Teddy Lupin



    Alvo estava há horas a organizar a seção de livros sobre transfiguração na biblioteca da escola, fora essa a detenção que recebera por ter duelado um mês atrás no corredor com Zambine, a professora McGonagall dera a maior detenção já dada a um primarista a ele e os outros Sonserinos, cada um teria que cumprir detenções com um professor a supervisionar, por sorte pegara o professor Lupin, Teddy o ajudava em sua detenção de forma que aquelas horas que passava ali em meio a poeira e livros velhos chegava a ser prazerosa em vista que tinha alguém com quem conversar, tivera pena dos outros amigos.
Veio a mente do garoto as lembranças daquele dia na sala da Diretora.

Flashback on:

_ Alvo Dumbledore - disse Teddy para uma gárgula de bronze no meio de um corredor deserto.

Alvo e os garotos se assustaram a ver uma gárgula de bronze revelar uma escada em espiral que dava passagem a diretoria, Teddy fizera sinal para os oito primaristas que o acompanhavam subir seus degraus, Alvo fora o primeiro a subir logo em seguida veio Rose, Alice, Scorpio, os Gêmeos, Zambine e Goyle e por ultimo o professor, a escada começara a se mexer e logo alcançaram uma porta a qual se mantinha entre aberta e em seu interior podia se ouvir a diretora a conversar com alguém.

_ entenda a situação que venho a sofrer Harry - disse McGonagall - o profeta está a difamar minha atuação como diretora assim como tem levado a publico sobre os ataques que tem acontecido na escola, por mais que tenha poderes para mantê-lo na escola, o conselho ainda pode expulsa-lo, mas o mais estranho é que os ataques acabaram, sem termos feito nada.

_ quer dizer que meu filho corre o risco de ser Expulso, é isso Diretora? - disse uma voz a qual Alvo reconheceu como sendo de seu pai - já lhe disse minha opinião sobre os ataques e quem penso que está a fazer isso...

_ sim - disse McGonagall que nesse momento acertara os óculos - por isso aceitei ter em minha escola membros da ordem em missão, mas não posso negar estar satisfeita com a atuação deles como professores, mas ainda não me disse como pode ter tanta certeza de que são eles? Sabe de algo que queira me contar Harry?

_ não - disse Harry vacilante - nada diretora - os olhos de Harry olharam em direção a porta e pode notar a presença do filho - depois falamos diretora parece que tem visitas - e a imagem da cabeça de Harry desaparecera da lareira.

McGonagall notara o garoto a porta e o mandara entrar com um aceno de cabeça, os garotos e o professor entraram na sala, a Diretora mandou que se sentassem Alvo, Scorpio e Zambine sentaram nas cadeiras de frente a mesa da diretora, os outros permaneceram de pé. Alvo teve a estranha sensação de que os quadros o observavam e cochichavam a seu respeito, seus olhos pararam em um quadro de um velho bruxo de barbas longas e brancas, roupas azuis celestes com estrelas e óculos meia-lua sobre um nariz torto e na frente de olhos de um azul profundo, o homem no quadro lhe sorrira e ele retribuira o sorriso.

_ algum problema professor Lupin? - disse Minerva chamando a atenção de Alvo de volta aos fatos - nem deveria perguntar em vista que temos aqui alunos que parecem terem tido uma briga na lama, quem foi o responsável pelo estado deles?

_ quem mais seria Minerva - disse um homem de um dos quadros - lógico que foi o Potter, desde quando algo que não aconteça nessa escola não tem o dedo de um Potter envolvido?

_ peço que me deixe fazer meu trabalho como diretora Professor Snape - disse Minerva - em sua época na direção dessa escola eu não me opunha em suas decisões, por mais que elas fossem o que podemos chamar de inadequadas.

Alvo encarara o rosto do homem no quadro que havia interrompido a professora, esse possuía o rosto carrancudo e pálido como cera de vela, cabelos negros e oleosos, nariz de gancho, e olhos negros e sombrios como túneis escuros, vestia vestes negras e esvoaçantes, ele fora retratado ao lado de um caldeirão e com algumas prateleiras contendo poções ao fundo, certamente lecionara essa matéria em Hogwarts, mas o que mais chamou a atenção de Alvo foi o nome que havia gravado em baixo em letras simples sobre uma placa feita de prata estava escrito: Severo Prince Snape.

