As Coisas Devem ter um Fim



ÚLTIMO CAPÍTULO... SINTO POR TÊ-LAS FEITO ESPERAR TANTO... COMO A VIVVI JÁ EXPLICOU NUM DOS COMENTS DA OUTRA FIC... A PORRA

DO MEU PC PIFOU DE NOVO, E EU NÃO CHEGUEI A CONSEGUIR SALVAR O Q EU TINHA ESCRITO...

NHAAAIII, É ÚLTIMO CAP, TENTEM NÃO SE DECEPCIONAR... EU NUNCA FOI BOA DE ESCREVER ÚLTIMOS CAPÍTULOS...

BJOSSSSSS

ANNINHA SNAPE


Eu acordei na manhã seguinte olhando para uma figura tranquila e adormecida que me segurava nos braços. Eu tentei me levantar, mas a figura provou-se não adormecida, afinal, porque senti um puxão na cintura, que os braços dele envolviam.
- Aonde a senhorita pensa que vai? - era uma voz sonolenta, mas que ainda tinha poder sobre mim.
- Eu só ia ao banheiro... Sevie, já parou para pensar eu estou dentro do seu quarto e já são oito da manhã? Deve ter um monte de morceguinhos nas masmorras...
- Ha ha... muito engraçado, Hermione.
- Mas tem, não tem? - perguntei, com um sorriso divertido.
- São A-LU-NOS - ele disse, mas esboçou um sorriso.
- Ok, sonserinos... - Eu me sentei; o olhar dele desceu pelos meus seios, segundo creio. Eu me cobri. - Eu acho que se ficarmos aqui o dia inteiro alguém vai dar pela falta concomitante do morcegão das masmorras e da Sabe-Tudo de cabelo ruim...
Ele fez uma cara séria.
- O seu cabelo não é ruim... - Ele acariciou meus cabelos e meu rosto. - Seu cabelo é perfeito, igual você inteira.
- Oh, claro. Sevie, você pode me amar o quanto quiser, mas mentir?
- Não estou mentindo! Eu adoro o seu cabelo.
Eu me levantei num salto e joguei o travesseiro nele. Ele se sentou na cama. Eu corri para trás, rindo.
- Ah, é assim? A cada elogio eu ganho uma travesseirada?
- Ou o que estiver à mão, se for mentira! - eu exclamei, rindo.
Ele sorriu.
- Bem, então acho que terei que segurar você, já que todos os meus elogios são só a verdade e você parece achá-los mentiras...
Agora eu joguei a tolha do banheiro nele, mas ele a pegou.
- Tsc tsc, srta. Granger... Acho que terei de segurar você...
Ele se levantou e caminhou para mim; eu soltei um gritinho agudo e corri para o banheiro, mas não tive tempo de fechar a porta. Ele a abriu, entrou enquanto eu corri para o outro lado, e trancou a porta.
- Você não me escapa, srta. Granger... Não mesmo... - ele disse. Bem, ele estava completamente nu, seria difícil não ver aquilo tudo despontando de um ninho de pêlos negros.
Bem, sem mais descrições, por ora. Tudo o que nós fizemos embaixo do chuveiro nós já havíamos feito tantas vezes fora dele...

