Capítulo XII



Os dois caminhavam em silêncio pelos corredores. Hermione o guiava, enquanto sentia a mão dele em suas costas. Torcia para que tudo desse certo, era sua única chance. Pararam em frente ao quarto dela, e sem demora ela abriu a porta. Peter caminhou até o centro do quarto, e esperou Hermione trancar a porta. Ela, então, caminhou lentamente até o homem.

As mãos dele a envolveram e a trouxeram para perto de si. Hermione também o envolveu, mas suas mãos estavam por baixo do terno dele, percorrendo todo o corpo do homem, como se procurasse algo. Sentiu que ele beijava-lhe o pescoço e implorou para encontrar logo a varinha do homem. Não desejava beijá-lo nos lábios. Quando este parou para encará-la, notou um sorriso de satisfação nos lábios dela.

- Vejo que está gostando tanto quanto eu, querida... – ele disse – Mas está apenas começando.

- Tem razão... Nossa noite está apenas começando... – Hermione sorriu maliciosamente, enquanto puxava a varinha de um dos bolsos de Peter. Afastou-se e apontou o objeto para o homem.

- Mas o que...

- Shh... Como eu disse... Nossa noite está apenas começando! – ela sorriu ainda mais da cara de espanto dele.

- O que acha que vai fazer? – questionou sem tirar os olhos da varinha na mão da morena.

- Eu realmente não farei muita coisa... Agora, você... Terá uma grande missão quando sair daqui!

- Não vou fazer nada que peças! Quando Voldemort souber, sua maldita...

- Ele não saberá – Hermione sorriu ainda mais – Assim como você, ele acredita que eu estou completamente sob seu domínio – ela se aproximou, ainda apontando a varinha para o bruxo – Imagina que sou apenas uma marionete que acredita em tudo que ele fala... Tsc, tsc! Grande erro ter subestimado o que Harry e eu temos...

- Demônios! – ele tentou empurrá-la, mas antes que conseguisse, ela o petrificou. O corpo do homem caiu imóvel no chão. A bruxa se ajoelhou, o sorriso nunca lhe abandonando os lábios.

- Eu não esperava mesmo sua livre colaboração, então... Terei que fazer alguns feitiços para garantir que cumpra a missão – Hermione disse – Primeiro... Vai me dizer exatamente onde estamos. Ah... Eu não ousaria mentir, se fosse você. Amanhã, irá até a escola de aurores de Londres e entregará uma carta minha a Gina, ela saberá o que fazer. É claro que terei que dar um jeito nessa sua memória, além de enfeitiçá-lo a fim de fazer com que execute devidamente o que estou falando – ela se calou por um momento, rindo por dentro da expressão de pânico do homem – Não se preocupe, eu sou ótima em feitiços!

Ela piscou, e sem mais demora, começou a executar tudo que acabara de planejar. Assim que obteve a localização do esconderijo de Voldemort, escreveu uma carta não muito longa para Gina. Peter parecia desesperado até o momento em que Hermione modificou sua memória; feito isso, usou um feitiço que aprendera na escola de aurores e após proferi-lo, disse claramente o que desejava que Peter fizesse. Ele não tinha escolha, a não ser levar a carta a Gina.

Só para garantir que nada daria errado, ela murmurou um feitiço que o impedia de comentar sobre a futura “missão”. Quando finalmente terminou, ela lançou um feitiço para que Peter dormisse. Respirou fundo, agradecendo mentalmente por esta oportunidade. Se tudo desse certo, breve haveria um ataque surpresa, e possivelmente a guerra terminaria. Hermione acreditava em Harry, acreditava que ele era capaz de derrotar Voldemort, acreditava que era capaz de pôr um fim no caos que o bruxo provocava. Ela apenas torcia, então, para que Harry também acreditasse e confiasse nela.

