Epílogo



Epílogo


 




 


 


 


- DESISTO!


 


Fechei a pasta com alguns relatórios do departamento de aurores que tentava trabalhar  com uma força desnecessária. Era muita informação para ser processada de uma só vez!


 


- GINA! - Fui até a sala. Fiz uma careta de desagrado: Gina não estava ali. Cozinha. Nada. -  GINA!


 


Gritei a beira da escada. O silêncio que vinha do andar de cima dava sinais que ela também não estava ali. Nem ela e nem as crianças.


 


- Cadê Gina, Monstro? – Perguntei assim que me virei e deu de cara com o elfo.


 


- Minha senhora foi até o parque com meus jovens senhores! – Monstro esclareceu.


 


- Sozinha? Com os três?! – Monstro assentiu. – Mas...


 


Gina dificilmente saia sem avisar, ainda mais levando as três crianças. Passei a mão pelos cabelos pensativo. Tiago e Alvo estavam, particularmente, testando há tempos a nossa paciência. Andavam muito “salientes” como Gina gostava de falar, pareciam que adoravam desafiá-los e desobedecê-los. E Lilly, apesar de ser um encanto, estava cada vez mais independente e curiosa, requerendo cuidados dobrados, pois havia aprendido a explorar lugares novos, escapulindo rapidamente dos olhares de quem estava cuidado dela, por mais atento que estivessem.


 


- Por que ela não me chamou? – Questionei, mesmo sabendo a resposta, mas preocupado de como Gina estaria se saindo com os três. Mesmo ela sendo uma grande bruxa, aqueles três davam um grande trabalho. – Tea foi junto?


 


- Minha senhora não quis atrapalhar seu trabalho. – Monstro sorriu afetuosamente. – Tea não foi, pois foram ao parque trouxa. Minha senhora disse para avisá-lo para encontrar com eles...


 


- Obrigada Monstro... é isso que vou fazer! – Falei, já indo em direção a porta.


 


Não iria apartar. Iria caminhando. O parque trouxa que Gina gostava de frequentar ficava a poucas quadras do Largo Grimmauld. Aproveitaria a caminhada para pensar.


 


Havia muito o que pensar. Sobretudo no que Gina havia me contado. As informações sobre minha mãe não eram tão absurdas, podia se dizer que eram até obvias. Juntando as peças desse quebra-cabeça, tudo fazia um enorme sentido.


 


Porque nunca havia pensado nisso antes? Será que Dumbledore nunca suspeitou dessa hipótese?


 


As palavras de Gina ainda flutuavam em minha cabeça. Era tão simples e tão complexo ao mesmo tempo!


 


Havia também o amor profundo por Gina. E, principalmente, o fato que agora eu conseguia compreender  porque havia sido o “escolhido”, o “eleito”.


 


Era algo muito maior que a profecia que o ligava a Voldemort. Porque a criança da profecia poderia ser qualquer outra, poderia ter sido Neville. Mas fui eu, não só porque meus  pais enfrentaram três vezes o Lorde das Trevas ou porque eu nasci no último dia do sétimo mês... Ou seja, lá o que for...


 


 - Sim! – Agora entendia havia um fator a mais em ser eu, o eleito.


 


Há muito tempo atrás eu havia sido o escolhido para essa missão. Ou melhor, trazia em minha herança mágica o poder do Bem para enfrentar o Mal. Portanto, eu fui o escolhido para proteger e manter o mundo bruxo unido.


 


O porquê encontra-se em uma serie de conexões familiares e, também, devia acrescentar, a um laço de amor maior que qualquer sentimento vivido...


 


As investigações conduzidas por Gina, a Condessa e Hermione as levaram a um tempo distante, mas que os acontecimentos daquela época repercutiam decisivamente no tempo atual. De uma forma bastante simplificada elas haviam descoberto que minha mãe não só era descendente de uma sétima filha, mas sim, descendente de um casal de bruxos extremamente poderosos.


