Listen to your heart



Listen to your heart


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I know there's something in the wake of your smile.

Eu sei que existe algo por trás do seu sorriso.

I get a notion from the look in your eyes, yeah.

Eu tenho uma noção pelo aspecto dos seus olhos, sim.

You've built a love,

Você construiu um amor,

But that love falls apart.

Mas este amor desaba aos pedaços.

Your little piece of heaven turns too dark.

Seu pedacinho do paraíso torna-se escuro demais.
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- Desculpe. – ela disse sem jeito.

- Hermione... Não podíamos ter feito isso, eu... estou noivo. – o rapaz andava de um lado para o outro do escritório, como se seus passos aliviassem a culpa.

- Porque você ta falando assim? Até parece que a culpa foi só minha! Aliás, não precisa todo este alarde, foi apenas um beijo... um selinho. – ela acrescentou, tentando demonstrar segurança e ouvir a voz da razão, mas por dentro estava alarmada.

- Um beijo, um beijo... Eu me caso em 10 dias! – ele estancou perplexo.

- Sabe, eu sou a madrinha, então não tenho como esquecer a data. – ela respondeu com calma.

- Não foi mesmo uma boa idéia trabalharmos juntos... – Harry falou, baixando a voz e se aproximando lentamente. Seus olhos desmentiram suas palavras.

- Eu posso pedir transferência... – ela fitava os olhos verdes do rapaz cada vez mais próximos. -...p-para uma outra seção, em um outro departamento...

- Por que você faz isso?- ele perguntou de repente, seus rostos agora a um palmo de distância.

- Isso? – ela apenas sussurrou.

- Por que faz o melhor por mim, mesmo que isto prejudique você? Você ama trabalhar aqui... Não precisa pedir transferência. – Harry analisava o olhar castanho da amiga.

- Eu só... – ela ia dizendo, seus corpos já se tocavam.

-...E por que você é sempre tão presente, mesmo depois de tudo que eu fiz? Eu ignorei seus sentimentos, naquele tempo em que você me disse que...

- Harry..., - ela falou, parecendo acordar de um transe e se virando para afastar-se dele. – ninguém decide quem amar. Se você não me amava, e... amava Gina, eu não podia culpar você.

- Sim, eu amo Gina. – ele murmurou, pensativo. Um momento depois Hermione já voltava para sua mesa, mas no meio do caminho Harry a puxou pelo braço e a trouxe de volta para perto de si.

-...E por que você usa esse perfume? Eu simplesmente o ador-... – e nesse momento eles se beijaram.

Seus lábios se tocaram timidamente, mas aos poucos a razão foi deixada de lado e o beijo se tornou mais profundo. Harry não pensava mais em casamento, estava inebriado pelo perfume cítrico da amiga, o beijo os unia num êxtase indescritível, fazendo todo o ambiente desaparecer ao seu redor. Hermione sentia as mãos do rapaz brincarem em suas costas, enquanto ela passava os dedos entre os cabelos escuros e despenteados dele.

Harry teve um impulso e a beijou o pescoço, ambos os corpos sentiram um calafrio bem-vindo e Hermione, sem perceber, cravou as unhas na nuca dele. Eles foram cambaleando até esbarrarem em um armário na parede, derrubarem um punhado de pergaminhos e se soltarem ofegantes.

- Não, não brinque comigo assim! – Hermione passou a mão pelos lábios e seus olhos se encheram de lágrimas.

- Me desculpe, eu não sei porque... Ham, Hermione, acalme-se, você mesma falou que era apenas um beijo. – Harry afagava o ombro da amiga, parecia desnorteado.

- Não! Aquilo havia sido apenas um beijo dado sem querer quando fomos nos cumprimentar! Mas, agora foi... Isso foi... tão baixo, Harry! – ela o encarava, as lágrimas rolavam indignadas.

- Você retribuiu! – ele gritou, mirando-a com raiva.

- Incrível! Você sabe o que eu sinto por você, não sabe? – Hermione ironizou.

