Adeus Hogwarts



N/A: É galerinha a fic está na reta final, não vai ter 5ª temporada não, acaba aqui mesmo! E eu prometo responder os coments no último capitulo que será o 20º. Não ando respondendo pela falta de tempo, mas leio todos!!! Amo os comentários e eles me ajudam muito. Bem esse cap tem 29 pags de Word! :O tá bom para vocês me perdoarem a demora né? Ahioahao:

Músicas do Cap.:
1º Sum 41 – Motivation
2º Coldplay – The Scientist



Adeus Hogwarts


O Sol batia levemente naquela janela do último andar do hospital St.Mungus, o dia lá fora se demonstrava quente e belo, sem nenhuma nuvem no céu azulado. Dentro do quarto um rapaz de seus dezessete anos de idade brincava com uma planta em um vaso, colocando a mão sobre a mesma esta ora murchava, ora crescia lindamente.

- Vivo... – Blake murmurava fazendo a planta ganhar vida. – Morto... – A planta murchava e ficava negra.
- Quanto tempo vai ficar fazendo isso filho? – Miguel perguntava com um sorriso de meia boca ao entrar no quarto do rapaz.
- Não tem mais nada de interessante para fazer aqui! – O rapaz emburrava. – Até as enfermeiras são feias, não da nem para dar em cima!

Miguel gargalhara alto fazendo o filho emburrar ainda mais, logo se aproximou da cama do mesmo e lhe afagou os cabelos castanhos.

- Ah se uma Potter do meio souber que você anda cantando enfermeiras, acho que você sairia deste hospital direto para um cemitério!
- Vira essa boca pra lá! – Blake sorria maroto. – Dar em cima é uma coisa, agora ser apaixonado é outra completamente diferente... Todos sabem que eu não vivo sem a minha Potter! Agora me diz... Draco e Carter já acordaram?
- Não ainda não, sua irmã despertou esta manhã, sua mãe está com ela... – Miguel olhava sério para a janela. – Harry e Megan também estão acordados, entretanto feridos assim como você. Amy continua no mesmo estado de sempre, sem nenhum ferimento, mas sem despertar...
- Isso é loucura! – Blake franzia o cenho. – Estamos nesse hospital a mais de uma semana! Como Draco e Carter ousam não acordar para me fazer companhia? Eu não suporto mais essa joça! Enfrentar Inferis é mais divertido!

A revolta de Blake apenas fazia a planta em seu colo ir crescendo sem o mesmo perceber, Miguel arregalou os olhos assim que uma árvore estava no colo do filho. Blake na mesma hora resmungou um palavrão fazendo a árvore desaparecer e voltar a ser uma semente.

- Como fez isto Blake? – Perguntara o pai.
- Sei lá! Quando fico estressado essas coisas acontecem, você tinha que ver essa madrugada eu enchi o quarto de cactos enquanto dormia, a enfermeira quando entrou aqui quase enfartou.
- Está dizendo que não tem controle?
- Bem... Não é bem controle, ás vezes eu sei lá pai! Só sei que depois da guerra o meu machado desapareceu e meus poderes não.

Miguel ainda ficara parado analisando o filho, Blake que possuía vários ferimentos na face pareceu não entender a preocupação do pai logo colocando o vaso com a semente de lado e girando o corpo na cama anunciando que iria dormir já que era a única coisa útil a se fazer naquele lugar.



A porta do quarto 902 abrira-se lentamente enquanto um homem loiro se ajeitava na cama de hospital e sorria mostrando quase todos seus dentes da boca.

- Ah... É você! – Cold falava com dificuldade. – Pensei que era o James, combinamos de apostar corrida de cadeira de rodas.
- Você e James não mudam mesmo! – Miguel sorria aproximando-se. – Como se sente Listras?
- Um tanto ferido e dolorido, Maya esteve aqui e me bateu com a bolsa na cabeça após eu contá-la que roubei com magia uma comida do restaurante aqui do lado... Sabe, os hormônios de minha mulher ficam a flor da pele com esse lance da gravidez! Quando eu a vi, quase não a reconheci! Parece mais um Kinder Ovo gigante!
- É normal Cold, ela está esperando gêmeos! – Miguel girava os olhos rindo.
- Não me lembre disso... – O loiro sorria fracamente analisando a face de Miguel ficar séria. – Alguma coisa te perturbando Penas?
- Várias... – Miguel apanhava uma cadeira a colocando ao lado da cama do amigo. – Tenho perguntas Listras, e quero respostas!
- Então pergunte para que eu possa responde-las! – Cold franzia o cenho ficando mais sério do que nunca.
- Pergunta número um: Por que de todos que foram a batalha, Amy foi a única a voltar sem nenhum ferimento e não despertar?
- Não faço idéia. – Cold respondia sincero. – Espero descobrir quando ela despertar, próxima?
- Pergunta número dois: A arma sagrada de Blake desapareceu na batalha assim como a de todos os outros, mas seus poderes não desapareceram, ele consegue fazer a mata atlântica crescer em seu quarto. Por que?
- Ás armas devem ter voltado aos corpos deles... – Cold analisava a situação. – O símbolo que todos eles agora carregam em suas peles é a chave para as armas, pelo menos foi isso que a Rainha Akari me explicou, sobre os poderes... Penas todos sabemos que eles nasceram com esses poderes, é óbvio que com o tempo os poderes irão aumentar, agora depende deles a aprender a controla-los de vez, se não logo teremos a Amazônia no meio da Londres Bruxa! Mais alguma pergunta?
- Bem... – Miguel começava, mas logo parando ao escutar um sonoro berro.

Cold dera um pulo de susto da cama quando Miguel correra para fora do quarto, ao chegar no corredor podia-se ver as paredes se congelando por inteiras, Cold logo saíra do quarto com uma cadeira de rodas parando ao lado do amigo e olhando maravilhado com aquele gelo todo. Logo Blake saíra correndo do quarto com um imenso sorriso maroto e Suzan logo fizera o mesmo.

A ruiva possuía os cabelos alaranjados presos em um imenso rabo de cavalo sobre a cabeça, um braço engessado e alguns visíveis ferimentos na bochecha e testa, os irmãos Zabine’s trocaram olhares alegres e logo trataram de correr até o final do corredor onde entraram por uma porta.

- Miguel! – Sophie saia do quarto de Suzan corria até o marido. – Esse gelo todo... Suzan disse que...
- Que Draco poderia ter acordado! Perfeito! – Cold mostrava seu maior sorriso eu tenho 32 dentes na boca e ia a toda velocidade na cadeira de rodas em direção ao quarto do filho.

Assim que Cold adentrara, ele vira o quarto de Draco coberto de gelo e neve, Draco espreguiçava-se lentamente na cama enquanto Blake gargalhava e Suzan afagava os cabelos loiros do namorado. Cold aproximara-se com a cadeira colocando-se ao lado do filho que o olhava com um sorriso de meia boca.

- Bem vindo de volta ao mundo Draco.
- Quando saio desse inferno pai? – Draco perguntava com a voz rouca.
- Quando os médicos nos liberarem, acredite, eu também não estou nada contente de ficar aqui! – Cold coçava a cabeça.
- Como está se sentindo? – Suzan perguntava dando um beijo na bochecha do namorado.
- Bem. – Draco respondera seco voltando a se virar para Blake que brincava com uma bola de neve. – Onde está Carter?
- Ainda adormecido... – Cold respondera por Blake já que esse parecia mais interessado na neve, e em seguida fitava a face tristonha de Suzan. – Suzan o que acha de você me levar até James? Acho que não consigo ir sozinho até o elevador...
- Tudo bem Tio Cold... – A garota sorria fracamente e olhava magoada para Draco que estava carrancudo e pensativo.
- Mais tarde retorno para ver como você está filho... – Cold anunciava quando Suzan começava a empurrar sua cadeira para fora do quarto.

Draco apenas fizera um sinal de tanto faz, deixando a ruiva mais chateada, ele nem perguntara como ela estava, e se quer a tratara com um pingo de carinho. No caminho pelo corredor algumas chamas começavam a se acender nas velas flutuantes, Cold olhava tudo aquilo curioso e logo erguera o olhar para a ruiva Zabine.

- Se continuar assim logo não haverá mais velas para se acender e creio que causará um grande incêndio no hospital... – Cold comentava sério.
- Hã? – Suzan despertava dos devaneios olhando as velas acendendo e logo suspirando as fazendo se apagar. – Desculpe, é que... Quando sinto algo muito forte os poderes saem de controle...
- Então é bom você, Draco e os outros aprenderem controlar as emoções... Eu não quero virar um Iglu e muito menos Cinzas! – Cold piscava maroto fazendo a menina sorrir sincera.



Blake caminhava de um lado para o outro enquanto a neve derretia no quarto de Draco, o loiro ainda parecia carrancudo e extremamente mal humorado, o que fez o amigo puxar uma cadeira e sentar ao seu lado.