Mirou o relógio, era mais de meia-noite. Caminhou até o guarda-roupa e pegou sua camisola. Em seguida, deitou-se, apesar de não ter adormecido imediatamente. Ficara vários minutos pensando, tentando imaginar como seria a batalha que viria. Deu um pequeno sorriso ao lembrar que breve poderia sair daquele lugar. Breve poderia estar com Harry novamente.

*******************

Gina caminhava apressadamente para a escola, amaldiçoando-se por ter acordado tão tarde. Provavelmente perderia a primeira aula, e teria alguma atividade extra por conta do atraso. Apressou ainda mais o passo, e quase caiu ao esbarrar violentamente em alguém.

- Desculpa, eu estava com pressa e... – ela falou rapidamente, tentando não perder mais tempo, e já ia voltar a andar, se o homem não a impedisse, segurando-a fortemente pelo braço.

- Virginia Weasley? – o homem questionou. A ruiva assustou-se, seu coração disparou. Apesar dele não ter uma aparência ruim, suas expressões eram sérias e quase sombrias.

- S-sim. Algum problema? – Gina o viu olhar para os dois lados, como se procurasse se certificar de que ninguém os observava.

- Isto é para você – ele tirou um envelope do bolso.

- Mas quem... – a ruiva não terminou de falar, porque o homem simplesmente a soltou e se afastou.

Ela tinha a impressão de que o conhecia. Seu olhar o acompanhou até dobrar uma esquina, e então o perdeu de vista. Só então se lembrou de quem se tratava. Peter White que trabalha no Ministério. Já o vira algumas vezes quando fora visitar seu pai. Mirou a carta, ainda confusa, e começou a abrir o envelope. Sua respiração pareceu faltar ao reconhecer a caligrafia da amiga. Aos poucos, relaxou e um sorriso começou a si esboçar em seus lábios.

“Querida Gina,
Finalmente consegui a informação que tanto desejava. Imagino que estes últimos dias tenham sido difíceis, mas torço para que tudo dê certo no final, e todos me perdoem pelo que tive que fazer.
Espero que consigas êxito no que planejamos, segue logo abaixo a localização do esconderijo de Voldemort. Se não for uma informação válida, lembre-se de ir atrás de Peter White. Ele sabe a localização, e como está sob um feitiço que o impede de sair de Londres, com certeza acabarão encontrando o esconderijo.
Peço que venham o mais rápido possível. Voldemort pretende usar meu conhecimento sobre a Ordem para invadi-la. Tentarei retardá-lo se for preciso, mas certamente ele tentará métodos para conseguir o que deseja.
Espero que Harry esteja bem. Diga a ele que eu acredito e confio nele.
Beijo,
HG.”


A ruiva deixou escapar um grito de excitação, o que fez algumas pessoas olhar estranhamente para ela. Sem poder se conter, ela correu o mais rápido que pôde até a escola de aurores, não podia perder tempo. Ao invés de ir para sua sala, correu até a sala em que Harry estaria. Abriu violentamente a porta, o que fez todos os alunos e também o professor olharem para ela.

- Perdoem-me, mas preciso falar urgentemente com Harry Potter – ela disse. Harry ergueu a sobrancelha surpreso.

- Senhorita Weasley, não poderia esperar até o término da... – a ruiva interrompeu o professor.

- Sinto muito, professor, mas não posso! É realmente urgente! Diria que pode ser um a questão de vida ou morte – houve um burburinho nesse momento. Ao ouvir as últimas palavras de Gina, Harry levantou assustado. O professor pareceu hesitar, mas por fim concordou.

- Está bem, mas não demore! – o moreno, então, caminhou até a amiga. Fora da sala, após encontrarem-se num local seguro, Gina contou a Harry sobre a carta.

- Eu não acredito... Ela realmente fez isso para descobrir onde ele está escondido! – disse irritado e preocupado ao mesmo tempo.

- Não podemos perder tempo com isso.

- Gina! A Mione está no esconderijo de Voldemort! Se ele descobre a verdade, a matará e...

- Harry, não há nada que possamos fazer para mudar isso! Temos que nos concentrar no ataque surpresa.

