Grandes Surpresas



- Boa Noite Harry. - Disse Dumbledore bastante calmo.

- Boa Noite. Eu gostaria de falar com a Mary. Eu sei que ela está aqui. - Disse Harry defendendo-se.

- Eu estou aqui Harry! - Disse Mary sorrindo-lhe e correndo para abraçá-lo.

- O que você está fazendo aqui Sr.Potter? - Perguntou Snape bastante bravo.

- Eu falo Severo. - Disse Dumbledore que agora estava sério.

- Sim senhor. - Disse.

- Harry, sente-se. O que realmente lhe trouxe aqui? - Perguntou.

- A Mary me trouxe aqui Dumbledore.

- Não Harry. Sua coragem lhe trouxe aqui.

- Não estou entendo Dumbledore.

- Você já deve estar sabendo que Belatriz Lestrange fugiu de Azkaban. Todos acreditamos que ela esteja a sua procura. - Disse ele olhando para os companheiros.

- Á minha procura? Mas porque? - Perguntou Harry bastante espantado. - Mas porque então foi a minha procura no Beco Diagonal, e matou todos os trouxas ali presentes?

- Megan Blaine.

- O que a mãe de Mary tem a ver com isso?

- Você é o namorado de Mary. Foi um jeito de chegar até você, mas não sabemos como. - Dumbledore olhou para todos e pediu que se retirassem para que ele e Harry pudessem conversar. - Por favor, Profº MacGonnagal leve Mary para o dormitório, pois ela precisa descansar, dê-lhe uma poção do sono, para que ela durma tranqüilamente. Até o café Mary. Boa Noite a todos.

- Boa Noite Dumbledore. Tchau Harry. Nos vemos pela manhã. - Disse Mary.

Todos saíram, Tonks e Lupin deram um abraço em Harry e saíram juntos. Harry ficou olhando para Dumbledore enquanto ele mexia em um papel. Dumbledore o olhou seriamente e disse:
- Oh Harry, eu sei que você está com muitas duvidas. Eu confesso que estou com muitas também. Mas... Aproxime-se. Vou contar-lhe algo que precisa saber. - Harry chegou bem perto de Dumbledore e escutou-lhe falar. - Hogwarts corre perigo. Belatriz matou centenas de trouxas no Beco Diagonal. Um homem vestido de Dementador a acompanhava. Ninguém sabe quem é este homem. Mas hoje a noite chegou até minhas mãos uma carta. Quem a trouxe foi uma coruja muito grande e escura. Leia Harry. - Harry pegou a carta coma s mãos tremulas. A carta dizia assim:


Caro Dumbledore,

Sua escola corre perigo. Eu sei o que digo. Feche-a imediatamente. Os seus alunos trouxas correm perigo. Maryane Blaine e Harry Potter vão morrer. Não é um aviso. È uma ameaça. Você tem 24 horas para retornar-me. Passar bem.

Belatriz Lestrange


- Mas o que é isso? - Perguntou Harry espantado.

- Uma ameaça. Por isso Tonks e Lupin vieram. Dentro de Hogwarts vocês e nem ninguém corre perigo. O castelo é protegido por um encantamento. Mas todo cuidado é pouco. Eu só queria lhe mostrar isso, e lhe avisar que Maryane não irá embora como você estava pensando. Vá para o seu dormitório Harry. Amanha nos falaremos. Boa Noite.

Harry foi caminhando calmamente até o dormitório. Passou pelo retrato da Mulher Gorda, e deparou-se com Hermione sentada em frente à lareira com um pedaço de pergaminho na mão. Ele aproximou-se e ela levou um grande susto.
- Cruzes Harry! Você me assustou! E ai como foi lá com Dumbledore? A Mary veio levitando pelos corredores até a cama, deve ter sido coisa da MacGonnagal. Conte-me. - Disse ela escondendo o pergaminho.

- Contar o que?

- O que está acontecendo? Olhe que horas são! Vamos Harry me fale! - Disse impaciente.

- Primeiro eu quero ver o que tem neste pergaminho.

- Não! Eu não posso ainda. Depois te conto.

- Não, primeiro o pergaminho...

- Ãie Harry! Primeiro me conte e eu lhe mostro o pergaminho.

