Epílogo - Parte II



Epílogo - Parte II 


Londres, 1989.


- Eles dormiram? - perguntou Harry olhando pelo retrovisor. Hermione virou-se para o banco de trás do carro e observou os filhos adormecidos em suas cadeirinhas. Não pôde evitar o sorriso largo que tomou seu rosto apenas por olhar para eles.


- Aparentemente sim. Mas você sabe que eles vão acordar a mil por hora assim que chegarmos. - respondeu sorrindo.


- É. Eu sei. - sorriram um para o outro. Os últimos onze anos haviam sido o mais perto da perfeição que ela poderia sequer sonhar. Os seis amigos fizeram seus cursos: Harry, Gina e Rony tornaram-se aurores; Draco, um inominável; Hermione, medibruxa; e Luna, zoóloga. Os três casais se casaram após completarem seus cursos. Harry e Hermione foram os primeiros, no ano seguinte Rony e Luna e, dois anos depois deles, Draco e Gina. Depois vieram os filhos: Arthur nasceu no mesmo ano em que Rony e Luna se casaram e os gêmeos de Harry e Hermione, Sophie e Samuel, dois anos depois de Arthur. E, agora, dois anos depois, Luna tivera Alex, Gina esperava seus trigêmeos a qualquer momento e Hermione esperava ansiosamente seu caçula. Ela pousou delicadamente a mão sobre a barriga de oito meses e sorriu. "Dan". Harry cobriu a sua mão com a dele.


Era aniversário de Arthur. Ele estava completando seus quatro anos, como não cansava de repetir, e todos os Weasleys e amigos estavam n'A TOCA para comemorar.


- Parece que já tem milhares de pessoas ai dentro. - comentou Harry enquanto pegava Sam no colo. O menino encostou a cabeça no ombro do pai e permaneceu adormecido.


- Ou são apenas Fred e Jorge e suas "maravilhosas" invenções. - ironizou Hermione passando Phie para o outro braço de Harry. A menina abriu os olhinhos cor de mel brilhantes iguais aos da mãe e os coçou com a mão fechada em punho, ainda sonolenta. A cena corriqueira, mas ainda assim tão especial, quase fez Hermione chorar.


- Oi, meu amor. Nós já chegamos. - disse Hermione segurando a mãozinha da filha.


- Athu. - balbuciou a neném lutando para manter os olhinhos abertos.


- Isso mesmo. - respondeu Hermione sorrindo, enquanto apertava a campainha. Draco imediatamente atendeu a porta, sobressaltando-a.


- Até que enfim! - exclamou aliviado e abraçou fortemente Hermione que riu da aflição do amigo.


- O que houve, Draco?


- O que houve?! O que... Houve?! - ele estava descontrolado. - Vocês não podem imaginar o estado de calamidade em que essa casa se encontra. Eu já estou com medo de que ela caia. - Harry e Hermione riram, Sophie olhava o dindo curiosa, numa expressão igual à de Hermione quando estava pensando sobre algo realmente interessante.


- Calma, cara. Respira. - aconselhou Harry. - Desse jeito você vai enlouquecer quando o trio nascer.


- E você acha que eu não sei disso?! E eu estou enlouquecendo. - suspirou. - Acho que meus filhos não vão gostar de mim. - passou as mãos nervosamente pelos cabelos platinados.


- Dindo?


- Oi, gatinha. - Draco pegou Phie do colo de Harry. A menina pousou as duas mãozinhas no rosto de Draco e, olhando-o intensamente, disse com a voz calma e muito madura para a idade.


- Eu gosto de ti. Você é meu dindo pefeido. Os bebezinhos vão gosta de ti também.


- Eu sou o teu único dindo, pestinha. Mas, mesmo assim, muito, muito obrigada. Eu precisava ouvir isso de alguém tão esperta. - Sophie riu e o abraçou. Draco sorriu para os amigos que viam a cena maravilhados com a filha.


