ele no próprio Ministério da Magia da Inglaterra, que você saiu vivo de lá e que um monte de Comensais foram presos. Meu pai achou que se eu ficasse perto de você eu teria mais pistas sobre Ele e poderia achar minha irmã mais rápido, e talvez evitar que ela fosse... Que ela fosse morta.
Harry ficou chocado. Mas o que Voldemort queria com a irmã dele? Teria que descobrir, porque boa coisa não parecia.
- Eu vou te ajudar no que puder para achar sua irmã e evitar o pior, mas temo que Voldemort – Nicolas tremeu ao ouvir esse nome - não a tenha pegado à toa. Algum motivo ele teve, e não está me parecendo algo bom.
Nicolas pareceu aliviado que Harry tenha aceitado ajudá-lo. Mas nessa hora o restante da Grifinória começou a chegar, e eles foram dormir. Nicolas adorou a cama. Harry reparou que havia uma cesta ao lado da cama dele, mas não perguntou o que era, achou melhor perguntar outro dia. Foi quando se virou para cair na cama que reparou uma tábua mal pregada, que sempre esteve ali, mas ele nunca se preocupou em saber o que havia lá. Pegou sua varinha e com um simples feitiço de convocação puxou os pregos da tábua e se agachou para tirá-la. Lá dentro havia um livrinho velho, ele abriu e viu escrito na quarta-capa: “Este livro pertence ao Guardião da Água”.

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N/A: Gente, eu só peço um desconto porque essa é minha primeira fic, qualquer coisa meeeeesmoooo, críticas, elogios (embora eu não espere muitos), sugestões, ameaças de morte e até xingamentos, desde que feitos na base da brincadeira, serão muito bem-vindos em comentários e em e-mails. Música que eu usei nesse capítulo: Destiny, da Avril Lavigne. Digam-me se quiserem músicas temas nos capítulos... Bem... Se alguém em algum canto desse planeta estiver lendo esta fic, até a próxima! ~*Aparatei*~

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