O dia da minha formatura chegou. Eu havia passado em todos os meus NIEMs com um Excepcional, mas que GRANDE novidade. Bem, o Sevie me obrigou a estudar tanto que não sei como ele mesmo suportou a idéia de não transar o dia inteiro comigo, pelo que ele disse depois.
E era o dia da formatura. Eu desci as escadas como numa daquelas cenas hollywoodianas, em que a mocinha da história desce sozinha e todos meio que olham para ela. O Sevie me viu e deixou a boca aberta. Eu ri a isso, mas fui obrigada a ignorá-lo, por causa das malditas aparências.
Bem, eu não estava acompanhada; recusara um monte de convites. Ou Severo Snape ou ninuém ao meu lado. No caso, ninguém.
Harry e Gina estavam juntos, e senti falta de Rony. Ainda era difícil para todos, nós sempre nos lembrávamos dele com carinho... Mas era difícil ele apenas não estar conosco... Eu acho que ele merecia uma danç comio, pisando no meu pé e me fazendo rir... Ele sempre fora um completo idiota, mas por isso mesmo eu gostava tanto dele... Ele era um irmão para mim.
Senti umas lágrimas vindo a meus olhos. harry viu e se aproximou mais de mim.
- Mione, tá tudo bem? - ele perguntou.
- Até que está... Mas de repente senti falta do Rony - murmurei. - Ele provavelmente teria me convidado depois que todas as meninas o tivessem recusado... - eu dei uma risadinha, enquanto duas lágrimas rolaram. - mas sempre nos fazi rir, não é mesmo?
- Mas que romantismozinho patético, srta. Granger - arregalei os olhos e olhei para trás, para ver os olhos de Snape faiscando sobre mim com ódio. - Pode me dar licença, que você está atrapalhando a minha passagem?
Abri a boca para falar, atônita. Ele estava com ciúmes? Ele ouviu tudo e achou que eu o estva usando para esquecer um romance que nunca existiu? Eu consegui ler a mente dele sem oclumência. Eu lembro da urgência com que ele sempre me possuía, quase como se estivesse prestes a me perder. E agora ele me vira chorar por outro rapaz, achando que compreendia o motivo disso. Entrei em pânico. Depois de tanto tempo bem com ele, sem uma briga sequer, ele não me daria uma chance de explicar a ele o que havia?
Mas ele saiu da minha vista antes que eu pudesse sequer esboçar uma resposta. Harry fez uma careta e murmurou algo sobre Snape ser um idiota, mas Gina me olhou com pena. Sim, agora minhas lágrimas caíram e destruíram a minha maquiagem. Eu não poderia perder tudo o que tinha construíco com meu Sevie, todos os planos, todas as idéias, só porque ele me ouvira lamentar a morte de um dos meus maiores amigos.
Eu decidi ir atrás ele e fazê-lo me ouvir, não importava o quanto isso me custasse. Só que ele pareceu ter desaparecido.
Eu queria falar com ele. Entrei em pânico. Em pouco empo começariam as homenagens e os formandos iriam embora logo depois. Eu não podia ir sem falar com ele, simplesmente não podia. Eu poderia nunca mais encontrá-lo, se o fizesse. E se ele desistisse de voltara dar aulas? E se ele sumisse?
Todos receios bobos, mas que me deixaram desesperada. Depois tentei acalmar a mente e ser racional. Claro que era uma crise passageira. Ele iria pensar melhor e entender que Rony fora meu amigo e que era natural eu sentir falta dele. E um aperto no coração me fez pensar que Severo Snape jamais seria racional numa situaçõ daquelas. Afinal, ele abrira o coração e a alma para mim, e se expusera, não é? O reino das emoções era um caminho difícil para ele, como ele as controlaria depois de ter se aberto tanto?
Eu andei de um lado para o outro, mas então a voz de Dumbledore nos mandou sentar todos. Snape entrou por uma portinha discreta e sentou-se no canto da mesa. Ele não me lançou o mínimo olhar. A expressão dele estava fechada. Ele estava sério, seco, quase amargo.
Eu o encarei, disposta a olhá-lo por tanto tempo quanto preciso, até que ele olhasse para mim. Quando ele o fez, o olhar de desprezo que me dirigiu rasgou meu coração de alto a baixo, e precisei de muito controle para não me levantar dali e correr em disparada. Eu sentia lágrimas os meus olhos e tive ue lutar muito para controlá-las. Encontrei um olhar fixo de Snape, me ncarando, conciente das minhas lágrimas, mas o olhar dele, enquanto tinha todo o ódio do mundo impregnado, me mostrou tristeza. Ele ainda achava que eu estava chorando pelo Rony? Por que ele não invadia a minha mente quando tinha de fazê-lo?
Finalmente Dombledore começou a distribuir os certificados, cada aluno sobre aplausos. Meus olhos turvos desfocaram enquanto andei mecanicamente até a frente sob aplausos e comentários de sonserinos. Marie Voltaire estava quase sentada no colo de Snape. Eu estava murcha. Dumbledore olhou para mim e lançou um rápido olhar para Snape, compreendendo tudo.
