O Embarque



Cap 6 – O Embarque

Kyo já estivera em lugares onde havia trouxas outras vezes em sua vida, mas em momento algum imaginara que algum dia iria entrar num lugar onde a única coisa a sua volta seria trouxas. Ficou desnorteado por alguns segundos, vendo os trouxas se matarem para fazer coisas simples como carregar um carrinho pesado de malas. É só usar um feitiço de levitação leve para diminuir o peso… pensou ele. A alguns metros a sua frente uma garota uns dois anos mais velha que tentava fazer com que seu cachorro de estimação parasse de latir assustado dentro da gaiolinha.
–Kyo, por aqui, querido. –chamou sua mãe, entrando por um portal que dava para as plataformas do outro lado da estação.
A estação King Cross estava apinhada de trouxas, a maioria entre dez e dezoito anos, uniformizados, carregando malas, abraçando os pais, se despedindo de familiares, cumprimentando amigos. Escola, pensou Kyo, seguindo a mãe.
As plataformas de oito a catorze estavam pelo menos duas vezes mais cheias de estudantes do que as outras, mas a massa dominante usava o mesmo uniforme azul marinho com gravata laranja. Kyo leu num paletó de um dos garotos o nome da escola: Colégio Imperial Inglês. Parado, na plataforma nove estava um trem no mesmo tom de azul que o uniforme dos garotos, o brasão da família real na locomotiva. Nas janelas das cabines garotos que ainda se despediam de suas famílias.
–Qual a nossa plataforma? –perguntou Kyo, esticando o pescoço para ver que trens estavam nas plataformas dez onze e doze, a sua frente.
–Nove e meio. –respondeu sua mãe, lendo uma das folhas da carta de Hogwarts.
Kyo não disse nada, automaticamente seus olhos se dirigiram a plataforma dez. Eles estavam na nove. Não havia nenhuma plataforma entre as duas. Alguma coisa devia estar errada e ele desconfiou seriamente que essa coisa era sua mãe.
–Como é? –perguntou ele, tomando a carta de sua mãe.
Estava certo.
Ele releu a carta três vezes antes de devolver para sua mãe. Estava realmente certo. Mais uma vez seus olhos pularam ate a plataforma dez, mas, novamente, não encontraram nenhuma outra plataforma no meio do caminho.
–Legal, esqueceram do manual de instruções. –bufou o garoto. –Que tal voltarmos para Os Estados Unidos agora?
–Calma, deve haver dezenas de famílias com nós por aqui. –comentou seu pai, olhando no relógio.
Ao vê-lo fazer aquilo Kyo procurou por um relógio também. Dez e vinte.
–Sei não… Pelo que eu to vendo só tem trouxa por aqui. –comentou Kyo, observando a volta.
Naquele momento uma senhora passava ao seu lado e escutou o que falou. O garoto nem sequer notou, mas a mulher quase lhe bateu com o guarda chuva quando ouviu seu comentário. Sua mãe sorriu.
–Fale mais baixo, querido, acho que eles não gostam desse “elogio”. –pediu sua mãe.
–Ali, aquele ali é bruxo. –cortou o Sr. Hunter. –Me lembro dele no Gringotes.
Ele apontava para um homem alto de postura imponente. Os cabelos louros presos elegantemente num rabo de cavalo, uma bengala negra e lustrosa segura nas mãos encobertas por luvas de couro também negro. Uma capa discreta cobrindo as vestes. Um garoto de cabelos também louros estava a sua frente, usava as vestes negras de Hogwarts, que Kyo reconheceu de imediato, empurrava o carrinho com o mão com uma estranha facilidade. Por um segundo Kyo viu aqueles olhos cinzentos o encararem e se arrepiou.
–Millie, por favor, não se afaste de seu irmão. –pediu o homem, com z voz arrastada, mas com plena autoridade.
–Desculpe, papai. –uma garota também loura surgiu, voltando na direção do pai.
Ela também usava as vestes negras de Hogwarts, faltando apenas a capa. Se postou ao lado do outro garoto e sorriu para ele. O garoto sorriu de volta.
–Com licença… –pediu o Sr. Hunter, se aproximando do homem.
O homem olhou para ele, medindo-o. Por um segundo Kyo achou que o homem o azararia. Como trabalhava no centro re relações de Gringotes e, naturalmente, cambiava moedas trouxas e de bruxos, ele usava roupas de trouxa, como naquele momento, em que ele usava caças jeans e uma camisa cinza escuro.
–Você poderia me dizer onde… –começou o Sr. Hunter.
–Eu não poderia nada. –cortou-o o homem.
Os filhos dele pararam, fitando o homem.
–Você acha que eu, um Malfoy, poderia fazer algo para um grandessíssimo trouxa como você?! –seu tom deixava claro que ele estava zombando da cara do Sr. Hunter.