Gina falou com segurança. Só então Harry entendera porque Hermione escolheu a ruiva para confidenciar aquele segredo. Ela precisava de alguém que fosse capaz de aceitar sua idéia e ajudá-la, mas, além disso, tinha que ser uma pessoal racional. Hermione jamais poderia contar-lhe tal plano, pois deveria imaginar que além de não concordar, o moreno era muito emotivo.

- Posso ver a carta?

- Sinto muito – balançou a cabeça negativamente.

- Só me diga se ela está bem – Harry pediu.

- Sim – ela respondeu. Achou melhor, entretanto, esconder a parte que Hermione dizia que Voldemort poderia abordá-la sobre a Ordem a qualquer momento, e que ela estava disposta a resistir – Precisamos ir agora... Temos um ataque surpresa para preparar...

- Vamos – ele concordou. Faria o possível para ir o quanto antes, resgatar Hermine.

*************************

Hermione não conseguia parar de pensar se seu plano dera certo. Revisava em sua mente tudo que planejara, e não via como dar errado, Peter não tinha como escapar do feitiço. Contudo, só se sentiria tranqüila quando tudo aquilo terminasse. Caminhava de um lado para o outro, sabia que a qualquer momento seria chamada para o café da manhã. Parou em frente à janela e ficou vários minutos olhando a única vista que tinha, uma floresta densa e sombria. Uma batida na porta a fez desviar a atenção da floresta.

- Já estou indo – ela disse, antes de caminhar até a porta. Esperava um dos comensais, mas enganou-se, o próprio Voldemort estava ali – M-mestre?

- Olá, querida – havia um sorriso estranho nos lábios do homem que a fez tremer de leve. O bruxo adentrou no quarto sem esperar que a moça o convidasse – Vim saber como foi a noite.

- Foi maravilhosa, mestre – disse, tentando manter a calma – Tenho certeza de que o senhor White será seu aliado!

- Ótimo – falou parando em frente a janela que Hermione estava anteriormente. Ficaram em silêncio por algum tempo, a mulher não sabia o que dizer – Então...

- Sim?

- Devemos começar o quanto antes a planejar nosso ataque contra a Ordem da Fênix – o bruxo sugeriu – Ontem consegui vários aliados importantes, não preciso mais esperar!

- Perfeito, mestre. Não vejo a hora de poder me vingar de todos que me humilharam um dia – mais tranqüila, ela esboçou um sorriso.

- Exato, criança – Voldemort virou-se para encará-la – Hoje à noite haverá uma reunião com todos meus comensais! Só serão dispensados quando todo nosso plano estiver pronto.

- Sim, senhor.

- Vamos, o café da manhã será servido – ele avisou, enquanto se dirigia para a porta. Hermione apenas acenou e o seguiu. Mentalmente, ela implorava para que Gina fosse rápida e viesse antes da reunião de comensais.

***********************

- Harry... Será que dá para nos explicar o que estamos fazendo aqui? – Tonks perguntou já impaciente.

- Calma, os Weasleys ainda não chegaram – o moreno respondeu, olhando para o relógio. Eram quase onze da manhã e por mais que quisesse ser rápido não estava conseguindo. Fora difícil contatar todos os membros, e isto estava atrasando a futura missão.

- Não pode ao menos nos adiantar o porquê desta reunião de emergência? – McGonaggal questionou, mas Harry simplesmente balançou a cabeça, provocando suspiros de insatisfação em muitos presentes.

- Perdoem-nos a demora – uma voz chamou a atenção de todos para a entrada. Arthur acabara de chegar, juntamente com Molly e Rony.

- Por que está reunião de emergência? – Rony perguntou ansioso, tomando seu lugar ao lado de Harry.

- Eu explicarei agora – Harry levantou – Com todos os membros presentes, posso enfim revelar por que os chamei aqui tão repentinamente. Bom... Será um pouco chocante, mas peço calma e...

- Acho melhor eu contar o que está acontecendo, afinal eu recebi a informação – Gina sugeriu. O moreno a encarou, surpreso, mas acabou cedendo.