- Tudo bem. - Disse ele sentando-se em frente a ela. - Belatriz mandou um bilhete para Dumbledore, dizendo que os trouxas e descendentes de trouxas correm grande perigo. Mandou fechar Hogwarts. E disse que eu e Mary vamos morrer.

- Está falando sério? Por Merlin... - Disse ela boquiaberta.

- Pois é. Mostre-me o pergaminho agora.

- Antes de Dumbledore vir buscar a Mary aqui, eu conversei com ela. E ela me contou várias coisas bastante estranhas, sobre o pai dela. Daí anotei aqui.

- O que ela lhe contou?

- Me disse que o Sr. Daves e a Belatriz andavam bastante amigos. Que ela não sabia como, por causa dos Dementadores. Foi ela quem contou a ele sobre a profecia. - Hermione foi interrompida.

- Como você sabe da profecia?

- Mary ouviu e me contou. - Disse ela fazendo uma cara brava por Harry não ter contado a eles.

- Ah... Continue.

- Disse também que ele andava bastante estranho, às vezes trabalhava a noite, era bastante frio com ela e com a Sra. Megan. Você lembra-se que ele não gostava nenhum um pouco de você né.

- Ainda não gosta. Mas o que isso tem a ver?

- Tudo! Ele pode ser o homem vestido de Dementador Harry!

- Não Mione! Ele nunca iria matar a própria esposa!

- Até que alguém me prove o contrário... Pode sim!

- Mas pra que ele faria isso?

- Não sei, mas eu vou descobrir. E você vai me ajudar Harry!

Harry dormiu pensando na hipótese de Hermione. Achava impossível que o Sr. Daves fosse capaz de uma crueldade como aquela. Era praticamente impossível. Mas era melhor investigar. Revirou-se várias vezes na cama. Fazia muito frio e Harry já não via a hora do Sol nascer e enfim conseguir beijar Mary. Estava bastante preocupado. O Sol finalmente nasceu em Hogwarts. Harry foi até o Salão Principal tomar seu café e todos já os esperavam. Sentou-se ao lado de Mary e deu-lhe um beijo, bem na hora Cho passava pela mesa da Grifinória.

- Bom Dia Harry Potter. - Disse ela encarando Mary. - Bom Dia Maryane.

- Bom Dia Cho Chang. - Respondeu-lhe Harry no mesmo tom de voz e de frieza. - Mary a olhou e cumprimentou.

- Estranha essa garota. - Disse Hermione. - Harry, temos que conversar. Você pensou no que eu lhe falei ontem a noite?

- Pensei. E acho que não é impossível.

- Pois é. Rony também pensa como eu.

- Pensa o que Hermione? - Perguntou Mary.

- Ah, não é nada Mary. Assuntos de quadribol. Pro próximo jogo sabe!

- Ah tudo bem então. - Disse sorrindo.

Dumbledore levantou-se, e dirigiu-se aos alunos. Todos ficarão olhando-o com muita cautela.

- Bom Dia alunos e alunas de Hogwarts. Tenho alguns avisos a dar-lhes. Primeiro: TODOS os alunos, incluindo monitores, não poderão sair de sua Sala Comunal após as 19 horas. Segundo: O professor responsável de cada casa, irá passar todas as noites com os seus alunos, para maior segurança. Terceiro: Os demais professores, passarão a noite se revezando nos corredores de Hogwarts vigiando o castelo. Bom apetite a todos. Alguma pergunta? - Luna Lovegood levantou o braço, e Dumbledore lhe passou a palavra. - Sim Sra. Lovegood?

- Para que tudo isso Professor Dumbledore?

- Motivos de segurança. - Gina Weasley levantou a mão.

- Todos os bruxos aqui foram criados sabendo que Hogwarts é o lugar mais seguro que existe. Devido a um encantamento. Para que todos esses avisos de segurança então? Não estamos mais seguros aqui Professor?

- Hogwarts é seguro para quem acredita na sua magia. Eu acredito. Hogwarts é seguro para mim e para vocês. Devido aos ataques que ocorreram no Beco Diagonal, nós professores juntamente com o Ministério da Magia, decidimos que seria melhor e mais seguro desta maneira. Todo cuidado é pouco Sras. Agora voltemos a comer. Tenham um bom dia. - Todos voltaram a comer como antes.