- Ok, pode falar! Estamos sozinhos! – Blake olhava sério.
- Do que você lembra da batalha? – Draco perguntara com os olhos azuis brilhando em intensidade.
- Nada, apenas de estar indo para Hogwarts. Depois acordei aqui. – Blake respondera sério.
- Então eu não sou o único... – O loiro endireitava-se na cama. – Algo aconteceu Blake, eu me sinto usado... Não fui eu quem lutou naquela gruta... Não fui eu...
- Então parece que eu não sou o único a sentir isso aqui... – Uma voz adentrava o quarto fazendo os dois rapazes virarem-se.
- Nunca ouviu a palavra “Bater antes de Entrar”? – Blake perguntava risonho.
- Perdi essa aula... – Harry coçava a cabeça entrando e fechando a porta atrás de si. – Suzan apareceu lá em baixo com seu pai, enquanto meu pai e o seu conversam ela e Megan estão falando sobre os poderes delas estarem fora de controle...
- Os poderes de Suzan estão fora de controle? – Draco erguia uma sobrancelha.
- Ela é sua namorada, pensei que soubesse! – Harry cruzava os braços
- Mas ela não é a única com poderes com falta de controle aqui! – Blake alargava o sorriso. – Draco quase congelou o nono andar inteiro, eu quase montei a mata atlântica no meu quarto, e há! Eu soube que sua namorada... – Blake sorria para Harry. – Amada Megan Weasley, fez um médico quase voar pela janela por ele querer lhe dar uma injeção!
- Parece que todos estamos bem... – Draco girava os olhos. – E você Harry? O que fez?
- Alaguei o oitavo andar... – O moreno girava os olhos.
- Ótimo! Estamos em produção aqui! – Blake jogava as mãos para cima. – Agora você vai me dizer que também não se lembra nada da batalha, e que Megan também não, certo?
- Como você sabe? Além de fazer plantas nascerem, aprendeu a ler pensamentos também? – Harry ironizava.
- Na verdade... – Draco se manifestava. – Nenhum de nós lembra do que aconteceu lá.

A face de Harry se franziu na mesma hora, o moreno encostou-se na parede pensativo, sua cabeça estava enfaixada assim como seu pescoço e braço direito, Blake espreguiçou-se novamente e fitou Harry e Draco por alguns instantes.

- Vamos ficar em silêncio mesmo? – Blake perguntara.
- Essas coisas que nos aconteceram... – Harry começava. – Nos afetou mais do que imaginávamos.
- Eu estou disposto a ir fundo e descobrir o que houve comigo Harry... – Draco levantava-se com dificuldade da cama mostrando seu tórax enfaixado.
- Eu creio que... – Harry encarava os olhos azuis de Draco. – Que eu não queira mais ir a fundo nisso, derrotamos o último mal, agora só nos resta a prender bruxos não tão poderosos, o mundo está em paz...
- E você vai querer viver uma patética vidinha sem saber o que você realmente é? – Draco aumentava o tom de voz.
- Na verdade apenas quero viver em paz... – Harry suspirava cansado. – Pedi Megan em casamento esta manhã, iremos apenas esperar ela se formar em Hogwarts no ano que vem... Após isso tudo eu percebi como a vida é curta, eu quero me casar, ter uma vida pacata com a pessoa que eu amo.
- Você e Megan vão se casar? Posso ser o padrinho? – Blake alargava o sorriso.
- A vida é feita de escolhas Harry... – Draco caminhava até a janela. – Você fez a sua, mas pelo menos arque com suas responsabilidades, você é um dos guerreiros, casando ou não ainda tem responsabilidade como Guerreiro, e pelo que percebi nossos poderes estão aumentando a cada segundo que passa...
- Eu sei disso... – Harry fitava Draco. – Não sou irresponsável Draco, pelo que me lembre esse cargo era todo seu...
- Hein? Eu vou poder ser o padrinho? – Blake tornava a perguntar.
- Ainda é... – Draco sorria levemente. – Entretanto, eu vou descobrir o que há conosco, mas antes tenho uma aposta para vencer sobre você...
- Ah! Claro... Você quer dizer perder não é? – Harry alfinetava.
- DA PARA PARAREM DE FINGIR QUE EU NÃO ESTOU AQUI??? – Blake berrara atraindo toda a atenção para si fazendo Draco e Harry sorrirem marotos. – Agradecido! – O rapaz mostrava a língua e sentava-se emburrado.



A noite havia chegado, e não se escutava nada nos corredores do St.Mungus, Draco olhava atentamente para o teto. Blake havia sido expulso de seu quarto por uma enfermeira e Harry havia ido ficar ao lado de Megan. O loiro levantou-se da cama com dificuldade e saiu do quarto em passos lentos e decididos.

Olhava para o número de todas as portas do corredor, sabia que Carter encontrava-se no 912 e não cansaria de procurar o amigo, caminhou por um tempo até parar frente a uma porta, a abriu lentamente e assustou-se ao notar um rapaz sentado em uma cadeira de rodas frente a uma imensa janela. Draco sentiu todos os pêlos de seu corpo se arrepiarem quando Carter girara o pescoço e o olhara com os olhos extremamente verdes e brilhantes.

- Carter. –Draco murmurou adentrando o quarto que no momento era apenas iluminado pela luz da Lua.
- Draco. – Carter respondera.

A face de Carter estava coberta de ferimentos assim como todo seu corpo, Draco arrastou uma cadeira ficando frente o amigo e o olhando diretamente nos olhos.

- Não tem medo que eu vá lhe atacar Draco? – Carter falava sombriamente.
- Não tenho medo de você velho amigo... – Draco respondera no mesmo tom. – Como se sente?
- Morto. – Carter sorria de leve. – Eu morri naquele lugar Draco, revivi, mas... Ainda sinto que estou morto.
- Você se lembra do que aconteceu?
- Não, mas tenho alguns flashs... – Carter voltava a olhar a janela.
- Quando acordou?
- Algumas horas atrás quando ouvi um barulho estranho e uma conversa de que sua irmã havia despertado...
- Eu não sabia que ela estava acordada... – Draco suspirava fundo. – Carter, eu sinto que essa história toda ainda não acabou, não fui eu lutando na gruta eu... Eu não...
- Você perdeu a consciência enquanto lutava... Eu só perdi quando adentrei o véu e fui para o limite dos mundos, Draco eu decapitei um homem sem a menor piedade... – Carter passava a mão pela face. – Entende isso? Quando matei Akuma eu senti um prazer inexplicável!
- Está dizendo que se sentiu bem ao tirar a vida de outra pessoa? – Draco arregalava os olhos.
- Estou, agora entende o porque eu lhe perguntar se não tem medo que eu vá lhe atacar?
- Você não me atacaria... – Draco suspirava fundo.
- Eu não ficaria tão seguro assim... – Carter olhava sério para o nada. – Neste momento estou me segurando para não ataca-lo.

Draco franziu o cenho e notou que Carter agora evitava o encarar, o loiro sorriu de canto e levou uma mão ao ombro do amigo como se dissesse que ficaria ao lado dele pro que desse e viesse.

- Nós vamos descobrir como se para esse inferno cara, lhe dou a minha palavra! – Draco murmurara.

Só se pôde ver algumas lágrimas saírem dos olhos de Carter, Draco sentia-se inútil, sentia raiva de tudo aquilo. Não podia acreditar que tudo aquilo acontecera, ele tinha que descobrir o que realmente houve e o que estava começando a acontecer.



- Amy... Querida? – Uma voz macia falava ao lado da cama de uma linda menina loira, esta logo abrira os olhos azuis e encarava os cabelos ruivos da mãe.
- Mamãe.
- Tenho boas noticias, todos estão liberados hoje para voltar para casa... – Maya sorria triunfante.
- Finalmente. – Amy respondera sentando-se.
- Como se sente?
- Um pouco cansada, mas bem.
- Ótimo! Seus irmãozinhos ficam felizes! – Maya alargava o sorriso acariciando a barriga imensa.

Amy lhe dera um fraco sorriso e levantou-se da cama começando a se vestir, Maya sentada na cadeira analisava a filha, ela estava distante e fria, podia sentir que ela esbanjava magia e poder, era algo completamente notável e assustador. A ruiva lembrou-se de quando fora visitar Carter no dia anterior e ele estava da mesma forma, entretanto bem mais sombrio, já havia duas semanas que eles estavam naquele hospital e finalmente sairiam dali, no momento tudo o que Maya queria era levar seus filhos para casa em segurança.

- E então? Preparadas? – Cold adentrava o quarto animado.
- Estou pronta. – Amy respondera terminando de fazer um coque com o cabelo.
- Eu também estou... – Maya caminhava até o marido lhe dando um selinho. – Encontro vocês dois no carro.

A ruiva saíra do quarto deixando pai e filha sozinhos, Amy olhara o pai com um olhar indescritível de tristeza. Cold aproximou-se da mesma e a enlaçara um abraço fraternal que fora respondido da mesma maneira.

- Sabe, você pode tirar a armadura agora e chorar, só estamos nós dois...
- Pai eu... – Amy enfiava a cabeça no peito de Cold começando a chorar. – Eu lembro de algumas coisas, não de tudo... Mas... Carter decapitou um homem e... E depois ele...
- Morreu para lhe salvar... – Cold murmurava.
- Eu não lembro disso tudo, mas... Eu sinto que... Que eu tenho que matar Carter pai!
- Amy... – Cold a afastava e a encarava nos olhos.
- É como... – As lagrimas escorriam pela face dela agora. – É como se fosse minha missão e... E eu não posso vacilar, porque se eu me desconcentrar um segundo é capaz que eu perca o controle sobre mim e o mate!
- Minha pequena... – O loiro voltava a abraçar a filha. – Tão pequena e com um peso tão grande... Eu lamento tanto por você passar por isso Amy... Mas eu juro que daremos um jeito, eu prometo filha...

O choro da caçula Malfoy invadira o quarto, e não se sabe quanto tempo ela e o pai ficaram ali abraçados enquanto ela chorava e demonstrava um pouco de sua fraqueza.



