Adeus Luis,E o fim entre R/D

Adeus Luis,E o fim entre R/D



_O que você quer dizer com isso,Sirius? – perguntou Renata se levantando exaltada
_Que alem de termos que enfratarmos o Voldemort, temos que ter cuidado. Pois Ana não age por conta própria, e qualquer coisa, Voldemort pode mata-la.

Renata desabou no sofá. Luis passou o braço por seus ombros e Sirius fechou a cara.

_Voce tem razão, Sirius. – respondeu Remo.

Todos ficaram calados, pensando. Apenas Renata sentiu um calafrio. Isso novamente era um mal sinal. Uma rajada forte de vento abriu a janela, balançando as cortinas e desarrumando os papeis.Tiago fechou a janela e Renata abraçou com toda sua furça Luis. Sentiu um medo de perde-lo. Fechou os olhos com força. Sentia as lagrimas. Luis, ao perceber o jeito que a namorada ficará, a abraçou com força também. Sirius voltou seus olhos para a janela. Sentiu uma inveja imensa de Luis. E por isso se levantou.

_Pontas... Aluado.. eu já to indo.

Renata levantou a cabeça e depois se levantou cambaleante e foi na direção dele.

_Obrigado por estar nos apoiando Sirius. – disse ela
_Nao se preocupe. Eu vou ajudar em tudo, afinal, alem de Ana ser minha amiga, estamos quase nos formando na academia, e isso é como uma missão.
_Mesmo assim, valeu.
_Ok.
_Tchau Almofada. – disse Tiago quando Sirius estava quase na porta. Ele apenas virou e acenou, e logo depois montou em sua moto e foi embora. Logo depois, Luis,Remo,Lílian e Camilly também foram embora, sobrando apenas Tiago e Renata na sala. Após todos terem saído, Renata se deixou abalar. Se mostrava forte em frente das amigas para que elas pudessem continuar acreditando na esperança. Mas longe de todos, se entregou as lagrimas. Chorou. E muito. A garota escorregou do sofá e parou no chão. Se sentia tão fraca, tão inútil. Tiago sentou no sofá e abraçou a irmã. Passaram o tempo ali, abraçados. Renata chorando ele se segurando para também não chorar e demonstrar fraqueza perto da irmã. Estava cansado de perder os que amava para Voldemort e sua estúpida guerra. Samantha olhou os filhos. Também secansou dessa guerra.

_Entao...o que descobriram? – perguntou a velha senhora

Renata e Tiago se levantaram e foram abraçar a “mãezinha”.

_Só noticias ruins, Tia Sam. – disse Renata
_Minha querida, não deve desanimar. Logo vocês vão ver, Voldemort vai cair e Ana vai voltar ao normal.
_É o que eu espero mamãe. – comentou Tiago.
_Venham, vamos tomar um chocolate quente e depois vocês vão tomar um banho, principalmente você Re, que deve estar cansada, por causa da missão. Depois va dormir. Eu comunico ao curso...
_Nao posso faltar tia Sam! – exclamou a garota.
_Eu copio a matéria pra você... – disse Tiago
_Mas.... – quis interver a garota
_Está decidido. – disse Samantha por fim, e a jovem se calou.


//////////////////////////////////////// No outro dia ///////////////////////////////////////////////


Renata passou a manha inteira dormindo. Estava tão exausta e tão desanimada que nem quis selevantar da cama. Passara a ficar deitada, com as cortinas fechadas, deixando o quarto numa escuridão, e passou a ouvir a movimentação da casa. Foi quando a porta do quarto se abriu e Renata se sentou escorrada nos travesseiros.

_O que foi Gyli? – perguntou a jovem para a elfa domestica que entrará no quarto.
_A senhora perguntou se a jovem senhorita vai descer para tomar café, ou até mesmo, almoçar.
_Uhm...diga a tia Sam que só vou tomar um banho e já vou.
_Sim senhorita. – e saiu.

Renata foi até o guarda roupa e pegou uma blusa verde de alças, uma saia jenas preta com um sinto de tachas grande, e uma bota de couro que ia até o joelho. Pegou também um casaco de couro preto. Tomou um banho relaxante, prendeu os cabelos num rabo alto, e saiu para almoçar. Ao chegar lá se deparou com a tia.

_Houve um ataque e cancelaram a aula de hoje. Tiago mandou uma coruja dizendo para ir imediatamente para lá. – disse a tia
_O que? – assustou-se Renata
_Foi perto do St. Mungus – disse Sam olhando preocupada para a filha

Renata impalideceu. St. Mungus... Luis... o vento... a sensação de perda.... não podia. A garota apenas deu um beijo no alto da cabeça da dia e aparatou. Dessa vez ela não ia deixar Voldemort destruir sua vida. Não ia permitir.


