Uma forte ligação





Muito cedo ainda na Toca uma bela ruiva finalmente consegue dormir depois de uma noite inquieta, passando quase a noite toda pensando onde estaria um certo moreno de olhos verdes.
Ao adormecer um belo sonho inicia em sua mente, ela está na sala comunal da grifinoria ocorre uma bela festa no recinto, eles acabaram de ganhar a copa de quadribol, mas o capitão não está na festa, ele estava detido, apesar da alegria de ter ganhado, há uma certa tristeza dentro da menina, “Onde será que ele está? Queria que ele estivesse aqui.”
O quadro abre-se, de fora da sala um rapaz moreno de olhos verdes entra com uma cara de incrédulo e sendo arrastado por vários colegas aos gritos de ganhamos, ela corre na sua direção para abraçá-lo, feliz por ter ganhado a taça para ele, ao encontra os braços do moreno ela sente o encontro dos lábios, ela queria aquilo, mas esperava, tratou de aprofundar mais o beijo, deixando todos da sala pasmos e um silêncio reinou durante o tempo que durou o beijo, ao separar dele ela pensa ouvir um burburinho em sua volta, mas ela está com a cabeça encostada no peito do moreno, e parece que o mundo não existe a sua volta.
Derrepente, do meio do peito do moreno uma luz cegante rompe e sete fios prateados saem dele, 5 deles ligam-se a objetos, uma tiara, uma taça, um anel, um medalhão e O Diário de Tom Riddle, ela abaixa os olhos, uma lágrima escorre “se não fosse pelo Harry , eu estaria morta”, dela sai um fio de prata, ela segue com os olhos e percebe que é um dos fios que saem do peito do moreno, curiosa ela procura o sétimo fio e ele esta ligado a uma enorme cobra , vagarosamente os fios que ligavam o moreno a cobra, a taça, ao medalhão e a tiara, vão se tornando mais fortes e o fio que ligava ao diário e ao anel sumiram e ficava mais a mais tênue a linha que o ligava a ela.

- Harry , não vá, fica comigo.

Todos os fios se rompem e um novo fio se forma entre os jovens, mas desta vez de cor dourada, Harry levanta e continua andando sendo seguido pela jovem.
Eles estavam num corredor escuro e de aparência longa, Harry parou virando para a direita, ele avistou um grande espelho olhando diretamente para ele, quando Gina olha o espelho depara com um linda cena, lá estava Harry Potter com seus 50 anos, ao seu lado estava ela (Gina) e em seu colo estava um menino moreno de olhos castanhos, a sua direita havia um ruivo de cabelos rebeldes, do outro lado, ela viu um outro ruivo com os olhos verdes como esmeraldas, e conforme olhava via que cercando ela e Harry umas 17 pessoas que tinham algo de um, ou de outro ou ainda dos dois, percebendo que aquela era a família deles.

- Venha Gina, não definhe na frente desta imagem, vamos torná-la real.

(N/A aqui se passou do ponto de vista do sonho de Gina, ou seja do ponto de vista de Gina)
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Ao passar pelo espelho (similar ao de ojesed) Harry imagina que deveriam existir vários objetos que fariam as pessoas (ou segundo Voldemort os fracos e sem real força de vontade ou os idiotas como Dumbledore que acreditavam no poder do amor) definharem na frente.
Ele percebeu que tinha razão, a cada metro do corredor (e foram muitos metros) havia um utensílio que mostrava, instigava ou ainda provocava todos os sentidos e desejos de Harry, ele ignorou todos os objetos, ignorou a cena dele morrendo ainda bebê, ignorou a cena onde os amigos estavam dentro da toca e a toca estava envolta em uma enorme esfera protetora ignorou ainda uma imagem de seus pais , de Sirius e de Dumbledore retornando do corpo sem vida de Voldemort, até chegar à um espelho onde se refletia uma imagem dele no vestiário de quadribol, suas roupas estavam jogadas no chão e junto às roupas dele haviam um segundo conjunto de roupas, de trás dele apareceu uma cascata de cabelos cor de fogo. Harry vira-se para trás e olhando diretamente nos olhos de Gina (N/A gente para deixar claro Gina esta sonhando no quarto dela, mas seu espirito está junto ao de Harry) fala.

- Me desculpe Gina, você não deveria ter visto esta cena, vamos conversar sobre isso em outra oportunidade.

Harry volta-se para o corredor e segue até o final chegando numa estranha porta. A porta é de carvalho e metal com detalhes em uma madeira escura, está bastante gasta e quebrada em vários pontos. Harry “puxa” a porta com um aceno da varinha, Harry sente um cheiro desagradável, pútrido e que lembra a morte saindo de dentro da porta recém aberta, antes de entrar ele olha envolta e encontra uma pequena lasca solta na porta, Harry retira a lasca apontando sua varinha para ela.