Ele me deu o certificado e encarei as minhas notas perfeitas através das lágrimas. Nenhum sorriso. Só uma lágrima que manchou a nota de Poções. Respirei fundo e voltei ao meu lugar. Marie estava passando uma mão no membro de Snape por sobre a calça, por debaixo da mesa. Eu posso jurar. Eles estavam tão próximos, o braço dela se mexia quase imperceptivelmente e ele engolia em seco infinitas vezes.
Mais lágrimas. Eu estava sem nenhum ânimo para festa nenhuma; levantei e saí. E o pior é que isso provavelmente faria Snape achar que o motivo era outro. Que o meu choro era para outro. INFERNO!
Eu poderia ir embora para sempre, mas antes iria tirar Marie do caminho nem que fosse com uma imperdoável e ia gritar até que ele me ouvisse.
Ótimo, isso se ele fosse para o quarto dele. Decidi ir para lá antes dele. Me apressei escadas abaixo para as masmorras. Um hora ele ia voltar. Entrei no quarto dele e me despi. Fiquei daquele modo, nua, na cama dele. Ele viria, mesmo que fosse depois de transar com aquela vagabunda. Ele talvez a trouxesse para o quarto dele, mas eu mataria ali mesmo se fosse para chamar a atenção dele.
Não tive de esperar tanto quanto achei que teria. Eu estava sob os lnçóis de seda branca, que marcavam minha figura nua.
Eu torci para que ele não estivesse com ela. Não sei se conseguiria agir como devia em vez de chorar.
Mas o que ouvi foi a voz de Snape dispensando Marie mais cortez do que alguma vez fora com qualquer um. Ela reclamou e perguntou quando poderia voltar; ele apenas disse que precisava de tempo.
Ouvi os passos dele se aproximando sentindo meu coração acelerar. O quarto estava escuro com as janelas fechadas, mas meus olhos já haviam se acostumado, e eu pude vê-lo quanto ele entrou, tirando o casaco e depois a camisa. Ele suspirou. Para meu maior espanto, ouvi um soluço. E uma respiração abafada de choro. Eu fiquei estática, incapaz de me mover ou de dizer algo do que eu havia planejado. Severo Snape estava chorando? Ele foi abrir as cortinas e a fina luz prateadada lua encheu o quarto.
Sim, ele estava chorando.
Agora eu estava com medo. Se ele me visse ali, ele certamente teria uma explosão de ódio. Eu queria escapar dali, fugir e me esconder. Me senti ridícula daquele modo, como uma puta disposta a oferecer qualquer coisa por perdão.
Mas a voz amarga e cheia de desprezo se fez ouvir, enquanto ele olhava para fora, para a lua.
- Espero que esteja se divertindo, srta. Granger...
Minha garganta deu um nó; eu me senti incapaz de falar. Eu queria responder, mas um nó de choro me veio à garganta.
- O que você está esperando para sair daqui e ir chorar pelo seu eterno amor?
- Severo, pelo amor de Deus, me ouça...
- Vá para o meio do inferno - ele disse, mas sem gritar. Ele ainda olhava para fora, e sua voz estava embargada por um choro preso. Isso era horrível. Eu não queria vê-lo assim.
- É exatamente para lá que eu estava planejando ir depois de falar com você se você me recusasse a ouvir. Assim, teria uma chance de encontrá-lo depois de morta, um dia, e então poderia te explicar o quanto voê é bobo.
Ele olhou para mim, um misto de ódio e incompreensão passando pelos olhos negros dele.
- O que você veio fazer aqui?
- Rony foi um dos meus melhores amigos... - eu comecei, olhando para ele. E havia lágrimas ali. Era inacreditável. - Eu o amava muito, mas como irmão e sempre como irmão. Eu chorei mesmo, porque queria que ele estivesse ali, comigo e com Harry, como o eterno trio de ouro da Grifinória. O sofrível trio de ouro. E eu queria dançar com ele, porque eu teria sido a última opção dele, como sempre, e ele pisaria muio no meu pé e nós daríamos muita risada, em três mais a Gina. E eu queria ver a cara de nojo dele quanto eu contasse qus estou perdidamente apaixonada pelo morcegão das masmorras, ainda mais do que alguma vez fui. Eu imaginei... - lágrimas quase me impediram de falar, mas me forcei a prosseguir, incapaz de encarar Snape, mas certa de ter a total atenção dele. - Eu o imaginei forçando vômito quando eu contasse para Gina como nos beijamos pela primeira vez e que nós estamos juntos... E foi engraçado, mas me machucou muito , porque eu sabia que ele nunca vai fazer isso...
Levei as mãos aos olhos e me permiti chorar de verdade, como vinha segurando a noite toda. Eu senti a aproximação dele e senti o colchão afundando perto de mim. Ergui o olhar para ele. Ele me encarava com uma expressão indecifrável, mas pelo menos não era ódio que estava lá. Achei seguro murmurar:
- Sevie, eu... eu te amo...
Ele assentiu e secou mihas lágrimas com seus polegares.
- Shhh... Me perdoe... Eu apenas... apenas...
E suspirou. Naquele ângulo estranho, nós nos abraçamos. Mas uma corrente de ar frio encheu o quarto e ele sentiu meus mamilos por baixo do lençol em sua pele, como eu sentia a pele dele. Ele olhou para mim e baixou o lençol devagar olhando para os meus olhos.
Quando o lençol alcançou minha cintura, ele olhou para meus seios e lambru os lábios. Ele disse com uma voz rouca.
- Já ouvi dizer que o sexo depois de uma briga é muito melhor...
Eu sorri e puxei o lençol inteiro para o lado e voltei a me deitar,oferecendo a visão de mim para ele. E ele me olhou.
Levantou-se de um salto e abriu a braguilha das calças, puxando-a para baixo junto com a cueca. Eu o olhava. Ele já se livrara dos sapatos e tirou as meias.
Ele não se deitou por sobre mim. Em vez disso, sentou ao meu lado e ficou olhando meu corpo, de alto a baixo. Então uma de suas mãos foi passear em um dos meus seios, acariciando um mamilo. Arqueei com os olhos fechados.
- Sevie...- eu me sentei.
Ele me olhou, curioso, e eu fiz sinal para ele se deitar.
- Eu queria fazer algo diferente desta vez... - sussurrei, montando nele, mas nem me encaixar nele propriamente.
Ele fechou os olhos e suspirou.
- Estou às suas ordens. O ue eu tenho que fazer?
Eu o beijei com paixão. Ele o fez e deu um jeito de pôr a mão entre as minhas pernas. Eu gemi dentro da boca dele. Ele ainda era capaz de me surpreender a cada vez que fazia isso.
Eu beijei o pescoço dele com a mesma paixão que tantas veses ele o fizera e a respiração dele icou difícil. Eu desci pelo peito dele, beijandoo toda a extensão de sua pele rumo ao sul. Ele tinha os olhos fechados, soltando pequenos suspiros de prazer, mas quando cheguei abaixo da linha do umbigo, ele arregalou os olhos e olhou para mim. Eu olhei para ele sem tirar os lábios da pele dele.
- Hermione, você não tem que fazer isso...
Eu sorri um sorriso que, devo confessar, foi safado. Minha língua saiu para lamber a cabeça do pau dele. Ele ofegou o mais alto que posso lembrar. Acariciei toda a extensão dele com a língua, umidecendo-o, entando arrumar coragem para fazer aquilo pela primeira vez. Ele parecia satisfeito, com os olhos fechados, respirando alto, gemidos abafados que ele se recusava a
deixar soltar. Então senti uma imensa vontade de fazê-lo perder o controle e o coloquei inteiro na boca. Ele ergueu a cabeça e olhou para mim.
Bem, aquilo se revelou uma missão muito difícil; ele era enorme, afinal. Então chupei com toda a força que consegui, para cima e para baixo... O gemido que ele soltou foi tão alto, do funo da garganta dele. Continuei com aqueles movimentos e relaxei o máximo que pude a garganta para conseguir colocar tudo na boca. Ele gemia coisas desconexas e falava palavras sujas
que me deixavam mil vezes mais excitada.
Até que...
- Ai... ai... gostosa... pára que assim eu vou gozar...
É claro que eu não parei. E nem poderia, não. Quando senti o líquido dele na minha boca, eu até engoli um pouco, mas cuspi o resto. Acho que eu não estava preparada para essa parte, mas não foi ruim. Só um pouco esquisito.
Ergui o rosto com um sorriso vitorioso; ele deu um sorrisinho safado.
- Eu não me canso de me surpreender com as habilidades de Hermione Granger... Você acabou comigo.
Eu sorri e me deitei ao lado dele, com a cabeça no peito dele. O coração estava tentando se acalmar e a respiração dele ainda estava acelerada.
- Eu também te amo, Hermione.
Eu sorri. Bem, eu sabia que ele moreria momentaneamnte depois de um orgasmo, mas meu baixo ventre estava pulsando com tanto força que eu sentia supresa que ele não tivesse notado. Eu estava tão molhada que sentia algo correr pelo lençol. Felizmente, ele pareceu pensar nisso e logo se deitou por cima de mim, separando as minhas pernas com a dele, e forçando a coxa contra a minha intimidade.
- Você ficou mesmo excitada de fazer isso, não foi?
Ah, e fizemos tudo de novo. Juro, sexo depois de briga é mesmo mutíssimo melhor...
Mas a história vai parar aqui... Como os casamos e tivemos filhos não entra para esse título... De uma mudança realmente inusitada.




AEWWWWWWWWWWWWWWWWWW

SÓ DUAS FICS PRA CONTINUAR AGORA, HEIN???

VAMOS LÁ... GO, GO, SLYTHERIN!

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Comentários (1)

  • JuhSnape

    Nunca me cansarei de reler essa fic, ela é incrivel! é a 5ª vez que releio.

    2016-01-06
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