Nos jardins da Mansão Malfoy, uma garota estava sentada em um dos balanços colocados nos jardins. Os cabelos loiros balançando lentamente quando o vento os tocavam, a pele muito alva e os lábios avermelhados davam um belo contraste com os olhos muito azuis. Amy olhava o nada enquanto balançava-se. Ela cerrara os olhos lentamente recordando-se:

Flash Back:

- Acha mesmo capaz de me vencer com esses ataques patéticos La Blanck? Esperava mais de você... – Medon partia a lança da garota com a outra mão.

Ele começara a apertar o pescoço da garota fortemente e ela podia sentir a vida ir se esvaindo de seu corpo a cada segundo, era como se Medon lhe sugasse as energias e o espírito.

- Mais uma vez eu serei a causa de sua morte... – Ela murmurara próximo ao ouvido da garota.

Final do Flash Back.

Os olhos azuis abriram-se fortemente, e ela deparara-se com a imagem de um rapaz alto, moreno com os olhos verdes vidrados em si. Ambos trocaram olhares por um tempo indeterminado até ela levantar-se do balanço e passar por ele.

- Eu estou morto Amy. – Carter murmurara de costas para a garota.
- Não é o único Trent... – Ela respondera também de costas e voltando a seguir caminho para dentro da mansão.

Carter sorrira com o canto dos lábios e virara a cabeça para ver a loira adentrar a mansão, suspirou cansado levando a mão até ao seu curativo no peito.

- Estou morto e morrendo... Isso sim eu posso chamar de Paradoxo... – Carter murmurara para si.


Amy adentrara sorrateiramente a mansão, enquanto parecia ter uma guerra na sala de pais versus filhos, a garota apenas apanhara Sr.Butocas que estava na beirada da escada e subira sem fazer nenhum barulho, adentrando o quarto e fechando a porta. Enquanto isso na sala:

- NÃO ACREDITO QUE QUEREM QUE VOLTEMOS PARA HOGWARTS! – O berro de Draco ecoara por toda mansão.
- Draco... – Maya o reprimia sentada em uma poltrona.
- Sabe, não é por nada não, mas... Não acham arriscado a gente voltar pra lá? Vocês mesmos viram que nossos poderes andam hã... Fora do controle! – Blake se metia na conversa.
- Acontece que vocês precisam se formar! Não vejo perigo algum em voltarem a Hogwarts! Certamente lá estarão em ambiente calmo e seus poderes irão se adaptar! Tonks pode ajudar nessa parte... – Miguel cruzava os braços ao lado de Sophie.
- A situação mudou, vocês estão em segurança agora! – James sorria confiante para Harry que retribuía o sorriso.
- SEGURANÇA? EU ONTEM CONGELEI A BANHEIRA NA QUAL TOMAVA BANHO! EU NÃO TENHO CONTROLE SOBRE MEUS PODERES! – Draco berrara novamente.
- As veelas nos avisaram que teríamos de ter cuidado com nossos poderes Draco... – Suzan tentava acalmar o namorado. – Mas devemos manter a serenidade ou...
- SERENIDADE? NÃO SEI QUANTO A VOCÊ SUZAN, MAS EU QUERO SABER O QUE ACONTECEU COMIGO! DA ONDE VIERAM ESSES PODERES? QUEM ESCOLHEU QUEM? QUEM ESTAVA LUTANDO NO MEU LUGAR? PORQUE EU NÃO ERA!
- JÁ BASTA DRACO! - Cold berrara fazendo o filho se calar e todos se virarem para ele.
- Cold... – Johnny murmurara abraçando Lana por trás.
- Você, Carter, Amy, Blake, Harry, Suzan e Megan retornaram daqui a dois dias para Hogwarts querendo ou não. – Os olhos castanhos de Cold deram um brilho ameaçador fazendo todos se encolherem. – Os outros já estão em Hogwarts, então apenas falta vocês! Assunto encerrado.

Draco lançara um olhar mortífero para o pai, em seguida subindo as escadas enfurecido, Suzan fizera sinal de que iria falar com ele, mas logo fora impedida por Blake, que fazia sinal negativo com a cabeça e por Carter que entrara na sala e fizera sinal para que Blake e ele fossem até Draco.

- Peguei muito pesado? – Cold perguntava.
- Digamos que eu quase pedi para você não me deixar de castigo! – James falava com um leve sorriso nos lábios.
- Eu nunca te vi assim Listras... – Johnny analisava o amigo.
- Draco anda me tirando do sério... – Cold passava a mão impaciente pela face. – Vou falar com ele, se não é capaz dele perder a cabeça e transformar minha casa num palácio do Abominável Homem das Neves.

Maya lançou um olhar aprovador para o marido que logo subira as escadas atrás do filho, em seguida ela deu uma olhada ao seu redor. James e Mel conversavam com Harry, enquanto Sophie e Lana falavam algo sobre a nova moda, Johnny, Miguel e Megan conversavam sobre quadribol e num canto mais afastado Suzan estava sentada. Maya levantou-se com dificuldade e sentou ao lado da garota que a olhou sem entender.

- Os homens da família Malfoy são grandes idiotas determinados, quando colocam algo na cabeça não conseguem tirar... Acredite Su eu passei por isso com Cold, e passo até hoje...
- Draco me evita o dia todo Tia Maya e eu... Eu não sei o que eu fiz...
- Acredite querida, você não fez nada, é o que eu lhe disse! Malfoy’s são idiotas! – Maya piscara marota. – Tomara que estes dois aqui sejam menos idiotas!

Suzan gargalhara acariciando a barriga de Maya que a olhava ternamente, podia-se ver a tristeza nos olhinhos castanhos da ruivinha Zabine.


No andar de cima...

- Draco abra a porta... – Cold pedia com educação frente a porta do quarto do filho.
- Tô ocupado! – Draco respondia mal criado.
- Cara abre logo a porta pro seu pai! – Blake girava os olhos sentado na cama do loiro.
- Eu não quero saber se está ocupado ou não, estou mandando abrir a porta! – Cold aumentava um pouco o tom de voz.
- Eu já disse que não vou abrir! – Draco respondia.
- Quanta infantilidade... – Era a vez de Carter girar os olhos.
- DRACO THOMAS MALFOY OU VOCÊ ABRE ESSA PORTA OU EU A COLOCO A BAIXO!

Draco arregalou os olhos para os dois amigos que davam os ombros como se dissessem “Eu avisei para abrir”, o loiro suspirou cansado e abriu a porta vendo o pai com a varinha empunhada preste a derrubar a porta, o loiro o encarou com uma sobrancelha erguida que fora ignorada pelo pai que logo invadiu o quarto e mandou o filho fechar a porta atrás de si.

- Está na hora de todos termos uma conversinha! – Ele olhava para Blake, Carter e Draco que logo sentava-se na cama. – Vamos por partes... Carter quer ser o primeiro a dizer algo?
- Eu? – Carter franzia o cenho. – Bem...
- Eu ando escutando você gemendo a madrugada inteira, dizendo que não queria mata-lo, dizendo que é poder demais... – Cold falava sério.
- Anda indo ao quarto do Carter de noite? – Blake arqueava ambas sobrancelhas.
- Não só de Carter, mas como de Amy e Draco... – Cold cortava o rapaz – Agora vamos, responda Carter... O que há?
- Depois... Depois da batalha eu sinto minhas mãos sujas de sangue Sr.Malfoy... – Carter baixava os olhos. - Eu matei sem sentimento algum um outro ser, e o pior é que eu não consigo me arrepender disso...
- Você se lembra de tudo o que ocorreu Carter? – Cold perguntara amargurado.
- A única coisa que lembro é de ter decapitado Akuma, depois não me recordo de nada... – Os olhos verdes de Carter espreitaram-se fitando os castanhos do loiro. – Eu sinto que posso matar qualquer pessoa se perder a cabeça.
- Como assim se perder a cabeça? – Fora a vez de Blake perguntar.
- Sinto que qualquer descontrole emocional meu pode causar uma morte, eu não sou mais o mesmo Blake.
- Nenhum de nós é Carter! – Draco esfregava a face com ambas mãos.
- Muitas coisas aconteceram em um curto tempo, creio ser normal a rebeldia e o péssimo mal humor... – Cold começara. – Entretanto, creio também não ser justo com seus entes queridos certos tipos de comportamentos... – O loiro fitava o filho severo.
- Não consigo fingir que nada aconteceu! – Draco levantava-se bruscamente. – Blake, Carter e eu sentimos as mesmas emoções! E... É como se vocês simplesmente não se importassem!
- Draco... – Cold grunhia fazendo o filho baixar a voz.
- Eu não lembro de nada desde que entramos naquela gruta pai!
- Há coisas que talvez nunca saibamos filho, não é melhor assim?
- Não era eu lutando! – Draco aumentava novamente o tom de voz.
- Há coisas que é melhor não serem explicadas Draco.
- Discordo Sr. Malfoy. – Carter falava sério. – Isso não envolve mais apenas a comunidade bruxa, envolve minha vida, de Draco e dos outros! Alguns podem se conformar em esquecer o que houve, mas eu acharia muita hipocrisia de minha parte fingir que nada aconteceu principalmente no estado no qual nos encontramos!
- Eu sempre soube que vocês não esqueceriam facilmente... – Cold suspirava fundo. –
O que eu peço no momento é paciência, se começarem a procurar as respostas sem estarem calmos jamais às encontraram! Além do mais vocês se querem sabem fazer a pergunta certa para encontrar a resposta certa! Fiquem estes últimos dois meses em Hogwarts, formem-se e de lá eu não posso mais controlar a vida de nenhum de vocês, estarão prontos para fazer o que bem entenderem!
- Promete? – Draco perguntava sério.
- Tem a minha palavra. – Cold respondera no mesmo tom.
- Agora damos um abraço em família? – Blake alargava o sorriso fazendo todos girarem os olhos.


