capítulo três;



Capítulo Três
Ou
It's Easier Than Telling The Truth


Gabinete A; 13:12h; segunda-feira. 


Rose atendeu ao telefone na primeira chamada; estava degustando um pedaço de bolo de chocolate e café extra-forte. Nada poderia ser mais habitual do que aquilo que estava fazendo.


- Alô? – ela disse em um tom eufórico. Podia ser da sala de dados criminais.


- Senhorita Weasley? – a moça perguntou.


Rose reconheceu a voz na hora. Era da sala de dados.


- Claro, Kate.


- Achamos um cara compatível com a digital que me mandou analisar. Estarei lhe passando a ficha dele por fax. Tenha um bom dia – Kate lhe desejou com sua voz de sino e desligou.


Provas. Finalmente Rose estava no caminho certo. Tinha um suspeito realmente verdadeiro.


Ela suspirou e voltou a enfiar mais um pedaço de bolo na boca.


Logo em seguida, Wilson entrou, sem bater.


- Você recebeu? – ele lhe perguntou, parecendo eufórico e excitado.


- Recebi o quê? – Rose lhe indagou, sem expressão.


- A ficha de Malcon. O suspeito, Rose.


- Ah, o nome dele é Malcon?


- Cadê seu parceiro?


- Foi para Nárnia – Rose respondeu calmamente, então parou para analisar a resposta e gritou: - Ah, meu Deus, o quê?! Esse cara está me deixando deficiente de raciocínio! – ela olhou aborrecida para a porta – Ele foi ao banheiro.


- Bem, Kate acabou de averiguar os dados.


- Eu sei. Ela acabou de me telefonar. Perdeu o que em minha sala?


- Oras, quero acompanhar a caçada, Rose! – Wilson exclamou ofendido.


- Então pare de ficar andando feito uma barata envenenada por minha sala! – Rose mandou, toda rude.


Wilson, enfim, sentou-se. E começou a tamborilar no tampo da mesa, deixando Rose levemente mais irritada.


Malfoy voltou do banheiro com um café e rosquinhas.


- Eu disse que policiais comem rosquinhas – ele disse para Rose, apontando para o pratinho com as rosquinhas.


Rose preferiu ignorar o comentário falando sobre a nova notícia.


- Kate achou o responsável por aquele digital no canivete.


- Ah, é mesmo? E onde ele mora?


- Ela irá me mandar a ficha dele por fax – Rose disse com frieza.


- Ah, certo. Quer rosquinhas? – ofereceu.


Rose torceu o nariz e não respondeu.


Em menos de cinco minutos, Rose, Scorpius e Wilson liam a ficha de Malcon McDoney.


Nome: Malcon Severus McDoney
Idade: 25 anos
Mãe: Evvy Marie McDoney
Pai: Frank McDoney
Irmãos: nenhum
Trabalha: não
Estuda: Faculdade de Londres.
Hobbies: jogar futebol; clube de xadrez; ir a shows de rock
Incidentes criminais: nenhum


- Vamos para a faculdade. Nerds ficam na faculdade até a última luz se apagar – Malfoy disse.


- Como sabe que ele é um nerd? – Wilson perguntou.


- Clube de Xadrez? – sugeriu ele rapidamente.


- Mas isso não quer di... – Wilson tentou retrucar.


- Tchau, Wilson – Rose lhe disse.


x.x.x 


Faculdade de Londres; 13:35h; segunda-feira


- Malcon McDoney? – o diretor chamou.


O professor olhou para a platéia de alunos, procurando Malcon.


Um menino magro, de cabelos loiros ensebados e lisos, calças jeans e camiseta negra levantou-se assustado da carteira.


- Aqui – Malcon disse não se mostrando muito confiante.


- Os policiais precisam falar com você – o diretor disse calmamente.


Malcon parou de descer as escadas.


- O quê? Policiais? – o menino arregalou os olhos.


- É, Malcon, desça rápido, por favor – o diretor se impacientou.


