A missão - Parte 1



CAPÍTULO 10 - A MISSÃO - PARTTE 1


 


Sexta chegou mais rápido do que Harry imaginara. Ele estava aflito quando desceu para tomar seu café da manhã. Encontrou seus amigos na sétima mesa e foi sentar lá.


- Oi pessoas – Disse sem nenhuma animação


- Relaxa Harry, parece que vai a um enterro – Disse Gina que estava tomando café com os amigos.


- É difícil – Disse ele – Num sei por que eu aceitei isso.


- Isso o quê? – Perguntou Neville


- Tudo. Desde a reunião no ministério. Não devia ter aceitado ser chefe desse batalhão


- Que isso Harry, você é a pessoa mais apropriada para esse cargo – Disse Hermione o encorajando


- Valeu – Respondeu Harry abaixando a cabeça.


- Mais você vai ter que comer alguma coisa – Disse Ana que acabar de chegar e se juntar aos outros


- Se eu comer vou vomitar instantaneamente – Disse ele – Meu estômago ta embrulhado.


- Você tem que se acalmar Harry, se não nossa missão será um fracasso – Disse ela sorrindo para ele, o que deixou o garoto muito seguro de si.


- Como assim nossa missão? – Questionou Gina


- Ah, ainda não contei, mais Ana fará parte da equipe terrestre, junto com Rony, Mione, Neville, Blásio, Terêncio Boot e Ernesto MacMillian.


- E a equipe aérea? – Perguntou a ruiva


- Ainda não a montei inteira, mais você fará parte junto com Luna e Colin.


A ruiva pareceu se animar com a idéia de participar da primeira operação da história da BEBH.


- E a equipe de auxílio médico? – Perguntou Mione


- Aí é com a Ana – Disse simplesmente.


O resto do dia passou como se fosse uma semana para Harry. As três da tarde convocou todos que iriam para missão na sala de reuniões. Havia umas 20 pessoas.


- Como todos sabem – Começou Harry a fazer sua preleção – Essa é a primeira missão do BEBH, e é de suma importância que essa missão seja cumprida com êxito, para o bem do batalhão. Eu confio em todos vocês e acredito que vocês podem realizar essa missão satisfatoriamente.


“Nossa missão será realizada numa casa que fica no lado mais afastado de Londres. Nós pegaremos uma chave de portal até um ponto estratégico no centro da cidade, e lá vamos pegar transporte trouxa. A casa fica numa vila praticamente não habitada de Londres, não haverá problema com os trouxas.”


- Nós vamos operar numa vila trouxa? – Perguntou Nolan


- Sim, e espero que não tenha nenhum deles ferido. – Disse Harry – Agora, vamos a nossa estratégia de ataque.


Harry fez um movimento com a varinha e no quadro apareceu uma planta de uma casa.


- Essa é a casa. Ela pertence à Dolohov. Segundo informações de Malcolm, eles se reunirão na sala de jantar.


Nisso Harry apontou para o maior aposento da casa.


- Nós temos oito soldados terrestres, mais quatro de infantaria, o que dá um total de doze. Esse grupo será dividido em dois. O primeiro, liderado por mim. Entrará pela frente, enquanto os outros surpreendem por trás, no mesmo tempo em que nós atacamos pela frente. Não pode haver nenhum erro. Calculamos que eles estejam em dez. Acabem com todos, exceto Vladmir Losjakov – Nisso Harry mostra uma foto – Sr. Ripper quer ele vivo, entenderam?


Todos afirmaram


- Quero o apoio aéreo em alerta, sobrevoando a casa. Caso saia algum comensal da casa, não matem, pois pode ser Vladmir.


“Rony, você comanda a segunda equipe, junto com Blásio, Mione, Ernesto e mais dois de infantaria. Comigo vem Ana, Terêncio, Neville mais dois de infantaria. Artilharia quero que somente ataquem a casa ao meu sinal, enquanto isso vocês ficaram numa tenda junto com o auxílio médico.”


- Como vamos nos comunicar? – Perguntou Ernesto


- Ah sim – Harry começa a remexer no armário e de lá tira uma pesada caixa de madeira – Aqui está todo equipamento que vamos precisar na reunião.


Harry tirou cinco caixas pequenas de papelão e entregou uma para Rony, Gina, Nolan e Lilá, que seria responsável pela equipe médica.


- O que é isso Harry – Perguntou Rony


- Nosso meio de comunicação – Disse o moreno – Walkie Talkie com 22 canais e 9 km de alcance.


- E o que é isso – Disse Rony ainda confuso, olhando para o aparelho.


- É radio de comunicação, Rony – Explicou Mione.


- Isso mesmo. O meu é o canal um, o da equipe médica é o dois, artilharia três, equipe aérea quatro e seu grupo cinco. – Concluiu Harry


Harry se voltou novamente para caixa e retirou de lá 12 canivetes de prata,com cabos negros. Era um canivete simples, mas muito afiado, cm alto poder de ataque.


- Isso é para combate corpo a corpo – Disse Harry distribuindo o canivete para as forças terrenas.


- E onde vamos guardar tudo isso? – Perguntou Rony


- Aqui – disse Harry retirando da caixa um traje totalmente preto, com um símbolo redondo com duas fenixes em direções contraria gravado no peito – Esse será nosso uniforme de combate, nossa farda. Quero que a honrem mais tarde. Essa farda tem proteção mágica contra a maioria dos feitiços, exceto maldições imperdoáveis, é claro.