O Dia foi bastante cheio como os anteriores. Os alunos nem se lembravam mais do ocorrido, caminhavam tranqüilamente pelos corredores, conversavam sobre coisas que não tinham nada a ver com o comunicado de Dumbledore. Menos Mary. Passou aquele dia todo muito triste. Não pensava em nada a não ser na morte dolorida de sua mãe. Estava muito triste. Tinha vontade de morrer. Harry estava passando pelo corredor em direção ao Salão Comunal da Grifinória, após o termino das aulas. Hermione vinha em direção a ele.

- Harry! Preciso muito falar com você! Vamos até a biblioteca? - Perguntou ela bastante apressada, mas antes que ele pudesse responder, Mary saiu pelo retrato da Mulher Gorda e correu em direção a eles.

- Harry, estava com saudades de você. Só nos vimos no almoço e no café da manha hoje. Por onde você andou? - Perguntou Mary com uma cara bastante desconfiada.

- Como aonde ele andou Maryane?! Ele estava na aula como todos nós. Você que ficou trancada o dia todo no dormitório. Foi você que não quis sair para ver o Harry. - Disse Hermione bastante irritada com a amiga, mas ninguém sabia o real motivo.

- Eu estava falando com o Harry, Hermione. Não sabia que você tinha trocado de nome.

- Que estupidez garota! Eu só quis ser gentil!

- Eu conheço muito bem esse tipo de gentileza Hermione!

- Vou ti avisar uma coisa Maryane... Você ainda vai perder o Harry. Você não tem pulso pra correr atrás do que quer. Se você o ama realmente, preste mais atenção de como o Harry esta hoje. Ele está infeliz tanto quanto você...

- O que você quer dizer com isso Hermione? Que eu não posso fazer o Harry feliz?

- Não é isso. Eu estou querendo dizer pra você parar de se preocupar um pouco com o seu umbigo e zelar mais pelo seu namoro!

- PAREM! Chega Hermione! Depois a gente termina de conversar! Venha Mary, vamos comer alguma coisa. - Harry saiu de mãos com Mary, enquanto Hermione chorava de raiva no corredor.

Hermione fora infeliz nos comentários que fez. Não fora sua intenção com certeza, mas não gostava de ver Mary duvidando de Harry. Ainda mais ele que nos últimos dois dias tinha sido um grande ombro amigo para ela. Na verdade Hermione estava morrendo de ciúmes dos dois. Mas não sabia o porque. Será que realmente estava sentindo algo por ele, ou era só um ciúme bobo de amigo? Estava realmente muito confusa. Entrou no Salão Comunal da Grifinória, para fazer hora até o jantar, e lá estava Maryane e Harry sentados em frente à lareira com Bichento enrroscando-se em seus pés. Os dois ficaram olhando a entrada da amiga. Ela não olhou para nenhum dos dois. Subiu direto para o dormitório, encontrou Gina sentada ali. Resolveu então conversar com a amiga, em que confiava bastante.

- Oi Gina.

- Ah, oi Mione. Por que você está com essa cara de trasgo hein?

- Eu? Está dando pra notar?

- Notar o que Mione? Você está com raiva de alguém não é mesmo?

- Como você sabe?

- Você está com os olhos inchados. Resumindo. Quando você chora é porque está com raiva de alguém, ou triste com alguma coisa. Certo?

- É, está sim.

- O que houve Mione?

- Maryane e Harry.

- O que têm eles?

- Não sei... Eu estou com raiva deles!

- Porque? O que eles te fizeram?

Hermione contou tudo para Gina e novamente começou a chorar. Gina consolava a amiga quando Mary entrou no quarto.

- Gina, eu poderia falar com a Hermione em particular?

- Ah, claro. Mione, te espero lá em baixo para o jantar. - Gina deu um beijo na testa da amiga, e saiu do quarto

- O que você quer comigo Maryane?

- Te dar um aviso.

- Pois fale.

- Fica longe do Harry entendeu?

- Ah, era isso. Hum... Vou descer para o jantar. - Hermione levantou-se da cama, e Mary a agarrou pelo braço. - Me larga sua estúpida!