Malcon desceu rápido, mas desconfiado.


- Pois não? – ele perguntou para Rose e Scorpius, assim que fechou a porta atrás de si.


- Você conhecia Tamara Novak? – Rose lhe perguntou sem rodeios.


- Claro, ela estudava A Temática da Crítica comigo – Malcon confirmou.


- E o que foi fazer na casa dela de madrugada? – Malfoy inquiriu.


- Eu fui comer. Ela me convidou para jantar. Jantamos comida japonesa – Malcon disse confuso.


- E o que o seu canivete barato estava fazendo em um pote dentro de um dos armários de Tamara? – Rose perguntou.


- Eu não sei. Acho que o deixei lá e Tamara o guardou para mim.


- Ah é? Junto com os comprimidos para ansiedade que você usou para matá-la?


- O quê? Vocês acham que eu... – ele riu incrédulo – Eu jamais mataria a Tammy.


- É o que todos dizem no começo. Mas a palavra “jamais” é muito mais complexa e esconde muitas possibilidades – Malfoy disse.


- Eu não a matei, okay?! Eu era amigo de Tamara.


- Amigo ou namorado?


- Hm... um meio termo.


- Então você é o namorado que Tamara nunca comentava com ninguém?


- Tamara tinha os motivos dela – Malcon respondeu.


- A que horas entrou no apartamento de Tamara ontem à noite?


- Perto das sete.


- E ficou lá até perto do amanhecer?


- Não, fiquei até às onze e meia, porque tinha que terminar um trabalho de Estatística Profissional.


- E por que nós acreditaríamos em você? – ironizou Malfoy.


- Porque estou falando a verdade! – Malcon mostrou zangado.


- Você não foi com Tamara ao show da banda de Libby Novak?


- Não. Eu estava na casa de Ty assistindo a um filme.


- Tem certeza?


- Tenho – Malcon afirmou com a cabeça.


- Encontramos a sua digital no canivete em que você talhou “MORRA” no pulso de Tamara.


- Eu não fiz isso! – Malcon gritou – Eu não machucaria Tamara, okay! Eu amava aquela menina, certo?


- Amava a ponto de ter ciúmes de toda a fama dela e encontrar um modo de fazê-la desaparecer? - Malfoy sugeriu.


- Não! Pare com isso! Não fui eu! Não fui! Eu só jantei com ela! Eu queria ficar, mas ela disse que iríamos nos ver hoje! E eu nem me despedi direito dela!


- Nós sabemos o quanto é difícil ter uma namorada com muito mais prestígio do que você... matá-la pareceu certo na hora, não foi? Apenas confesse – Scorpius disse.


- Não. Fui. Eu – Malcon falou com raiva explosiva.


- É, eu também acredito nas Forças das Trevas – zombou Malfoy.


- Não, cara, você não está entendendo... não fui eu. Poderia ter sido Cornélio! Ele a detesta!


- Detesta? – Rose repetiu.


- É! Tamara tinha andado muito aborrecida com ele por esses dias, porque ele tinha vetado o final do último livro “Chuva de Estrelas”. Tamara achou que se conversasse com ele, melhoraria as coisas, mas ele nem atendia suas ligações ou a recebia no gabinete. Então, Tamara resolveu encontrar outro editor, sabem, mas ela morreu antes de fazer isso – Malcon contou.


- Mas Cornélio a detesta desde quando?


- Desde sempre, na verdade. Ele tem muita inveja dela. Desde o começo do contrato deles, Cornélio achava os livros de Tammy sem futuro, mas eles fizeram sucesso, e isso aborrece o Cornélio demais.


- É verdade? – Rose franziu a testa e virou-se para Malfoy: - Cornélio deixou de mencionar algumas coisas para nós.


- E o que pode nos dizer de Libby, a irmã mais velha de Tamara?