 


Elas não haviam conseguido provas sustentáveis, mas tudo levava a crer que esse casal magicamente poderoso havia sido Mérlin e Viviane. Havia uma lenda, não só para os bruxos, mas para os trouxas também, que dizia que Merlin era apaixonado por Viviane e lhe revelou todos os seus segredos mágicos e ela de posse desse conhecimento o aprisionou em uma árvore  para ter a  sua sabedoria e o amor dele somente para ela.


 


- Na verdade não foi bem assim que as coisas aconteceram. – Gina argumentou. – Merlin e Viviane eram um casal apaixonado, que se amavam profundamente e construíram uma vida juntos. Acrescentamos o fato que eles eram bruxos e detentores de um grande conhecimento de magia e bastantes influentes na comunidade bruxa a qual pertenciam. Mas eles eram felizes e a felicidade e amor causam inveja, cobiça, talvez isso tenha distorcido um pouco a história deles, colocaram dor e drama para deixar tudo mais emocionante, mas na verdade ninguém sabe ao certo o que aconteceu... Mas sabemos ao certo que Merlin era um grande bruxo e Viviane também!


 


- Hum... E como nós, minha mãe entra nessa história? – Questionei. – Não há provas sobre a descendência de Merlin e Viviane?


 


- Não, não há! Mas houve outros casais poderosos na história bruxa e de alguma forma há uma ligação com Merlin e Viviane... – Gina sorriu. – Alguns acreditam que de tempos em tempos eles renascem, Merlin e Viviane, para viverem novamente o seu amor, tornando-se assim, mais forte ainda.


 


- Você quer dizer que sempre há casais poderosos, unidos não só por laços de amor, mas também por um poder mágico!


 


-  Almas gêmeas, Harry. – Gina conclui.


 


- Como Luna acredita que nos somos! – Falei e Gina confirmou.


 


 - Isso! Como nós! - Gina exclamou como se falasse a maior obviedade do mundo bruxo.


 


- É... Estranho! – Resmunguei. – Quer dizer, você é uma sétima filha e eu sou... Nhã, um bruxo poderoso. Mas ainda é estranho... admitir isso!


 


- Não é estranho Harry. È o destino! O nosso destino! Nós nascemos com os elementos que nos fazem ser um casal magicamente poderoso. – Gina se aproximou. – Além disso, tem a força do nosso amor, nosso poder vem do amor que nos une e da herança mágica!


 


- Hum, é se nosso amor é tão forte assim, significa que viemos fortalecendo ele há muito tempo. Que somos almas gêmeas! – Conclui. – Que nos nascemos e renascemos para ficarmos juntos?


 


- Podemos dizer que sim. – Gina concordou. – Tenho certeza absoluta quanto a sermos almas gêmeas. Mas quanto ao fato de renascermos e de ficarmos juntos toda vez que isso acontecer, bom, ainda tenho algumas dúvidas, mas há algumas crenças que acreditam nessa possibilidade, mas não há nada comprovado nem para os bruxos ou para os trouxas.


 


Gina ficou em silêncio, pensativa e em seguida um livro materializou-se em suas mãos, ela o abriu  e  começou a ler:


 