- Eu estava falando com você!

- Problema é seu! Eu não quero mais falar! Você não sabe conversar como gente!

- Não me insulte Hermione!

- É o que você merece! Quem procurou briga foi você!

- Você procurou briga desde o dia que pensou em gostar do Harry!

- Quem disse que eu gosto do Harry?

- Os seus olhos dizem!

- Francamente. Pela nossa amizade Mary, essa história acaba aqui!

- Você ainda não me disse o quer com o Harry!

- AMIZADE! - Gritou Hermione. - Eu tenho o Harry como meu irmão Maryane, e mais nada. Eu só quero o bem dele, por isso te disse todas aquelas coisas no corredor!

- Pois guarde suas palavras para você mesma a partir de hoje!

- Olha aqui Maryane, eu vou te avisar uma vez só. - Disse Hermione olhando a “amiga” bem no fundo dos olhos. - Não machuque o Harry, ou você vai se ver comigo, e eu não estou brincando. Não me queira como sua inimiga. Vou descer para o jantar.

O clima entre as duas esquentou muito. Hermione nunca imaginou que poderia dizer todas aquelas coisas para a sua melhor amiga. E nunca imaginou ouvir todas aquelas coisas dela. Desceu para o jantar, o Salão Principal estava lindo, já com a decoração de Natal. Faltavam 2 dias para o Natal, todos estavam bastante eufóricos. Menos Harry que provavelmente iria passar o Natal sozinho. Mary iria para casa com o pai, Rony e Gina passariam o Natal na Toca junto com os Lovegood, Hermione iria para a Espanha com os pais. Ele iria ficar sozinho com alguns alunos do sétimo ano, que precisavam estudar. Aqueles dois dias passaram rapidamente, Mary e Hermione mal se olhavam, e Harry não entendia porque Hermione o evitava.

- Hermione! Porque não fala mais comigo? - Perguntou Harry.

- Eu? Impressão sua.

- Você já chegou a uma conclusão sobre aquela história?

- Ainda não. Quando chegar eu te falo.

Hermione nem olhava para cara do amigo. Harry olhou para Mary e ela fez um sinal de que Hermione estava ficando louca de tanto estudar, todos na mesa riram, menos Gina que a olhou seriamente e disse:

- Você deveria ter vergonha de falar da Mione com essa sua cara de pau garota. Não se esqueça que você deve a ela o seu namoro com o Harry. - Disse Gina trocando de lugar do Simas para sentar perto da amiga.

- Eu vi o que ela fez Gina.

- Não Sá bola Mione. Ela vai pagar caro pelo que está fazendo. Você que deveria estar com Harry no lugar dela.

- Gina! Quem disse que eu gostaria de estar no lugar dela?

- Eu ti conheço Mione. Eu sei que você está gostando do Harry. Foi assim comigo também. - Gina começou a rir. Rony veio falar com a amiga.

- Hermione, o que você tem? Não fala mais comigo nem com o Harry.

- Eu não tenho nada Rony. Você que não desgruda mais da Luna. E o Harry, bom o Harry não desgruda mais da Maryane.

- Então arranje um namorado para não ficar mais sozinha ai. - Rony começou a rir. - Estou brincando.

- Eu não quero namorado nenhum! - Ela olhou para Rony e disse: - Eu só queria meus amigos de volta! - Saiu do Salão Principal correndo.

- O que deu nela Gina?

- Ah, você é um idiota mesmo Rony!

- Mas o que eu fiz? - Gina saiu atrás de Hermione.

Ás horas foram passando, e a mesma monotonia de antes pairava sobre Hogwarts. O Natal havia chegado. Todos estavam fazendo suas malas para passar o natal com sua família. Harry que andava pelos corredores encontrou Hermione sentada escrevendo uma carta de Natal para sua família.

- Não vai fazer as malas Hermione?

- Não. Resolvi ficar aqui por Hogwarts mesmo. E você vai passar o Natal com a Mary como o Rony e a Luna?

- Ah, não. Preferi ficar sozinho por aqui também.

- Pensei que você iria com ela, por isso resolvi ficar.

- Achei que você gostava da companhia dos amigos.

