Prólogo



Prólogo


Sangue. Ele podia ver o sangue de seus seguranças espirrando por seu corpo. Ele podia sentir o líquido vermelho escorrer pelo chão e tocar suas mão. Ele podia sentir a vida de seus homens sumindo.

Ele não acreditava. Não acreditava que alguém quisesse tanto vê-lo morto a ponto de contratar eles. Sim, ele sabia quem estava atrás dele. Ele sabia o porquê de sua vida terminar aquela noite. Ninguém sabia seus verdadeiros nomes. Ninguém havia visto seus rostos. Suas identidades eram um segredo. Um segredo que só os mortos sabiam.

Mas ele sabia. Por isso ele morreria. Porque ele sabia demais. Mas ele não esperava nenhuma misericórdia. Ele havia feito coisas no passado. Coisas que facilmente o condenariam a morte. Ele era cruel. Ele era vil. Ele merecia morrer.

Reunindo toda força que lhe restava, ele se levantou e correu. Correu o mais rápido que pode. Escancarou a porta do armazém onde se escondia e correu em direção ao portão. Estava quase chegando à saída, apenas uma curva o separava da sobrevivência. Foi quando ele parou e sentiu seu sangue gelar.

Sentado em cima do muro ao lado do portão, um garoto baixo, com cabelos cor-de-palha e um rosto redondo. Ele possuía um sorriso sádico no rosto e brincava com uma bala de revolver. Seu nome era Peter Pettigrew, o Wormtail. Ele se lembrava das informações que descobrira sobre este rapaz. Especialista em computadores e em destruir sistemas de segurança, era ele que limpava o terreno antes deles agirem.

Virou-se para correr em outra direção, mas parou novamente, suando frio. Um pouco a sua frente estava um garoto alto e forte, com cabelos negros caindo pelos ombros e olhos incrivelmente azuis. Sirius Black, o Padfoot. O mais forte do grupo, havia se especializado em combates corporais e podia usar qualquer coisa que caísse em sua mão como arma. Ele normalmente era o primeiro a entrar em ação.

Então ele ouviu algo a suas costas. Virou-se e viu um brilho refletir do meio do mato. Provavelmente era James Potter, o Prongs. O líder do grupo, podia se infiltrar em qualquer lugar devido a sua agilidade e leveza. Ele conseguia prever o que seu alvo faria, por isso sempre estava à frente dele.

Ele então correu. Correu sem saber pra onde ia. Apenas correu. Conseguiu andar menos de 20 metros quando sentiu seus joelhos explodirem de dor. Alguém havia atirado nele, e agora seus joelhos estavam inutilizados. Ele se arrastou pela terra, sentindo o gosto de sangue misturado com o de suas próprias lágrimas. Então ele gritou. Suas mãos agora possuíam um buraco em cada, e sangravam muito.

Ele sentiu que seu fim estava chegando. Ouviu passos vindo em sua direção. Virou-se com dificuldade e encarou seu carrasco. Um garoto de cabelos castanho e olhos quase dourados e encarava. Seu rosto não possuía expressão nenhuma. Remus Lupin, ou Moony como era conhecido. Ele não havia conseguido descobrir quase nada sobre esse rapaz, mas o que descobrira já era suficiente para temê-lo. Aparentemente, o garoto não possuía emoções nem sentimentos. Isso combinado com sua enorme precisão com um revolver o tornava literalmente uma arma. Uma arma mortal.

Nesse momento, Abraxas Malfoy teve certeza que morreria. Pensou em seu filho, Lucius que deveria ter a mesma idade dos seus assassinos. Pensou em tudo que podia ter feito e não fez. Pensou em como faria para ser vingado. Ele tinha certeza que seu filho o vingaria. Mesmo que demorasse, ele o vingaria.

- Ah, meus jovens. – Ele disse com dificuldade. – Eu tenho pena de vocês. No que se tornaram. No que ainda se tornarão.

