Epílogo



N.a: *para, respira fundo*


COMO ASSIM EU NÃO TINHA POSTADO ESSE EPÍLOGO AINDA?


Gente, mil perdões, mas é que eu faço tanta coisa ao mesmo tempo que devo ter me esquecido mesmo!


E olha que se eu não tivesse mania de ver minhas fics antigas de vez em quando, nem ia lembrar mesmo!


Justo esse epílogo, que eu gostei tantooo! :S


Espero que curtam, foi feito com muito carinhoo! haha


Beijoss!


ps.: comentar não leva nem um minuto e me deixa sorrindo um tempão! ajsuhasuhhuas ;) bjss


EPÍLOGO


Nome? Marlene McKinnon. Estado civil? Viúva, daqui a alguns minutos, caso o Sirius não apareça em 3, 2...


_Oi, meu amor... – escutei a voz conhecida em algum ponto atrás de mim.


_Agora você tem tempo pra me chamar de amor, né? – virei o rosto fazendo birra, enquanto ele tentava me beijar.


_Lene... Eu já te expliquei... – ele fez uma carinha de cansado que quase me fez rir – É lua cheia, meu bem. Eu estava com o Moony e o Prongs o dia todo. Desculpa, meu anjo. – ele fez aquela carinha de cachorro sem dono que derretia até os corações mais duros (imagina o meu), e deixei que ele me abraçasse – Ê namorada brava que eu arrumei, meu Deus...


_Mas você ainda me ama... – murmurei e sorri de canto, finalmente beijando seus lábios.


_Amo, amo muito. – Sirius sussurrou e eu estremeci – Vem cá, Lene. Tenho uma coisa pra você. – ele me deu a mão e subiu as escadas até o dormitório.


Sirius entrou, e, um segundo depois, voltou com um sorriso satisfeito no rosto e uma grande caixa preta com um laço prateado em mãos.


_Feliz aniversário de cinco meses. – ele sorriu, me abraçando enquanto eu o encarava, atônita. Confesso, não imaginei que ele se lembraria, quanto mais que me daria um presente. – Abre... – ele pediu, sentando-se na escada e me puxando para que eu me sentasse entre as pernas dele.


Com as mãos trêmulas e um sorriso maior que o rosto, puxei o laço de leve, e de dentro da caixa maior saíram quatro outras que, levitando graciosamente, posicionaram-se lado a lado, da maior para a menor. Olhei para Sirius com os olhos brilhando, só aquela mágica já era linda demais de se ver.


_Comece por esta. – ele sorriu e me apontou a maior de todas.


Abri a caixa com cuidado, e dentro dela, sobre um tecido vermelho, estavam cinco rosas, a minha flor preferida. Uma era amarela, a outra branca, uma rosa, uma roxa e, por fim, uma vermelha.


_Sirius... – eu quase não tinha voz, respirei fundo e disse, com lágrimas nos olhos – Isso é... isso é lindo!


Ele sorriu e pegou a rosa branca, dando um beijo nela antes de me entregar.


_Essa rosa branca simboliza a admiração que eu sinto por você. – ela a colocou atrás da minha orelha com um sorriso.


_Essa é por causa da sua essência de menina-mulher que me encanta todos os dias. – ele me entregou a rosa lilás.


_Essa é porque, antes de tudo, você é, e sempre foi, minha melhor amiga. – sorriu, me entregando a rosa amarela.


_Eu acho que qualquer um esperaria receber a vermelha por último... – ele riu de canto – Mas vou te dar agora... – ele me estendeu a flor – Isso é porque você me fez um homem completamente apaixonado. – ele disse com os olhos intensos, e eu senti lágrimas correndo pelo meu rosto.


_E essa... – ele me estendeu a flor cor-de-rosa – É porque, paixão, é algo que acontece várias vezes. Mas amor é uma só. E você vai ser sempre a única que eu amei e vou amar.


Não consigo me lembrar de um só momento na minha vida em que me senti mais feliz e completa. Beijei Sirius tentando agradecer todo o carinho dele com aquele gesto, porque eu não conseguia formular uma frase. Ele sorriu satisfeito, e me lembrou das outras caixas.


Abri a segunda, e me deparei com cinco dos chocolates que eu mais amava, cada acompanhado de um bilhete, me lembrando – como se eu pudesse me esquecer – de um momento referente à nossa história de chocólatras.


Sonho de Valsa – Você coleciona aqueles papeizinhos de dentro do bombom, e vive me pedindo pra guardar os meus pra você. O que você não sabe, é que eu já fazia isso há muito tempo.


Serenata de Amor – Foi o primeiro "presente" que eu te dei, logo que começamos a namorar.


Ferrero Rocher – É o seu preferido.


Alpino – A gente comeu uma barra inteira juntos na nossa primeira noite de natal namorando.


Bombom de cereja da Dedosdemel – eu te disse que você era a mulher da minha vida.


Encarei o bilhete tentando me lembrar daquilo. Não era algo de que eu me esqueceria. Sirius sorriu e pegou o bombom das minhas mãos. Ele deu uma mordida de um lado, indicando que eu mordesse do outro. Entre risos e chocolate, eu o beijei.


_Você é a mulher da minha vida.


Sorri e o beijei de novo, tentando entender o que de tão bom eu tinha feito na vida pra merecer um namorado como ele. Sirius partiu o beijo, me entregando a terceira caixa: cinco cartas que trocamos, desde o início do nosso namoro. Lembramos juntos de cada momento, e novamente eu me emocionei.


Six enxugou minhas lágrimas e me dei a quarta caixa. Eram cinco fotos nossas. Na primeira, estávamos em plena Ala Hospitalar, no dia em que ele me pediu em namoro; Sirius estava sentado na beira da minha maca, me abraçando e segurando minhas bochechas enquanto me beijava. Na outra, estávamos indo para o Baile à Fantasia do ano passado, vestidos de casal vampiro. A terceira era de nós dois sentados no Salão Comunal junto de James, Lily, Remus, Emmeline, Peter e Dorcas, dando gargalhadas das palhaçadas do James. E na quarta, estávamos no sofá da minha casa, cobertos e morrendo de frio, comendo uma barra gigante de alpino.


_Falta só uma. – Sirius sorriu, pegando uma câmera do bolso do casaco. Senti seus lábios nos meus e um flash. Ele pegou a foto instantânea e me deu, sorrindo.


_Eu realmente não estou sonhando? – sorri pra ele, pegando, com as mãos trêmulas, a última caixinha. Dentro dela havia cinco pérolas.


Sirius sabia do meu fascínio com pérolas. Mas fascínio maior eu tive quando ele tocou a caixa com a varinha, e as pérolas brilharam e se fundiram, formando um lindo anel de prata. Sirius pegou o aro que se sustentava no ar, brilhando, e o beijou levemente, colocando-o na minha mão direita em seguida.


_É um anel de noivado. – ele encarou meus olhos e disse, em voz baixa – Porque agora que o mundo todo está em guerra, eu percebi que a única coisa certa no meu futuro, é que eu quero traçá-lo ao seu lado. Casa comigo?


Eu sorri, sentindo as lágrimas molharem toda a minha blusa, e o beijei murmurando "sim" uma centena de vezes, porque eu tinha o melhor namorado (ops, noivo) do mundo!

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