As garotas crescem.



As garotas crescem.


O tempo passara rapidamente. Nayla e Evellyng cresciam mais a cada dia. Eram duas crianças adoráveis. Só com uma pequena diferença. Nayla era calma e tímida, mas os poderes herdara do avô, era muito poderosa. Já Evellyng, era ousada, arrogante como o pai. Era muito poderosa, igual à irmã.

Muita coisa mudara em tanto tempo. Vanessa trabalhava com pesquisas para o Ministério, era uma ótima arqueóloga. A mulher sempre estava viajando, mas nunca deixou de observar o rápido crescimento da filha, sempre a levando nas escavações e a ensinando sobre tudo. Nayla tinha uma grande inteligência, vivia diariamente com Bellatrix que a ensinava Ciências Ocultas e Perigosas. Era a paixão da garota: Magia Negra.

Draco tinha arrumado um ótimo advogado, que o fazia ter o direito de ficar com uma das filhas. O loiro sorrira radiante, quando soube que poderia ficar com Evellyng. Draco ainda jogava Quadribol, ganhando fama cada dia mais. Sempre levava Evellyng aos jogos. A garota adorava, e sempre considerara o pai um herói. Evellyng jogava quadribol muito bem. Todo o final de semana, Draco e a filha faziam uma competição, sempre convidando amigos para participar.

Enfim, as duas garotas eram felizes. Mas, nenhuma sabia da existência da outra.

Evellyng e Nayla completaram onze anos. Idade de entrar na escola de magia e bruxaria.

Vanessa pensara bem. Não queria que a filha estudasse em Beauxbattons, como alguns amigos a influenciaram. Mandaria a filha para Hogwarts.

Draco colocaria Evellyng em Beauxbattons. Pois este morava na França.

Chegara o grande dia. Dia de ingressar nas suas respectivas escolas de magia.

Vanessa levara a filha até a estação King Cross, com mil recomendações.
Draco aparatara com a filha dentro da escola Beauxbattons, assustando alguns professores presentes, que vendo de quem se tratava, fizeram uma reverência. O loiro era conhecido Mundialmente.

O primeiro ano letivo das garotas passara lentamente. Nayla fora selecionada para a Sonserina e fizera muitos, mas muitos amigos de várias casas. Era uma garota bem popular e inteligente.

Evellyng ganhara muitos capangas. A garota não confiava em ninguém. Tinha apenas três amigas, que ainda as usava como empregadas. Era bem popular na escola e bem temida. Sempre que podia rebaixava alguém.

As garotas voltaram para casa nas férias. Nayla fora com a mãe viajar para o Egito. Evellyng viera para Londres, com o pai. Draco fora contratado para um time londrino. O loiro pensara muito antes de vir. Mas acabou por aceitar.

Evellyng odiara a nova vida. Preferia a França. Queria ir embora, mas o pai a obrigou a ficar. Entraria em Hogwarts, no começo do ano letivo. A garota ficara emburrada durante dias.

Nayla passara as melhores férias de sua vida. Conhecera muita magia Oculta. A mãe a levara também para conhecera família no Brasil. Nayla estava encantada. Não queria que as férias terminassem, queria viajar mais com a mãe.

Uma semana antes das aulas, Vanessa fizera uma “pequena” festa para comemorar com a filha e os amigos. A festa saíra em todos os jornais e revistas do mundo bruxo:

Arqueóloga promove festa para a filha. Toda a alta sociedade foi convidada.

Essa era a manchete do jornal. Evellyng lia o jornal e olhava com nojo a foto da mulher anfitriã. Na próxima página aparecia a mulher e a filha Nayla.
Viagem de férias com a filha.

Logo em baixo uma foto de Vanessa e Nayla se abraçando no Egito e no Brasil.

Evellyng jogara o jornal no chão. Saíra do quarto nervosa.

Draco lia um livro na sala de estar.

- Papai? – chamou a garota. Draco a olhara. – Porque não fomos convidados para a festa daquela mulher nojenta?

- Que festa? – perguntou o loiro.

- Da arqueóloga. – respondeu Evellyng.

- Não sei do que se trata. – respondeu Draco voltando à atenção para o livro que lia.

Evellyng voltara ao quarto, pegara o jornal e descera novamente.

- Dessa festa. – disse a garota emburrada.

Draco lia o jornal com grande interesse.

- Interessante. – sorriu o loiro cinicamente.

- O que é interessante? – perguntara Evellyng.

- Que tal darmos uma festinha? – sorriu Draco novamente.

- Sério papai? – sorriu Evellyng.