- E nós vamos usar isso – Disse uma garota não muito entusiasmada com a idéia de usar uma farda


- Se quiser ficar nesse batalhão e lutar, sim – Disse ele – As fardas são diferentes. Os que tiverem uma cruz gravada no braço são da equipe médica. Os que tiverem uma espada e escudo são das forças de combate terrenas. Os que tiverem duas asas é da equipe de apoio aéreo. Por último, os da artilharia são os que tiverem a gravura de uma explosão. Quero que peguem seus uniformes, se troquem no vestiário e estejam aqui em quinze minutos.


- Ana, Blásio – Disse ele logo após terminar de explicar – Fiquem aqui um pouco.


Os dois atenderam ao pedido do garoto


- Blásio, você é o mais experiente do seu grupo – Disse Harry se referindo ao portal do saber – Quero que cuide deles e não deixe Rony tomar uma atitude precipitada. Caso haja alguma coisa com ele, você fica no comando. Dispensado


Blásio pegou uniforme e saiu da sala.


- Ana – Disse o garoto olhando nos olhos dela e, reparando pela primeira vez em dias em como eles eram lindos – Tome cuidado. Se algo de ruim acontecer comigo, quero que siga em frente e comande a missão. É uma ordem, entendeu?


- Harry... – Começou a garota mais foi interrompida pelo moreno


- Entendeu?


- Sim – sussurrou ela – Mas não pode acontecer nada com você, você é o melhor de nós


- Pode sim, mas não fique preocupada com isso, isso é uma hipótese – Disse ele encerrando o assunto – Pode ir se trocar


Ana saiu e deixou Harry sozinho em seus devaneios. Ele decidiu ir se trocar, pois em algumas horas seria a primeira batalha de muitas em busca da liberdade do mundo bruxo.


 


Os quinze minutos foram se passando e logo foram chegando pessoas à sala de reuniões. Todos fardados, o que deu um orgulho imenso em Harry.  O garoto olhou em seu relógio e viu que já passavam das seis. Já era hora de irem.


- Bom, hora de partimos – Disse ele tirando seis objetos da caixa onde tava o equipamento da missão – Cada equipe pega uma chave de portal


Harry distribuiu a chave de portal para os lideres de cada equipe e pegou uma pra ele.


- Quando eu disser três – Anunciou ele – Um, dois, três...


Ao mesmo tempo, todos sentiram ser puxados pelo umbigo e rodopiarem no nada, mas logo chegaram a um vasto campo de futebol deserto, exceto por seis picapes pretos enormes, que estavam enfileiradas lado a lado.


- Julio – Disse Harry cumprimentando um dos homens que estavam fora dos picapes.


- Olá Harry – Disse alegremente o homem que se chamava Julio.


- Pessoal esse é Julio, trabalha no departamento de transporte mágico do ministério – Falou Harry apresentando o homem para o resto dos colegas – Mas hoje ele e sua equipe estão usando transportes trouxas. Eles nos levarão  até a casa dos comensais. Cada equipe em uma picape.


Rapidamente, todos subiram na caçamba das picapes e se acomodaram.


- Encontro vocês em vinte minutos em nosso objetivo – Gritou Harry para todos ouvirem – Julio, VAI!


Os picapes dispararam pelo campo de futebol e logo estavam nas ruas, transitando em alta velocidade. Os trouxas olhavam espantados para as picapes que passavam cortando o transito londrino.


Harry estava em sua picape junto com sua equipe. Ana, Terêncio e os soldados da infantaria estavam nervosos. Neville aparentava estar calmo.


- Tenham calma gente – Aconselhou Harry – Se vocês estiverem nervosos só vai atrapalhar nossa missão.


Eles relaxaram um pouco.


- Essa é primeira de muitas que faremos, e as outras vão depender muito do desenrolar dessa. Quero que fiquem calmos para matar o máximo de comensais que puderem.


Em vinte minutos, eles já estavam no bairro onde iriam realizar a missão. Era um bairro muito feio. Uma mancha na cidade de Londres.


O grupo desceu da picape e se encontrou com os outros.


- Bem, aqui começa a nossa guerra – Disse Harry – Vamos?


As forças terrenas foram para o local da missão, que era a umas duas quadras de onde tinham parado. A equipe de Gina os seguia pelo ar, com feitiços de desilusão e vassouras potentes. A equipe de Nolan e Lilá haviam ficado junto dos picapes.


Harry caminhava a frente, demonstrando liderança, a varinha em punho na mão direita e no rosto uma expressão de determinação.


- Bom essa é a casa – Disse ele apontando para o que seria uma das únicas casas bem cuidadas do bairro –Ela não tem feitiços de proteção, mas precisamos de feitio anti aparatação e chaves de portal, Hermione, você poderia?


A amiga sorri e faz um feitiço anti aparatação e chaves de portal em volta da casa.


- A casa não está com feitiços de proteção e a lareira não está ligada a rede de Flú. O único jeito de eles saírem e pela porta, mais já tem uma tropa esperando por eles aqui fora – Disse o moreno apontando para o céu – Agora todos em posição.


No momento em que ele ordenou, a equipe de Rony correu para os fundos da casa, deixando o grupo de Harry sozinho na escuridão.


- Bom, hora do show! – Disse ele antes de seguir para a porta da frente da casa.


 


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