- Sente?! Não sabia que ainda sentia... – Harry estava atônito.

- Parece que há muita coisa que você não sabe. – ela revirou os olhos e começou a enrolar um cacho desarrumado do próprio cabelo.

- Você poderia me explicar, então...

- Eu... Eu vou para casa! Termine de arquivar estes pergaminhos, por favor. – Hermione falou, sem o encarar nos olhos, apanhando seus pertences e se dirigindo à porta.

- Hermione!

- Bom casamento para você, Sr. Potter. – ela se virou e o encarou – Ah, e não se preocupe, não precisará mais aturar essa sua amiga presente aqui. Se eu não conseguir a transferência, PEÇO DEMISSÃO!

E a moça saiu, batendo a porta ao passar, os cabelos balançando sobre os ombros.

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Listen to your heart

Ouça seu coração

When he's calling for you.

Quando ele está chamando por você.

Listen to your heart

Ouça seu coração

There's nothing else you can do.

Não há nada mais que possa fazer.

I don't know where you're going

Eu não sei a onde você está indo

and I don't know why,

E eu não sei o por quê,

But listen to your heart

Mas ouça seu coração

Before you tell him goodbye.

Antes de lhe dizer adeus.


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- Ainda não entendi o que faz aqui... – Luna a observava atentamente, com seus arregalados olhos azuis.

- Vou explicar pela milésima e última vez: eu trabalho aqui, agora, fui transferida! – Hermione resmungou sem paciência. Ela parecia estar bem, mas observando-a atentamente, via-se as olheiras das recentes noites que passara chorando.

- Essa parte eu entendi – Luna disse, com naturalidade – mas porque fez isso? Você gostava tanto do Escritório de Direito em Magia...

- Eu decidi mudar de ramo. Cansei de defender quem não merece... – ela respondeu, dando ênfase na última frase.

- Presumo que você tenha razão. Hoje em dia é difícil identificar os inocentes... – Luna falou, pensativa, pausando a pena por um segundo.

- Dificílimo. Creio que você assimilou o que eu quis dizer. – Hermione encerrou o assunto.

- Bom, tenho que levar estes relatórios ao Clube de Bexiga. Já volto. – disse Luna, dirigindo-se calmamente até a porta.

Hermione a observou sair e depois suspirou, recostando-se em sua cadeira. O que ela estava fazendo ali? Saiu do seu escritório confortável, onde já trabalhava há 4 anos (desde que a Guerra terminara), para estar ali: no Departamento de Jogos e Esportes Mágicos?! Este era o único lugar onde havia vaga para uma insatisfeita como ela... E o único onde ela não trabalharia se pudesse evitar.

Sua cabeça já doía de tanto ler documentos e mais documentos que descreviam detalhadamente partidas nada interessantes de quadribol. E, para piorar, havia pôsteres mágicos e encardidos de times de décadas atrás expostos nas paredes.

- Pronto, Mione, o nosso expediente já terminou. – Luna voltara e começara a jogar seus pertences dentro de uma bolsa verde-limão.

- Ok, então, vou só guardar estas pastas.

- Vai fazer alguma coisa hoje à noite? Rony e eu vamos sair para conhecer esta nova pizzaria que inaugurou aqui perto. Quer vir? – Luna a encarava com interesse.

- Hum, não... Acho que vou mesmo para casa. – Hermione respondeu com desânimo.

- Ah! Vamos! Que mal pode haver em passar uma horinha com os amigos? – a loira a olhava suplicante.

- Ok, ok. Mas vai ser mesmo só uma horinha! – Hermione cedeu e ambas saíram do aposento mal iluminado.

As duas caminharam os dois quarteirões que separavam o Ministério da recém inaugurada Pizza Mia, a qual se situava em uma avenida bastante movimentada e aparatar por lá não era nada recomendado. Elas entraram num grande salão, o qual estava abarrotado de clientes, passaram por algumas mesas e apreciaram o cheiro convidativo das pizzas já servidas.