Moony apontou sua pistola para o rosto de Abraxas e disparou. Um único tiro. Um tiro certeiro. A missão deles estava concluída.

- Bom... – Peter disse, reunindo-se com seus amigos. – Isso foi, no mínimo, estranho.

- Pode crer. – Sirius respondeu, coçando a cabeça. – Eles normalmente gritam antes de morrer, ao invés de ficar falando merda.

- Isso não importa. – A voz de James vinha dos comunicadores que eles tinham em seus ouvidos. – Concluímos a missão, vamos embora.

- Beleza. – Sirius se virou para Remus. – Moony, a gente já ta indo.

O garoto fitava o céu e pareceu não ouvir o que o moreno havia dito. Sirius fez um sinal de impaciência e puxou do ouvido de Remus um fone que estava escondido sob seus cabelos. Uma musica muito alta estava tocando.

- A gente já ta indo embora, ouviu?

- A música tava na melhor parte... – Ele resmungou, recolocando o fone no ouvido e seguindo seus amigos. - I said he's a scumbag, don't you know?

- Ele tá ouvindo Arctic Monkeys de novo? – Peter perguntou, colocando um fone no ouvido e ligando seu iPod. – Ele não enjoa dessa banda não?

- E o que você ta ouvindo, sabichão? – Sirius perguntou, colocando no ouvido um dos fones de Peter. – Coldplay pra variar... Você também tem um gosto musical muito limitado, Pete.

- Ah, cala a boca, Six. – Ele disse, puxando o fone do ouvido do outro. – Melhor que aquela droga que você escuta... Como é o nome mesmo?

- Não ouse falar mal do System of a Down! – Ele fez uma falsa cara de irritação, no que Peter riu.

- Certo, certo. O que você quiser, Paddy.

- É bom mesmo. – Ele disse rindo. – E o nome é Padfoot, Wormy.

- Seu chato! – Ele disse, dando um soquinho no ombro de Sirius.

Os três caminharam até o lado de fora da cerca, onde James os esperava dentro de um carro todo preto.

- Seus lesados, vocês demoraram quase um minuto e meio a mais do que o planejado! – Ele disse quando os outros entraram no carro. – O que aconteceu?

- A culpa não foi nossa! – Defendeu-se Peter, que havia sentado no banco da frente. – O cara conseguiu fugir por uma passagem que nós não sabíamos que existia.

- E por que o Moony não o silenciou logo de cara? – Ele perguntou, se virando para Remus, que continuou olhando pela janela e não respondeu.

Sirius novamente puxou o fone que estava escondido sob o cabelo de Remus.

- Que foi? – Ele perguntou.

- James tá perguntando por que você não silenciou o cara logo.

- Porque eu não quis. – Ele respondeu, colocando o fone no ouvido novamente.

Sirius e Peter riram, enquanto James bufou de raiva.

- Seu folgado. – Ele reclamou. – Qualquer dia eu vou perder a paciência com você...

- Mal posso esperaaaaaaaar. – Remus respondeu bocejando.

Mais risadas de Sirius e Peter.

Passados 20 minutos, James parou o carro em frente a uma Mansão. Um segurança veio até eles.

- O que desejam?

- Diga ao seu patrão que os Senhores Moony, Wormtail, Padfoot e Prongs desejam vê-lo. E que nós juramos solenemente não fazer nada de bom.

O segurança olhou para eles por um momento, pegou o telefone por alguns momentos e virou-se para eles novamente..

- Sejam bem vindos à Mansão Dumbledore, senhores. – Ele disse, abrindo o portão da mansão.

O carro avançou mais um pouco e parou no estacionamento da Mansão. Os quatro jovens desceram. A área exterior da Mansão era tão grande quanto a própria. Existiam várias vagas para carros, e várias árvores.