–Eu só queria saber onde… –começou novamente o Sr. Hunter.
–Onde fica a plataforma? –uma voz atrás de Kyo perguntou.
Kyo sentiu seu coração ir a boca, ao ouvir aquela voz e girou nos calcanhares para ver quem estava as suas costas. Uma mulher de cabelos lanzudos e olhos castanhos sorria para eles, olhando diretamente para o homem. Malfoy, pensou Kyo.
Ao lado da mulher uma garota com uma espessa cabeleira ruiva e lanzuda e um garoto, um pouco mais novo, os cabelos lisos e castanhos caídos sobre o rosto. Kyo se viu refletido naquela atitude desleixada. Mas ele tinha naquele momento os cabelos presos num rabo de cavalo bem feito, mas sua barba estava por fazer, e o garoto não tinha barba.
–Gran… Perdão, Weasley? –perguntou o Sr. Malfoy. –Posso saber a que se deve a interferência?
–Claro, Malfoy, eu creio que uma Weasley possa ajudar essas pessoas. –disse a mulher, recebendo um sorriso grato da mãe de Kyo.
–Você que sabe, Weasley, você é da mesma laia que eles, mesmo. –murmurou Malfoy, se virando e seguindo com os filhos, Kyo não notou para onde.
–Vocês não devem ligar para Malfoy, ele é um purista desde os nossos tempos de Hogwarts. –comentou a mulher. –Prazer, Hermione Weasley, esses são Hugo e Rose, meus filhos.
A vice diretora da escola…pensou Kyo, notando que o filho da mulher o encarava de uma maneira assustadora e que estava escrito no seu olhar, com todas as letras: temos muito que conversar. O que era mais estranho era que Kyo tinha absoluta certeza de jamais ter visto aquele garoto em toda a sua vida.
–Mattew Hunter. –se adiantou o Sr. Hunter. –Essa é minha esposa, Helga e meu filho, Kyo.
A mulher cumprimentou os seus pais e olhou para Kyo. Sorriu estranhamente.
–Kyo Hunter, hum? –perguntou ela, Kyo teve certeza de que ela já sabia qual era o seu nome. –Ouvi falar de você nessas férias, chamou bastante atenção.
–Ouviu, é? –perguntou Kyo, olhando para a mãe e se sentindo diminuir sob seu olhar inquiridor.
–Ouvi, sim, sou amiga dos Potter, sabe. –comentou. –Mas que cabeça a minha… Vocês queriam saber como chegar a plataforma, não é?
–Isso! –quase gritou Kyo, agradecido pela mudança repentina de assunto. –A plataforma.
O garoto notou que sua mãe continuava a fitá-lo de maneira ameaçadora, mas olhava fixamente para a Sra. Weasley, com medo de piscar e ela desaparecer e ele ter que se explicar para sua mãe.
–A plataforma nove e meio fica logo ali. –disse a Sra. Weasley com um largo sorriso.
Kyo olhou para onde ela apontava e se viu observando um pilar, onde estava pendurada a plaqueta com os dizeres: Plataforma Nove – Londres / Paris. Voltou seu olhar na direção da Sra. Weasley e pegou dando risada.
–Não exatamente ali, é claro. –prosseguiu ela, em tom de zombaria. –Mas do outro lado do portal.
Kyo olhou mais uma vez para o pilar a tempo de ver o Sr. Malfoy passar por ele, tomando absoluto cuidado para não ser visto. Ele piscou duas vezes, para ter certeza de que não fora um jogo de luz e que o homem na verdade tivesse passado direto por ali. Ele realmente entrara no pilar, ou que quer que tivesse ali.
–Um portal… –murmurou Kyo, olhando para os pais.
–Bem, isso explica um bocado nas coisas. –comentou sua mãe.
–Se me derem licença, tenho que despachar logo as crianças, Hugo está entrando no primeiro ano também e eu tenho que estar na escola a tempo de preparar a cerimônia de começo ed ano.
Seus pais deram um sorriso de agradecimento para a Sra. Weasley e no segundo seguinte Kyo não a via mais, quase como se ela tivesse desaparatado dali.
Passou a caminhar na direção do pilar onde havia o portal, os pais em seu encalço. Ele não sabia exatamente o que tinha que fazer para atravessar e se pegou se xingando quando lembrou que tivera ao seu lado a melhor pessoa do mundo para perguntar sobre isso e simplesmente ignorara esse fato. Olhou para o concreto aparentemente sólido por alguns segundos, esperando que ele se abrisse.
–Vamos, Kyo, temos só mais quinze minutos para te embarcar. –comentou seu pai, num tom rabugento.
–Já rezando pra se ver livre de mim? –perguntou Kyo, empurrando o carrinho com força.