- Não muito. Tamara era muito reservada e sempre se assustava com as aproximações de Libby. Elas não eram de se falar com frequência, mas Tamara reagia bem às investidas da irmã.


- Muito bem. Acho que pode voltar para a aula – Rose disse, sentindo-se negligenciar informações.


- Não acha melhor que ele volte conosco? – Scorpius indagou.


- Cara, eu não posso – Malcon falou, desesperado - Tenho aula.


- Tá vendo o que eu disse sobre ele ser nerd? – Scorpius gabou-se, feliz, olhando para Malcon.


- Acho que estamos pegando o cara errado – Rose disse – Estivemos com ele nas palmas das mãos, mas o deixamos escapar.


- Cornélio? – Scorpius perguntou, já sabendo da resposta.


- Exato – Rose confirmou.


- Hm, estou liberado? – Malcon perguntou.


- Acho que sim, mas vê se não joga muito xadrez – Scorpius apontou para o menino e sorriu.


Rose limitou-se a dar um soco no braço de Scorpius.


x.x.x


Rua Oxford Street; 14:22h; segunda-feira


- Vocês de novo? – a secretária mal vestida perguntou com aborrecimento na voz.


- Queria receber a visitar de quem? Do Paul McCartney? – Scorpius perguntou.


A mulher fechou a cara.


- Cornélio não está. Foi almoçar com uma cliente – a loira disse, de má vontade.


- Nós não estamos com presa. Nós esperamos – Rose disse.


- O problema é de vocês – a outra falou num sussurro. Rose achou melhor deixar quieto.


Scorpius tirou seu Blackberry de seu bolso traseiro e começou a mandar e-mails. O barulho das teclinhas digitando irritou Rose rapidamente.


- Caramba, quer parar com isso? – ela perguntou.


- Você não tem um Blackberry para passar o tempo?


- Não, eu não sou maníaca por tecnologia. O meu celular já dá para o gasto – Rose respondeu ciente de que o barulho não tinha cessado.


- Vejo que você se contenta com pouco – Scorpius comentou, distraído.


- E você nunca se contenta – ela retrucou.


- Não é verdade. Eu me contentei com ter que trabalhar com você nesse caso. E quase não reclamo do seu mal-humor.


- Ah, muito obrigada por isso – Rose ironizou.


- De nada. Quero dizer, você é bem irritante quando quer mesmo. Tipo... agora.


- Por que você está me irritando – justificou Rose.


- Como? Tentando ser sociável com o seu amigo Wilson?


- Você está teclando com Wilson? – Rose abaixou os olhos até a tela do Blackberry de Scorpius, surpresa.


- Mais ou menos. Ele está mais é tentando solucionar o meu quadro psiquiátrico. Você acha que eu tenho cara de alguém que tenha Síndrome de Asperger? – Scorpius virou-se para Rose e fez uma careta.


- Deveria perguntar para Daniel; é ele que é o médico legista da nossa sede – Rose respondeu - Agora quer ficar quieto? Mal posso ouvir meus pensamentos!


- Então, pare de pensar – aconselhou Scorpius.


Rose se calou, mais do que irritada. Furiosa.


Por que Boris tinha que ter arranjado um companheiro tão mala para ela?


Vinte minutos passados, Rose levantou-se para pegar um pouco de água e levou um susto ao ouvir uma gritaria na rua. Ela, a secretária e Scorpius correram até a porta de vidro.


- E nunca mais apareça aqui! – berrava Cornélio Luff, tão atarantado quanto podia.


A moça retrucou, também gritando:


- Agradeço por nunca mais precisar de seus serviços!


Cornélio, então, virou-se para a porta e deu de cara com Rose e Scorpius. Arregalou os olhos, quase escorregou na calçada e soltou um palavrão.


- Anotou a placa da moça? – Rose sussurrou para Malfoy, quando o viu teclar algo curto.


- Totalmente – ele assentiu discretamente.


- A que devo o prazer, mais uma vez? – ele perguntou nervoso.