///////////////////////////////////////////////// LUIS ////////////////////////////////////////////////////


O garoto tentava defender a qualquer custo o hospital. Conseguirá segurar tudo ate que os curandeiros retirassem todos os pacientes, mas não tinha certeza que conseguiria mais tempo. Voldemort passou a achar que ele seria um brinquedinho. Apesar da aparência magra e do jeito que tinha, Luis parecia fraco. Mas não era. Lutaria ate a morte pelas coisas que amava. Seu trabalho e .... Renata. Não queria morrer sem poder vê-la pela ultima vez. E pensar que a caixinha preta pesava em seu bolso. Iria pedi-la em noivado. Sentiu uma vontade de chorar. Mas não podia, nai ia demonstrar fraqueza.

_Quanto tempo acha que pode agüentar..senhor Bolevar? – perguntou Voldemort sarcástico.
_O tempo que for necessário, Tio Voldie. – respondeu seguro de si mesmo
_Seu namoro com a senhorita Potter, lhe deu essa sensação de segurança,moleque? Pois não se preocupe, logo vocês dois vão se ver de novo... mas nao nessa vida.
_Olha como fala da Renata! – urrou em fúria – não se atreva a encostar um dedo nela.
_Que amor tão lindo...mas... você nunca deparou que a garota não amava você?
_Pelo amor de Deus Voldemort...alem de tapado você agora é cego? – perguntou Luis
_Pior cego é aquele que não quer enxergar,Luis Eduardo! – comentou cínico.
_Cale-se!
_A...voce a ama, não é? Mas que pena que não viva o suficiente...
_Eu mandei você calar a boca!
_Ninguem me manda,saenhor Eduardo!CRUCIO! – VAMOS, CURVE-SE PARA MIM! E EU TEREI PIEDADE

Luis nunca sentirá tanta dor em sua vida. Seus joelhos começaram a ceder...mas ele não podia cair. Não se curvaria para um panaca feito o Voldemort. Não se curvaria... se lembrava da frase de Renata...”Nunca se rebaixe..deixe que outros façam isso por você”..nao se rebaixaria tanto...nao... não podia cair...
_NUNCA! – urrou ele em fúria
_Tem bastante força de vontade senhor Bolevar... pena que não é um Comensal.
_Tambem nunca seria um! – gritou ele. Colocou as mãos no joelhos para tentar recuperar o fôlego.
_Voce não sabe o que diz...
_Sei muito bem! Jamais me aliaria a um... maníaco depravado feito você.
_Dobre a língua a falar.
_Nao tenho medo de você.
_Mas deveria ter. De um alô a morte para mi senhor Luis Eduardo Bolevar. AVADA KEDRAVA!

Luis não teve tempo de pensar em nada. O raio verde simplismente o atingiu em cheio do peito...


_NAOOOOOOOOO!!! – gritou Renata ao ver a cena. Ela saiu correndo a tempo de conseguir pegar o corpo de Luis que iria cair no chão. Sentiu as lagrimas inundarem seu rosto. Sentiu seu coração quebrar. Luis...seu Luis...estava..morto. Voldemort apenar riu ao perceber o desepero da garota. Ela voltou seus olhos para ele e teve o ímpeto de tentar mata-lo, mas ele já tinha aparatado.
Tentou ver se ainda conseguia sentir o gosto do beijo dele, e lhe beijou os lábios. Mas eles quase já estavam frios e sem vida. Não haveria mais palavras de consolo, nem ombro maigo pra chorar. Somente um vazio deixado pelo amor que ela passará a querer descobrir. Deixou seu corpo cair e abraçada a o corpo, agora sem vida de Luis, e chorou, gritou , tentou ver se não era um pesadelo... mas a realidade era cruel. Perderá a pessoa que mais a amará na vida.

Sirius aparatou logo depois, e viu a cena. Nunca gostou de Luis, mas ver Renata ali, abraçada ao corpo sem vida dele, foi um choque. Se aproximou da garota e tentou tira-la dali.

_Nao! – gritou ela - eu não vou deixa-lo sozinho. Não vou Sirius! Não insista. Não vou abandonar o Luis...nao!
_Renata..venha..por favor!
_Não! – gritou ela entre lagrimas e soluços – não vou!
_Renata! – disse Sirius tentando levanta-la
_Me deixa em paz! Eu não vou sair daqui! Para de mandar na minha vida Sirius! Você não é meu pai!
_Renata! – gritou Cristopher e Tiago vindo correndo – mas o que acontec.... minha nossa! – exclamou o velho auror ao ver o corpo do “genro” sem vida. – Renata querida... venha...
_Nao vou! Não vou deixa-lo sozinho...