Também havia uma piscina daquelas usadas por profissionais. Engana-se você, se acha que eles usavam-na para diversão. Normalmente ficavam treinando durante horas, para caso a vítima tentasse escapar pela água ou se tivesse mesmo que ir pela água.

Quando eles entraram na Mansão, avançaram até uma porta, que na verdade era um elevador. Não dava para saber se estava indo para cima ou para baixo, o elevador era programado para um só destino: o escritório de Dumbledore.

- Atrasados. – Falou uma voz fria, assim que eles adentraram o aposento. Dumbledore estava na sua mesa, sentado em sua cadeira preta, que estava de costas para eles. – Atrasaram-se um minuto e meio. Vocês sabiam que nesse tempo poderiam ter posto tudo a perder? Os vizinhos notaram a movimentação. Chamaram a polícia. No momento em que vocês saíram, ela chegou. – Os garotos continuaram calados. Responder Dumbledore podia ser a última coisa que você faria na vida. Então a cadeira se virou. O homem por trás dela já era bem velho. - O que vocês têm a dizer sobre isso?

- Desculpe-me, senhor. – Falou Remus. – Eu deveria ter silenciado a vítima logo. – Apesar de estar pedindo desculpas, a expressão dele não demonstrava culpa. Nem zomba. Nem desrespeito. Não mostrava absolutamente nada.

- Certo, Remus. Dessa vez, passará. Eu tenho uma nova missão pra vocês. – Eles assentiram – Petúnia Evans, agente da Interpol, que vocês eliminaram faz pouco tempo. – Assentiram novamente – Bem, ela não morreu calada. Mandou todas as informações para Edward Evans, o pai dela. Pois bem. A missão de vocês é eliminá-lo, junto com toda a família. – Ele pegou um envelope marrom – James. – O garoto adiantou-se e pegou o envelope – Aí estão as instruções. Liberados. – Os garotos saíram calados.

O caso de Petúnia Evans foi muito fácil de ser resolvido. Ela era uma agente da Interpol que havia se infiltrado no submundo do crime e descoberto os nomes dos mais poderosos chefões da máfia e, é claro, o nome Dumbledore constava na lista.

Ela sabia que logo mandariam assassinos atrás dela, então ela tentou se esconder. Para sua infelicidade, Dumbledore havia colocado seus melhores homens para persegui-la. Sirius fez um trabalho rápido e limpo. Provavelmente ela nem sentiu dor quando morreu.

- Mais uma missão. – Disse Peter, se espreguiçando. Quando eles saíram do elevador, subiram até o segundo andar, onde havia o escritório deles. Chegando lá, esparramaram-se no sofá. Podiam ser assassinos, mas ainda eram adolescentes.

- Abre logo esse envelope, Prongs. – Sirius disse, tentando pegar o envelope das mãos de James.

- Tira a pata! – Ele disse, tirando o envelope do alcance das mãos de Sirius. – Já vou abrir, espera um pouco!

Ele abriu o envelope e começou a ler as informações sobre a família Evans, enquanto as fotos circulavam de mão em mão.

- Parece que nós vamos ter que nos infiltrar na escola da filha de Edward Evans pra poder chegar até ele. – James disse correndo os olhos pelos papéis.

- Ela é bem bonitinha. – Peter disse entregando as fotos para James. – Pena que vai morrer.

James olhou a foto e viu, provavelmente, a garota mais linda que ele já havia visto. Ela era ruiva, com olhos cor de esmeralda e tinha um sorriso que contagiava qualquer um.

- Caramba... Ela é linda, cara. – James disse, sem tirar os olhos da foto.

- Ei, Prongs. – Sirius disse tirando a foto das mãos de James. – Não se apega muito não, porque a menina vai virar defunto logo-logo.

Remus se levantou bruscamente e começou a andar em direção a porta.

- Aonde você ta indo, Moony? – Peter perguntou.

- Treinar. – Ele respondeu simplesmente.