- Tem razão.

- Hoje, eu recebi uma informação muito valiosa e importante. Posso afirmar que é uma informação que há tempos procurávamos – Gina respirou fundo – Recebi a localização do esconderijo de Voldemort.

Um burburinho se instalou na sala de reuniões. Harry nada disse, apenas observava. Os outros pareciam chocados demais para questionar. A ruiva, então, pediu silêncio.

- Garanto que é uma informação verdadeira – disse com segurança. Sabia da possibilidade de Peter ter mentindo para Hermione, mas algo lhe dizia que a informação não era falsa. Além disso, temia que se comentasse que a informação não era 100% segura, os membros não concordassem com o plano, e a vida de Hermione estaria em sério risco.

- Como pode saber? Quem foi a fonte? – Lupin questionou.

- Eu sei que é, mas não posso revelar a fonte, não agora – ela disse.

- Como não? Precisamos saber qual fonte nos daria a localização de Voldemort! Pode ser uma armadilha – McGonaggal alertou.

- Não é uma armadilha. Eu sei que será difícil, mas precisam confiar nessa fonte, ela é nossa única chance de sairmos vitoriosos nessa guerra! – Harry se pronunciou – Não posso obrigá-los a se juntar a nós, mas precisamos de suas forças. Sozinhos não conseguiremos.

- Harry, Gina... – Rony coçou a cabeça, inseguro – Vocês têm certeza?

- Temos! – os dois falaram ao mesmo tempo.

- E o que planejam? – Arthur perguntou.

- Um ataque surpresa – o moreno disse – O agora mesmo se concordarem! Não temos tempo a perder!

- Eu vou com vocês – Rony sorriu para os outros dois.

- Rony, querido... – Molly choramingou.

- Eu também irei! – Gui disse.

- Eu também – Arthur afirmou. Harry sorria e aos poucos todos iam concordando.

- Eu realmente agradeço a participação de vocês – ele disse, balançando a cabeça para Gina, que lhe sorriu.

Começaram a discutir, então, um plano de ataque. Harry torcia para que desse tempo salvar Hermione. Era quase meio-dia quando tudo parecia acertado, e concordaram em partir logo após o almoço. Enquanto deixavam a sala de reuniões, Harry abordou Gina discretamente.

- Por que não contou a verdade? Por que não contou o que Hermione fez?

- Talvez eles não acreditassem.

- Por quê?

- Harry, você estava lá no dia! Hermione tem a marca negra! – Gina falou – Por mais que todos aqui gostem da Mione, é difícil acreditar que ela se tornou um comensal apenas para isso!

- Ainda não consegui entender essa parte – ele disse – Como ela se tornou uma comensal?

- Eu também não sei exatamente o que aconteceu, aliás, acho que não sou a pessoa certa para te explicar isso – a ruiva suspirou levemente.

- Confesso que... – Harry hesitou em prosseguir.

- O quê?

- Pensei que pudesse ser uma armadilha. Sinto-me terrível por duvidar, mas não consigo evitar.

- Eu entendo – ela disse – Imagino que deve ter sido horrível ter se sentido traído naquele momento, e como não conversou com a Mione ainda pode duvidar da lealdade dela...

- Eu não queria duvidar.

- Sei que não, mas é compreensível – ela deu um pequeno sorriso – O importante é que a sua confiança supera suas dúvidas e isso certamente salvará a Mione!

- E se... Se eu não conseguir salvá-la? – Gina ficou em silêncio por vários momentos.

- Não pense assim – ela sugeriu. O moreno respirou fundo.

- Vocês vêem almoçar ou não? – Rony apareceu de repente.

- Sim, já estamos indo – Gina disfarçou e sorriu.

