The Malfoy's parte 2



Muitos dias se passavam após esse episódio marcante na vide do rei.


Hermione andava muito mal, não parava nada em sua barriga, tudo vomitava, e sempre quando estava cm ele, queria tê-lo dentro de si, coisa que ele fazia sem exitar, mas mesmo assim preocupado, pôs sempre que tinha uma informação sobre ela, era sobre o quão mau estava. E isso o aborrecia. Foi quando ele chama o médico da corte. Sentado no trono real Draco esperava notícia sobre a sua única amante.


-permissão para a entrada Do médico da corte, senhor Markus Maccley, majestade.


-permissão concedida. – diz Draco curioso sobre o estado de Hermione.


O médico entra, com suas roupas longas e marrons, faz uma curvatura.


- fale logo o que ela tem. – pergunta Draco exasperado, depois de com um aceno de mão dispensar todos da sala.


- pelo os sintomas e pelo atraso da impureza dela sair do corpo [N\A: pelo o que eu saiba, nessa época, a menstruação era considerada impureza, e esse médico, está mais para um boticário], a sua protegida está grávida vossa graça. – fala o homem branco com o seu cabelo branco liso escorrendo ralo até seus ombros.


-  Está dispensado Markus. – fala draco, não querendo se abalar com isso, mas, de alguma maneira, ele estaca feliz, muito feliz com isso. Quando algo perturbador passa por sua cabeça, na assembléia, “me diziam que tinha que casar, tinha que ter uma rainha, lógico que quando tive essa informação nem pensava em minha ‘serva’ , mas agora... pensando melhor,  ela tem um herdeiro meu em seu ventre.  –tem de ser uma donzela da própria nobreza, ou uma das princesas Francesas, seria ótimo para os lucros do país, senhor, tem princesa Pansy, Fleur, Danielle Dellacuor e todas lindas!- dizia bispo Dumbledor, seu conselheiro sobre lucros.  Mas nenhuma é Hermione, essa inglesa de aparência suave que se destacava por entre as outras inglesas loiras ou ruivas. Estava cansado de se casar com mulheres por lucros já bastava Astória, mulher mais nova, muito magra e pálida, sua nobreza não valia de muita coisa só dera-me uma filha, Mary a garota mais gentil que poderia existir nesse mundo. E fora só pra isso que Astória servira após morrer. Mas agora, estou decidido será Hermione, a minha serva mais fiel.”


Tocou o sino que estava do lado de seu trono e logo aparece um servo.


- o que vossa graça deseja? – pergunta o servo.


-chame senhorita Granger, imediatamente. –ordena Draco, quando muda de idéia – espere – o homem estaca perto da porta e olha para seu rei – mande-a ir para o meu jardim particular de rosas. – fala Draco rindo com a sua idéia, iria fazer Hermione sentir a melhor mulher do mundo.


 


-x-


 


Chegando a seu jardim particular, Draco realmente se viu apaixonado.


[N\A: contarei esse trecho na primeira pessoa, para vê do ponto de vista de draco]


Lá estava ela, em pé, acariciando uma rosa vermelha. Fui em outra roseira perto de mim e arranquei uma rosa delicada.


-Posso fazer uma ótima comparação entre você e a rosa –disse eu, e ela virou se pra mim. Esta tão linda que controlei-me para não possuí-la ali mesmo, no meu jardim particular, fazer o castelo todo ouvir nossos gemidos de pura luxúria e prazer. Com um vestido rosa bem claro, usando um corpete com listras grossas alternando de rosa para braço, e a sua saia de pano igualmente rosa claro, dava um ar angelical. Ela aceitou a rosa timidamente. Mas com um sorriso suave na face rosada. Como uma garota como Hermione com seus 17 anos, poderia ser uma mulher tão madura, em me aconselhar e em fazer amor comigo, ter traços ainda de uma donzela, tão linda e pura. Passou uma mecha de cabelo para trás da orelha esquerda e, com a rosa ainda nas mãos ela vai sentar-se no banco de mármore, chamando-me com o olhar. A comparação seria que ela é delicada como a rosa. E simboliza a luxúria que sentia com o vermelho.


Sentei ao lado dela que sorriu leve pra mim, e fez um carinho em meu rosto que inconscientemente fechei os olhos.


-o que a vossa graça deseja de mim? – pergunta aquela mulher, nova. E sempre passando uma ingenuidade que na cama, mostrava a mulher mais pervertida de todas.


- quero primeiro dar duas notícias a você. – falei com um sorriso galanteador, o sorriso dela aumentou e seu olhar mostrou toda a curiosidade que sentia. Algo dentro de mim deseja que ela sempre sorria assim, só pra mim.


- conte! – fala ela pra mim, pulando do banco de mármore.


- a primeira é que você está grávida! – falei contendo toda a minha felicidade. Mas fiquei preocupado pela reação dela: ficou pálida e levantou com a ajuda do apoio do banco. Depois ela sorriu e eu relaxei todos os meus músculos. Então, ela se jogou no meu colo e encheu-me de beijos. E comecei a ri com ela. Depois de mais alguns segundos assim, paramos e ela sorriu radiante a mim.