_ você é Severo Snape? - disse Alvo surpreso - o homem ao qual meu pai disse que admirava? O professor carrasco que meu tio Rony odeia? É você?

_ creio que saiba ler não Potter? - disse Snape - pois se sabe ler, deve de ter notado o meu nome sob a moldura, e por Merlin, tente ter um pouco de bom senso e pare de fazer perguntas estúpidas, deixe isso a cargo de Grifinorios.

_ eu entrei na Sonserina - disse Alvo em tom grosso e com raiva por conta do jeito como o professor falara sobre a Grifinoria, casa de seu irmão, de seus pais, seus primos, e de toda a sua família - o que acha de um Potter na sua casa? Deve estar muito orgulhoso não é mesmo?

_ ora então é verdade? - disse Snape - devo me desculpar com o Armando pois ri da cara dele quando ele me contou isso, deve ter tido muita sorte em vista que caiu em minha casa, como se precisássemos de mais alguma coisa para manchar o nome dela, deve ser o responsável por tantos Sonserinos na diretoria não é mesmo? Nunca isso havia acontecido, estar a transformar minha casa em um lugar sem regras como a Grifinoria? Aposto que sim, você, seu pai, seu irmão e seu avô todos iguais, sempre imãs para encrencas e sempre levando pessoas ao lado de vocês, como se não tivessem competência para se virarem sozinhos, ah... É não tem...

_ Por Merlin, Severo já chega, eles vieram aqui para me ver não para discutirem com você - disse McGonagall, mas sem sucesso, os olhos de Alvo encaravam com raiva aquele ao qual o pai lhe dera um dos nomes.

_ como ousa falar assim da minha família? - disse Alvo a encarar o professor mas perceber que esse não o encarava nos olhos - vai ver meu tio Rony tenha razão e você não passe de um tremendo idiota, e pensar que me orgulhava de levar seu nome...

_ ah... Sim o Weasley sempre com a mesma educação... Lamentável... E pensar que achei que a Sabe-tudo da Granger faria alguma mudança a ele... - disse Snape, e Alvo notara a face de Rose a corar e os punhos a cerrarem - e quanto ao nome, me sinto envergonhado de ter sido homenageado dessa forma, o Potter... Sempre com suas brilhantes idéias.

_ Por que não me diz essas coisas nos olhos? - disse Alvo- fica a me dizer assim, mas nem tem a coragem de olhar para meu rosto, onde está a coragem que meu pai disse que possuía? Parece que era mentira tudo o que ele me disse a seu respeito.

Snape o encarara nos olhos, e uma expressão de surpresa veio a dominar seu rosto por alguns instantes ao notar como Alvo era parecido com pai .

_ igual ao pai... - disse Snape - até mesmo os olhos... - dissera em sussurro - Os olhos dela... - ele se virara de costas e alvo pode notar ele a murmurar - por que ele tinha que ter os olhos dela? - Snape saira da moldura deixando seu lugar vago.

_ vamos prosseguir então - disse Minerva - me diga professor Lupin o que aconteceu?

_ eles estavam duelando em um dos corredores - disse Teddy - e sim, acho que estão assim por conta de algum logro das Gemialidades Weasley, creio que alguem quis fazer uma brincadeira e acabou por provocar o motivo do duelo.

_ entendo - disse McGonagall que tinha idéia de quem eram os donos do logro e responsáveis pela brincadeira - mas os garotos vieram a duelar, e poderiam ter machucado alguém gravemente, não tenho outra escola a não ser aplicar uma detenção para cada um.

_ nos sabemos diretora - disse Scorpio - era esperado isso, não tinha como ser de outro jeito.

_ mas para deixar claro - disse Lysander - quem necessariamente vai pegar detenção?

_ todos que usaram magia senhor Scamander - disse McGonagall - mas em vista que nunca um grupo tão grande de alunos esteve envolvido em tamanha confusão como essa, devo de procurar tarefas para cada um em individual, pois da ultima vez que tivemos detenções duplas um dos alunos acabou na enfermaria.