********************

Pela janela, ela observava as primeiras gotas de chuva que começavam a cair. Em suas mãos, um envelope que guardava uma carta. Uma carta endereçada a Harry, que contava tudo que lhe acontecera. Precisava garantir-se de que ele saberia exatamente o que acontecera, caso não sobrevivesse para contar. Respirou profundamente, enquanto seu olhar se perdia na chuva que agora estava mais intensa. Não eram quatro da tarde, mas as nuvens escuras que tomavam o céu camuflavam a tarde e quase a tornava noite.

Uma explosão a fez prestar mais atenção nos muros que envolviam o castelo. Nada conseguia ver, além de uma enorme nuvem de fogo. Algo parecendo um alarme foi acionado e de repente a porta de seu quarto foi aberta violentamente.

- Mas o que...

- Estamos sendo invadidos! – o comensal avisou. Tentou a máximo esconder o sorriso, mas era quase impossível omitir sua felicidade – Venha comigo!

O homem a segurou fortemente pelo braço, e praticamente a arrastava pelos corredores. Hermione sabia que o castelo estava “indefeso” naquele momento. O alarme parou de soar e agora ela só ouvia explosões distantes. O comensal parou bruscamente em frente a uma porta de madeira, que guardava a sala de Voldemort. O bruxo a empurrou para dentro e fechou a porta novamente.

- O que está acontecendo? – Voldemort perguntou. Ele era o único na sala.

- Uma invasão, mestre – tentou permanecer calma. Não conseguia ver o rosto do homem, coberto pelas sombras.

- Invasão... Vejo que Potter me poupou o trabalho de ir procurá-lo...

- Tenho certeza que ele não sairá daqui vivo, senhor e...

- Não acha que é hora de acabar com esse teatro? – ela tremeu assim que o ouviu.

- D-do que está falando, mestre – Hermione o viu levantar do trono.

- Devo lhe dar os parabéns, realmente conseguiu me enganar por muito tempo – ele falou enquanto caminhava até ela. A morena dava passos para trás – Ah... E conseguiu também superar os efeitos da minha poção.

- Mestre, eu não sei do que...

- Silêncio, sua sangue-ruim! Não me interrompa – sem ter mais para onde recuar, as costas de Hermione bateram na porta – Sua ousadia não teve limites! Há quanto tempo está consciente, hein? – ela não disse nada – RESPONDA!

- Tempo o bastante para conseguir trazê-los até aqui – tentou ao máximo que sua voz não saísse falhada – Hoje será o seu fim, Voldemort!

- Meu fim? – o homem riu – Só por que meu exército não está tão numeroso não significa que perderei! Potter nada pode contra mim! Eu admito que me deixei enganar, mas isso não significará minha derrota!

- Eu tenho certeza que Harry vencerá!

- Não se a melhor amiga dele estiver em minhas mãos – ela arregalou os olhos ao sentir as mãos frias do homem envolverem seu pescoço – Você cometeu um grande erro, sangue-ruim... Não sairá viva daqui!

*************************

- Precisamos nos dividir agora – Harry avisou.

- Ainda nem acredito que estamos no esconderijo de Voldemort! – Tonks exclamou.

- Também não posso acreditar, mas a verdade é que desejo sair daqui o mais rápido possível! – o moreno disse – Há poucos comensais aqui dentro, e os outros membros evitarão que novos comensais entrem no castelo!

- Certo – Rony acenou com a cabeça.

- Cada um vai para um lado, quem encontrar Voldemort primeiro lança um feitiço qualquer para cima, a fim de criar uma explosão, possível de ser ouvida em qualquer lugar por aqui – Harry avisou – Tomem cuidado!

Todos balançaram a cabeça e escolheram um lugar para seguir. O castelo parecia um labirinto, e era mais sombrio à medida que se caminhava para seu interior. Harry olhava em todas as direções, buscando encontrar além de Voldemort, Hermione. Precisava vê-la para certificar-se de que estava tudo bem.

Chegou a um imenso corredor, cheio de portas. Buscou em todas elas por alguém, mas nada encontrava. Até que chegou a última e maior das portas. Abriu-a lentamente e foi tomado pela escuridão. Iluminando o aposento com a varinha, adentrou cautelosamente. Quando estava completamente dentro do aposento, a porta se fechou violentamente, assustando-o.