A festa já estava no auge da diversão quando chegaram. Assim que atravessaram a porta que dava para o jardim, Sam acordou e ele e Sophie saíram correndo para se juntar a Arthur, os vários mini-Weasleys e as outras crianças. A tarde não poderia estar mais perfeita.


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- Ufa! Finalmente um descanso. - disse Luna se jogando no sofá ao lado do marido e apoiando os pés na mesinha de centro da sogra. Os últimos convidados tinham acabado de ir embora e agora só sobraram os seis, Molly e Arthur na casa, os dois últimos já haviam se recolhido.


- Nunca imaginei que ter filhos dava tanto trabalho. - comentou Rony enquanto abraçava a esposa pelos ombros.


- Nem eu, Rony. Às vezes eu fico lembrando da nossa época em Hogwarts e parece que foi em outra vida. - emendou Hermione que estava sentada no colo de Harry em uma poltrona.


- Nem me fale. Semana passada Gina juntou um monte de coisas velhas para jogar fora e deixou em cima da cama. Quando eu cheguei do ministério e vi a caixa comecei a fuçar e achei meu antigo uniforme de quadribol. Resolvi experimentar e eu fiquei parecendo um travesti. - terminou Draco com uma careta.


- Claro né?! Você engordou tanto quanto eu. - implicou Gina beliscando sua cintura. Ela estava deitada com a cabeça no colo do marido.


- Não engordei nem um grama, eu criei músculos por te carregar por ai, amor. - devolveu ele. Gina deu-lhe um tapa certeiro no braço. Todos riram.


- Mas retomando o papo nostalgia, esses dias, depois de me barbear de manhã, eu fiquei me olhando no espelho e tentando reconhecer aquele estranho de vinte e oito anos me olhando. Acho que nunca tinha parado para ver as transformações que sofri com o tempo. - contou Harry.


- Não se preocupa, amor, você continua lindo. Acho que até mais do que era. - elogiou-o Hermione. Harry sorriu e a beijou.


- Você também continua linda, Mi. - sussurrou.


- Hem-hem. Voltando, novamente, ao assunto. - disse Rony. - Acho que eu só notei isso mês passado quando Alex nasceu. Foi como uma onda que me atingiu. Eu pensei: "Nossa! Eu já sou pai pela segunda vez." E depois veio aquela certeza de que eu já não tenho mais dezessete anos.


- Pois pra mim, foi cinco anos atrás, assim que me formei. - disse Luna pensativa. - Lembro que, no dia da entrega do certificado, eu estava tão nervosa que para me acalmar eu comecei a pensar em Hogwarts e ai eu percebi que não conseguia lembrar de todos os nomes de pessoas que eu conhecia. Uma coisa que naquele tempo eu teria feito sem esforço.


- No dia em que eu soube que ia ser mãe. - disse Gina sorrindo meigamente e enlaçando seus dedos aos de Draco. - Vocês já tinham filhos e Luna tinha dito três meses antes que estava grávida e Hermione no mês seguinte e pra mim era normal. Eu não conseguia entender a responsabilidade que vocês já tinham, pra mim, e acho que para o Draco também, nós ainda éramos jovens despreocupados e infantis. Mas quando eu tive a confirmação de que estava grávida eu percebi que já tinha vinte e seis anos, estava casada, tinha a minha casa, trabalhava... E ia ser mãe.


- Realmente a paternidade muda a gente. - concordou Hermione. - Mas, sabe, eu ainda não tive isso. Quero dizer, essa certeza de que tudo mudou. E é estranho porque eu sempre fui a mais séria e madura e deveria tomar consciência disso mais cedo, mas não.


- Não fica triste, Mi, você ainda vai ter seu momento de epifania. - disse Luna sorridente.


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Rony estava abaixado ao lado do berço da filha, com uma mão dentro do berço e cantarolando... O hino do Chudley Cannons. Luna revirou os olhos, cruzou os braços e entrou no quarto.


- Sério, Ronald?! - Rony ficou de pé de um pulo. Luna virou-se e saiu do quarto com o marido em seus calcanhares.