_ mas não foi culpa do Tiago de o Matthew ser atacado, ele seguiu o garoto até a floresta, não era para ele ter sido atacado - disse Teddy - mas creio que a senhora sabe o que faz.

_ tem razão professor Lupin - disse McGonagall - agora, podem se retirar, e mande Filch limpar o corredor que em vista do jeito como esses meninos estão deve parecer estar pior.

_ ele foi estuporado diretora - disse Teddy com um sorriso discreto nos lábios.

_ ele não seria muito útil tambem - disse McGonagall ignorando o fato de um funcionário da escola ter sido estuporado por alunos do primeiro ano - chame o professor Flitwick e mande-o se livrar do pântano, ele fez isso tempos atrás creio que poderá fazer de novo.

_ sim diretora - disse Teddy - e levarei os alunos para a enfermaria, para ver se eles não estão com ferimentos graves, alguns deles mesmo tem que ir para a enfermaria de qualquer jeito - Teddy olhava para Goyle e seu rosto coberto de perebas.

Os alunos se retiravam, mas Alvo permanecera onde estava e a diretora por cima dos óculos meia-lua lhe olhou com cara de ponto de interrogação, o olhar fez com que Alvo se sentisse intimidado, eram raras as ocasiões que via a diretora assim lhe dando atenção, quando ela passava nos corredores ele a cumprimentava, mas agora ela estava lhe encarando nos olhos.

_ algum problema senhor Potter? - disse McGonagall - parece querer dizer algo?

_ queria saber diretora - disse Alvo - o que a senhora e meu pai estavam conversando antes de chegarmos.

Minerva permanecera calada a refletir por alguns segundos, quando finalmente retornara a encara o garoto.

_ os assuntos de que eu e seu pai tratamos senhor Potter são somente entre nos - disse McGonagall - nada de seu interesse, e se fosse o senhor não tentaria a me envolver com isso.

_ eu não falo com ele a meses Diretora - disse Alvo - desde o embarque, e ele falou que me escreveria cartas toda a semana, se a senhora pudesse me dar qualquer noticia dele, eu agradeceria.

_ ouça Alvo - disse McGonagall com um tom calmo e de certa forma caridoso surpreendendo o garoto pela diretora ter lhe chamado pelo o primeiro nome - por mais que saiba como é não ter noticias das pessoas que amamos, sei que seu pai tem motivos para não escrever, mas quero que saiba que tenho certeza de que ele continua a pensar em você e no seu irmão, ele os ama Alvo, nunca duvide disso.

_ eu sei diretora - disse Alvo - mas é que...

_ e por esse amor que ele sente Potter - disse Minerva retornando ao antigo tom - é que deve seguir as regras de Hogwarts e não se meter em encrencas, agora acho que deveria procurar alcançar o professor Lupin e seus amigos, parece abatido talvez Madame Pomfrey possa ajudá-lo.

Alvo seguira pelo mesmo caminho que as outras pessoas seguiram, mas antes olhara para a parede e notara que Snape retornara ao quadro e lhe encarava com desprezo, ao quadro do lado do seu o homem de azul e longas barbas brancas que lembrava Merlin, pelo menos como Alvo imaginara, esse homem lhe sorrira bondoso ele estava a acariciar uma fênix que fora pintada junto a ele, o homem estava sentado em uma poltrona de tons claros e ao fundo podia notar o emblema de Griffindor, era certo que o homem fora um grande Grifinorio. Quando Alvo passara pela porta e estava para fechá-la pode ouvir um dos quadros a falar com a diretora.

_ o garoto tem o mesmo espírito de Harry, Minerva - disse o quadro do homem de longas barbas brancas - sabe que de nada adiantara dizer a ele para se manter longe.

_ sei Alvo - disse McGonagall - mas o que queria que falasse?

_ o garoto é prepotente e mal educado - disse Snape - como ousa a me chamar de covarde? Aposto que é como o pai nas aulas, é realmente o garoto teve a quem puxar...

_ mas teve aquela reação inesperada ao ver os olhos do garoto não é mesmo Severo? - disse Dumbledore - me diga...

_ se sabe qual foi minha reação Alvo não preciso dizer - disse Snape - agora se pudermos retornar ao que Minerva tinha a nos dizer.