- Sério. – respondeu o loiro, se levantando.

A garota sorrira novamente.

Draco caminhara até seu escritório.
- Ling? – chamara o loiro.

O elfo aparecera prontamente.

- Pos não senhor. – sorriu o elfo abanando as orelhas.

- Vamos dar uma festa. – começou Draco. – Quero que convide toda a alta sociedade, inclusive Vanessa e Nayla Riddle. Mande a elas um convite VIP.

Ling saira rapidamente; Draco ainda sorria.

- “Vamos ver quem dará a melhor festa”. - pensou o loiro.

- Papai? – chamara Evellyng entrando no escritório.

- Vamos dar mesmo a festa? – perguntou a garota.

- Vamos querida. Porque não convida suas amigas? – sorriu Draco a olhando.

- Obrigada papai. Te amo. – sorriu a garota, abraçando o pai.

Draco a abraçara:

- Também te amo.

- Ahãm. – Jimmi (o segurança particular de Draco), entrara no escritório.

- Jimmi? Que prazer em vê-lo. Vamos dar uma festa, e você está convidado. – sorriu Draco largando a filha.

O segurança esboçara um sorriso.

- Oi Jimmi. – saudou Evellyng abraçando o segurança.

- Ola, Evie. – sorriu Jimmi retribuindo o abraço.
- Filha? – chamou Draco. – Será que pode nos deixar a sós?

A garota concordara saindo e fechando a porta.

- Vai mesmo dar uma festa? – perguntou o segurança se sentando em frente à mesa em que Draco estava sentado.

- Exato. – sorriu Draco. – E, adivinha quem eu convidei?

- Não sei. – resmungou Jimmi.

- Ah, qual é? Nem faz idéia? – perguntou o loiro.

- Não. – respondeu o segurança.

- Ok. Então se prepara. Convidei Vanessa e Nayla Riddle. – Draco sorrira cinicamente.

O segurança engasgara:

- O senhor não fez isso.

- Fiz. – Draco comemorava por dentro. – 1 a 0 pra mim.

Jimmi balançara a cabeça.

- Sabe, eu não sabia que a minha filha chamava Nayla. Contanto, tenho que admitir que é um nome lindo. – disse Draco. – Você já viu a minha filha?

Jimmi concordara com a cabeça ainda atordoado.

- Ela não é linda? Tem os cabelos iguais o meu. – sorriu Draco bobamente.

- Eu acho que o senhor não deve convidá-las. – interveio Jimmi.

- Porque não? – perguntara Draco confuso.
- Elas não vão vir. – respondeu Jimmi como se fosse óbvio.

- Claro que vai. – respondeu Draco. – Quer apostar?

- Não. Já vou indo. Só passei pra ver como vocês estavam. – respondeu o segurança se levantando.

Draco acenara alegremente.

- Ling? – gritara o loiro.

- Sim? – respondera o elfo aparecendo em um estalo.

- Já mandou os convites? – perguntou o loiro.

- Ainda não senhor. – respondeu o elfo de cabeça baixa.

- Ótimo. Quero que acrescente um detalhe, nos convites. – sorriu Draco. – Peça que escrevam até amanhã confirmando sua vinda na minha festa.

- Sim, senhor. – respondeu o elfo desaparatando.

Draco encostara-se à cadeira sorrindo de olhos fechados.

O elfo providenciara os convites, acrescentando os detalhes, e os despachando para toda a alta sociedade. A festa seria dali dois dias. Numa sexta feira.

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Vanessa lia o jornal:

Festa de arqueóloga foi fantástica. A melhor festa do século.

A mulher sorrira, quando uma coruja aparecera na janela. Vanessa abrira a janela, a coruja entrara, depositando uma carta e saindo novamente.

V.I.P.

Você está convidado (a) para o Baile de Máscaras de Draco Malfoy.

Que acontecerá nesta sexta feira, na mansão Malfoy. Por favor, mande sua resposta o mais rápido possível. Contamos com a sua presença.
Obrigado. Draco e Evellyng Malfoy.

Vanessa lera aquilo como se fosse a sua condenação.

- Woolf? – chamou a mulher rapidamente.

O elfo aparecera:

- Sim senhora.

- Quem é Evellyng Malfoy? – perguntara Vanessa.

- Não faço idéia senhora. – respondeu o elfo. – Quer que eu descubra?

- Imediatamente. – respondeu a mulher sentindo ciúmes.

Woolf desaparecera. Reaparecendo meia hora depois.

- Então? – perguntou Vanessa aflita.