“O Universo é feito de energias, estas tomam forma entrando em ciclos de repetições. Por exemplo, uma pedra é um dança de energia, que dança a mesma dança sempre no mesmo lugar, estabelecendo um ciclo, estabilizando a sua natureza e sua forma. O Universo também é feito de memória. Nada acontece ao acaso. Tudo é uma conseqüência... Algumas pessoas nascem com a habilidade de prever o que vai acontecer, prever é algo fácil, é só saber o que aconteceu, porque vai acontecer  de novo. Ciclos. Existe ciclos dentro dos ciclos.  O ciclo do dia e da noite esta contido dentro do ciclo lunar, que é contido no ciclo das estações.. Memorizamos tudo que nos acontece, bilhões de informações. Essas informações estão escondidas na noite do nosso inconsciente, para nos proteger duma terrível confusão...  Essas informações estão escondidas, mas presentes, e em qualquer circunstância, para avaliar a situação, para compreender e tomar uma decisão, usamos como referência uma situação parecida do passado, e agimos da mesma maneira. Somos condicionados pelas nossas experiências passadas, para o pior ou o melhor. (...) Mas esse condicionamento esta feito apenas das imagens do passado que usamos como referências. Basta mudar tal ou tal imagem em nosso mundo interior para mudar nossa memória, a influência do passado, tal ou tal automatismo e ainda mais. E ainda mais: essas imagens, que sonha de maneira permanente nosso inconsciente, são feitas de energia. Mudando uma imagem em nosso mundo interior, mudamos a natureza da energia que irradia de nos, mudamos a qualidade da energia com a qual estamos em sintonia, mudamos os acontecimentos que chamamos para nossa vida, mudamos nosso destino.”


 


Depois de concluída a leitura ela argumentou: - Talvez essa teoria explique melhor a ideia de renascimento.


 


- Acho que entendi! Nossa vida é feita de ciclos e quando um ciclo acaba nos trazemos coisas, imagens do ciclo passado para o ciclo presente e assim sucessivamente. Fortalecendo laços que são importantes para nós.


 


-  A morte pode ser vista com o fim de um ciclo. E o nascimento o inicio de um novo. – Gina resumiu e eu concordei.


 


Gina fechou o livro e voltou a falar.


 


- Mas isso é algo bem complexo e que não é tão importante agora! Voltando ao que descobrimos. Nossa investigação revelou que normalmente Sétimas Filhas casam com bruxos poderosos. Não são casamentos arranjados, simplesmente há uma atração, algo intuitivo, como um imã que os une, almas gêmeas que se reencontram. Um laço tão ou mais forte que o amor, que os uniam para sempre, destino talvez. É algo predestinado. Mais ou menos como aconteceu com a gente.


 


- Er... – Suspirei. – Mas eu... 


 


- Não importa o que aconteceu, era para ficarmos juntos e foi o que aconteceu. No seu devido tempo! Devido a todos os acontecimentos. Ficamos e estamos juntos. – Gina fez um carinho em meus cabelos. – Conta à história que quando uma sétima filha colocasse os olhos em um bruxo poderoso, um bruxo que detinha um poder mágico acima da média, explodia uma paixão sem precedentes...


 


- A nossa demorou! – Não evitei o comentário.


 


- Talvez para uma menina de onze anos não ser correspondida, sim! – Gina sorriu. – Mas aconteceu quando devia de acontecer! Tínhamos que passar pelas coisas que passamos isso fazia parte do nosso aprendizado. E se formos usarmos a razão, nem foi tanto tempo assim! – Concordei com um gesto de cabeça. - E isso nos traz de volta a nossa ligação, ao nosso amor e ao fato de sermos almas gêmeas.


 


- Como assim?


 


- Eu e a Hermione e a Condessa trabalhamos como duas hipóteses: a primeira é que somos, eu e você, descendentes diretos desse casal poderoso magicamente poderoso, não exatamente Merlin e Viviane, mas de algum descendente deles, o que é mais viável e que acreditamos, pense na herança magica que carregamos. Mas também existe a possibilidade que nos sejamos dois bruxos poderosos que renasceram. O que complementa a primeira hipótese.


 


- Mérlin e Viviane?


 


- Seria muita pretensão! – Gina falou modesta. – Mas não sabemos ao certo, não temos provas concretas, temos fatos que nos levam a pontos comuns.


 


- Hum... Isso tudo é tão complicado! – Falei. – Mas porque vocês acreditam na primeira hipótese?