- Não fiz isso com Arthur e você viu no que ele se transformou. - Luna fez cara de quem estava prestes a perder a paciência.


- O garoto tem quatro anos, Rony. Amanhã ele nem mesmo se lembrará do que fez hoje.


- Não mesmo. Draco plantou a semente do mal na mente dele. - Luna encaminhou-se para o quarto enquanto revirava os olhos... Outra vez. - E você não quer me deixar jogar fora aquela camisa. - a loira o encarou perigosamente.


- Nem sequer pense em fazer algo ao presente de Art. Ou a briga será comigo, Ronald. - Rony a encarou chocado.


- Você nem mesmo tem um time. Não sabe como é. - sentou-se emburrado na cama enquanto Luna trocava-se.


- Sei que é uma tremenda besteira. E esse presente até que veio a calhar. Se Arthur torcer para os Tornados, você não poderá pintar o quarto dele de laranja como queria.


- Mas isso é uma afronta! - disse revoltado. - Como Gina deixou isso acontecer?


- De certo ela torce por eles também.


- Não. Ela torce pelo Harpias. O único time composto só por mulheres. - comentou casualmente. Arregalou os olhos instantaneamente. - Ela vai dar uma camiseta do Harpias para Alexandra. - disse horrorizado. No banheiro, Luna revirou os olhos mais uma vez naquela noite. Respirou fundo e contou até dez mentalmente. Ouviu barulho de portas batendo.


- O que você está fazendo? - perguntou botando a cabeça para fora do banheiro. Rony procurava algo no armário. - O que você está procurando?


- Minha camisa dos Cannons.


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- Huh. - gemeu ao endireitar-se. A dor que vinha sentindo nas costas era agonizante.


- Precisa de ajuda? - ofereceu Draco. Gina virou-se para o marido. Ele estava apoiado, de lado, ao umbral¹ da porta, de braços cruzados e apenas com a calça de abrigo preta. Como seguidamente acontecia ao admirá-lo, Gina segurou a respiração sem notar.


- Hunf! - bufou. - Agora que já estou terminando você vem oferecer. - ele abraçou-a por trás e beijou sua nuca exposta pelo coque frouxo que usava.


- Você não tinha pedido.


- Você deveria ter iniciativa própria. - disse já se zangando, como frequentemente acontecia nos últimos meses. - Não quero, e nem vou, dizer tudo que precisará fazer pelos bebês. - Draco suspirou frustrado.


- Gi, eu sei que você está sensível pelos horm... - Gina virou-se para ele. Furiosa, ele notou tarde demais.


- Não ouse! Não culpe minha condição pela sua estupidez e inaptidão como pai. - ele a encarou chocado e, mesmo não querendo admitir, magoado.


- Eu não... - soltou o ar. - Eu... Eu não... Queria. - a última palavra saiu como um sussurro estrangulado. Encararam-se durante intermináveis segundos. Até Gina aceitar que fora injusta com o marido.


- Desculpe. - pediu ela sentando-se na cama de casal e escondendo o rosto nas mãos. - Eu só... Só acho que você precisa amadurecer mais rápido. Eu não vou poder fazer tudo sozinha. Mesmo minha mãe não será suficiente. Eu vou precisar de você. - suspirou quase às lágrimas. - Eu preciso de você. - Draco sentou-se ao lado da esposa e a abraçou. Gina escondeu o rosto na curva do pescoço do marido e suspirou.


- Sei disso, Gi. Mas você precisa entender que eu estou lidando com as coisas à medida com que acontecem.


- Mas você ficou tão atrapalhado hoje.


- Confesso que estava assustado, mas eu até que me virei bem. - sorriu orgulhosamente.


- Você está se pavoneando demais para alguém que entrou em pânico ao ver uma criança chorando com o joelho ralado. - ele fez uma careta.


- Primeiro: era bastante sangue. - Gina revirou os olhos mentalmente. - Segundo: eu não gosto de ver pessoas sofrendo. - ela afastou-se do abraço, encarou-o e pousou a mão em seu rosto. Seguidamente esquecia-se do quanto Draco podia ser sensível.