Alvo sentira as escadas a descer o impedindo de continuar a escutar a conversa dos diretores.

Flashback off.


Scorpio pegara detenção com o próprio pai como supervisor, tinha pena dele, pois Draco Malfoy certamente o estava punindo em dobro pelo que fez, tinha pena de Lysander também, pois ele pegara como supervisora Sibila Trelawney que lecionava a única matéria que o garoto achava inútil, Zach Zambine pegara o professor Slughorn como supervisor deveria a estar muito feliz, pois Alvo ouvira um boato de que o professor de poções não exigia muito de seus protegidos nas detenções, e Alvo ouvira Neville a reclamar de Goyle para Teddy outro dia, dizendo que se arrependera de aceitar supervisioná-lo, pois suas plantas estavam a morrer com a presença do garoto nas estufas. Lorcan era o único alem de Alvo feliz com a detenção afinal ele pegara como supervisor Hagrid e tinha como tarefa alimentar Hipogrifos e ajudar o professor a preparar os animais para as aulas de trato de criaturas mágicas. Alvo acabara de notar um livro sobre Animagia, se lembra de sua idéia de se tornar Animago, essa idéia lhe surgira na primeira semana, mas veio a adormecer por todo aquele período, e despertara com aquele titulo que com simplicidade se encontrava na capa negra de couro: Os Segredos da Animagia e arte da Transfiguração. Alvo encarou o livro cobiçoso, o que daria por possuí-lo, o abriu e pode ver fotos de Animagos a se transformar, havia ali algumas dicas, e passo a passo como se tornar um, havia erros que alguns bruxos cometeram, tais como terem ganhado chifres, cascos, caudas, patas, bicos, asas e penas.
Teddy chegara e vira o primarista a ler um de seus livros, ele rira ao notar que o garoto se assustara com sua presença, o jovem professor se sentou a seu lado no chão em meio a vários livros que ali estavam, lhe entregando uma garrafa de suco de abobora.

_ te daria uma de cerveja amanteigada - disse Teddy - mas ai acabaria um pouco da graça de visitar Hogsmeade no terceiro ano, e beber com os amigos é melhor do que com um professor.

_ Teddy, nunca pensara em se tornar um animago? - disse Alvo - seria um barato você podendo mudar a cor do pêlo, das penas, as escamas da sua forma animaga.

_ não, estou satisfeito desse jeito, posso mudar a cor dos cabelos, a altura, até a voz se quiser, tem alguns metamorfomagos que conseguem alterar totalmente a aparência física, é difícil, mas quero chegar a fazer isso - disse Teddy - mas você pelo jeito já pensou a respeito sobre se tornar animago, estou correto?

_ sim, mas que chance eu teria? Precisasse de muito treino para se tornar um, e ser ótimo em Transfiguração, e eu sou apenas um aluno - disse Alvo.

_ conheço a historia de três garotos que assim como você eram alunos, e se tornaram Animagos para ajudar um amigo que se transformava em lobisomem em noites de lua cheia - disse Teddy - eles levaram um tempo, anos até, mas finalmente conseguiram.

_ acha que posso? - disse Alvo esperançoso - quer dizer um dia...

_ claro - disse Teddy - fique com ele - disse apontando para o livro - é ótimo, e vai se surpreender quando ver quem o escreveu.

_ serio? Obrigado, não sabe o quanto isso é importante para mim - disse Alvo e Teddy sorria, o garoto parecia nunca ter ficado tão animado na vida com alguma coisa - posso mostrar aos meus amigos?

_ creio que o Scorpio e os gêmeos deveriam ver - disse Teddy - quem sabe não se tornam Animagos também? E outra com esse livro o tempo de vocês é cortado a metade, no lugar de quatro anos para se tornarem Animagos, ele diminui dois anos, quem dera os marotos tivessem esse livro, meu pai passaria menos tempo sozinho durante as transformações.

Alvo pode sentir certa tristeza no tom de Teddy quando ele falara do pai, a verdade é que o professor sentia falta dos pais mesmo nunca tendo os conhecido, ele tinha o padrinho e a avó alem de todos os Weasleys e Potters que o tratavam como se ele fosse da família, mas não era a mesma coisa.