Os outros três acharam uma boa idéia e foram junto. Atravessaram a mansão até um lugar que parecia uma academia, com aparelhos de musculação e um ringue de boxe no meio. A sala estava cheia de jovens, provavelmente da mesma idade que os quatro, mas todos pararam para observá-los entrar.

Um jovem alto, com longos cabelos castanhos aproximou-se dos quatro. Todos na sala olharam para ele como se ele fosse louco.

- E aí caras? – Ele perguntou estendendo a mão para eles. Ninguém estendeu de volta. – Meu nome é Amos Diggory e eu sou novo por aqui. Fiquei sabendo que vocês são os maiores! É verdade que vocês tem missões todos os dias? Quantas pessoas vocês já mataram? Quantos anos vocês tem? Quais são seus verdadeiros nomes? Como...

- Cara, você ta me irritando... – Sirius disse, sem olhar para o rapaz, enquanto James e Peter seguravam o riso. Remus estava ouvindo a música que saia das caixas de som da sala.

- De onde vocês são? Vocês fazem isso a muito tempo? Sabe, como eu sou novo eu quero saber de tudo que acontece por aqui. Eu não tenho muita experiência, mas tenho certeza que posso crescer muito por aqui...

- Cara, você realmente ta me irritando. – Sirius disse, tentando ignorar o rapaz. James e Peter agora riam abertamente, enquanto Remus continuava tentando escutar a música que tocava na sala.

O garoto abriu a boca para falar novamente e Sirius, agilmente, pegou seu canivete do bolso das calças e fincou-o na garganta do menino.

- Aprende a ficar quieto agora... – Sirius disse casualmente, enquanto arrumava o aparelho para ele usar. James e Peter começaram a rir mais ainda, provocando Sirius. Remus começou a cantarolar acompanhando a música.

Todos os outros que estavam na sala olharam assustados para os quatro e saíram rapidamente do local. Remus caminhou até onde os outros estavam, passando por cima do corpo sem vida do jovem.

- Quem era esse? – Ele perguntou apontando o corpo com a cabeça.

- Ah... Ninguém. – Sirius disse, levantando o peso. – Um babaca que tava me irritando.

- Hum... – Remus colocou o fone no ouvido e voltou para o outro lado da sala para praticar tiro, passando novamente por cima do corpo de Amos.

- E aí, quando vamos começar essa nova missão? – Peter perguntou enquanto mexia em seu computador.

- Amanhã. – Respondeu James, que estava treinando com o saco de areia. – Amanhã nós iremos para Hogwarts High.




N/A: E aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeww pessoaaaaaal!!!!!!!!! /super empolgado/ Chegou o prólogoooooooooooo!!!!!! Meu, essa fic é minha obra-primaaa!! /exageraaado/ foooda demaaaiiiis elaaaaaa!!!! Perceberam q eu estou alongaaaaando as palavras?? É q eu gosto de vogais!! /dancinha das vogais/ Espero q vocês gostem, pq eu achei muito foda, como eu já disse antes!!! E não fiquem com pena da Morg não...ela escreveu pouquinho, eu quase não dei trabalho pra ela!!!
Beijooss!!!!!
ps: Esse N/A foi escrito depois do N/B...ou seja, a Morg viu a fic toda bunitinha terminada e betada primeiro q eu ¬¬”

N/B: YAAAAAAAAAAAAAAAAY/Roubado de alguém/! Olha eu aqui de novo! HÁ! Eu leio tudo antes e você? Não? LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSER! Ok, ok. Há. Eu escrevo nessa fic também! Sentiu meu trabalho? Betar E escrever? Assim eu não sobrevivo! Ah! AMO ESSA FIC, CARA! Sério. O Amos morreu/Fazendo a dancinha de “O Amos morreu”/! E o Remus é frio! Aaaaaaaaaah! /enfarta/ Tá. Vou parar de perturbar vocês. Tchaaau, Morgana Lupin

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