- Por que estava gritando com aquela mulher?


- Não lhes devo satisfações da minha vida profissional – Cornélio disse.


Scorpius levantou as sobrancelhas, mostrando-se levemente irritado.


- Omitir informações é crime, sabia? – Rose lhe perguntou.


- Ora, foi apenas um mal-entendido!


- Não estou me referindo a isso.


- É, o senhor se esqueceu de mencionar que detestou o fechamento do último livro de Tamara e que começou a evitá-la – Scorpius disse.


- Quem lhes informou isso?


- Não lhe interessa – Rose falou dura como sempre – O negócio é que o senhor está se embaraçando nas coisas que diz.


- Tamara e eu éramos amigos, mas claro que discordamos em alguns pontos. Eu lhe sugeri que mudasse um pouco o final de seu livro, mas ela não quis me ouvir e fez um escândalo. Foi isso que aconteceu.


- Acha que iremos acreditar nisso? – riu Malfoy.


- Com quem andaram conversando? Com Libby? Com a mãe de Tamara?


- Por que acha que conversaríamos com Libby para pedir-lhe informações sobre você?


- Elas eram irmãs! – Cornélio berrou.


- Muito bem, vou lhe avisar apenas uma vez: se o senhor se descontrolar mais uma vez, será detido, certo? – Malfoy disse – Rose não gosta de gritos, e eu estou começando a desgostar deles também.


Rose arqueou uma das sobrancelhas, surpresa.


- Se quer escândalos é melhor ir procurar a mídia – Rose lhe propôs.


- Não quero escândalos! Só quero saber quem matou minha cliente! – Cornélio disse mais baixo.


- Quem nos garante que não foi o senhor mesmo?


- Não fui eu, meu Deus.


- Você sabia que Tamara tinha uma espécie de namorado?


- Não, Tamara não falava comigo sobre assuntos pessoais – o editor disse de modo febril.


- E que encontramos um canivete com uma digital desse “namorado” no apartamento de Tamara?


- Como eu poderia saber disso?


- Sabe o que eu acho?


- Não – Cornélio respondeu.


- Acho que o verdadeiro assassino está tentando nos despistar – Rose disse.


- E o que eu tenho a ver com isso? – Cornélio perguntou.


- Tem certeza que nunca viu esse canivete? – Malfoy tirou da bolsa de trabalho um saco plástico hermeticamente vedado que continha em canivete barato dentro.


- Sim, porque eu não coleciono armas! – o outro levantou as mãos, na defensiva.


- Muito bem, se resolver não nos esconder mais informações, ligue para nós, okay? – Malfoy entregou um cartão branco com algumas frases impressas ao editor.


- Pode deixar – ele disse, olhando para o chão de granito.


- Acho que antes de irmos falar com Boris, temos de falar com duas certas pessoas – Malfoy disse para Rose, enquanto os dois observavam Cornélio andar devagar até seu gabinete.


- Quem?


- Eu dirijo – Scorpius disse.


x.x.x 


Rua Fleet Street; 15:15h; segunda-feira


- Viemos atrás de Libby novamente? – Rose perguntou.


- E da vocalista-Algodão-Doce – Malfoy complementou.


- Por que da vocalista?


- Será mesmo que ela não sabia que Tamara tinha um namorado? E que talvez a amiga dormisse com um aspirante a assassino?


- Ela pareceu bastante franca.


- Todos parecem muito francos, e aí começa o nosso problema – Malfoy disse.


Bateram à porta. O som de qualquer instrumento não reverberava pelo prédio e Scorpius agradeceu por isso.


A vocalista atendeu.


- Oi. Vocês já não estiveram aqui?


- Cadê a produtora de vocês?


- Libby foi para casa. Paramos de ensaiar.


- Certo – Rose e Scorpius entraram no pequeno apartamento – Só viemos aqui para lhe perguntar por que mentiu quando disse que não sabia de nenhum namorado de Tamara.