O garoto aparentava estar com raiva, mas na verdade estava se remoendo de medo. E batesse na parede? E se não houvesse portal algum e na verdade tudo não passara de uma brincadeira daquela mulher? Afinal, seus filhos não pareciam gostar muito dele. Com isso em mente ele apertou os olhos, enquanto apertava com força a laça do carrinho.
Tudo foi tão rápido que ele sentiu que poderia ter vomitado seu cérebro, se abrisse a boca, num segundo estava na estação King Cross, apinhada de trouxas, rezando para não bater na parede, no outro estava parado de frente para uma locomotiva vermelha, numa estação cheia de garotos com o mesmo uniforme que ele tinha guardado no malão, vários bruxos se cumprimentando e se despedindo de seus filhos, muita fumaça e barulho de corujas piando alto e guinchando. Exatamente acima de sua cabeça uma placa informava: Plataforma nove e ½ - Expresso de Hogwarts.
Seus pais surgiram as suas costas, olhando interessados para tudo a sua volta. Mesmo a mãe do garoto sendo uma pessoa tão culta, que já viajara por mais da metade do mundo se mostrou maravilhada com tudo aquilo.
–Realmente, espetacular. –comentou ela, com um enorme sorriso nos lábios.
–Pode até ser, mas eu preferia ir por chave de portal. –comentou Kyo.
Nos Estados Unidos, mais especificamente em Gallard, os alunos recebiam as vésperas do inicio das aulas uma chave de portal, que os transportaria exatamente para seus dormitório. Kyo detestava viajar por chave de portal, mas não havia duvidas de que era bem mais rápido e conveniente para os alunos irem daquela maneira.
–Não reclame, querido, ir de trem é uma excelente maneira de colocar a conversa em dia e rever velhos amigos. –ralhou sua mãe.
–Como eu sou o mister popularidade em Hogwarts, eu preferia ir de chave de portal. –cortou Kyo, entre os dentes. –E vamos logo, quero ver se tem alguma cabine vazia, nessa espelunca.
Kyo ouviu sua mãe suspirar as suas costas, enquanto ele se dirigia para o trem. Seu pai falou alguma coisa para ela e o garoto se virou para ouvir, quando percebeu tudo o que sobrara de seu pai fora um estalido. Ele desaparatara.
–Tchau para o senhor também, pai. –murmurou Kyo, amargo.
–Não reclame, você está nos tratando tão mal que é um favor eu continuar aqui para me despedir. –disse sua mãe, com rispidez.
Kyo teve vontade de responder, mas mordeu a língua, se lembrando intimamente que seria obrigado a pedir desculpas quando voltasse para casa, no natal. Não era que não gostasse de seus pais, mas ainda estava chateado com essa mudança brusca, não que preferisse Gallard, onde também não tinha amigos, mas estava mais familiarizado com o ambiente mais descolado da escola, onde poderia ser grosso e anti social sem ter a incerteza de que tentariam azará-lo durante a noite. Na Inglaterra as pessoas eram tão certinhas e frescas que ele tinha certeza de que se daria mal ainda na primeira semana de aula.
Ele se virou e deu um abraço repentino na mãe, que na surpresa ficou sem reação.
–Tchau, mãe. –disse ele, o mais ternamente que pôde. –Pede desculpas para o pai, por mim… Mas não diga que foi espontâneo.
Ela sorriu entendendo
–Quando vier para casa nas férias de natal você pede. –respondeu ela. –E não adianta tentar pedir via correio porque eu queimo a carta.
O garoto suspirou. Não dera certo, realmente não conseguia enganar a mãe. Ele começou a empurrar o carrinho, na direção da entrada do trem.
–Eu escreverei, querido. –disse ela, vendo-o se afastar.
–Não precisa ser periódica. –respondeu o garoto, sem se virar para trás. –Eu não me incomodo.
Ele riu da própria brincadeira, sacou a varinha e apontou para o malão.
Levicorpus.
O malão passou a flutuar a alguns centímetros do carrinho, ele apanhou a gaiola de Gallard com a outra mão e entrou no trem. A súbita mudança de temperatura quase fez com que ele perdesse a concentração que mantinha no feitiço. Do lado de fora estava abafado e dentro fresco. Pelo menos eles não são burros feito portas, pensou ele.
Andando pelos corredores ele espiava por todas as janelinhas das cabines, a procura de alguma que estivesse vazia. Entrementes a mão que segurava a varinha começava a ficar dormente, ele podia ter dominado a técnica do feitiço, mas ainda não era poderoso o bastante para carregar aquele peso sem esforço.