Os quatro desciam as escadas da mansão Malfoy tranqüilamente, quando viram um certo movimento de correria, todos estavam em pânico o que fez Cold franzir o cenho e ver sua mulher gritando do sofá, assim que a ruiva notara o marido descendo as escadas, tratara de gritar.

- A BOLSA ESTOUROU COLD!!!
- AI MEU DEUS! ALGUÉM ME AJUDA A RESPIRAR! – Cold sentava-se no meio da escada segurando o coração. – CHAMEM O MÉDICO! A AMBULÂNCIA! A POLÍCIA! OS BOMBEIROS! QUALQUER PESSOA, MAS CHAMEM ALGUÉM!!!
- AÍ MEU DEUS ELES VÃO NASCER! – Berrara James.
- OS MALFOYS ESTÃO DOMINANDO O MUNDO! – Johnny gritara orgulhoso.
- MAYA VOCÊ ‘TÁ BEM? – Sophie se colocava ao lado da ruiva.
- PRECISAMOS LEVÁ-LA AO HOSPITAL! – Miguel falava.
- MAS TEMOS QUE ANDAR RÁPIDO! – Harry.
- O QUE TÁ PEGANDO AQUI EM BAIXO? – Amy.
- MÃE? – Draco.
- ÊPA! QUERO VER CRIANÇAS NASCENDO NÃO!!! – Blake.
- NÃO SEJA IDIOTA BLAKE! – Suzan.
- TIA VOCÊ TÁ FAZENDO A RESPIRAÇÃO CACHORRINHO? – Megan.
- SILÊNCIO!!!! – Melanie berrara fazendo todos se calarem. – Por Merlim, quanto desespero!
- Querida... É que... – James tentava sendo interrompido pela mão da esposa.
- Temos que levar Maya ao hospital imediatamente ou vocês querem que os bebês nasçam aqui? Vamos nos separar! – A loira franzia o cenho. – James, Johnny e Miguel carreguem Maya até o carro! Draco e Carter façam Cold voltar a si! Amy acompanhe sua mãe no carro! Suzan, Harry e Megan sigam para o Ministério e avisem os avós! Sophie, Blake e Lana apartem para o St.Mungus e mandem irem preparando a sala de parto! Ufa! O que estão esperando! ANDEM LOGO!

A movimentação não poderia ser maior, Melanie fiscalizava tudo com os olhar azul sobre todos, não tardou até todos estarem no St.Mungus sorridentes.

- Eles não são uma gracinha? – Maya perguntara com um leve sorriso.
- Quando eu nasci eu era mais bonito! – Draco fazia uma careta.
- São a cara do papai... – Amy brincava com os dedinhos de um dos bebês.
- Já escolheram os nomes? – Carter perguntara escorado na porta.
- Zack e Jack... – Cold falara sorridente. – Minha genética é perfeita mesmo! Todos loiros de olhos claros!
- Poupe-me Cold! Acabei de sair de trabalho de parto! – Maya fazia uma careta fazendo todos gargalharem.

Aquele pequeno momento naquele quarto de hospital onde dois bebezinhos dormiam no colo da mãe, fizeram com que todos sentissem que a paz estava voltando a reinar, era como se um pedacinho do céu estivesse ali presente e reinando. E com a paz voltando a reinar, alunos devem voltar a sua escola, e lá estavam eles os sete frente aos imensos portões do Castelo ed Hogwarts.

- Não lembro disso ser tão grande... – Blake comentava risonho.
- Finalmente chegaram! – Hagrid aparecera no portão o abrindo com as chaves. – Vocês... Estão... – O meio gigante começava a chorar.
- Estamos bem Hagrid, não precisa chorar! – Harry aproximava-se risonho.
- EU SENTI TANTA FALTA DE VOCÊS!!! – Hagrid abraçava todos com seus abraços quebra ossos.
- Tudo bem, estamos bem! Pode nos soltar! – Megan sorria amarela.
- Vamos, estão esperando por vocês! Vamos entrar! – O meio gigante sorria abrindo passagem para os jovens.

Assim que eles atravessaram os jardins, puderam notar vários estudantes os olhando assustados, e logo avistaram uma garota trajada com as vestes a grifinória, com os cabelos loiros escuros lisos e os olhos verdes correndo no meio do jardim em direção a todos. A garota dera um imenso salto caindo em cima de Blake que fora ao chão junto da garota.

- BLAKE!!! – Ashlee gritara empolgada.
- Ei ei ei, ow, ow! Cuidado com a louça ainda tô ferrado! – Ele ria debaixo dela.
- Senti sua falta... – Ela falava colocando um fio de cabelo atrás da orelha.
- Eu também Ash.. – Ele a olhava nos olhos a girando na grama ficando sobre ela e a beijando com fervor.
- Ow! Dá para pararem com isso? – Harry franzia o cenho. – Estamos no meio dos jardins! Ashlee Potter não me mate de vergonha e...
- Deixa eles dois Harry! – Megan dava um cutucão na costela do namorado. – Estavam com saudades!
- Mas eles não precisam se agarrar aqui na frente de todo mundo! – O moreno emburrava.
- Então é verdade que vocês voltaram! – Lily aparecia ao lado de Jay e atrás deles uma multidão se alastrava.
- Senti sua falta cara! – Jay cumprimentava Harry com um belo aperto de mão.
- Parece que meu irmão está ocupado no momento! – Dean ria-se ao ver Ash e Blake se agarrando no gramado.
- Põe ocupado nisso... – Carter murmurara olhando o agarramento.
- MANINHAA!!! – Cassy surgia no meio da multidão abraçando Megan fortemente.
- Calma Cassy eu ainda ando sensível! – Megan reprimia uma careta.
- Parece que ás coisas agora voltaram a ser como antes... – Suzan sorria abertamente enlaçando a mão de Draco.
- As coisas nunca vão ser como antes Suzan... – Draco a olhava sério fazendo a garota soltar a mão do mesmo e ir a direção a Amy e Sr.Butocas que estavam sendo alvo de várias perguntas.
- Você pegou pesado Draco... – Carter comentava.
- Do que está falando? – O loiro franzia o cenho.
- Nada... Nada... – Carter girava os olhos. – Vamos entrar para o castelo, essa multidão anda me irritando...
- Hey! Estão fugindo? – Megan se colocava atrás dos dois.
- Tentando... – Draco sorria fracamente.
- Ótimo! Leve-nos com vocês! – Harry piscava maroto.

Carter e Draco apenas deram os ombros e seguiram em direção do castelo, assim que entraram notaram todos os professores os encarando com sorrisos imensos.

- Nem acredito que voltamos a Hogwarts! – Harry estralava o pescoço.
- Mas o que é... – Megan parara de andar e fitava o alto duma parede perplexa fazendo Draco, Harry e Carter pararem de andar subitamente para encarar também.
- COMO ASSIM NOSSOS PONTOS ESTÃO ZERADOS? – Harry berrara inconformado.
- ZERADOS? VEJA DIREITO POTTER! ESTÃO NEGATIVOS! QUE PORRA É ESSA? A SONSERINA NUNCA ESTEVE NEGATIVA? – Draco berrara.
- CARALHO COMO ISSO FOI ACONTECER? – Carter se desesperava.
- Creio que pelos palavrões alheios, deveriam perder mais pontos... – A professora Kian falava risonha.
- Ficou louca mulherr?? – Blake surgia atrás da mesma de mãos dadas com Ashlee.
- Na verdade... – Katty sorria levemente. – Todos perderam pontos menos a Cornival que foi a única casa a não quebrar todas as regras de Hogwarts.
- Mas quebramos as regras por motivos sérios! – Amy aparecia revoltada.
- Sei que foi com a melhor das intenções... – Sam tocava o ombro da loira.
- Mas regras são regras... – Tonks surgia no alto da escada. – Espero que tenham voltado com muita vontade de estudar, afinal possuem muitos deveres acumulados! Agora vão para o almoço e se preparem para as aulas!
- Eu posso voltar para a guerra? – Blake muxoxava. – Prefiro treinamento Veela do que deveres, provas, escola... EU TÔ NO INFERNO!!!
- Menos drama Blake! – Ash girava os olhos fazendo todos gargalharem.

Os dias se passavam rapidamente em Hogwarts, Draco sempre estava na biblioteca estudando ou pesquisando sobre o que lhe acontecera sempre junto de Carter, ambos só largavam a biblioteca para jogar quadribol e freqüentar as aulas. Blake parecia fazer de tudo para conciliar seu tempo entre, estudar, jogar quadribol, pesquisar na biblioteca com Carter e Draco e namorar Ashlee que parecia que estava numa carência interminável. Harry e Megan sempre estavam juntos estudando e namorando, todos já até haviam se acostumado ao ver Harry com a baixinha ruiva andando de um lado para o outro. Suzan parecia passar mais tempo estudando sozinha nos jardins, mas muita das vezes estava na companhia de Dean, seu irmão mais novo, Lily e Jay, ou então estava estudando na biblioteca junto de Amy e Ashlee.