Tiago e Sirius trocaram olhares. Era melhor deixa-la ali, para se despedir. A garota continuou chorando abraçada ao corpo dele. E sentiu uma coisa bater em seu joelho. Foi quando viu a caixinha. Abriu ela com as mãos tremendo e se deparou com um único aro branco com um diamante solitário nele. Foi quando chorou mais ainda. Abraçada ao corpo e apertanto o anel na mão, chorou compulsivamente até os curandeiros lhe tirarem o corpo dos braços e lhe darem uma poção que a fez dormir na hora...

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Abriu os olhos lentamente. Sentia-se num lugar confortável. Foi quando a realidade cruel lhe fez voltar a tona. Sentou-se rapidamente. E passou a observar o quarto.

_Luis... – murmurou sozinha. Sentia novamente as lagrimas rolarem por seu rosto. Levantou da cama e andou lentamente até a outra ponta do quarto, onde havia um corpo coberto por um lençol branco. Abaixou e viu o corpo sem vida de Luis. Abraçou ele com toda sua força. Sirius entrou no quarto. Viu novamente Renata abraçada ao corpo. Caminhou até ela e a tirou de lá. Ela gritava e tentava se soltar mas Sirius era mais forte. Ele lhe virou num impulso e seus rosto ficaram a centímetros. Podia ver as lagrimas dentro dos olhos dela. Inclinou a cabeça devagar mas voltou ao normal. Não podia fazer isso. Apesar de nunca ter simpatizado com ele, não podia. Renata estava sofrendo muito, e em nome à memória do garoto, se afastou dela. Renata sentou-se na cama e abraçou os joelhos. Voltou a chorar. Sirius permaneceu calado. A figura abalada, triste, fraca de Renata estava lhe torturando. Voltou- se para a porta e saiu. Chegando a recepção disse a Lílian que podia entrar no quarto.

_Eu volto mais tarde,Lily. Cuide dela. – e saiu. Deixaria Renata sozinha por um tempo. Não podia impor sua presença, não agora que perderá o namorado. Olhou para o céu. A fina garoa começou a cair. Montou em sua moto e foi em direção a sua casa.


////////////////////////////////////////////////Lílian e Renata //////////////////////////////////////////////////



Lílian entrou no quarto. Viu a amiga lá. Os curandeiros já haviam tirado o corpo de Luis de lá. A garota olhava para o nada com as lagrimas ainda caindo no rosto.

_Re..?- perguntou ela
_Ahhh... oi Lily – disse a garota voltando seus olhos para ela.
_Voce...está bem? – “que pergunta idiota Lílian, é obvio que ela não esta bem” – gritou a consciência da ruiva.
_Estou...
_Nao minta Renata.

Ela se exaltou. Seus olhos adquiriram um brilho alaranjado.

_É obvio que não estou bem! Como você queria que eu estivesse? Dando uma festa depois que Luis morreu? – Gritou ela jogando toda sua raiva
_Amiga... – murmurou Lílian indo abraçar ela.
_Olha o que encontrei no bolso do casaco dele...

E entregou a caixinha para ela. Lílian pegou o anel entre os dedos e se deixou perder no brilho do diamante. Seu coração disparou,coitada de sua amiga. Ele ia pedi-la em noivado. Voltou seus olhos para a amiga que chorava. A abraçou com mais força.

_Voce não ta sozinha, amiga. Eu e Camilly vamos sempre te apoiar.
_E Ana???
_Não tivemos noticias dela ainda...
_Luis estava preparando uma formula para tirarmos o bracelete do braço dela... – voltou a chorar.
_Nós vamos trazer a Ana de volta amiga. Eu prometo.

Passaram o dia todo conversando. Embora passe todo o tempo calada, Renata ainda pensava... Luis...Ana...os pais da Lily...seus pais....Helena...Diego... um a um Voldemort foi tirando de sua vida. Um a um ele foi eliminando para causar impacto nela. Mas isso só fez seu ódio aumentar inda mais. Iria achar o medalhão, mas para destruí-lo. E isso bem na frente do Voldemort. Iria também descobrir a ligação dele com sua mãe... era isso que a intrigava. Passara muito tempo pensando nisso, mas não chegara a conclusão nenhuma. No outro dia a tarde seria o entero de Luis. A mae e os amigos dele estavam vindo.