- Não sei como você pode ser assim tendo sido criado por Lúcio. - os olhos chocolate estavam brilhantes de admiração.


- Também fui criado por Narcisa Black. Esse é o segredo. - sorriu e a puxou pela nuca juntando seus lábios em um beijo beirando o agressivo. Deitou-a sem desgrudar seus lábios. Senti-la se entregar prontamente e sem reservas aos seus beijos era o melhor pagamento que poderia querer. - Sabe, não vou sentir nenhuma falta de ter que tomar cuidado para não machuca-la depois que tiver os bebês. - Gina riu.


- De acordo. - Draco deitou-se ao lado da esposa. Os dois encarando o teto. Apenas apreciando a companhia um do outro.


- Ei, ruiva.


- Hum.


- Queria já poder ver os rostos deles. - Gina ergueu-se e pôs o rosto acima do dele. Draco ergueu uma sobrancelha, confuso. - É só olhar meu rosto. - explicou a ruiva. Draco fez uma cara de deboche e Gina voltou a dobrar as roupinhas, sorridente.


- Qual é, Gi?! Eles vão nascer todos a minha cara. - declarou Draco arrogantemente enquanto cruzava os tornozelos, e as mãos atrás da cabeça. Gina apenas revirou os olhos, ainda sorridente, e continuou arrumando a mala. Ele precisaria de tempo, mas seria um ótimo pai.


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- Hermione? - chamou-a sussurrando da porta do quarto.


- Oi, amor.


- Algum problema? - Hermione estava sentada na poltrona no quarto dos filhos. Harry aproximou-se dela e ela se levantou para que ele sentasse, em seguida sentou-se no colo do marido.


- Pelo contrário. Eu acho que acabei de ter minha epifania, como disse a Lu. - ela sorriu, mas Harry apenas sentiu, já que permaneciam no escuro.


- Ah, é?! - beijou-lhe delicadamente os lábios e em seguida a barriga proeminente. - E posso saber como?


- Eu fui pegar água e quando estava passando eu vim ver se estava tudo bem. Ai eu comecei a observar como nós dois nos tornamos um nos rostinhos deles. - ela virou-se para Harry e ele pode ver, mesmo no breu em que se encontravam, o brilho intenso que emanava dos lindos olhos cor de mel. - Harry, a mistura é tão perfeita que não dá pra notar onde terminam as minhas características e começam as tuas. - sorriu marota. - A não ser, é claro, nos olhos e nos cabelos. - Hermione encostou a cabeça no ombro de Harry. - Foi assim, vendo-os e sentindo o nosso caçula que eu percebi o quando nós já vivemos e o quanto eles ainda vão viver. E eu comecei a pensar em quando eles forem para Hogwarts e em quanta saudade eu vou sentir e depois, quando eles forem embora e casarem... Me chocou, sabe, saber que eu posso amar tanto assim duas pessoinhas que eu conheço a tão pouco tempo e uma que eu ainda nem conheço. - Harry pousou a mão na barriga de Hermione e ela cobriu-a com a sua. Os dois sentiram um chute e sorriram.


- Eu te entendo. - disse Harry baixinho. - Também me assustei na primeira vez em que eu realmente senti o meu amor por eles. Eu nunca tinha amado ninguém assim. Quer dizer, eu amei imensamente meus pais, mesmo não tendo os conhecido, mas era natural, porque todo mundo ama os pais. Depois amei Rony, você, - ela sorriu. - Neville, os Weasley, Gina, Remo, Sirius, Tonks, Luna, Draco porque são meus amigos e porque eu os conheci e nós passamos por muita coisa juntos, mas eu não os amei desde o momento em que os conheci, esse amor foi crescendo junto com a nossa amizade. Depois amei você como minha mulher, e esse amor foi uma extensão do amor que eu já tinha por você, porque eu passei a ti conhecer mais profundamente. Mas o amor que eu senti pelos nossos filhos foi repentino e intenso demais. É um amor completamente diferente. - ficaram num silêncio admirado, apenas sentindo um ao outro.