-minha mãe dizia – fala ela no meu colo com um pouco de tristeza com saudade, coisa que pelo o incrível que pareça, eu também senti o mesmo que ela – que quando se tem uma semente crescendo no nosso ventre, quando ela é feita por amor, ninguém consegue destruir, por que a deusa protege aqueles que amam. – ele rir sem graça pra mim. Nunca ouvi e nem presenciei uma declaração tão indireta e tímida. Ela olhava e mexia na rosa que eu a dei. Dei mais um beijo casto nos lábios rosados. – qual era a segunda notícia?


A pergunta me pegou de surpresa já que minha mão já estava debaixo da saia dela acariciando a coxa grossa dela. Tirei-a do meu colo a colocando de pé, tirei a rosa de sua mão.


Segurei as duas mãos dela e perguntei todo galante.


- você deseja ser a mais nova rainha da Inglaterra? – eu conseguir ver o rosto dela passar do vermelho pro roxo e roxo pro branco. Então, ela caiu, mais rápido que pude, peguei-a e a carreguei para seu quarto sob olhares de meus servos, guardas e ministros.


-x-


Depositei-a na cama com todo o cuidado. Mandei chamar o médico. E sentei na poltrona de cetim francesa, e fiquei zelando. O boticário entrou no quarto junto com um outro homem, um dos meus cavalheiros que logo me deu a informação que Dumbledore estava no salão principal a minha espera.


-x-


- COMO VOCÊ PODE FAZER ISSO SEM A MINHA ALTORIZAÇÃO, ALVO?


-calma vossa majestade, só fiz isso pelo bem de vosso reino.


Eu simplesmente estava furioso com a petulância daquele bispo desgraçado. A ponto de mandá-lo enforcar, pouco me importando com a igreja católica.


- VOCÊ NÃO TINHA QUE FAZER NADA SEM A MINHA ALTORIZAÇÃO! VC É NINGUEM! ENTENDEU? VC NÃO MANDA EM NADA! EU QUERO QUE OUTRA MULHER SEJA A MINHA RAINHA! – nessa hora, pude ver o medo nos olhos do homem junto com confusão.


- EU NÃO QUERO AQUELA, PANSY! EU JÁ LIVREI-ME DELA – e também já a levei pra cama.


-vossa graça, acalme-se. – depois dessa fala eu fui pra cima de Dumbledore sustentei-o no ar o enforcado. Ele se debatia sem ar e eu ria. Quando a porta abre, eu nem ligo, mas uma voz fala baixinho só pra mim.


- por favor- ela segurou meu rosto com delicadeza e fez-me afrouxar o aperto do bispo, que tossia sem parar, Hermione tenta ajudá-lo e me olha com um olhar repreensivo. Ela veio até mim, e antes de eu poder dizer qualquer coisa, ela me beijou. Um beijo tão bom, que esqueci daquele católico cretino.


- então é ela ? –pergunta Alvo.


- sim! – passei Hermione atrás de mim, como se aquele velho pudesse atingi-la de alguma forma.


- sinto muito não poder mandar uma carta impedindo que a princesa Pansy não chegue em suas terras, vossa senhoria. – vi o bispo tremer. Mas algo dentro de mim, sentiu a mentira. E pedi para o guarda tirar a Hermione dali. Que se recusou. E fez com não com a cabeça, como se soubesse o que eu queria fazer. Assim que ela saiu, dei um soco bem forte na cara dele. E disse com a minha voz congelante.


- não me importo com o quanto que você se importa, mande a carta agora.


Sai do cômodo e fui para a varanda do meu quarto, vê o por do sol. Quando mãos femininas me abraçam com força, era ela. Vir-me-ei. Ela me olhava com aquela cara, de menina que sempre me encanta.


- por que você estava matando ele?


- ele fez algo que eu não gostei. – falei sério. Ela ficou na ponta dos pés e beijou-me, como nunca. Sentir-me-ei exitado na hora, tirei os dois corpetes dela enquanto ela tentava tirar a blusa azul que eu uso e posso dizer, Hermione tem um fogo que só eu mesmo para apagar.


Já sem roupas, ela enlaça sua perna no meu quadril encaixando nossos corpos perfeitamente. Apoio o corpo dela na porta da varanda enquanto dava algumas investidas. Quando eu sair entrei com mais força, ela geme só que de dor.


- machuquei-te?


- um pouco, só vai de vagar. - Ela fala e começa a beijar-me.


 A coloquei na cama passei um perna dela sobre meu ombro forte e as minhas investidas foram mais profunda, porém, não mais prazerosas.


Ela gemia enlouquecida. E senti quando ela estremeceu logo depois de mim. O corpo dela era tudo que um homem podia imaginar. Pensando que ela estava cansada, tentei sair de dentro dela,ela me segurou pelo ombro e me empurrou para eu ficar deitado na cama. Começou a beijar meu pescoço e a caricia meu pênis, nunca deixei, ser o submisso, mas eu não estava sendo isso, ela estava em cima de mim enlouquecendo com as mãos. Quando viu que eu estava suficientemente duro. Senta devagarzinho em cima de mim, nunca pensei que uma mulher poderia me enlouquecer como ela. Foi de vagar de pois começou a mais rápido com o meu auxilio, ela apertou mais e eu geme derretendo-me nela.


Ela saiu de cima de mim quase que relutante, e deitou-se ao meu lado, onde dormimos exausto. E foi quando transei com uma mulher grávida pela primeira vez. 

vou postar mas quando eu estiver com inspirarão. beijinhu

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