Já estava no ultimo vagão do trem, sem esperanças de encontrar uma cabine vazia e já cogitando a idéia de voltar, carregando o malão por conta própria, a procura de uma cabine pelo menos mais vazia quando encontrou uma com apenas um ocupante. Ou melhor, uma ocupante. A garota de cabelos dourados e olhos cinzentos o encarou friamente quando ele abriu a porta, ele reconheceu de imediato a garota que estava com o Sr Malfoy, seu nome ainda fresco na memória: Millie Malfoy. Ele sentiu seu coração perder um compasso ao notar que ela esperava alguma reação dele. Se não fosse essa cara de esnobe ela seria linda… pensou ele.
–Ah… Com licença, mas todas as outras cabines estão lotadas e eu…
–Não divido minha cabine com sangue-ruins. –disse ela, diretamente.
Kyo apertou com mais força a varinha. Teve vontade ed xingá-la. Quem ela pensa que é?
–Certo, acho que nós dois concordamos que, por não saber onde ficava a plataforma eu estou no primeiro ano, certo? –perguntou Kyo, tentando parecer gentil. –E, estando no primeiro ano e sendo trouxa, como eu poderia saber fazer um feitiço?
Talvez ela entendesse sua lógica. Ela olhou para a mão dele, então para o malão flutuando ao seu lado. Naquele exato instante as forças de Kyo se esvaíram e o malão caiu no chão do corredor com um ruído surdo.
–Sua mágica é horrível. –zombou ela, com um sorriso.
–Eu estou cansado. –rebateu Kyo, com ignorância.
–O que não te faz parecer um bruxo melhor.
Kyo suspirou.
–Eu não sou trouxa.
–Mas para mim parece, e por via das duvidas…
–Quer saber, que se fodam você e sua maldita arrogância!
Ele ainda teve tempo de ver uma expressão chocada no rosto da garota, antes de se virar e bater a porta com força as suas costas. Tinha vontade de socar alguma coisa, de preferência alguém, porque poderia doer socar a parede. Não tinha mais forças para usar outro feitiço e não estava afim de sair arrastando o malão por ai, sem saber onde haveria uma cabine.
Se jogou sentando no meio do corredor, aquela altura muito movimentado, mas por sorte o movimento se concentrava na parte da frente do trem e, pelas caras dos alunos que passavam por ele ou que o observavam de longe, aquela parte do trem deveria ser exclusiva para alunos como aquela garota. Completos idiotas.
–Hei, Hunter, não é permitido se instalar nos corredores. –uma voz presunçosa se dirigiu a ele.
Kyo ergueu a cabeça já na intenção de xingar, quando se viu encarando os olhos castanho claros de Tiago Potter. O garoto de cabelos ruivos já usava as vestes de Hogwarts e em seu peito brilhava um distintivo dourado: Monitor.
–Maravilhoso… –murmurou Kyo, se erguendo.
–Você estava obstruindo a passagem. –disse Potter, com um sorriso presunçoso nos lábios. –Pena não poder descontar pontos de sua casa, já que você não tem uma.
Kyo não entendera o que ele quis dizer com aquilo, mas o encarou e, com um enorme esforço para não parecer irritado recorreu a sua (pouca) humildade.
–Eu não achei nenhuma cabine vazia, não tenho amigos por aqui, como já sabe, e na única que me pareceu mais vazia eu fui escorraçado.
Ele indicou com a cabeça a cabine a sua frente onde estava a menina Malfoy e Potter esticou a cabeça para ver.
–Foi escorraçado, por quê? –quis saber o garoto.
Larga a mão de ser curioso, Potter, pensou Kyo.
–Por que essa Malfoy é uma idiota de pai e mãe… –murmurou Kyo, pegando na alça de seu malão, já sem esperanças de ser ajudado por Potter.
–Você se deu mal com a Malfoy? –perguntou Potter mais uma vez.
–Foi… –respondeu Kyo, já sem paciência.
–Então acaba de se dar bem comigo.
Kyo ergueu os olhos para Tiago, não entendera bem o que aquilo queria dizer, mas soara estranhamente bem.
–Não sei o que acha, Hunter, mas enquanto não se der bem com os Malfoy, seremos ótimos amigos! –exclamou Potter. –Vem comigo, eu te arranjo uma cabine.
Kyo não hesitou em seguir o garoto, pelo menos arranjaria uma cabine. Por um segundo se pegou pensando em como Potter poderia ser alguém legal, sem lembrando de como ele fora ponderado o impedindo de brigar com seu irmão mais novo.
Eles atravessaram três vagões inteiros, e Kyo já sentia suas mãos arderem quando Potter finalmente abriu a porta de uma cabine, pelo barulho que vinha lá de dentro Kyo notou que não estava vazia. Espero que não sejam mais loucos, como a Malfoy.
No momento em que o garoto pos seus olhos dentro da cabine sentiu seu estomago afundar e uma vontade incontrolável de estar na cabine da Malfoy. Acabara de ser jogado na toca dos leões.