- Finalmente acabamos! – Ashlee espreguiçava olhando para Suzan e Amy.
- Pelo menos não incendiei o pergaminho dessa vez! – Suzan sorria fracamente.
- Seus poderes andam mais sem controle do que nunca, por que não fala o que está havendo?- Amy perguntara séria.
- Eu acho que tem haver com um certo loiro...- Ash apontava com a pena para Draco que adentrava junto de Blake na biblioteca. – Você e Draco terminaram?
- Não, mas... – Suzan engolia em seco. – De certa forma não estamos mais juntos...
- Não entendi. – Amy piscara séria.
- Não ficamos juntos desde que retornamos da batalha, Draco me evita, não me toca, não ficamos juntos... Somos um casal que não é mais um casal entende? – Os olhos castanhos da ruiva enchiam-se de lágrimas.
- É melhor sairmos daqui então... – Amy juntava os livros. – Não vai querer que ele te veja nesse estado vai?
- Você tem razão! – Suzan forçava um sorriso juntando as coisas e levantando-se também.
- Vão na frente, vou dizer “oi” pro Blake! – Ashlee piscava marota indo em direção a mesa dos rapazes.

Amy e Suzan já estavam saindo pela porta da biblioteca quando se escutara um baque de dois corpos indo ao chão. Carter e Amy haviam se esbarrado fortemente fazendo com que a mochila do sonserino fosse ao chão e as coisas da grifinória se espalhassem. Ambos trocaram olhares sérios e sem falar nada ambos cataram suas coisas e levantaram-se.

- É bom saber que ainda usa meu colar... – Carter murmurara de costas de uma forma que só Amy escutasse, em seguida foi a direção da mesa dos rapazes e lá se sentou.

Amy ficou atônita levando uma mão até o colar e o segurando firme, Suzan a encarou sem entender e logo Ashlee se juntara ao grupo. As três andavam juntas pelos corredores em silêncio até Suzan dizer que precisava mandar uma carta aos pais e mudara o caminho indo direto ao corujal. Ashlee e Amy continuaram o longo caminho até chegarem na torre da grifinória e subirem para o dormitório.

- Amy... Precisamos conversar... – Ashlee jogava suas coisas sobre a cama e Amy já estava deitada em sua cama com Sr.Butocas sobre sua barriga.
- Fala... – A garota respondia indiferente.
- Você e Carter não conversam mais... – Ashlee sentava na beirada da cama da menina.
- As coisas mudaram Ashlee...
- Verdade, mudaram porque vocês quiseram! – Ash falava nervosa. – Olhe para você! Está fechada, não se abre mais com ninguém! É que nem Suzan! Eu sei que o que vocês passaram foi sério, mas...
- Ashlee você não sabe de nada.
- CARTER SALVOU SUA VIDA!
- As coisas não são bem assim Ashlee... – Amy parecia se controlar levantando-se da cama fazendo Butocas rolar para o lado.
- Eu sinto sua raiva Amy, mas eu não sei do que sente raiva... – Ashlee a fitava séria.
- Eu já disse, as coisas mudaram.
- QUER PARAR DE REPETIR ISSO? EU SEI QUE VOCÊ, DRACO, BLAKE, SUZAN, HARRY E MEGAN PASSARAM POR POUCAS E BOAS OK? EU QUERIA ESTAR AO LADO DE VOCÊS, MAS NÃO PUDE! O QUE EU TENHO VISTO É QUE APENAS HARRY E MEGAN ESTÃO DISPOSTOS A RETOMAREM UMA VIDA!
- EU NÃO PRECISO DE SEUS CONSELHOS ASHLEE!!! – Amy berrara fazendo um jato sair de seu corpo e quase acertar Ashlee que ficara horrorizada.
- Seus poderes...
- Me desculpe... – Amy baixara os olhos. – Eu... É como Draco diz, somos perigosos, somos armas vivas... Eu não sei se consigo controlar todo esse poder Ash... – A loira desabara na cama colocando a cabeça dentre as mãos.
- Por isso tem evitado Carter? – Ashlee aproximava-se sentando-se ao lado de Amy.
- Sinto que posso matar alguém apenas de tocar a pessoa e tem horas que... Que eu sinto uma raiva tão grande de Carter que... Que eu sinto vontade de mata-lo.
- Amy...
- Megan e Harry estão juntos, conseguem controlar seus poderes porque estão felizes juntos! Eles resolveram ignorar a presença dos poderes que possuem, mas eu não posso fazer isso, e entendo que Draco, Blake e Carter também não queiram evitar. Suzan parece querer esquecer, mas com Draco tão ausente assim creio que ela não vai conseguir, a verdade Ashlee é que Megan e Harry foram os que saíram menos machucados nessa batalha.
- Você sabe que eu estou ao seu lado, não sabe? – Ashlee dava a mão para Amy. – E estarei sempre se você permitir! Somos primas e amigas e eu jamais me perdoaria se você não confiasse mais em mim...
- Eu confio em você Ash... Mas faz dois meses que acabou a batalha e faz dois meses que eu não confio em mim mesma...

Ashlee deitara a cabeça da prima em seu colo e logo sentiu suas pernas molharem com as lágrimas de Amy, ela podia notar os objetos flutuando pelo quarto a cada lágrima derramada pela sua prima.


Dean estava sentado na escadaria do corujal junto de Lily quando Suzan passara por ambos avisando que mandaria uma carta. A face de choro da ruiva era evidente o que fez os dois quintanistas levantarem-se receosos e trocarem olhares severos.

- Estou preocupada com ela Dean... – Lily comentara. – Suzan não está bem, ou melhor... Ela e Draco não estão bem.
- Os sete mudaram muito após essa guerra... – Dean olhava os olhos azuis da garota. – Meu pai disse que isso poderia acontecer.
- Seu irmão não mudou muito... – Lily sorria fracamente. – Ele anda normal com a Ash, ela está até satisfeita dizendo que nunca recebera tanta atenção.
- Blake mudou bastante... – Dean sorria. – Ás vezes ele nem parece ele próprio, eu vejo que ele anda se desdobrando em tudo, em controlar os poderes, em ficar com a Ash, em ajudar Draco e Carter a achar pistas, em estudar e em jogar quadribol...
- Quem diria que ele iria amadurecer assim um dia... – Lily sorria.
- Blake sempre foi maduro Lil, mas nunca quis demonstrar, a verdade é que agora ele precisa ser mais maduro e forte do que nunca, os amigos dele dependem disso.

Dean olhou pela última vez para a torre do corujal, Lily apenas tocou o ombro do mesmo e o puxou para saírem dali, ela sabia que Suzan deveria estar querendo ficar sozinha no momento.


A noite estava gelada quando Draco corria em direção ao corujal, havia prometido a seu pai mandar uma carta toda semana contado dos acontecimentos e se já havia descoberto algo. Assim que adentrara o corujal notou uma bela garota de cabelos ruivos de costas para si, caminhou lentamente até ela e retirou sua capa botando sobre os ombros da mesma.

- Está frio para ficar sem capa, vai adoecer... – Ele murmurara encostando na parede ao lado dela.

Por Merlim, como Suzan estava linda! Fazia tempo que ele não reparava na garota, os lábios dela estavam mais avermelhados do que nunca assim como suas bochechas haviam ganhado um tom róseo e os cabelos mais alaranjados. Ela retirara a capa do loiro e a entregara ao mesmo.

- Como se você se importasse... – Ela falara cortante o encarando nos olhos.
- Hum? – Draco arqueava uma sobrancelha. – Do que você está falando?
- De tudo Draco! – A garota suspirava fundo e se afastava dele. – Faz dois meses que não conversamos, não nos tocamos, não ficamos juntos! Dois meses! – Ela esbravejava. – Você anda distante.
- Suzan... – O loiro passava a mão pelo cabelo. – Todos se conformaram com o que aconteceu! – Ele suspirava fundo. – Mas eu quero saber o que houve comigo!
- Não é melhor deixar isso de lado? Draco já fazem dois meses! – A garota pedia chorosa.
- Carter também não deixou de lado! – Draco franzia o cenho afastando-se.
- Carter não é meu namorado! Se é que eu ainda tenho um!
- Do que você está falando? Lógico que eu sou seu namorado!
- Draco o que eu não entendo é... POR QUE ESTÁ FAZENDO ISSO CONOSCO?
- VOCÊ NÃO ENTENDE QUE SOMOS UM PERIGO? SOMOS UMA ARMA SUZAN! E PELA NOSSA SEGURANÇA EU...
- NÃO É DISSO QUE ESTOU FALANDO! ESTOU FALANDO DE NÓS!
- O que tem nós? – O loiro se assustava ao ver ás lágrimas escorrerem pela face da garota.
- Você anda tão obcecado com o que aconteceu que não vê o que está acontecendo! Draco eu... Eu quero terminar!

Aquele fora um baque inesperado para o Sonserino, Draco encarava Suzan com uma expressão perplexa na face como se não acreditasse no que ela estava falando. Suzan estava séria e determinada, a face banhada pelas lágrimas e pela expressão de mágoa só fizeram Draco perceber o quanto ele devia estar a fazendo mal. Ele olhou para os lados e notou algumas tochas do corujal se acenderem, Suzan estava perdendo o controle de seus poderes.

- Faça o que achar melhor. – Draco murmurara friamente.

Os olhos castanhos de Suzan esbugalharam, ela dera uma última olhada no loiro e saíra correndo do corujal fazendo menção em dar um esbarrão no ombro do mesmo. Draco nunca fora tão frio e cafajeste quanto naquele exato momento.

O loiro baixou os olhos deixando uma lágrima escorrer, em seguida abriu a mão e uma pequena estátua de Suzan surgira, a estatua chorava. Ele fechara a mão bruscamente quebrando a estatua de gelo em mil pedaços e em seguida dera um belo soco na parede de pedra fazendo todas as corujas se agitarem, o soco fizera com que as paredes se congelassem e Draco sentasse no chão sujo amargurado.