- Bem-vindo, Potter – Harry prendeu a respiração por alguns instantes ao reconhecer a voz. Aos poucos, as tochas foram se acendendo e Harry pôde distinguir o bruxo entre as sombras.

- Hoje, será seu fim, Voldemort – Harry falou, recuperando a coragem.

- Será mesmo? – um sorriso se formou nos lábios do homem.

- Eu garanto.

- Claro... – riu ironicamente – Ah... Antes, entretanto, deixe-me chamar alguém tão corajoso quanto você... Ou seria, alguém tão tolo? – ele riu mais uma vez – Venha, querida...

E com um gesto com as mãos, a figura de Hermione apareceu lentamente, como se estivesse sendo puxada por forças invisíveis. O ar pareceu sumir dos pulmões de Harry à medida que seu olhar recaía sobre a morena. Quando seus olhares se encontraram pela primeira vez, todas as dúvidas desapareceram.

- Mione... – ele deixou escapar antes de esboçar um pequeno sorriso de alegria.

N/A: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!! Ok, ok... Podem me matar, xingar, lançar maldições... Mas eu jurooo que tentei fazer desse cap o último, mas eu não conseguiiii *chora*. xD Eu fui escrevendo, e escrevendo... E já tinha 8 pags, então eu parei... ¬¬ Mil desculpas, mas não deu para terminar, e claro... Desculpas também pela demora, mas... Dessa vez a culpa foi do meu pc, que me deixou na mão *pra variar*. Oh, eu nem vou dizer que o próximo é o último com certeza, mas eu acredito por enquanto que não inventarei mais nd... ¬¬ E acredito que finalmente eu encerrarei a fic \o/ \o/ \o/ tenho a impressão tb de o próximo cap será mais curtinho... =D

N/A 2: AHh... Minha intenção era ter postado esse cap no dia 11, mas eu n consegui... Seria no dia do aniversário de Bruna, uma grande amiga que converso pelo MSN =D e simplesmente doroo muitoo!! =D Ta ai, meu presente de niver atrasadooo!! xD Bom... Como não deu para postar no dia 11, e eu tb fiquei sem pc, só pude terminar o cap essa semana... E aí... Eu esperei para postar hoje, 24 de novembro, porque é meu aniversário!! \o/ \o/ \o/ heeuiheuiheuiheiuhe... Então... Vcs não vão ficar muito bravos comigo pela demora, neh?! =D Afinal... Meu niver... Vcs n podem brigar com a Pink \o/ \o/ \o/ Gente... Eu tow ficando velha... O_O *desmaia* heiuheiuehuiehe... Nhaa... Mas 20 aninhos não é tão velha assim n, neh?! *nem se atrevam a dizer q é, viu?! ¬¬ *

N/A 3: Quando eu tive a idéia para esta fic, eu pensei em no final fazer uma enquete, sabe... Final feliz x Final Trágico!! =D Se EU fosse escolher... heuiehuiehuie... Nem preciso dizer, neh?! xD Eu encerraria a fic com um final bem trágico, pois vcs sabem que Pink adora um final triste... Tenho a impressão que o final feliz vai ganhar, ehieheiuehiueiehuieh, mas eu vou abrir a enquete, e quem quiser participar, esteja a vontade!! \o/ heiuehuehiehe... Plis, não estou obrigando ninguém a votar, oks?! Quem quiser falar qual final prefere, esteja a vontade... =D Tb não vou fazer o final trágico se ninguém votar n, n se preocupem... =D Eu vou rever todos os comentários, pois em alguns eu tenho a impressão que várias pessoas já “votaram” inconscientemente xD heuiheuiehiehe... Então... Daqui a algumas semanas eu volto... *paciência com Pink, paciência... xD*. Um obrigada a todos que lerem, comentarem, votarem na enquete ou na fic!! Obrigada geral \o/ E um grande beijo!! Pink_Potter : )

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