/////////////////////////////////////////// NA MANSAO POTTER ////////////////////////////////////////////////


_Cristopher, querido, estou preocupada com Renata. Ela esta a muito tempo trancada no quarto. – disse Samantha – o enterro de Luis é daqui a pouco.

Renata vestiu um vestido preto, com um sinto de tachas, uma bota preta, um casaco de couro, e ainda a costumeira capa preta. Saiu do quarto com o buquê de rosas brnacas na mão. Aparatou onde seria o enterro. Lá estava. Levado pelos amigos da França, o corpo de Luis ia para o tumulo. Renata seguiu sozinha, atrás dele. Sentia as lagrimas. Não usava óculos escuros, como os outros, apesar do Sol que fazia. Ela não via nada, só o corpo que ia descendo. Após um toque de varinha, o tumulo de granito cinca se levantou. Renata observou a foto sorridente dele. Passou a mão sobre as letras do nome dele. Como queria ter mudado tudo... como queria ter chegado a tempo... Mas um pedaço de sua vida se fora...e ela não tinha forças pra continuar. Seu mundo desabará mais uma vez. Seus amigos viam a cena de longe. Renata nunca estivera tão abalada. Nunca tão vulnerável. Virou-se e aparatou. No lugar mais distante que consiguirá pensar. Aparatou numa praia. Em cima de uma rocha onde o vento do mar batia com toda a força em seu rosto. Sentou-se na pedra e ficou ali. Fechou os olhos e suspirou. Diego e Luis. Os dois Voldemort tirará de sua vida. Voldemort cumpriu sua ameaça. Tirou Luis de sua vida. Mas ela não podia deixar isso acontecer. Um a um estavam lhe abandonando, a deixando sozinha para enfrenta-lo sozinha. E o escolhido? Quando nasceria? Porque logo ela tinha que ser responsável por ele? Porque ela era a herdeira do medalhão? Porque???

_PORQUE????- gritou ela se levantando. Lagrimas voltaram a escorrer em seu rosto. Sua vida tinha chegado a um estado critico. E ela não podia deixar. Não podia se tornar fraca novamente. Não podia deixar Voldemort vence-la. Ela não ia deixar! – Voldemort...cuidado...dessa vez eu vou me vingar. – murmurou ela. E Novamente aparatou.



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_Renata o que está fazendo??? – perguntou Lílian ao vê-la entrar na sala de Luis.

Renata se lembrou de que Luis havia dito que estava terminando a formula para conseguir tirar o medalhão de Ana sem que a mente dela sofresse danos.
_Estou procurando as anotações de Luis. Achei! – falou ela ao encontrar o caderno. – mas...que poção complicada. Nunca fui muito boa em poções como Helena... mas...nao..nao vou conseguir preparar isso. Luis era bom em poções..eu não.
_Deixa eu ver. – disse Lílian. Ela leu as anotações todas e com um sorriso se virou para Renata – com a ajuda de Alice, que é boa em Herbologia, eu consigo preparar Re.
_Serio?
_Aham!
_Amiga! Que bom, assim podemos trazer Ana de volta.
_Pois é. Agora, eu tenho que voltar pro trabalho. Pode ficar um tempo aqui se quiser.
_É...eu vou ficar aqui. – respondeu ela.

Renata se sentou na cadeira na mesa de Luis. Havia a foto deles dois na formatura. Ela pegou a foto e passou a observa-la. Nesse dia estava tão feliz...eles haviam cantado... um lagrima caiu. E ela saiu do escritório deixando tudo para trás. Sentia muito a falta dele, mas não era certo fazer o mesmo que fizera com Diago. Ficar guardando a memória dele, lembrar dele toda a hora, ficar com a idéia de que ele não devia ter morrido...nao podia...tinha que deixa-lo descansar em paz. E depois se vingar. Era isso que ia fazer.

De noite, as amigas , mais Camilly se juntaram no apartamento de Renata p/ preparar a poção.Milly e Renata apenas ajudavam,já que ambas nunca gostaram de poções.

_Que coisa difícil... – resmungou Renata quando pela 3ª vez a poção explodiu.
_Pois é Re. – concordou Alice – mas segundo as anotações de Luis, é a única maneira. É uma poção muito difícil, e ainda falta alguns ingredientes.
_Quanto tempo demora pra ficar pronta? – perguntou Camilly
_Mais ou menos...duas semana. – respondeu Alice consultando as anotações.
_Tudo isso? – perguntou Renata nervosa
_Infelizmente,sim.
_Mas é muito tempo! Sabe-se lá o que esses maníacos vão apontar!
_Renata,calma! É a única chance que temos. Luis também sabia disso, senão ia dar uma poção mais fácil.