De repente, Hermione deu um puxão no braço de Luna.

- Eu pensei que fosse-só-você-e-Ron! – ela estava escarlate, olhando fixamente para uma mesa ao fundo, onde Rony e Harry conversavam. Harry dedilhava distraidamente na borda da mesa ao ritmo da música vinda de uma caixa de som por perto.

- Devo ter esquecido... – Luna pigarreou – Ah, mas Harry está sempre com vocês mesmo, não é? – a moça arregalou os olhos.

- Sim, está... – Hermione suspirou, resignada.

- Lú! – Rony levantou e cumprimentou sua noiva com um beijinho rápido – Mione, que bom! Todos aqui... – o ruivo abriu um grande sorriso.
Harry e Hermione se entreolharam e pronunciaram um olá meio desconcertado.

A noite transcorrera até agradável, ou pelo menos esta era a concepção de Rony, que contava animadamente sobre os novos produtos da “Gemialidades Weasley” (pois ele agora trabalhava na loja de seus irmãos Fred e Jorge).

-...E estamos esperando um grande carregamento de penas pensa-rápido. Sabe, o ano letivo está quase começando e elas vendem como água. – ele concluiu, colocando mais uma garfada de sua pizza napolitana na boca.
Hermione revirou os olhos, demonstrando sua reprovação a tal produto.

- Mione, nossos vestidos para o casamento de Harry já estão prontos. Se você quiser ir comigo amanhã à Madame Malkin... – Luna falou, mudando de assunto e Hermione desejou que continuassem falando sobre as penas pensa-rápido.

- Pode ser. – ela respondeu, brincando com uma azeitona no canto do prato.

- E aí? Está animado, Harry? Gina está animadíssima. – Rony falou, dando tapinhas no ombro do amigo. Harry olhou de esguelha para Hermione, mas ela parecia decidida a encarar a azeitona.

- Eu também estou... Animadíssimo! – Harry procurou sorrir.

Minutos depois os quatro estavam se despedindo no estacionamento. Sim, Rony herdara o gosto por automóveis do Sr. Weasley, e até nisto era encorajado por Luna.

- Então, até o grande dia, Harry! – Rony apertou a mão do amigo e piscou para Hermione, em seguida entrou no carro onde Luna já esperava por ele.

Harry e Hermione observaram o carro dar a ré e depois sumir no mar de veículos apressados da avenida.

- Seria tão mais fácil aparatar... – Harry suspirou, sorrindo para Hermione.

- É, seria. – Hermione o encarou por alguns segundos e depois abaixou o rosto.

Fez-se um longo silêncio.

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Sometimes you wonder

Ás vezes você se pergunta

if this fight is worthwhile.

Se essa briga vale a pena.

The precious moments are all lost in the tide, yeah.

Os momentos preciosos estão todos perdidos na maré.

They're swept away and nothing is what is seems,

Eles são arrastados embora, e nada é o que parece.

the feeling of belonging to your dreams.

A sensação de que pertenceram aos seus sonhos.

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- Sabe, Hermione, eu andei pensando... – Hermione continuava admirando os próprios pés, mas escutava com atenção. Harry a observou e continuou – Volte para o escritório. Eu sinto sua falta... Mas, de qualquer modo, eu posso sair, se você... quiser... – o olhar esmeralda do rapaz percorria cada detalhe nas feições da amiga.

Ela levantou os olhos para ele e teve uma súbita vontade de chorar ao pensar que ele estava prestes a se casar com outra. Então mordeu o lábio inferior, não podia chorar na frente dele.

Já ia dar a resposta quando uma coruja minúscula, em que ambos reconheceram Pichitinho, se aproximou e despejou na cabeça de Harry um pergaminho vermelho. A pequena coruja piou baixinho e alçou vôo logo depois.

- Ham, é um berrador, Harry. – Hermione sussurrou, olhando para a entrega e parecendo desconcertada pelo amigo.