- Ela nunca estava com ninguém. A menos que aquele cara da faculdade conte como alguém – Adelaide riu.


- É ele. Malcon McDoney.


- Tem certeza? Bem, eu sei que eles eram meio que amigos, mas não achava que... bem, que estranho – Adelaide levou um dedo à boca e começou a puxar a cutícula.


- Você o achava suspeito?


- Não, ele era bem legal. Ele já foi a um show nosso e disse que gostou da nossa música.


Malfoy rolou os olhos azuis.


- O que mais ele disse? Que acreditava no Fim do Mundo também?


Adelaide comprimiu os olhos, mostrando-se ofendida.


- Bem, se querem falar com Libby, ela está em casa.


- Obrigada – Rose lhe disse, com gentileza.


- Se conseguir se lembrar de alguma informação que não nos contou, por favor, ligue para nós – Scorpius disse, passando para a menina um cartão dele.


- Certo.


x.x.x


Rua Bevis Marks; 15:38h; segunda-feira


- Estamos procurando Libby Novak – Rose disse para o porteiro da guarita – Somos peritos.


- É no quinto andar, apartamento 54 – o porteiro informou.


Scorpius e Rose pegaram o elevador e logo estacionaram no quinto andar.


Quando Libby atendeu à porta, estava de roupão e com a TV da sala ligada.


- Ah, oi – ela disse surpresa.


- Qual a sua relação com Cornélio Luff? – Rose lhe indagou de supetão.


- Com Cornélio Luff? – Libby riu – Ele era editor de minha irmã.


- É, nós sabemos disso. Agora responda à pergunta.


- Não existe nenhuma relação entre nós; ele tinha uma relação com Tamara, não comigo.


- Nós encontramos o canivete que escreveram “MORRA” no pulso de Tamara – Rose disse.


- Ah. E encontraram alguma digital?


- Tamara tinha um namorado, como você não sabia disso?


- Minha irmã era muito reservada! Vivíamos ocupadas e não nos falávamos muito.


- Você nunca viu Malcon McDoney? – Rose lhe indagou.


- Nunca – Libby respondeu.


- Ele era o namorado de Tamara. Jantou com ela ontem à noite depois que ela chegou do show da banda de Adelaide.


- Ah. Eu não o conheço.


Rose tirou da bolsa uma foto ampliada de Malcon e a apresentou a Libby.


- Nunca o vi, de verdade – assinalou Libby.


- Sabe que mentir é crime, não sabe?


- O que você acha, que matei minha irmã junto com esse cara?


- Não, acho que você plantou as provas onde bem entendia e está incriminando outra pessoa.


- Eu vivo muito ocupada para sequer pensar no que vou jantar!


- Acha que vai sair dessa fácil, não é, garota? – Scorpius riu.


- Pode me incriminar – Libby deu de ombros.


- É o que quer que pensemos, não?


- Olha, estou muito cansada, okay? Eu preciso descansar e você estão...


- Estamos o quê? Impedindo-a de ter seu sono de beleza, enquanto está muito feliz por sua irmã estar morta?


Libby fez uma careta de impaciência.


- Dêem-me licença, sim?


- Voltaremos, senhorita – Mafloy disse.


- Podem voltar – Libby disse em tom de desafio.


Libby fechou a porta e Rose e Scorpius se entreolharam.


- Eu nunca acreditei em pessoas loiras. Tenho um problema com essa gente – Scorpius disse.


Rose riu. Pela primeira vez naquela manhã, ela se permitiu gargalhar perto de Scorpius Malfoy. 


 ;;;;

N/a: oi oi *-* mais um capítulo *-* comentem, hein. Por favorzinho.

N/b: Omg, desconfio quem matou a Tammy! *com olhar desconfiada* Espero que tenha acertado, porque eu ficaria feliz. Mais uma vez a Nina faz um post divisíssimo *---* e ainda consegue me deixar super curiosa. AAAH... >.<

Nina H.


09/03/2011

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