 


- Em um primeiro contanto sim! Vou tentar simplificar, talvez você compreenda melhor depois de eu explicar  porque  acreditamos na primeira hipótese, pois temos provas concretas, registros, fotos... Sua mãe, Lillian, era descendente de um casal poderoso, mas daí você vai me perguntar sobre sua tia Petúnia. – Assenti. – A bisavó de sua mãe era uma bruxa, e ela era filha de uma sétima filha e de um bruxo poderoso, mas abriu mão de viver no mundo da magia quando se apaixonou por um trouxa. Dos filhos que nasceram desse casamento, três, dois nasceram sem o dom da magia, o que é perfeitamente aceitável já que ela casou com um trouxa sem nenhum gene para a magia. Mas o caçula nasceu bruxo e foi entrega a família materna para ser educado como um bruxo. Essa criança, Harry, é um ancestral seu direto, por parte de pai.


 


- Quem...  – Perguntei surpreso.


 


- Nos chegamos ao avô materno de Tiago Potter! – Gina falou. – Mas os laços não param por ai. Dos outros filhos da bisavó da sua mãe, que não eram bruxo, duas mulheres. Elas viveram no mundo trouxa, sempre acharam que o irmão havia morrido quando criança, cresceram, construíram suas famílias e por uma dessas coisas do destino seguiram caminhos opostos. Uma delas casou com um homem chamado J. Evans, e esse homem teve duas filhas, uma delas bruxa: sua mãe.


 


Abri a boca para comentar algo, mas esperei a Gina terminar de falar.


 


- A outra se casou com um tal de Matt Mack, um americano, que teve uma filha... – Gina ficou em silêncio, como se escolhesse as palavras. – Essa filha casou com um trouxa chamado Granger, e desse casamento nasceu uma menina, uma bruxa, pois  os genes da magia estavam ali e se manifestaram nela.


 


- Não! – Arregalei os olhos. – Gina, não é ela! – Gina assentiu. – Hermione...


 


- hum... Vocês são primos. Talvez explique a afinidade. – Gina sorriu. – E explica, digamos, as habilidades mágicas de Hermione, afinal ela também é descendente de uma sétima filha! Mas Harry, você prestou atenção.


 


- ahamm! – Concordei ainda tentando assimilar a ideia de Hermione ser minha prima.


 


- Seus pais também eram parentes, são descendentes do mesmo casal de bruxos! Isso explica porque você é um bruxo poderoso, porque você foi o escolhido! E...


 


- O que tem mais Gina.


 


- Os Wesley também descendem desse mesmo casal, mas especificamente, do filho mais velho de casal...  Por isso acreditamos mais na primeira hipótese!


 


Era isso! Ponto final.


 


Muita coisa agora fazia sentido, principalmente, se nos guiássemos e acreditássemos na serie de laços que nos uniam.


 


Avistei Gina sentada no chão com Lilly por perto, comendo algodão doce. Tiago e Alvo jogavam pedrinhas no lago.


 


- Papai! – Lilly correu assim que me viu.


 


- Ei lindinha! – A peguei no colo e sentei ao lado de Gina que deu me deu um beijo rápido.


 


- Sabia que você viria atrás de nós! – Gina sorriu, fazendo um carinho em meus cabelos.


 


- Gina eu estava pensando em tudo que você me contou. – Comentei. – Foi bom saber isso, mas adorei saber que Hermione é mais que uma amiga minha.


 


- Ela também adorou saber isso!


 


- Você acha que... Que se não houvesse Voldemort, a guerra, bem, tudo o que aconteceu, nós teríamos nos encontrado? Nos ficaríamos juntos? – Questionei, pois essa era uma pergunta que eu me fazia seguidamente ultimamente. – Se meus pais não tivessem morrido, se eles tivessem me criado... Como tudo teria sido?


 


- Harry, nós nunca saberemos! Mas uma coisa eu tenho certeza: em algum momento nos teríamos nos encontrado, nos amado... Nosso amor, a força do nosso amor, é o tipo de coisa que não daria para esquecermos, para viver esse sentimento com outra pessoa. Talvez nos fossemos somente um casal normal! Talvez nos não tivéssemos nos conhecido tão cedo. São tantos talvez...