Harry corou, e sem ter outro jeito, abriu o envelope. Ao fazer isso, todo o local se enchera de gritos finos e histéricos:

“Harry Potter! Como ousa me deixar esperando no dia em que deveria me ajudar a comprar as panelas para o nosso enxoval! Isto é inadmissível! Mandei Píchi te achar, nem que esta fosse a última coisa que ele fizesse! Se ainda quiser se casar comigo, acho bom me apresentar desculpas convincentes ainda hoje à noite. – logo depois a voz se tornou branda e, sem fôlego, concluiu – Com carinho, Gina Weasley.”

E a carta se esfumaçou no ar.

- Ainda bem que o estacionamento está vazio... – foi a única coisa que Hermione conseguiu dizer, após uma pausa constrangida.

Harry olhava pensativo para o local onde a carta havia estado momentos antes. Depois, virou-se agitado para a amiga.

- Eu tenho que ir! – e ao dizer isso, segurou Hermione pelos ombros pesadamente, virou-se e andou alguns passos pelo estacionamento escuro.

- Vá! – gritou Hermione, corando de contrariedade, ao mesmo tempo em que escutou um zunido e Harry aparatou.

A moça olhou tristemente o lugar vazio e continuou gritando e bufando de raiva:

- Vá para a sua noiva! ELA É EXTREMAMENTE ADORÁVEL! – as lágrimas verteram em seu rosto.

Hermione preferiu ir andando para casa (mesmo com as pessoas passando por ela e olhando com um certo interesse para a moça triste), pois não se sentia concentrada para aparatar.

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And there are voices

E há vozes

that want to be heard.

Que querem ser ouvidas.

So much to mention

Há tanto para falar,

but you can't find the words.

Mas você não encontra as palavras.

The scent of magic,

O odor da magia

the beauty that's been

A beleza que existia

when love was wilder than the wind.

Quando o amor era mais tempestuoso que o vento.

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- Tem certeza que quer fazer isto? O casamento de Harry é hoje à noite... – Luna olhava para a amiga com um semblante triste, tinha o cabelo todo preso num coque.

- Tenho sim. Eu preciso, realmente. Cumprimente os noivos por mim... – Hermione fitou-a e de repente percebeu que havia compreensão em seus grandes orbes azuis.

- Volte logo, sim? Rony e eu sentiremos sua falta. – as duas se abraçaram, Hermione pegou a caixa com seus pertences de cima do armário e riu fraquinho.

- Até logo, Luna.

Na verdade, Hermione havia resolvido dar um tempo na loucura em que andava sua vida. Para começar, ela não poderia ir ao casamento de Harry, sofreria demais. Então, aproveitando que sua mãe faria uma viagem a Suíça, tirou merecidas férias para acompanhá-la. E, para garantir, comprou as passagens para um vôo que saía no mesmo horário da cerimônia.

As duas chegaram cedo ao aeroporto, despacharam as bagagens e foram comer alguma coisa. Sentaram-se em uma lanchonete situada em um amplo e iluminado salão, e que ficava de frente a uma grande vidraça, de onde se avistavam os aviões pousando e partindo.

- Querida, não era hoje o casamento do seu melhor amigo? – perguntou a Sra. Granger, através de seus óculos redondos, ela tinha o mesmo cabelo lanzudo da filha. Aparentava ter uns 50 anos de idade.

- é hoje. – Hermione respondeu simplesmente.

- E você não era a madrinha? - tornou a perguntar a mãe da moça, demonstrando interesse.

- Era.

- Hermione! Não me diga que está faltando ao compromisso?

- Não, não estou. Eu avisei com antecedência. – ela olhou para a mãe com teimosia e, sendo vencida pelo olhar da mesma, completou – Só avisei hoje, através de Luna.

- Mione, o que houve? Você nunca foi assim... – censurou-a a mãe, com carinho.