O boato do término de namoro de Suzan e Draco logo invadira toda Hogwarts, muitos encaravam os dois com pena, mas o que era mais estranho é nenhum deles mostrar reação nenhuma em relação ao fim daquilo tudo. Ashlee e Amy evitavam ao máximo tocar no assunto para não deixar a ruiva mais triste, mas Suzan parecia querer se reerguer a cada dia que se passava. E Hogwarts já havia voltado ao normal, a mesma vida de sempre, as mesmas pessoas de sempre, as mesmas aulas, o mesmo tudo.


- E então? Vai me falar por que me trouxe aqui, ás... Cinco horas da manhã?

Ashlee perguntava a Blake quando ambos chegaram aos telhados do castelo, Blake tinha uma expressão séria e distante na face que fazia a grifinória se arrepiar.

- Olha... – Ela suspirava fundo. – Se quer terminar comigo, termina logo, eu não vou brigar e nem nada e...
- Ashlee... – Blake a cortara olhando as estrelas no céu. – Após a formatura de amanhã, quando eu sair de Hogwarts, vou viajar com Draco e Carter por uns tempos.
- Para onde vão? – Ashlee perguntara seca.
- Encontrar respostas.
- Carter e Draco podem encontrar as respostas sozinhos! – Ash emburrava.
- Não, eles não podem! – Blake a encarava nos olhos. – Ash, eu, Draco e Carter somos uma equipe! Sempre estamos juntos desde sempre, eu não vou os deixar na mão!
- E vai me deixar na mão?
- Você é minha namorada, minha melhor amiga! Ashlee se me perguntassem hoje com quem eu quero passar o resto da eternidade eu não hesitaria de responder você! Acontece que a situação é critica, eles precisam de mim! Você sempre foi auto-suficiente, nunca precisou de ninguém e...
- Eu sempre tive você ao meu lado! – Ashlee falara nervosa. – Por isso nunca precisei de ninguém! Sempre estávamos juntos desde pequenos se lembra? Mas... Se eles precisam vai com eles!
- Você vai me esperar? – Blake segurava firmemente o pulso da garota.
- Não posso te responder algo que não sei... – Os olhos dela baixavam-se.
- Eu sabia que iria responder isso... – Ele sorria fracamente a abraçando e beijando sua testa. – Eu te amo Ashlee Potter, mas tenho que terminar com você...

Ashlee se afastara de Blake e o encarara nos olhos, os olhos do Sonserino tinham algumas lágrimas nas quais ele segurava, a garota aproximou-se o beijou com todo amor que tinha, em seguida se afastou e lhe acertou um belo soco na face que fez o rapaz cambalear e a olhar com um sorriso maroto que fora correspondido.

- Boa viagem... – Ela murmurara. – Amanhã eu só quero ver como será na formatura, ouvi dizer que vocês tem uma aposta...
- Acredite você irá se divertir! – Blake sorria a vendo se afastar. – Ashlee!
- O que?
- Você não disse que me amava!
- Eu não preciso dizer... – Ela sorria e voltava a andar.
- Ashlee!!
- Que é?
- Vai me esperar?

Ela apenas sorriu e mostrou o dedo do meio para Blake e voltou a sair correndo dali, Blake gargalhou e voltou a olhar o céu, o dia estava amanhecendo e ele estava lá com as mãos no bolso. Logo iria se formar e sairia de Hogwarts, iria buscar respostas com seus melhores amigos.


Tonks estava acomodada em sua mesa quando a porta de sua sala se abrira e Cold adentrara junto com Maya e os gêmeos no colo, a diretora mudou os tons do cabelo para um azul bebê e aproximou-se do casal risonha acariciando os lindos bebezinhos. Maya logo tratou de levar as crianças frente aos quadros de Minerva e Dumbledore que sorriam para as crianças.

- Queria me ver antes da formatura dos rapazes? – Cold perguntava já se sentando frente a mesa da diretora.
- Sim, alguns assuntos a se tratarem... – Tonks sentava-se frente a ele. – Parece que seu filho, junto de Blake e Carter andam querendo sair daqui de Hogwarts após a formatura e viajar em busca de respostas...

Maya aninhou os bebes e os colocou no carrinho e logo sentou-se ao lado do marido para prestar atenção na conversa.

- Sim é verdade, eu soube da decisão de ambos quando me escreveram na semana passada... – Cold respondera naturalmente.
- Você deve concordar comigo Cold que existem mistérios que não devem ser revelados, por que os alimenta a revelá-los?
- Porque se eles não os revelarem não terão paz de espírito Tonks. Você conhece meu filho sabe o quanto é determinado! E Carter, bem... O coitado passou por muita coisa merece saber o que há por trás de todo esse mistério que voa sobre sua cabeça! E todos sabemos que aonde Carter e Draco vão, logicamente Blake também irá! E virse versa.
- Entendo... Então dê isto a eles... – Tonks retirara um livro da escrivaninha. – Talvez seja útil para eles desvendarem tais mistérios.
- Fico agradecido! – Cold sorria maroto.
- Bem a segunda a coisa a tratarmos é... – A diretora apontava para a porta da sala que abria-se e uma loira adentrava.
- Amy? – Maya franzia o cenho. – Algum problema?
- Acho melhor vocês conversarem a sós, depois apenas me comuniquem a decisão, com licença...

Tonks se retirara da sala deixando a loira com os pais, Cold endireitou-se na cadeira para escutar melhor o que a filha tinha a dizer, enquanto Maya parecia mais preocupada do que nunca.

- Tenho um comunicado a fazer a vocês dois... – Amy aproximava-se decidida.
- Ora! Faça-o então! – Maya cruzava os braços.
- Escrevi semana passada a Rainha Akari, eu não tenho me sentido bem em Hogwarts, meus poderes tem crescido rapidamente e temo ferir alguém sem querer, esta semana eu explodi quatro árvores na floresta proibida durante uma aula de Trato de Criaturas Mágicas, com isso tudo eu decidi que não irei terminar Hogwarts.
- COMO É QUE É? – Maya berrara fazendo os gêmeos começarem a chorar.
- O que pretende fazer então? – Cold perguntara sério.
- Quero ir para a Floresta das Veelas, por um período de tempo indeterminado.
- Negativo! – Maya falava nervosa tentando acalmar os bebês.
- Por que de todos os lugares do mundo optou por lá? – Cold perguntava calmo.
- Foi o único lugar que me deu paz de espírito, creio que se eu for lá conseguirei aprender a controlar melhor meus poderes e conseguirei consertar minha Lança... – Amy fazia um sinal com as mãos fazendo a lança surgir quebrada.
- Akari autorizou sua estadia? – O loiro tornava a perguntar.
- Disse que será uma honra me ter como convidada.
- Cold não está pensando em... – Maya se metia.
- Eu aprendi que o melhor lugar para nós é aquele que nos sentimos bem, no momento nossa casa não seria o melhor lugar para Amy, parece que ela tem que se controlar a cada segundo para não ferir ninguém, se ela pensa que a Floresta das Veelas será perfeito para ela relaxar, não vejo porque não.
- Mas enquanto Hogwarts? Ela tem que se formar! – Maya entrava em pânico.
- Akari será uma excelente professora... – Cold sorria. – Creio que Tonks concordará comigo sobre Amy se formar com as Veelas da Floresta.

A porta da sala novamente se abrira e Tonks adentrava sorridente.

- Não vejo problema algum se é melhor para a garota!
- Que coisa feia Tonton! Ouvindo atrás da porta! – Cold sorria galante. – Bem parece que já está tudo decidido! Quando deseja partir para a Floresta querida?
- Após a formatura dos meninos... – Amy respondera com um sorriso sincero nos lábios.

Maya apenas aproximou-se da filha e lhe abraçou fortemente, um abraço que fora retribuído da mesma forma.

- Posso ir te visitar lá?
- Sabe que sim mamãe! E leve os gêmeos! Eu prometo voltar logo para casa!
- Hey! Eu estou começando a ficar com ciúmes dessa relação de vocês! – Cold emburrava logo sendo abraçado pelas duas mulheres.

Tonks apenas assistia tudo com um sorriso imenso, finalmente as coisas pareciam que iriam se acertar de vez.


No campo de quadribol todos estavam se acomodando, pais, alunos e professores, todos prestes a dar os parabens aos formandos daquele ano. Um pequeno palco fora colocado no centro do campo e umas cadeiras ontem os alunos do sétimo ano deveriam sentar-se frente ao palco. Logo todos estavam lá sentados e organizados.

- Minha garotinha já está saindo de Hogwarts! Eu não acredito! – Johnny falava emocionado dando uma bela fungada.
- Ai Johnny! Para com isso está todo mundo olhando! – Lana girava os olhos.
- Você está mandando meu bebê para Paris! Como queria que eu ficasse Lana?
- Ela está indo realizar um sonho John! Daqui a dois anos ela volta, que drama! – A oriental girava mais ainda os olhos.
- Eu não acredito é que Blake está se formando! – Sophie gargalhava.
- Acredite querida, não és a única! – Miguel se juntava a ela na gargalhada.
- Harry se formando esse ano, passou tão rápido... – Mel suspirava.
- Ano que vem é Ash e depois Lily, é Melzinha estamos ficando velhos! – James coçava a testa.
- Velhos? Não fala essa palavra perto de mim! – Cold aparecia ao lado deles junto de Maya.
- Eu ainda tenho bebês sou uma jovem mãe! – Maya gargalhava.
- Que seja! Essa formatura não começa não? – Johnny reclamava.

Logo o silêncio tomou conta do campo, todos os alunos do sétimo ano adentraram a quadra e sentaram-se frente ao palco que logo fora ocupado pelos professores e pela diretora.