Diante do argumento Renata se calou. E voltou seus olhos para as amigas.

_Nao há como simplificar,Renata. Os erros podem ser catastróficos! – respondeu Alice quando Renata ia abrir a boca pra retrucar.
_Humph! – resmungou a garota e se sentou no sofá.

Passada as semanas, as amigas tinha que pensar num plano.

_O certo é que cada uma de nós fique com um frasco contendo a poção. – disse Lílian
_Sim. Mas como vamos fazer Ana aparecer? – perguntou Alice
_Muito simples. A “missão” dela é destruir a gente, o que temos que fazer é simplesmente aparecer. – respondeu Renata
_Otimo. Então está decidido.
_Ok. E boa sorte a todas. – disse Renata e aparatou no Beco Diagonal.

Ela foi andando calmente pelas ruas. Sentia-se vigiada, e apenas sorriu. Precisava de um pouco de diversão pra animar a vida, já que estava quase na reta final do curso, e com a morte recente de Luis...

Foi quando ouve uma explosão. “Rápido demais” – pensou Renata. Sacou a varinha e saiu correndo. Deu de cara com Camilly sendo atacada. Lily e Alice vieram correndo ao meu encontro.

_Otimo! Alem de destruir vocês três, ainda tenho a Alice...excelente. – disse Ana rindo.
_Cale a boca Ana.
_Meu nome não...
_ “É Ana” – completou Renata sarcástica – oras fique quieta.
_Sua garota metida...
_Sua estúpida!


As duas deixaram as varinhas de lado e partiram para a briga. Renata destampou o frasco contendo a poção e derramou no braço de Ana. A garota gritou. Estava queimando. Renata se afastou e se concentrou. Um circulo de fogo apareceu ao redor de Ana para que os comensais não pudessem passar e a poção fazer efeito. Logo chuvas coloridas de feitiços começaram a ir ao encontro das garotas. Renata virou um estrelinha e foi ao encontro de um comensal.

_Oras...se eu não encontro você de novo. – exclamou uma voz encapuzada.

Os olhos de Renata adquiriram um brilho alaranjado. Belatriz.

_Belatriz... quanto tempo.
_Pois é..continua estúpida e arrogante como sempre, Potter.
_E você continua sendo a mesma babaca humilhante de sempre...
_Oras sua...ESTUPEFAÇA!

Renata bloquiou o feitiço mentalmente e ergueu a mão direita. Logo Belatriz foi atirada para trás e desmaiou.

Voltou seus olhos para as amigas. Lílian,Alice e Camilly lutavam e Ana estava desmaiada no chão. O circulo de fogo se apagou quando Renata saiu correndo em direção a maiga. Segurnado Ana pelo pulso gritou:

_HORA DE IR! – e aparatou com a amiga no St. Mungus. Logo depois as outras apareceram.
Explicou todo o casa para ops curandeiros e eles acabaram levando ela para curar os machucados. Eles deram uma poção calmante para ela e logo adormeceu.

Quando acordou deu de cara com Remo que ficará ali logo depois do que soube.

_Remo...eu... – disse ela se sentando e olhando pra ele.
_Eu já sei de tudo, Dayana. Não se preocupe.
_Dayana? Você nunca me chamou assim...
_É sobre isso que quero conversar. Quando você foi enfeitiçada pelo Voldmeort eu percebi que... não ia dar certo. Eu também percebi que...nao gosto mais de você. O problema não pe você Dayana...sou eu.
_Remo...
_Nao ínsista. Eu espero que você seja feliz e encontre uma pessoa que te ame. Adeus Dayana. – e saiu deixando a garota com lagrimas nos olhos e vendo seu amor escapar por entre seus dedos.



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N/A:Esse sem duvidah foi o cap. mais trist q escrevi...a mort d Luis e o fim do "amor" entre o Remo e a Ana...

Foi mal pessoal o tempo q demorei pra postar essesa ultimos cap...mas eh q eu já comecei a escrever a nova fic...e por sinal ela ta bem legal...
Vai ter mt hisotria nova..varios personagens, mt briga diversao...enfim...eu achei qtah bem legal.

Espero q estejam gostando da fic, e eu toh pensando em adiantar um pouco essa historia...faltah pouco pra ela akabar...

Komentem e kontinuem lendo Rebeldes e em breve HARRY POTTER E O MEDALHAO DE ATHENAS.

Fire Evans*

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