- Evellyng Malfoy é a filha do senhor Draco Malfoy. – respondeu Woolf. – Tecnicamente falando. Sua filha.

Vanessa amolecera.

- Obrigada. – respondeu sorrindo caindo no sofá.

A mulher pensara por um momento que Evellyng poderia ser a nova esposa de Draco. Talvez tivesse saído nos jornais. Mas ela quase nunca lia jornal.

- Com licença. – Bellatrix entrara no quarto.

- Oi. – sorriu Vanessa. – Dá uma olhada nisso.

Vanessa entregara o convite à amiga.

Bellatrix lia o convite rapidamente:

- Que cara de pau.

Vanessa concordara.

- Você vai? – perguntou Bella.

- Claro que não. Imagina eu indo numa festa daquele idiota. – respondeu a mulher.

Bella sorrira:

- Vim te chamar pra darmos um passeio no Beco. Que tal?

- Que bom. Preciso arejar a cabeça. – respondeu Vanessa. – Espera eu me trocar?

- Claro. Te espero lá embaixo. – sorriu Bellatrix. – Vou chamar a Nay.

- Ok. Ela vai adorar. – respondeu Vanessa entrando no banheiro.

Bellatrix saira do quarto e se encaminhara para o quarto ao lado. Batera na porta.
- Pode entrar. – respondeu uma voz feminina.

- Nay? – chamou Bella.

- Oi Tia. – sorriu a garota saindo do banheiro de toalha.

- Vai sair? – perguntou a mulher entrando no quarto.

- Não. Só tomei banho pra relaxar. – sorriu Nayla olhando no espelho.

- Ah sim. Quer ir ao Beco? Eu, sua mãe e Narcisa vamos. – respondeu Bellatrix. – Fazer compras sabe?

- Ah! Claro. – sorriu a garota. – Só vou me trocar.

- Tudo bem. – respondeu Bella saindo do quarto.

Quinze minutos depois, as quatro estavam reunidas no Beco. Caminhavam entre as lojas. A rua estava cheia. Entraram em uma loja de roupas de grife.

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Uma campanhia tocara na Mansão Malfoy.

Ling abrira a porta:

- Senhorita Chang? Seja bem vinda.

Cho Chang, uma bela oriental sorrira entrando na casa.

- Cho? – Evellyng descera as escadas sorrindo de braços abertos.

- Oi filha. – sorriu a oriental retribuindo o abraço.

Cho Chang, fora contratada por Draco para cuidar de Evellyng desde que essa nascera. A oriental a chamava de filha. Evellyng a amava. E insistia para que o pai se cassasse com Cho.

- Eu e papai vamos dar uma festa. – sorriu Evie largando a moça.

- Sério? Quando? – perguntou Cho curiosa.

- Sexta feira. Você vai vir né? – perguntara a garota.

- Não perderia por nada. – sorriu Cho. – Então. Onde está seu pai?

- Escritório. – sorriu Evie.

- Será que ele vai deixar você sair comigo? – perguntou Cho caminhando até o escritório.

- Aonde vamos? – perguntou Evie interessada.

- Beco Diagonal. Vou te apresentar o comércio bruxo de Londres. - respondeu Cho abrindo a porta do escritório.

Evie sorrira.

- Oi. – saudou a oriental entrando no escritório.

Draco Malfoy a olhara sorrindo.

- Porque está sorrindo? – perguntou a morena o olhando desconfiada.

- Nada. Só estava pensando na vida. – respondeu Draco ainda rindo.

- Sei. Será que a Evie pode sair comigo? – perguntou a oriental.

- Aonde vocês vão? – perguntou Draco.

- Vou levá-la pra conhecer o Beco Diagonal. – respondeu à morena.

- Ótimo. Voltem antes do jantar. – sorriu Draco olhando pra filha. Abriu a gaveta e entregou uma chave de ouro a filha. – Faça compras.

Cho sorrira:

- Obrigada. Vamos voltar logo.

Evie abraçara o pai:

- Obrigada papai.

Draco sorrira acenando para filha e para a oriental. Voltara à posição anterior, pensando em Vanessa e sorrindo.

Cho aparatara com Evie no meio da rua, assustando algumas pessoas que passavam. As duas entraram em uma loja de roupas de grife.

Evellyng ficara maravilhada com as roupas. Uma mais linda do que a outra.

Cho deixara a garota experimentar algumas roupas, enquanto caminhava até a outra ponta da loja. Achava que estava reconhecendo uma mulher que ali estava.

- “É ela mesma.” – sorriu Cho, caminhando até a mulher.