Diário do autor

30/01/08

Arrumei um emprego!!!!!! Finalmente, agora é só um pulo pra comprar o tão desejado notebook!
Além disso minha cabeça está a mil, de tantas idéias. Não tenho ninguém com quem discuti-las, o que me faz pensar que daqui a pouco vou derreter numa gosma negra e mágica… Mas não faz mal… XDD
Demorei pra postar esse cap pq ele me deu mui trabalho... tive que escrever e reescrever, e reescrever de novo, só porque tava comprido e me passava impressão de que eu estou enchendo lingüiça... vcs acham que eu estou enchendo lingüiça?!?! Podem ser sincero! Tudo bem que a fic não tem legiões de fãs… Alias, acho que não tem nem fã, só meia dúzia de leitores, mas isso não me desanima... não to escrevendo a fic só por causa de vocês... estou treinando minha criatividade... que não é muita, alias...
Ahn... assim, quem quiser comentar pode, ta?!?!!? Não ligo, e até gosto… Mas não se sintam pressionados!!!
Mais uma coisa... preciso de um beta... ou alguém como um nível de loucura equiparável ao meu, para não ter o cérebro frito na primeira semana de trabalho... e isso é URGENTE!!!
Bom... sei lá o que escrever mais...
Meu cachorro morreu... o nome dele era Totó... não era muito chegado nele, mas mesmo assim fiquei triste... e depois eu passei a tarde toda jogando xadrez na web, o que me rendeu milhões de idéias mirabolantes e um plano infalível pla loubal aquele coelhinho encaldido daquela golducha... _\|/_... cebolinha tosco...


Obrigado Fernanda por comentar e me elogiar, apesar de não querer me ajudar e de não fazer nenhum comentário construtivo.
Obrigado Fernando por fazer merchan da sua fic na minha, mas não, eu não estou afim de ler o bombástico e aguardado Cap.48 da Fic Harry Potter e o Tributo ao Véu, e sei que ele não irá chocar o meu mundo.
Obrigado Cris por deixar claro que a fic não te interessou, uma vez que vc disse que “parece tão legal” e não voltou para dizer se era ou não.
E obrigado Nandinha, pelo único comentário que realmente deixou claro a opinião de alguém a respeito da fic. Também acho que é interessante e pode ficar bem mais.

Bem… Não se intimidem pelas minhas respostas aos comentários… É que esses primeiros foram um bocados toscos… Quando escreverem coisas que REALMENTE ME AJUDEM a continuar com a fic eu vou agradecer e fazer piadinhas melhores. Enquanto isso…

Bem, pessoal, até o próximo cap e obrigado.


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