- Não quero falar sobre isso. – Hermione mirou o próprio prato com interesse, como sempre fazia quando evitava algum assunto indesejado na hora das refeições.
Ambas terminaram de comer em silêncio e foram até a ampla vidraça observar os aviões.

- Está frio, não é? – a mãe virou-se, tentando puxar assunto. A moça meramente assentiu com a cabeça e olhou para o relógio tristemente.

- Acho que chegamos muito cedo... – a senhora suspirou, agora se encostando à vidraça e dando as costas para o céu que escurecia lá fora. – Mas você adora este lugar, desde pequena...
Hermione continuou assentindo, enquanto observava um Boeing levantar vôo, rapidamente.

- Hum... Você também... Adora rosas vermelhas, não é? – Hermione olhou curiosa para o rosto da mãe e viu que ela olhava hesitante para algum ponto atrás dela.
A moça virou-se rapidamente, os cachos bem feitos brincaram em suas costas. Lá estava ele...

Adorável. Segurando um buquê de rosas vermelhas e andando em sua direção. Hermione ficara paralisada com a surpresa, apoiando-se firmemente em uma barra de metal atrás de si. Depois, porém antes de qualquer outra coisa, foi até ele e o abraçou. Ela sentiu todas as forças faltarem e todas elas voltarem através daquele abraço.

- O que faz aqui, Harry? – ela focalizou os olhos verdes e brilhantes do rapaz, desvencilhando-se do abraço. Harry respondeu baixinho.

- Eu vim atrás do meu isso...- ambos sorriram, os olhos de Hermione marejaram – Naquele dia, em que você resolveu deixar nosso escritório, eu fiquei pensando... Na verdade, eu tentava tirar uma idéia da cabeça.

- Que idéia? – Hermione perguntou, enxugando rapidamente uma lágrima teimosa.
Harry a olhava pensativo enquanto segurava as flores frouxamente na mão.

-... Eu te perguntei por que você fazia isso... Por que você faz o melhor por mim, por que esteve sempre ao meu lado, hum, ah... e por que usa esse perfume que eu adoro... Então, eu me perguntei quantos ‘porquês’ ainda poderia haver. Pensei que não existissem muitos mais, porém foi aí que percebi... a lista é infinita.

Hermione abriu a boca, mas por alguns segundos não falou palavra. Enxugou mais duas lágrimas.

- M-mas e o casamento? E a... – ela perguntou, aceitando as rosas das mãos de Harry.

- Terminei tudo com Gina naquela mesma noite do estacionamento. Fui até sua sala hoje e quando a Luna me contou que você iria... – Harry se calou.

Ambos se olhavam, parecendo responder apenas com o olhar a todas as perguntas silenciosas. Estavam tão próximos agora que sentiam a respiração morna um do outro.

- Porque você faz isso? – Harry sussurrou em seu ouvido, abraçando-a pela cintura.

- O quê? – Hermione perguntou sorrindo.

- Quando eu olho para você, seus olhos sorriem primeiro que os lábios...

- Ora, é porque eu te amo... – e Hermione o envolvera em um lindo beijo, tão apaixonado quanto o que deram há dias atrás, melhor agora porque não havia culpa.

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(…)I don't know where you're going

Eu não sei onde você está indo

and I don't know why,

E eu não sei o por quê,

But listen to your heart

Mas ouça seu coração

Before you tell him goodbye.

Antes de lhe dizer adeus.



FIM.


N/A: Essa fic eu escrevi p um concurso do fórum Pumpkin Pie. Tinha que ser Pós-Hog, Harry e Hermione tinham necessariamente q brigar... Então, tá aí. Não foi boa o bastante p ganhar o concurso, lógico, mas espero q tenham gostado. Eu particularmente adoro essa música, por isso adorei escrever uma song com ela, acho q combina bem com H/Hr.

Aos q leram, valeu!! Se puderem, comentem, tá? Por favor?? =D
Digam o q acharam ^^
É isso aí,

bjos

Chris.




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Comentários (2)

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