- Eu não estou vendo o Blake... – Miguel franzia o cenho.
- Nem eu estou vendo Harry, nem o Jay e muito menos o Carter... – James fazia o mesmo.
- E Draco! – Cold sorria maroto. – Parece que a formatura vai ser animada!
- Do que vocês estão falando? – Sophie perguntava.
- Nada Cenourinha, nada não! – Miguel sorria amarelo. – Espero que não aprontem tanto! – Ele murmurava para James que gargalhava.


Dentro do vestiário masculino podia-se cinco garotos, ambos com sorrisos marotos na face.

- Nossa aposta chegou ao fim Draco... – Harry falava risonho.
- Perfeito final de ano... – Draco segurava uma bela taça na mão.
- Isso não vai ser muito agradável... – Carter estralava as mãos.
- Quem disse que tudo deve ser agradável? – Blake sorria.
- Vocês acham que algum deles pensa no que pode acontecer na entrega dessa taça? – Jay perguntara com as bochechas coradas.
- Para seu bem acho que não, mas não se preocupe, qualquer coisa falo para minha irmã que te forçamos!
- Lily vai me matar Harry! – Jay suspirava fundo.
- Aposta é aposta Longobotton! Agora para de corpo mole e vamos logo entregara taça! – Draco revirava os olhos.



- Como diretora de Hogwarts, este ano eu quero parabenizar a todos pelo excelente desempenho, cada um de vocês aprenderam e ensinaram a cada um de nós! Hogwarts sempre estará de braços abertos para vocês. Agora antes de entregar os diplomas, desejo entregar a Taça das Casas a casa campeã deste ano, a Cornival! Por favor Luke Ethan Mcquenzie Capitão do Time da Cornival, venha receber a Taça!


What's the difference of never knowing at all?
Qual é a diferença de nunca saber de tudo?
When every step I take is always too small.
Quando todo passo que eu pego é sempre tão pequeno
Maybe it's just something I can't admit but lately,
Talvez é somente alguma coisa que eu não possa admitir mais tarde.
I feel like I don't give a shit
Eu me sinto, Eu não dei uma merda



Luke recebera vários aplausos e ainda dera um selinho em Cassy que parecera ficar nas nuvens e Johnny se segurar para não saltar no meio do campo e socar aquele atrevido por beijar sua filha, em seguida Luke chegou ao palco, Tonks parecera procurar a taça com os olhos sem a encontrar lançando um olhar de dúvida para os professores.

Foi quando um jato de luz verde invadiu o céu, seguida de uma vermelha, todos olharam atentamente para de onde vinha as luzes: Os vestiários.


Motivation such an aggravation,
Motivação semelhante uma circunstância agravante
Accusations don't know how to take them,
Acusações não saber como pegá-los
Inspiration's getting hard to fake it.
Inspirações ficando difícil falsificá-lo
Concentration's never hard to break it.
Concentração nunca é dificil quebrá-la
Situation never what you want it to be.
Situação que você nunca quer viver



A imagem de cinco rapazes nus carregando a imensa taça fizera com que muitas garotas dessem gritinhos. Nem mesmo Amy conseguira controlar a gostosa gargalhada, Carter seguia a frente junto de Draco, logo atrás Blake acenando para todos, e logo atrás Harry e Jay completamente corados.

- Eu disse que não seria agradável... – Carter murmurara.
- Que isso! Até que ‘tá divertido! – Blake sorria e acenava.

Ashlee que estava na platéia acenava de volta e tirava um monte de fotos, Suzan chorava de rir ao ver a cara de espantos dos professores. Tonks parecia que iria ter um enfarte de tanto rir, a diretora se quer conseguia se controlar.


What's the point of never making mistakes?
Qual é o ponto de nunca cometer erros?
Self-indulgence such a hard habit to break.
preguiça tal um hábito a quebrar.
It's all just a waste of time in the end.
É tudo só uma perca de tempo no fim.
I don't care so why should I even pretend.
Eu não me importo então por que eu deveria fingir.
Motivation such an aggravation,
Motivação semelhante uma circunstância agravante
Accusations don't know how to take them,
Acusações não saber como pegá-los
Inspiration's getting hard to fake it.
Inspirações ficando difícil falsificá-lo
Concentration's never hard to break it.
Concentração nunca é dificil quebrá-la
Situation never what you wanted
Situação que você nunca quer viver



- Luke querido!!! – Draco começava. – Nós, como perdemos tristemente esse ano a copa das casas...
- Nem Grifinória e nem Sonserina venceram após sete longos anos... – Harry complementava.
- Viemos aqui lhe trazer a Taça pessoalmente! – Carter alargava o sorriso.
- Afinal a Cornival merece isso e muito mais! – Blake piscava maroto.
- Então aqui está para você, a Taça das Casas! – Jay anunciava.

Muitos aplausus e Fiu-Fius começara a ser ouvidos. Luke apanhou a taça corado e risonho, logo tratando de se apressar e sentar-se.

Draco, Harry, Blake, Carter e Jay fizeram uma reverência pomposa, e logo foram cobertos por túnicas jogadas por Rachel e Samantha, os cinco logo trataram-se de sentar-se.


Nothing's new, everything's the same.
Nada é novo, tudo é o mesmo
Keeps on dragging me down, it's getting kind of lame.
mantendo arrastando-me, é um tipo de lama
Falling further behind, there's nothing to explain.
Caindo mais distante atrás, há nada a explicar
No matter what you say nothing's gonna change my mind.
Não importa o que você diga nada vai mudar minha mente.
Can't depend on doubt until the end.
Não pode depender da dúvida até o fim.
It seems like leaving friends has become
Parece como deixando os amigos que tem se tornado
This years trend and though I can't pretend.
Estes anos tende e embora eu não fingir
Im framed to be this way
Eu estou empacotado a estar neste caminho
It's not the same but who's to blame.
Não é o mesmo mas quem está a abominar
For all those stupid things I never said.
por todas aquelas coisas estupidas que eu nunca disse
.


- Bem após este incrível show dado pelos senhores, Malfoy, Zabine, Trent, Potter e Longobotton, creio que posso seguir com a entrega dos diplomas! – Tonks falara lançando um olhar para os rapazes que apenas acenavam e gargalhavam. – Cassy Belle Weasley da Cornival!

Cassy levantara-se lindamente, todos a aplaudiam como nunca, a garota estava mais pomposa e radiante. Megan gritava como louca da platéia.

- Annett Regina Adams, Sonserina.

Annett pela primeira vez era vista sem Kira, parecia mais outra garota, continuava com o ar imponente mas estava mais bondosa, recebeu o diploma e logo fora para a platéia encontrar os pais.

- Harry James Potter II, Grifinória!

Harry levantava-se ainda coberto pela túnica vermelha, ele apanhara o diploma e dera um sorrisinho de leve para Tonks, logo correra até Megan que estava na platéia e a beijara como nunca fazendo Johnny quase ter um ataque histérico.

- Matt Jason Thurmann, Grifinória!

Matt levantara-se rapidamente e logo apanhara o diploma e ficando ao lado de Michelle, Carter se surpreendeu por eles estarem juntos, mas logo sorriu lembrando do amor platônico da garota por si meses atrás, pelo menos ela parecia mais feliz.

- Jay Neville Longobotton, Grifinória!

Jay extremamente corado apanhou o diploma, Lily logo pulara de cavalinho nele e o beijara no pescoço falando que amara a entrada triunfal do namorado que ainda estava da cor dos cabelos de Suzan.

- Erick Bobby Kunis, Lufa-Lufa!

Erick apanhara o diploma e acenara para as professoras logo juntando-se aos pais. Tonks falara muitos nomes por horas corridas deixando no final apenas três Sonserinos sentados e risonhos.


Motivation such an aggravation,
Motivação semelhante uma circunstância agravante
Accusations don't know how to take them,
Acusações não saber como pegá-los
Inspiration's getting hard to fake it.
Inspirações ficando difícil falsificá-lo
Concentration's never hard to break it.
Concentração nunca é dificil quebrá-la
Motivation such an aggravation,
Motivação semelhante uma circunstância agravante
Accusations don't know how to take them,
Acusações não saber como pegá-los
Inspiration's getting hard to fake it.
Inspirações ficando difícil falsificá-lo
Concentration
Concentração
Situation never what you want it to be.
Situação que você nunca quer viver



- Carter Evan Trent, Sonserina!

Carter levantou-se e caminhou até Tonks a abraçando fortemente a erguendo do chão e apanhando o diploma e ficou ao lado do palco esperando os dois amigos.

- Draco Thomas Malfoy II, Sonserina!

Draco dera um salto da cadeira e correra até Tonks apanhando o diploma e a girando no alto causando gargalhadas, em seguida parara ao lado de Carter.

- E por último, Blake Steve Zabine, Sonserina!

Blake recebera uma imensa salva de palmas, ele despiu-se novamente, apanhou o diploma e ainda deu um beijão na bochecha de Tonks que teve que murmurar um feitiço para o Sonserino a largar. Logo os três estavam juntos e apontando as três varinhas para o céu.

Never what you want it to be.
nunca o que você quer viver
Never what you want it to be.
nunca o que você quer viver


- Um excelente final de ano! – Blake gargalhava.

Várias serpentes verdes saíram das três varinhas e voaram ao céu, não tardou até vários leões também invadissem. A sorte era que apenas os três e Harry e Jay sabiam aqueles feitiços que demonstravam que aquele dia era da Grifinória e da Sonserina.