- Lumos solem.

A lasca adquire um brilho como se fosse uma lamparina, nada muito forte, mas o suficiente para iluminar uma pequena sala, Harry atira a lasca para dentro da sala, indicando o motivo do odor, várias pessoas, pálidas, com partes do corpo decompostas.

- Inferis, com o medo que eles tem do calor e da luz, vai ser mais fácil de passar, Ah se Voldemort tivesse o mesmo medo de fogo como ele tem da morte.

Harry conjura um círculo de fogo que envolve ele e a projeção de Gina.

- Venha vamos passar por estas criaturas, elas não vão nos incomodar.

Andaram até o centro da sala, onde havia um pedestal circulado por uma linha tracejada.
“parece aquela linha etária que o professor Dumbledore criou envolta do cálice de fogo no torneio tribruxo” pensou Harry

Mantendo ainda o anel de fogo em volta, Harry começa a analisar o círculo, usando as palmas das mãos ele tenta sentir o que é aquela magia.

- Interessante, por isso ele usou a cobra, para passar por essa linha não pode ser humano, nem quase humano, mas tem um jeito.

Harry coloca a varinha em sua boca e começa a crescer por todo seu corpo uma quantidade enorme de pelos negros e sua aparência lembrava um sinistro, mas com olhos verdes.
Depois de atravessar a linha Harry volta ao normal.

- Harry desde quando você é um animago? Pergunta a aparição de Gina
- Desde o retorno de Voldemort. Tentei por todo o quarto ano, nem o Rony nem Hermione sabem, apenas Sirius sabia e desconfio que Dumbledore também, por favor não conte a ninguém.

Ao entrar Harry pode examinar o pedestal e ver o que tinha nele.
Sobre o pedestal uma pequena urna de uns 30 cm de tamanho, toda negra que deveria estar impregnada por magia negra.

Harry tocou receosamente na caixa, mas ela nem se mexeu, era como se tivesse pesando mais de uma tonelada.

- Peso, o que tem mais peso para Voldemort? Alem de vida eterna? hum ? Só pode ser o sangue.

Com um aceno da varinha o moreno conjura uma pequena foice druídica, cortando uma parte de seu pulso fez o sangue jorrar por cima da urna. A urna começou a brilhar e adquiriu a cor prata mostrando uma série de detalhes que não se viam antes, vários entalhes de cobra, e algumas palavras em língua de cobra.

Harry pega a urna, surge uma forte luz violeta que envolve o corpo dele e logo a luz desaparece.

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Em sonho Gina vê Harry saindo da casa cambaliante, e o vê desmaiar já do lado de fora.

- Não, Harry esta morrendo – Gina acorda gritando

Um grupo de passos sobe correndo as escadas da Toca e 5 pessoas entram afoitas no quarto da jovem.

- O que aconteceu minha querida? – Fala a Sra. Weasley
- Ouvimos um grito vindo do seu quarto – Completa Tonks com seus cabelos rosa chicle.
- Algo sobre o Harry? – Pergunta atônito Lupin.
- Harryestácomproblemas – começa a falar de maneira rápida a jovem
- Fale devagar Gina senão não vamos compreender – pede a Sra. Weasley

Gina respira fundo e fala

- Harry está com problemas, ele tá muito ferido.
- Como você sabe? - Pergunta Tonks
- Não dá tempo de explicar – Gina vira-se para o ex-professor – Ele está em Godric's Hollow, tem que ser rápido.
- Tonks querida mande uma mensagem a Moody - Lupin olha para os outros com uma cara de preocupado e volta a falar – vejo vocês em breve – aparatando logo em seguida.

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Harry cai em frente a casa.

- O jovem mestre precisa de ajuda – Fala Nala – vou levá-lo aos seus amigos, eles podem ajudar.

A elfa faz o corpo de Harry levitar e o retira da casa levando no caminho para a cidade.

Um estampido é ouvido quando o corpo de Harry começa a deixar os terrenos protegidos.

- Nala? O que aconteceu?
- Sr. Aluado o jovem mestre está passando mal, ele entrou na casa e saiu assim.
- Rápido Nala tenho que levá-lo ao hospital.
- Ó sim senhor, mas o meu jovem mestre me mandou avisar os amigos dele que estão na cidade.
- Fazemos assim Nala, você me conhece, eu vou levar Harry para o Hospital em Londres, e você vai avisar os amigos de Harry e depois vai para o hospital.
- Sim senhor – fala a elfa sabendo que assim ela não desobedeceria a seu mestre e que ele seria levado o quanto antes para o hospital.

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N/A Quero agradecer a todos que comentaram e votaram na fic, espero que tenham gostado da personagem Nala eu adorei, um grande abraço a todos.

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