- Vanessa? – chamou a oriental.

A mulher se virara.

- Quanto tempo? – sorriu Cho.

Vanessa sorrira cinicamente.
- Olha quem achamos perdida por aqui. – sorriu Bellatrix sarcasticamente.

Cho olhara a mulher apavorada. No passado Bellatrix a torturara por horas.

- Que foi querida? Perdeu a fala? – sorriu Vanessa se aproximando.

Evellyng caminhara até a oriental:

- Cho? O que achou dessa roupa?

A oriental estava parada sem reação. Evellyng olhara as mulheres que estavam com a babá, parando o olhar em Narcisa.

Narcisa a encarara sorrindo:

- Evellyng?

A garota a olhara firmemente:

- Não te conheço.

Era a primeira vez que Narcisa e Vanessa estavam de frente com a garota. Vanessa sorrira.

- Olha só se não é a seqüestrada? – sorriu Bellatrix ironicamente.

- Bella? Pare. – pediu Vanessa.

Evellyng as olhava confusa.

Bellatrix ainda sorria, com um olhar maligno.

- Quem são vocês? – perguntou Evellyng se assustando.

- Permita-me. – interveio Bella. – Eu sou sua tia.

Nayla saíra do trocador com um belo vestido.

- Então? – perguntou a garota, para a mãe.

Vanessa sorrira para a filha:

- Está linda. Vamos levá-lo.

Nayla sorrira.

Evellyng demorara o olhar na garota.

A garota a olhara estranhamente.

- Eu sei quem são vocês. – interveio Evellyng. – Você é aquela arqueóloga, e você a filhinha dela. Odeio vocês.

Nayla a olhara nervosamente.

Evellyng sorrira cinicamente, erguera o braço e fizera Nayla voar para trás. Nayla aterrissara em cima do balcão. A garota levantara. Seus olhos começaram a ficar vermelhos, as portas da loja começaram a bater, um vento furioso começara a nascer.

- Nayla? Nayla? Pare. – interveio Vanessa. – Filha se acalma.

Evellyng estava apavorada. Os olhos da Nayla pareciam chamas vivas. Os cabelos criavam vida se mexendo raivosamente.

Cho se recuperara do choque, pegando o braço de Evellyng e aparatando.

Nayla se acalmara. Todos olhavam as quatro mulheres.

- Droga. – rugiu Bellatrix, lançando um feitiço e apagando a mente das pessoas.

As quatro mulheres saíram da loja calmamente, enquanto os fregueses perguntavam o que havia acontecido à loja, pois esta estava destruída.

O quarteto caminhara entre as lojas, entrando em uma sorveteria.

- Tudo bem? – perguntara Vanessa à filha.

A garota balançara a cabeça afirmativamente.

As outras duas mulheres sorriram, tentando esquecer o ocorrido.

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Cho Chang aparatara com Evellyng no escritório de Draco.

- Mas, que drog... – gritou o loiro se assustando.

Evellyng chorava. Cho estava completamente pálida.

- O que houve? – perguntou Draco caminhando até a filha e a abraçando.

A garota o abraçara ainda chorando:

- Eu vi um monstro.

- Como? – perguntou o loiro.

- Encontramos alguém no Beco Diagonal. – interveio Cho.

Draco imaginara quem poderia ser:

- Evellyng? Pode esperar lá fora querida?

A garota concordara, saindo.

- Encontramos sua mulher. – começou Cho.

- E? – perguntou Draco perdendo a paciência.

- Ela estava junto com sua mãe, Bellatrix Lestrange e e e... – soluçou a oriental.

Draco levantara a sobrancelha.

- A sua outra filha. – terminou Cho.

- E o que houve? – perguntou o loiro.

- Evellyng as aborreceu. Então a sua outra filha, ficou possessa, parecia o... o...o... Vol... Aquele que não deve ser nomeado.

Draco empalidecera:

- E o que houve depois?

- Um vento forte destruiu a loja. – Cho murmurou.

- Leve a Evellyng para dormir. – sussurrou Draco.

Cho concordara, saindo.

Draco se sentara, estava boquiaberto. Nunca havia imaginado que as filhas poderiam ter herdado os poderes do avô.

O loiro ia tirar essa história a limpo, pegou o, sobretudo e aparatara no beco diagonal. Andara procurando alguém. Encontrou as mulheres que estava procurando. Mas...

Por questão de segundos não conseguiu segui-las. O quarteto aparatara, sem ao menos vê-lo.

Draco voltara a Mansão Malfoy desolado.

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