A festa estava ótima, até mesmo James e Mel dançavam na pista de dança montada no salão principal. Johnny ainda lamentava-se o novo namoro de Cassy e o fato dela ir para Paris, sendo consolado por Lana e por um copo de Whisky de Fogo. Miguel e Sophie bebiam e conversavam animados na mesa.

Enquanto isso Harry e Megan dançavam e se agitavam na pista de danças, Harry girara Megan umas três vezes até ela ficar tonta e esbarrar em James que pegara na mão da nora risonha, logo seu sorriso murchara.

- O que foi James? – Mel parara de dançar imediatamente.
- Ou nosso filho ficou noivou ou eu não sei o que esse iceberg faz no dedo de Meg! – James falara atônito olhando para o filho.
- Err... Era da Vovó Molly, mandou eu dar para alguém que eu amasse muito, quando ela se foi ela me deu e bem... Eu ia contar depois da formatura, Megan e eu ficamos noivos.
- COMO ASSIM VOCÊ E MEGAN FICARAM NOIVOS? – James berrara fazendo Johnny que bebia Whisky cuspisse tudo.
- Ótimo agora meu pai enfarta de vez! – Megan gargalhava.
- Bem vinda a família Potter querida! – Mel abraçava a ruiva.
- Err... Pai da próxima vez seja menos escandaloso! – Harry coçava a cabeça. – Se não Tio Johnny não agüenta.
- Eu quero saber direitinho essa história de noivado! – Johnny arrastava Harry e Megan para a mesa sendo logo seguidos por Mel e James que gargalhavam.

De longe eles eram observados, Maya murmurava um feitiço de dormir para os gêmeos enquanto Cold tinha uma conversa animada com Tonks. Maya pôde ver Suzan analisando Harry e Megan, viu como a garota estava tristonha, viu de longe Draco olhando para ela, e viu o momento em que ela saira de dentro do castelo.

- Filho! – Maya gritara.
- Precisa de algo? – Draco perguntara correndo até a mãe. – Problema com Zack ou Jack?
- Na verdade, preciso que vá até os jardins...
- Para quê?
- Apenas vá Draco... – Maya falara séria.

O loiro girara os olhos girando os calcanhares, não acreditara que graças sua mãe havia perdido a visão de Suzan, ele olhara a ruiva a noite toda tentando gravar todos seus traços para que quando fosse embora não se esquecesse de como ela era linda e como ele era idiota de te-la perdido.

Ao chegar aos jardins parou subitamente ao ver os cabelos ruivos balançando de acordo com o vento, ela trajava um vestido azul lindo que mais parecia um pedacinho do céu, abriu a boca levemente.

Come up to meet you, Tell you I'm sorry
Estou indo te encontrar, te dizer que eu sinto muito
You don't know how lovely you are
Você não sabe quão adorável você é
I had to find you, Tell you I need you
Eu tive que encontrar você, te dizer que eu preciso de você
And tell you I set you apart
E te dizer que eu te deixei de lado


Ela virara-se para ele lindamente, ficou ali parada o encarando com aqueles olhos castanho ternos. Ele não sabia o que dizer, apenas caminhou em direção a ela parando alguns centímetros, a fitando nos olhos.

- Draco o que...
- Não fala nada dessa vez, deixa o momento tomar conta... – Ele murmurara a beijando.

Suzan apenas teve tempo de enlaçar o pescoço do loiro e deixar ser beijada por aqueles lábios gelados e sentir-se flutuar.


Tell me your secrets, And ask me your questions
Me conte seus segredos, E me pergunte suas dúvidas
Oh let's go back to the start
Oh vamos voltar para o começo
Running in circles, coming tails
Atrás de nossos rabos
Heads on a silence apart
Pensando no silêncio quebrado


Amy havia subido até a maior torre de Hogwarts, pensando que poderia ficar sozinha ali, abrira a portinha quando notara um rapaz sentado ao lado de uma gárgula com um copo de cerveja amanteigada, ela já estava lá e o encarava, os olhos dele também a encaravam sérios.

- Amy... – Carter levantara-se caminhando na direção da garota como um lobo faminto.
- Afaste-se Trent.
- Já estou perto demais para me afastar. – Ele a encarava nos olhos.

Amy iria falar algo, mas seus lábios foram tomados pelos do sonserino, ela sentia um misto de ódio e amor dentro de si que quase a enlouquecia, ele podia sentir o mesmo.

Nobody said it was easy
Ninguém disse que era fácil
It's such a shame for us to part
Oh é mesmo uma pena nós nos separarmos
Nobody said it was easy
Ninguém disse que era fácil
No one ever said it would be this hard
Ninguém nunca disse que seria tão difícil
oh take me back to the start
Oh leve-me de volta ao começo



- O que pensa que está fazendo? – Suzan empurrara Draco e o olhava seriamente. – Quem pensa que é para brincar com os sentimentos das pessoas dessa forma? Como ousa!
- Suzan... – Draco passava as mãos pelos cabelos. – Eu sei que nada que eu disser vai fazer você me perdoar pelo modo que eu te tratei esses meses, mas eu quero que entenda você sempre foi única para mim desde o começo!
- Não me importa suas desculpas Draco! Acabou! Eu não... Eu não vou me permitir me magoar novamente por sua causa! – Ela virava de costas caminhando de volta para o castelo sendo puxada fortemente por Draco.

Ele virara a face dela para ele e a olhara com aqueles olhos azuis penetrantes, a ruiva pôde até sentir os cabelos de sua nuca se arrepiarem, Draco a beijou na testa levemente e se afastou.

- Eu vou voltar logo eu prometo.

Suzan esquivara-se novamente dele e fora em passos rápidos para o castelo, Draco apenas a fitou desaparecer.

I was just guessing at numbers and figures
Eu há pouco estava adivinhando, números e digitos
Pulling the puzzles apart
Solucionando os quebra-cabeças
Questions of science, science and progress
Questões de ciência, ciência e progresso
Do not speak as loud as my heart
Não falam tão alto quanto meu coração


Blake andava em passos acelerados em direção a pista de dança quando uma música lenta começara a tocar e vários rapazes cercavam Ashlee, delicadamente o Sonserino a arrastara do meio dos tigres famintos e a puxara para si mesmo.

- Não estamos mais juntos! – Ash o lembrava risonha.
- Isso não quer dizer que eu não deva ter ciúmes e quere-la só para mim essa noite... – Blake respondera. – Dança comigo só essa música...

Ashlee o enlaçara pelo pescoço e repousara a cabeça no peito do rapaz, Blake apenas apoiara o queixo na cabeça da mesma e sorrira, como era bom sentir o cheiro dela.


And tell me you love me, Come back and hold me
Diga-me que me ama, Volte e me assombre
Oh and I rush to the start
Oh e eu corro para o começo
Running in circles, Chasing tails
Correndo em círculos, Perseguindo rabos
Coming back as we are
Voltando para o que nós somos


Roupas estavam jogadas no chão, enquanto se ouvia leves gemidos vindo da torre, Amy e Carter faziam amor enquanto a luz das estrelas e da Lua eram suas confidentes, em torno de ambos algumas luzes se emanavam. Quando terminaram, Carter caíra ao lado de Amy e a puxara para um abraço, nenhum dos dois falara nada, apenas adormeceram nus e abraçados naquele lugar.

Nobody said it was easy
Ninguém disse que era fácil
Oh it's such a shame for us to part
Oh é mesmo uma pena nós nos separarmos
Nobody said it was easy
Ninguém disse que era fácil
No one ever said it would be so hard
Ninguém disse que era tão dificil
I'm going back to the start
Eu estou voltando para o começo.


O dia nem havia amanhecido e Cold entregara as chaves de um carro nas mãos de Draco, lá estavam eles, Cold, Miguel, Carter, Blake e Draco, todos frente a um belo carro negro que estava parado frente aos portões de Hogwarts.

- Caraca posso dirigir? – Blake pedia risonho.
- Não! – Responderam rapidamente Carter e Draco.
- Perguntar não ofende! – O rapaz fazia bico.
- Tomem cuidado nessa viagem, sempre nos mande noticias para sabermos como vocês andam... – Miguel falava sério.
- Pode deixar Papito! Escreverei quase todos os dias! – Blake piscava maroto entrando no banco da frente e recebendo um olhar mortal lançado por Draco e Carter. – Ok! Eu sei eu vou no banco de trás!
- Ainda bem que sabe! – Carter girava os olhos dando um leve aceno para Miguel e Cold e entrando no banco da frente em seguida.
- Cuide bem da mamãe pai e de Amy também, mamãe me contou sobre a Floresta das Veelas... – Draco falara sério.
- Vai ser o melhor para ela... – Cold abraçava o filho. – Tome antes que eu me esqueça, Tonks disse que seria útil... – Entregava o livro.
- Obrigado pai...
- Agora se manda logo que eu odeio despedidas! – O loiro virava de costas.

Draco sorrira e piscara para Miguel, em seguida adentrara o carro e dera a partida, de longe se via o carro negro desaparecendo na névoa. Miguel e Cold trocaram leves olhares e suspiraram, aquilo ainda ia dar o que falar.


Amy abrira os olhos ao sentir o Sol lhe tocar a face, recordou-se do que ocorrera na noite anterior, bastou Carter a beijar para eles fazerem amor, olhou para os lados, ele não estava lá e ela estava coberta com a capa do mesmo. Ela sabia que ele havia ido embora com seu irmão, vestiu sua roupa e se arrumou, agora cada um seguiria um rumo diferente. Um destino diferente.


O que Amy não sabe é que destinos diferentes na maioria das vezes se cruzam.

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