- De alguns sim. Mas só gostava. Não gosto mais.

- Porque?

- Porque a gente sempre tenta ajudar um amigo, mas nem sempre dá certo, por isso a gente tem que evitá-los, para não causar problemas.

- Era por isso que você estava me evitando? Por causa da Mary?

- Era. Não queria arranjar problemas com ela.

- Mas não tem porque disso Hermione. Nós sempre fomos amigos. Quando eu estava saindo com a Cho, você não me evitou, porque isso agora?

- A Mary não te contou?

- Me contou o que?

- Que nós conversamos e ela mandou que eu ficasse longe de você.

- Não! Eu não sabia disso.

- Pois é.

- Eu não acredito! Eu vou lá falar com ela.

- Não Harry! Não precisa. Ela acabou de perder a mãe, não pode perder você agora.

- É tem razão. Parabéns Mione.

- Pelo quê Harry?

- Mesmo vocês estando de mal, você quer o bem dela.

- Eu nunca desejei o contrário Harry. Nós sempre fomos amigas, e eu resolvi esperar que ela parasse com essa cisma, para então a gente conversar. Mas prefiro que não seja agora, acho que eu não conseguiria perdoá-la agora.

- Você que sabe. Suco de abóbora?

- Não Harry, obrigada.

Harry subiu até o dormitório. Chamou Mary num canto. Ela já o olhou desconfiada, com olhos de raiva.

- Que é Harry? Que foram te falar já heim? Aposto que foi a Hermione né, porque para você estar com essa cara...

- Bingo! Como é que você acertou? Deixa de brincadeira Maryane!

- Não grita comigo!

- Eu não estou gritando!

- Tá sim!

- Não to!

- Pxi! Parem com essa gritaria na frente doas alunos do Primeiro ano! - Disse Rony que finalmente estava exercendo a função de monitor corretamente.

- Desculpe Ronald Weasley! - Disse Mary bastante brava, pois bufava como um trasgo raivoso. - Mas enfim, o que é que você quer me falar Harry?

- Que conversa você teve com a Mione?

- Mione? HaHaHa! Com a Hermione né Harry!

- Não importa! Eu quero saber o que foi que você disse a ela Maryane!

- Eu disse para ela ficar longe de você Harry!

- Porque tudo isso?

- Porque a Hermione gosta de você!

- Que isso Mary! A gente é só amigo!

- Você é amigo dela! Ela quer mais do que amizade!

- Pára com isso Mary! Quero que você peça desculpas a Hermione.

- Eu não vou pedir nada a ninguém!

- Escolhe. Ou pede, ou a gente termina aqui!

- Pra que essa radicalidade toda Harry?

- Porque antes da gente namorar, a Hermione era nossa amiga. O trem já está saindo Mary! Vai se não você vai perdê-lo.

Harry saiu do dormitório deixando Mary arrasada. Foi até o Salão Principal despedir-se de todos, e lá estava Hermione dando tchau para Gina e Luna. As três se abraçavam. Mary veio em direção a Harry.

- Tchau Harry.

- Tchau. Nos vemos na volta do Natal.

- Tudo bem. - Mary veio em direção a boca de Harry, para dar-lhe um beijo, mas ele recuou deixando Mary bastante constrangida.

- Tchau Harry! Feliz Natal! - Disse Rony. - Feliz Natal Mione! Cuidem-se os dois aqui em Hogwarts hein! Até a volta.

- Tchau Rony! Lembranças a sua família! - Disseram os dois.

Mary aproximou-se de Hermione e disse bastante triste.

- Você vai ficar aqui no Natal com o meu namorado?

- Não, eu vou ficar aqui no Natal com o meu amigo Harry Potter. Feliz Natal Mary.

- Feliz Natal. Me dá um beijo Harry?

- Quer um sapo de chocolate Mione? - Disse Harry cortando Mary.

- Não Harry, obrigado.

- Muito feio isso hein Senhor Harry Potter! - Disse Nick-Quase-Sem-Cabeça.

Mary saiu chorando em direção a porta. Hermione e Harry ficaram trocando figurinhas de sapos de chocolates com dois quintanistas. Dumbledore estava sentado a mesa com alguns professores aquela manhã. O trem finalmente partiu.


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