_ sente falta deles não é mesmo Teddy? - disse Alvo - seu pai... E sua mãe...

_ Alvo, não há como não sentir falta, mesmo não tendo os conhecido, os amo... Posso não ter crescido ao lado deles, mas isso não me deixa de fazer com que eu seja feliz... - disse Teddy - tenho seu pai que sempre esteve ao meu lado, minha avó, no entanto às vezes sinto falta deles, é estranho, sentir falta de pessoas que não conheceu, mas eu sinto... Você tem sorte de ter seus pais do seu lado.

_ é dá nossa família Teddy, e você é como um irmão para mim e sei que para o Tiago e a Lily também é assim - disse Alvo - estou pensando em falar para o papai que aceito a dividir o quarto com o Tiago para você ir morar lá em casa.

_ até parece que o Harry vai deixar - disse Teddy - ele não quer a casa destruída.

_ é ele me disse isso - disse Alvo rindo, mas depois se calou ao lembrar-se do dia na diretoria em que viu seu pai a falar com McGonagall via rede de flu - sabe de algo que está acontecendo e meu pai não quer nos contar Teddy? Vi ele falando com a diretora aquele dia na sala dela, talvez seja o motivo pelo qual não tem mandado cartas.

_ não Alvo, sinto, mas não sei de nada - disse Teddy se levantando do chão - e peço que não me pergunte, nem fale nada mais sobre isso, ok?

_ ok - disse Alvo - já está na hora? Digo, tenho um trem para pegar amanhã...

_ é acho que pode ir - disse Teddy a olhar o relógio de bolso que fora de seu pai - nem acredito que Minerva te deu uma detenção de dois meses chega a ser ridículo frente ao que vocês fizeram apesar de que seu pai chegou a pegar coisa pior, assim como o Tiago, pergunte a ele sobre Madame Norra, não provaram nada a respeito mas mesmo assim ele e o Fred pegaram praticamente o trimestre inteiro em detenção.

_ eles mataram a gata do Filch? - disse Alvo espantado e Teddy fez um gesto com os ombros que significava um quem sabe - é agora sei o motivo dos berradores e deles terem ficado sem ir para Hogsmeade no terceiro ano.

_ é - disse Teddy que ria - o pobre do Argus fez um enterro para a gata, deu até pena, na época era monitor chefe e isso aconteceu no nosso banheiro, foi triste ver aquele homem chorar.

A luz da lua cheia que reluzia no céu iluminara um objeto ao qual o professor trazia no pescoço, a luminosidade passava pela janela, o brilho chamara atenção para o colar e o símbolo que ele representava era familiar a Alvo.

_ hei Teddy - disse Alvo que notara o símbolo que o professor usava no pescoço - esse símbolo... É sobre o que?

_ este? - disse Teddy apontando para o triangulo com o circulo dentro e algo que passava pelo centro do circulo - é o símbolo das relíquias da morte, não conhece?

_ relíquias da morte? Como no conto dos três irmãos? - disse Alvo com cara de ponto de interrogação - então por que gravaram esse símbolo nesse anel? - ele mostrara o anel que possuía - teria alguma coisa de importante alguem querendo mostrar algo, ou marcar algo? Ou será que apenas sem motivo aparente.

_ se me permitir Alvo - disse Teddy que pegara o anel em mãos - eu podia dar uma olhada, tentar descobrir a origem desse anel, parece antigo... Acho que posso conseguir algo que lhe interessa.

_ faria isso? - disse Alvo e recebera um aceno positivo do professor - ótimo, vai passar o natal n’A Toca né? Se for, ai você me entrega ele lá.

_ como quiser, mas acho que vai levar mais tempo que isso - disse Teddy - mas farei o possível.

_ tenho que ir agora, se for pego nos corredores, só restara meu pó - disse Alvo - boa noite Teddy.

_ boa noite Alvo - disse Teddy - tenha bons sonhos.

Alvo saira deixando o professor a admirar o objeto, o garoto retornara para seu dormitório, mas não conseguira dormir por conta da animação que era ter aquele livro em mãos, ele lera varias coisas sobre Animagia até adormecer, na manhã seguinte partiria para suas férias de natal, duas semanas em casa ao lado dos pais e de Lily, alem é claro dos demais familiares.

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