- Eu tenho uma teoria. - Harry sorriu largamente. "Minha eterna sabe-tudo!"


- Pois diga, Sra. Potter.


- Esse amor pelos filhos não é repentino, nós é que achamos que é. Assim como os filhos são um pedaço dos pais, esse amor é amor por nós mesmos, o que é perfeitamente lógico.


- É uma ótima teoria, Mi. - beijou-a. - Cinquenta pontos para a Grifinória. - sussurrou de encontro aos lábios da esposa antes de capturá-los novamente... Como nunca cansaria de fazer.


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Podia parecer clichê, mas eles tinham o 'seu felizes para sempre'... Todos os dias. E se ser feliz é ser clichê... Que venham os créditos finais.


Fim... (?)


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¹ - Cada uma das partes verticais de portas e janelas. Pois é, gente, eu sei palavras difíceis xD


Mi: Muito obrigada pelos elogios! *-* Sabe, eu criei o sobrenome da Helene antes de ter a ideia do fantasma e já tinha postado os primeiros capítulos quando tive a ideia. Caiu como uma luva. ushaushaushuahsuausha Eles são muito fofos, vai dize?! ^^ Ahh, na minha imaginação, foi um infarto. Q pode atacar qualquer um, em qualquer idade. Meu avô msm, morreu com quarenta e três anos. =/ Não garanto nada, mas tenho sim uma fic engatilhada. Mas é só isso que vou dizer. ;D Mi, muito obrigada por ter acompanhado comentado e sido tão importante pra mim nesses meses em que escrevi. Até uma próxima...


Débora: Finalmente aí a tua cena DG. Ela é especialmente pra ti, flor. ^^ Eu realmente esperava que todos se surpreendessem. :) Muito obrigada pelos elogios! *-* A J.K. viajou legal no epílogo. ¬¬ Mas, eu me vingo nas fanfics! \o/ Realmente, cadê a revolta?? Aff! Bom... Muito obrigada por esses meses de comentários lindos e conversas. (: E como eu disse acima: Não garanto nada, mas tenho sim uma fic engatilhada. Mas é só isso que vou dizer. ;D Até uma próxima...


Alylyzinha: Muito obrigada pelos elogios! *-* A guria é foda msm! Mas também, por um bofe daqueles eu também largava tudo! uashaushauhsaushausha ;D Pois é, né?! O gato não é só um rostinho bonito. Também é carinhoso, preocupado e fofo. Quero um! ^^ Vlw msm pelos coments e por ter lido minha fic. Até uma próxima...


Gre: Q bom que tu gosto, teacher! Mata nada, que eu sei que tu não conseguiria viver sem mim! ;D Tua vida ia ser muuuuito chata sem mim! uahsuahsuashaushau Brigadão por ter vindo ler minha fic, best! Foi muito importante pra mim. Te AMO! *-* Até uma próxima...


N/A: To muuuuuito triste ='( e muuuuuito feliz :D ao mesmo tempo. Triste por ter acabado e não poder mais ficar recebendo e respondendo os coments tão lindos que vocês escrevem. Mas feliz por ter finalizado minha primeira fic e por ter gente que leu, acompanhou e gostou (me choca até hoje que alguém goste mesmo do que eu escrevo (: ) dela. É indescritível a sensação de trabalho reconhecido. O orgulho, a admiração, a gratidão. E, sinceramente, eu não acho que seja alguma obra prima, mas sempre vai ser minha xodó, e eu realmente a considero boa. Talvez mais que boa. Mas essa é a minha opinião. Vocês sabem julgar melhor que eu. E o melhor: são imparciais. Valeu, gente, por tudo. Pelos elogios e críticas construtivas, por acompanharem, por serem tão queridos. E, talvez, venham mais fics por aí pra gente continuar conversando por coments. ;)


That's all Folks!


(Eu AMO essa frase! aushaushuahsua Acho que a Warner não vai me processar pelos direitos autorais, né?! :D Fui... s2)

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Comentários (2)

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