Fogo nas cortinas





Era outono quando Dumbledore se dirigia para seu quarto ano em Hogwarts. Nicolau Flamel havia passado as férias na Índia, e por isso Dumbledore não tinha notícias do amigo. Estava no trem novamente sozinho, como no seu quarto ano... Praticava o feitiço de transfigurar frutas, ele tentava transformar sua laranja numa maça – nunca fora muito fã de laranjas.
- Olá... – disse uma garota, colocando a cabeça para dentro, ela era pequena, com certeza estava indo para o seu primeiro ano em Hogwarts.
- Olá. – respondeu Dumbledore.
- Posso entrar aqui? Não tenho amigos, pois este é meu primeiro ano, e você é o único no trem que está com a cabine vazia.
- Claro que pode! Sente-se aqui! Como se chama? – perguntou Dumbledore.
- Minerva McGonagall, e você?
- Alvo Dumbledore...
- Muito obrigada, Alvo.
A noite caiu e logo em seguida Hogwarts chegou, Minerva ficara encantada com a beleza do castelo e com a sua grandeza, segundo Minerva, sua família morava numa pequena casa, no interior d’alguma cidade.
Durante a cerimônia de recepção e inauguração do ano letivo Minerva foi escolhida para entrar na Grifinória, e na mesa Dumbledore apresentou-a para Nicolau.
O monitor da Grifinória mostrou-a os quartos e a sala Comunal, assim como para todos os novos membros.
Ficaram conversando na Sala até a hora de se recolher, teriam o dia seguinte de folga e logo depois já começariam as aulas.
- Boa noite, Minerva... – falou Dumbledore sorrindo.
- Boa noite Alvo! – respondeu ela alegre – Boa noite Nicolau! – acrescentou.
- ‘Noite...
Juntos Dumbledore e Nicolau subiram as escadas em espiral, enquanto Minerva subia do outro lado da grossa parede de pedra a escada para o dormitório feminino, provavelmente com um sorriso estampado no rosto.

- O que acha dela? – perguntou Dumbledore para Nicolau, quando se sentou na cama.
- Uma boa menina... Simpática, eu diria.
- Só isso? Eu daria mais adjetivos para ela...
- Faça como queira. Mas... – Nicolau foi interrompido por um grito de Jonatas, um garoto do seu dormitório:
- Ei, Alvo... Consegue fazer isso? – Dumbledore e Jonatas nunca se deram bem.
Jonatas controlava o fogo da vela com a varinha, primeiro ele o aumentara e depois ficava fazendo-o dançar de um lado para o outro.
Dumbledore sacou sua varinha e fez o mesmo. Com a diferença de que os movimentos de Alvo eram bem mais complexos e bonitos, deixando Jonatas enfurecido. O objetivo era humilhar Dumbledore, e não ser humilhado por ele.
- E isso, você consegue fazer? – Dumbledore sussurrou alguma palavra e o fogo se transformou num clone de Jonatas, que andava conforme Dumbledore controlava.
Ele fazia imitações de galinha, de vacas e de um bobo, com o clone de Jonatas, deixando o original vermelho de ódio.
Quando Dumbledore ia fazer o clone de fogo imitar um cachorro Jonatas gritou um palavrão que desconcentrou Dumbledore. Ele perdeu o controle do fogo que voou na sua cama e fez o cortinado pegar fogo.
Dumbledore ficou em estado de choque, olhava para a cortina da sua cama pegando fogo e não fazia nada. Poderia facilmente apagar aquele fogo com mágica, mas ficou parado, vendo o brilho quente das chamas.

- Menos trinta pontos para a Grifinória... – disse o diretor, na manhã seguinte. Obviamente Dumbledore ficara abalado com a situação, mas no futuro iria rir daquela noite.




N/A: Espero que gostem, desculpe pelo capítulo pequeno... Mas tenho duas fic's em andamento, essa é a secundária, a principal me´smo é a Despedida da Alma, mas estou sem tempo de escrever... Então a primeira a ser trancada é essa.

Não vou abandonar, só vou escrevê-la de vez em quando, pelo menos até as férias...

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