 


Ri e fez uma careta.


 


- Um casal normal!!! Isso nós nunca seriamos um casal normal! – Gina riu concordando.


 


- Acho que não meu amor! – Gina deixou Lilly ir em direção aos irmãos. – Tiago, cuida sua irmã! – Depois voltou-se para mim e pegou minha mão, traçando com o dedo as linhas. – Você sempre esteve em meu destino Harry Tiago Potter.


 


- E você, no meu! – Peguei a mão dela e beijei. – Nunca contei isso para ninguém, mas aconteceram duas coisas que colocam você em minha vida. – Vi a interrogação no olhos de Gina. – A primeira, foi antes de saber que era bruxo, ainda era um menino, e sempre sonhava com uma ruiva, uma menina e essa menina se transformava em mulher, mas eu sabia que não era minha mãe. Depois, já estávamos na escola, nós estávamos vendo a poção amortentia, você sabe também é conhecida como a poção do amor – Gina assentiu. – Eu senti o cheiro de torta de melaço, madeira de cabo de vassoura e algo floral, que me lembrava A´Toca. Bem, somente anos mais tarde descobri, ou melhor, associei esse cheiro floral a você.


 


Gina sorriu e se aproximou para um beijo doce e suave, que só foi interrompido pelo protesto de Tiago...


 


- Eca! Que nojo! – Tiago fez uma careta. – Não sei por que vocês gostam tanto de se beijar!


 


- Um dia meu filho, você vai mudar de opinião! – Tiago fez uma cara de quem não acreditava e deu o assunto por encerrado.  – Papai, vem jogar pedrinhas com nós...


 


- Vai Harry, vou recolher nossas coisas e vou me encontrar com vocês para irmos embora. – Gina falou.


 


- Ei, o que você acha de uma pizza... – Tiago vibrou.  


 


Gina sorriu e ficou me olhando enquanto ia até a beira do lago com as crianças. Dei uma última olhada antes de dar atenção a meus filhos.


 


Tudo, mas tudo que fiz, pelo que passei, valeu a pena, faria tudo de novo, somente para viver novamente, e quantas vezes fosse possível, a incrível força desse amor.


 


 


 


FIM


 




 


n/a:


Fim. Três letrinhas tão difíceis de escrever. O capítulo não foi betado, então desculpem qualquer erro, qualquer coisa... Qualquer coisa que esteja incoerente ou alguma coisa que tenha ficado inconcluso, que foi mencionado durante a fic, já sabe me avisem. Ainda estou em processo de revisão, então o epílogo ainda poderá sofrer alterações.


Desculpem a demora em atualizar a fic. Nem vou tentar me explicar.


Prometo agradecimentos descentes logo...


Valeu por todos que acompanharam! Muito, mais muito obrigada mesmo!


 


Bjs


 


Daiana


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 




 

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Comentários (8)

  • Ninha Lupin

    ~Não tem nota maior que 5 não?? Que horror! Deveria ser que nem o ENEM. Nota 1000!!!

    2013-10-25
  • Morenassa Radcliffe

    maraviilhooosa!!

    2011-08-14
  • robertamello100

    Que mané nota 5 isso vale 10!!! amei profundamente

    2011-08-13
  • BunnyPo

    LINDAAAAAAAAA. Sério mesmo. A tia J.K. deveria te autorizar a publicar essa fic. Tá linda demais. Romance perfeito, drama perfeito, comédia nas horas certas... Enfim, A FIC HE INTEIRAMENTE PERFEITA. Bjus

    2011-08-01
  • carolinemed

    QUE HISTÓRIA PERFEITA. Amei ler ela *-*

    2011-07-28
  • maribsousaxx

    MORRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRENDO! FOI PERFEITO *-*

    2011-04-22
  • ayla tereza

    *enxugando as lagrimas* que fim perfeito

    2011-04-22
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